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Lula manda expulsar da CGU servidor que agrediu mulher e criança

Frame de vídeo das redes sociais

26 de dezembro de 2025

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) determinou, na quinta-feira (25/12), dia de Natal, a expulsão imediata do servidor da Controladoria-Geral da União (CGU) David Cosac Junior, de 49 anos, após a divulgação de imagens em que ele aparece agredindo uma mulher e uma criança. Em publicação na rede social X, Lula instruiu o ministro que chefia o órgão, Vinícius de Carvalho, a abrir processo administrativo para responsabilizar e remover o auditor do serviço público federal.

“A agressão covarde de um servidor da Controladoria-Geral da União contra uma mulher e uma criança, divulgada em vídeo pela imprensa, é inadmissível e precisa de uma resposta firme do Poder Público, considerando tratar-se de um servidor federal. Por isso, determinei ao ministro Vinícius de Carvalho, controlador-geral da União, a imediata abertura de processo interno para responsabilização e expulsão do serviço público do agressor”, declarou Lula por meio de um post no antigo Twitter.

O presidente reforçou o compromisso de seu governo com o combate à violência contra mulheres e crianças.

“Não vamos fechar os olhos aos agressores de mulheres e crianças, estejam eles onde estiverem, ocupem as posições que ocuparem. Um servidor público deve ser um exemplo de conduta dentro e fora do local de trabalho. O combate ao feminicídio e a toda forma de violência contra as mulheres é um compromisso e uma prioridade do meu governo”.

O caso veio à tona após a divulgação de um vídeo gravado por câmera de segurança no dia 7 de dezembro, na garagem de um condomínio em Águas Claras, no Distrito Federal. As imagens, publicadas inicialmente no portal Metrópoles, mostram o auditor David Cosac Junior, que recebe salário mensal de R$ 25 mil, aplicando chutes e empurrões na mulher e no filho dela. Até o momento, o servidor permanece em liberdade.

O ministro da CGU, Vinícius Carvalho, também se posicionou por meio de nota oficial, condenando veementemente o ato e garantindo que o órgão adotará todas as medidas cabíveis.

“Quero ser claro ao dizer que violência contra mulheres e contra crianças é crime. Não se trata de desentendimento, conflito privado ou questão pessoal. Estamos falando de agressão, de violação à lei e de afronta à dignidade humana… A CGU vai acompanhar o caso e adotar todas as providências cabíveis dentro das próprias atribuições, com rigor, responsabilidade e respeito ao devido processo legal”, afirma um trecho da nota.

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