Na sexta-feira, 2 de outubro, foi realizada mais uma reunião entre a Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Mercantil e o banco.
Na ocasião, a representação dos funcionários discutiu com o banco o programa próprio de PLR, o PCR proposto pelo movimento sindical e o aumento das metas relacionadas ao lucro líquido.
Durante as negociações, o Mercantil afirmou não ter condições de implementar o PCR proposto neste momento. A COE reforçou a importância desta valorização dos funcionários e seguirá em negociações sobre o tema.
Nas questões relativas ao programa próprio de PLR, o movimento sindical conseguiu um avanço nas negociações relativas aos funcionários desligados sem justa causa. A proposta prevê, agora, que em caso de desligamentos sem justa causa, funcionários recebam a PLR proporcional a 1/12 avos por mês.
Não seria justo que o trabalhador demitido ficasse sem receber sua parte da PLR. O acordo próprio garante esse direito ao ex-funcionário e é fruto de negociação e das cobranças dos representantes dos trabalhadores em mesa.
O movimento sindical também questionou o aumento das metas de lucro líquido. Anteriormente, o Mercantil havia subido a meta de R$1 bilhão para R$1,4 bilhão, crescimento de 40% em relação ao ano passado.
Após os questionamentos da COE, o Mercantil apresentou, na segunda-feira, 5/10, uma nova proposta, em que reduziu de R$1,4 bilhão para R$1,2 bilhão a meta de lucro. A proposta está sendo avaliada pelo movimento sindical e mais informações serão divulgadas em breve.