Greve dos professores será nesta quinta e sexta, em todo o estado; organize sua rotina
Professores da rede pública de todo o Estado de São Paulo decretaram greve nos dias 9 e 10 de abril.
Atenção, pois há paralisações previstas em escolas de todas as regiões de São Paulo, incluindo capital, litoral e interior.
Entenda os motivos da greve dos professores da rede estadual de São Paulo
Entre outras demandas, estão:
- Reajuste salarial para todos os professores, ativos e aposentados, com base no piso nacional da educação;
- Abertura de classes no período noturno, tanto no ensino regular quanto na Educação de Jovens e Adultos (EJA);
- Ampliação da educação especial inclusiva, com atendimento adequado a estudantes com deficiência;
- Convocação de mais professores concursados;
- Regularização de pagamentos atrasados e revisão de descontos realizados durante a pandemia;
- Devolução de valores considerados indevidos a aposentados e pensionistas.
Os professores também realizam uma assembleia decisiva na quinta-feira, 10 de abril, às 16h, no vão livre do MASP, para avaliar a continuidade do movimento.
Entre as principais reivindicações dos professores em greve estão:
- Reajuste do piso nacional do salário base com repercussão na carreira e não no abono complementar
- Reajuste salarial imediato de 6,27% para todos os professores, ativos e aposentados, com base no piso nacional da educação;
- Aplicação correta da jornada do piso em aulas (26 aulas em classe e 14 sem estudantes)
- Retirada do PL 1316/2025 – Reforma Administrativa da Educação
- Revogação da Avaliação de Desempenho injusta e punitiva
- Atribuição de aulas presencial, justa e transparente
- Nenhum professor sem aula, nenhum estudante sem professor
- Abertura de classes no noturno ensino regular e EJA
- Educação Especial Inclusiva que atenda às necessidades de estudantes atípicos e com deficiência
- Convocação de mais professores concursados
- Aplicação do tempo de serviço descongelado da pandemia e pagamento dos retroativos
- Devolução dos valores confiscados de aposentados e pensionistas
- Melhores condições de trabalho, incluindo climatização das salas de aula devido às fortes ondas de calor;
- Diálogo efetivo com o governo estadual, que tem se mostrado resistente às negociações.