Denúncias apontam ausência de vigilância armada, ameaças, agressões e condições inadequadas de trabalho em unidades do banco em diversas regiões do país.
Entidades representativas dos trabalhadores denunciam a grave situação de insegurança enfrentada por bancárias e bancários do banco Mercantil em postos de atendimento (PAs) espalhados pelo país. Relatos recebidos pelas entidades apontam que a ausência de vigilância armada tem exposto funcionários, clientes e usuários a constantes situações de risco.
Segundo as denúncias, a falta de controle de acesso e de medidas adequadas de proteção tem transformado os locais de trabalho em ambientes marcados pelo medo, com registros de ameaças, agressões e episódios de violência contra trabalhadores.
Essa situação é resultado da negligência do banco com a segurança de seus empregados. O movimento sindical repudia a negligência do banco, que prioriza o lucro e esquece da segurança e da integridade física e mental de seus funcionários e funcionárias.
A insegurança enfrentada diariamente pelos trabalhadores se soma a outros problemas já denunciados pela representação dos empregados, como cobranças por metas e sobrecarga de trabalho. O cenário agrava ainda mais os riscos à saúde da categoria bancária, que figura entre as mais afetadas por adoecimentos relacionados ao trabalho, especialmente transtornos de saúde mental.
Essa situação exige providências urgentes por parte da instituição financeira. Bancárias e bancários estão assustados, trabalhando com medo de serem agredidos. Exigimos que o Mercantil tenha mais responsabilidade e adote medidas efetivas para garantir a segurança nas unidades. As denúncias dos trabalhadores são fundamentais para que possamos expor os problemas e cobrar soluções.