Reunião, em São Paulo, dará continuidade às negociações da pauta específica da Campanha Nacional 2026 e terá como foco remuneração, Plano de Cargos e Salários e condições de trabalho
Os sindicatos voltam à mesa de negociação com a direção do banco nesta sexta-feira (31), em São Paulo, para mais uma rodada da Campanha Nacional dos Bancários 2026. O encontro terá como foco as reivindicações relacionadas à remuneração, ao Plano de Carreira e Remuneração (PCR), ao Plano de Funções e às condições de trabalho.
Entre os principais pontos da pauta está a valorização da carreira dos funcionários do Banco do Brasil, com propostas de aperfeiçoamento do Plano de Carreira e Remuneração, revisão dos critérios de progressão funcional, valorização da carreira de mérito e atualização dos vencimentos, de forma a garantir maior reconhecimento profissional e perspectivas de crescimento para os trabalhadores.
A representação dos trabalhadores também defenderá melhorias nas funções comissionadas, com reajuste dos adicionais de função, maior transparência nas atribuições e metas de cada cargo, pagamento integral das substituições desde o primeiro dia de exercício e o fim da lateralidade, medida que hoje contribui para o acúmulo de atividades sem a devida remuneração.
Outro tema importante será a jornada de trabalho. A pauta prevê reivindicações como o pagamento de horas extras com adicional de 125%, integração dessas horas ao repouso semanal remunerado, garantia de registro de jornada em todos os aplicativos utilizados pelos funcionários e aperfeiçoamentos nas regras de compensação e controle da jornada.
Os representantes dos trabalhadores também apresentarão propostas voltadas à melhoria dos processos de seleção interna, movimentação de pessoal e critérios de descomissionamento, além de reivindicações específicas para trabalhadores das centrais de atendimento, do PSO e de outras áreas operacionais, buscando combater desvios de função, melhorar as condições de trabalho e assegurar remuneração compatível com as atividades desempenhadas.
Para os sindicalistas é fundamental a luta por um plano de carreira que reconheça a experiência, ofereça perspectivas de crescimento e assegure remuneração compatível com a responsabilidade exercida. Também avançar em medidas que melhorem as condições de trabalho, combatam o acúmulo de funções e garantam mais transparência e justiça nos processos internos.