Dia Internacional da Mulher

Coletivo de Bancárias participa de Ato no Dia Internacional da Mulher

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Coletivo de Bancárias participa de Ato no Dia Internacional da Mulher

Você sabia que a cada 1h30, uma mulher é assassinada por causa do machismo? No caso da mulher negra a violência é ainda mais brutal. Houve um aumento de 54.2%, entre 2002/13, nos assassinatos em consequência do racismo. Acontecem 50 mil estupros anuais e a maioria ocorre dentro de casa, praticado por um conhecido da vítima

Segundo o Coletivo de Mulheres Bancárias (organizado pelo Sindicato dos Bancários de Santos e Região), “Dia Internacional da Mulher, 8 de Março, não é um dia de festa, mas sim de luta pelos direitos das mulheres !”. Com este pensamento o Coletivo participou do Ato denominado “2º Grande Ato Unificado pela Vida das Mulheres Trabalhadoras”, quinta feira (8/3), a partir das 16h30, na Estação da Cidadania, em Santos/SP.

 

No local ocorreram atividades culturais com exposições e sarau com música, dança e poesia. A partir das 19h30 teve início uma marcha até a Pça. da Independência, no Gonzaga, em Santos. Ao fim da Marcha, houve apresentação teatral e as mulheres empunharam o microfone pedindo o fim do machismo, do feminicídio e da cultura do estupro. Segundo a professora doutora Aldenir Dida Dias, a cada 1h30 uma mulher é assassinada. Anualmente acontecem 50 mil estupros.

 

Segundo Eneida Koury, presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região, o capitalismo aprofunda o machismo para explorar as mulheres. “Não é à toa que as mulheres têm os menores salários, ocupam cargos de menor renda e estão mais vulneráveis às demissões, por exemplo. Sem dizer que muitas de nós cumprem jornada de trabalho dupla ou tripla. Por isso, temos que estar nas ruas protestando por um mundo melhor sem assassinatos, estupros e discriminação”, finaliza.

 

Também entrou na pauta dos protestos, segundo a diretora do Sindicato Vanessa Gonçalves, a luta contra o desmonte da previdência social, o aumento da idade para aposentadoria, a luta contra a reforma trabalhista e a PEC 241 – que congela as despesas do governo federal com saúde, educação e segurança por até 20 anos.

 

Quinze coletivos de mulheres participaram e ajudaram a organizar o  “2º Grande Ato Unificado pela Vida das Mulheres Trabalhadoras”.

Escrito por: Gustavo Mesquita
Fonte: Comunicação do SEEB de Santos e Região
Postado por Gustavo Mesquita em Notícias

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