Hoje (09), terça-feira, é Dia Nacional de Luta Nacional. Sindicatos e empregados em todo o país protestam pelo fim do teto de custeio do Saúde Caixa e contra problemas que afetam a saúde e a qualidade de vida dos trabalhadores
Empregadas e empregados da Caixa de todo o país realizam nesta terça-feira (9) o Dia Nacional de Luta “Saúde Caixa Sem Teto”, com atividades nas unidades do banco, reuniões com trabalhadores antes do expediente e manifestações nas portas das agências e unidades administrativas da Caixa.

A diretoria do Sindicato dos Bancários de Santos e Região realiza entrega de panfletos e dialoga com os bancários, na agência São Vicente/ R. Jacob Emmerich, 215.
O objetivo é ampliar o debate sobre o futuro do Saúde Caixa e pressionar a empresa a discutir o fim do teto de 6,5% da folha salarial imposto pelo estatuto da Caixa para os gastos com a saúde de seus empregados.
A mobilização é necessária porque o banco já sinalizou que pretende apresentar propostas que podem aumentar ainda mais os custos para os usuários do plano.
E os desafios não param por aí. Sobrecarga de trabalho, falta de pessoal, fechamento de unidades e modelos de gestão que desconsideram a realidade da Caixa também impactam a saúde física e mental dos empregados.
Por isso, estamos mobilizados em defesa de um Saúde Caixa forte, sustentável e acessível para todos.
Boletim
O boletim distribuído hoje explica de forma simples como o teto prejudica o Saúde Caixa. Entre os impactos apontados estão o aumento das mensalidades, dificuldades para manter a qualidade da assistência, ameaças aos direitos dos aposentados e restrições ao benefício pós-emprego para trabalhadores admitidos a partir de setembro de 2018.
Além da defesa do plano de saúde, o material também denuncia outros fatores que vêm prejudicando a saúde dos empregados, como a falta de pessoal, o fechamento de unidades, a cobrança excessiva por metas, os problemas de infraestrutura e os critérios considerados injustos do programa de remuneração variável da Caixa, o Super Caixa.