Reforma da Previdência

Intersindical e bancários fazem atos contra o desmonte da Previdência

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Intersindical e bancários fazem atos contra o desmonte da Previdência

Os bancários e integrantes da Intersindical panfletaram de manhã e à tarde. À noite finalizaram participando de ato na Pça. Independência, em Santos/SP

Ontem, 19/2, foi um dia de muitas paralisações e manifestações pelo Brasil contra o desmonte da Previdência. Em Santos/SP, a Intersindical – Central da Classe Trabalhadora e o Sindicato dos Bancários de Santos e Região (filiado à Central) realizaram um pedágio com faixas, bandeiras e entrega de cartas abertas pela manhã (Av. Ana Costa), à tarde (Pça. da Independência) e participou de um ato no centro comercial do Gonzaga.

 

Toda movimentação deve-se ao “Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência Social”. Por isso, as faixas e cartas abertas denunciavam a pretensão do governo e parte do Congresso Nacional em desmontar a Previdência do povo e a injustiça da Reforma.

 

“Um dos objetivos deste governo é desviar o dinheiro das contribuições pagas às empresas privadas administradas por bancos e grandes corporações”, diz Eneida Koury, presidente do Sindicato.

 

“Esta Reforma da Previdência extermina a aposentadoria para os mais jovens. Aumenta a miséria e a situação de rua para muitos trabalhadores, jovens ou idosos”, afirma Ricardo Saraiva Big, secretário de Relações Internacionais da Intersindical.

 

No material de propaganda tinham fotos de Michel Temer acompanhado dos três deputados federais que têm como reduto eleitoral a Baixada Santista: Beto Mansur (PRB), João Paulo Tavares Papa (PSDB) e Marcelo Squassoni (PRB).

Intersindical e bancários fazem atos pela manhã, tarde e noite em Santos

 

A resistência do movimento sindical desde o ano retrasado surtiu resultado. Ontem mesmo o governo retirou da pauta a votação da Reforma dizendo que a causa seria a intervenção militar no Rio de Janeiro. Porém, todos sabemso que o verdadeiro motivo é a falta de votos por prressão das manifestações e paralisações contra a retirada da aposentadoria dos trabalhadores.

 

Contudo, temos que ficar alertas, porque Temer, Meirelles (ministro da Fazenda), Maia (presidente da Câmara) e Eunício (presidente do Senado) disseram que podem colocar em votação novamente depois da eleições. Dando o golpe de misericórdia no povo brasileiro.

 

Escrito por: Gustavo Mesquita
Fonte: Comunicação do SEEB de Santos e Região
Postado por Gustavo Mesquita em Notícias
Atualizado em: 23 de fevereiro de 2018

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