Reforma da Previdência

Cerca de 15 mil marcham pela Educação rumo à Greve Geral em Santos/SP

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Cerca de 15 mil marcham pela Educação rumo à Greve Geral em Santos/SP

Marcha pela educação e contra a Reforma da Previdência reúne cerca de 15 mil pessoas no Gonzaga, na noite de quarta-feira, dia 15/5. Bolsonaro chama de idiotas e imbecis milhões de manifestantes de todo o País

A diretoria dos Bancários de Santos e Região, a Intersindical – Central da Classe Trabalhadora, trabalhadores, estudantes e professores realizaram em Santos/SP, na noite desta quarta-feira (15/5), uma manifestação contra os bloqueios na educação. Eles marcharam pela avenida Ana Costa, até a Pça. Independência e retornaram à Estação da Cidadania, também na Avenida. O protesto reuniu cerca de 15 mil pessoas.

 

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, em Dallas/Texas, nos EUA, que os protestos são feitos por imbecis e “idiotas úteis” usados como massa de manobra. O que revela que uma luta mais do que justa por melhor educação, o futuro e a democracia do Brasil não estão na pauta deste governo.

 

“Bolsonaro ao dizer que os manifestantes são "uns idiotas úteis, uns imbecis", demonstra seu desprezo pela educação, professores, alunos, pesquisas, a democracia e o futuro do País. Por isso, e também contra a Reforma da Previdência convocamos a todos para uma grande Greve Geral dia 14 de junho”, conclama Ricardo Saraiva Big, secretário geral do Sindicato e secretário de Relações Internacionais da Intersindical.

 

Bloqueios na educação

Em abril, o Ministério da Educação divulgou que todas as universidades e institutos federais teriam bloqueio de recursos. Em maio, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) informou sobre a suspensão da concessão de bolsas de mestrado e doutorado, o que prejudicou milhares de estudantes de baixa renda. Vários bandejões, como são chamados os restaurantes das universidades, onde comem os estudantes foram fechados.

 

De acordo com o Ministério da Educação, o bloqueio é de 24,84% das chamadas despesas discricionárias — aquelas consideradas não obrigatórias, que incluem gastos como contas de água, luz, compra de material básico, contratação de terceirizados e realização de pesquisas. O valor total contingenciado, considerando todas as universidades, é de R$ 1,7 bilhão, ou 3,43% do orçamento completo — incluindo despesas obrigatórias.

Fonte Comunicação do SEEB de Santos e Região e g1.globo.com
Postado por Gustavo Mesquita em Notícias

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