Greve Geral, 14/6

Centrais sindicais falam sobre a Greve Geral dia 14

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Centrais sindicais falam sobre a Greve Geral dia 14Fernando Diegues

De acordo com a coordenação da Greve Geral, dia 14/06, na Baixada Santista, 70% das cidades vão parar. A população deve ficar em casa

Representantes das centrais sindicais (Intersindical, CUT, Força Sindical, UGT, CSB, Nova Central e CTB) da Baixada Santista, mais de 34 sindicatos, movimentos sociais e estudantis realizaram coletiva com a imprensa, dia 12 de junho (quarta-feira), às 10h, no Sindicato dos Bancários de Santos e Região, em Santos/SP, para explicar os motivos e a organização da Greve Geral na região.

 

Os sindicalistas disseram que mais de 70% dos trabalhadores das cidades na região vão aderir a greve. Vários locais vão paralisar os meios de produção e a população deve ficar em casa. “As principais cidades da baixada vão parar”, conforme a coordenação da greve.

 

Construção da greve geral

Foi explicado que a Greve Geral, nesta sexta-feira dia 14/06, teve início na manifestação do Dia do Trabalhador, 1º de Maio, realizado no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, com a unificação de todas as centrais sindicais.

 

Logo após houve a união da classe trabalhadora com os estudantes em pautas comuns como a defesa da Previdência Social e contra a Reforma e o corte de verbas na educação. "A população também não aguenta mais o desemprego e a alta de preços de produtos essenciais como a gás de cozinha, a energia elétrica e tudo que gira em torno da gasolina como alimentação. Sem falar da diminuição do Produto Interno Bruto (PIB) em 0,2%, ou seja, o recuo da economia e mais pobreza", reitera Eneida Koury, presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.

 

“Existe um projeto mundial de ataque a todos os direitos dos trabalhadores por conta de uma crise mundial do capitalismo. Precisamos construir uma alternativa de resistência contra os ataques da ultradireita no mundo e a instalada no Brasil. O objetivo deles é um só, explorar os trabalhadores e os mais pobres, para gerar e acumular mais riquezas aos bilionários. Não podemos deixá-los destruir nossas instituições. Quem está no Congresso e no STF pode não ser bom no momento, mas eles passam e as instituições devem continuar para sustentar a democracia e a liberdade. Ditadura nunca mais ”, disse Big, secretário de Relações Internacionais da Intersindical Central da Classe Trabalhadora e secretário geral do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.

 

A maior Greve Geral

Enquanto o governo e seus aliados no Congresso Nacional aceleram a tramitação da reforma da previdência, o povo brasileiro se mobiliza para realizar, no próximo dia 14, a maior greve geral que o Brasil já viu.

 

A defesa da aposentadoria, da previdência pública, de empregos e da educação vêm mobilizando a juventude e a classe trabalhadora e devem impulsionar grandes paralisações e manifestações em todo o país.

 

A maioria das categorias organizadas já aprovaram, em assembleias, a participação na greve geral. Trabalhadores dos transportes, da indústria, dos serviços, do setor público em todos os níveis, da cidade e do campo, devem cruzar os braços e paralisar a produção e a circulação de mercadorias e pessoas.

 

Pressão e olho nos deputados

Além das paralisações, as ruas e praças do Brasil serão tomadas por multidões de pessoas que não aceitam a reforma da previdência e os cortes na educação, além das medidas do governo que aprofundam o desemprego e as desigualdades sociais. Em Santos, haverá ato unificado às 17 horas, com concentração na Estação Cidadania (Av. Ana Costa, 340).

 

Além das grandes mobilizações, o momento é de intensificar a pressão social sobre os deputados e senadores. Neste momento, é fundamental mirar a pressão para os deputados da Comissão Especial da reforma da Previdência.

 

Mas é importante, também, marcar um a um dos deputados e senadores, pois após a votação na Comissão Especial, a matéria vai a voto, em duas sessões, no plenário da Câmara dos Deputados, antes de seguir para o Senado.

 

“É hora de unir a população trabalhadora, a juventude, e dialogar também com os pequenos e médios empresários que também vão sofrer com os impactos na economia com o fim da aposentadoria e a privatização da previdência social. O povo brasileiro não pode permitir a aprovação dessa reforma, que atinge, principalmente, a população mais pobre, e que vai aumentar o desemprego, a paralisia da economia e a crise social”, finaliza Big.

Escrito por: Gustavo Mesquita
Fonte comunicação do SEEB de SAntos e Região
Postado por Gustavo Mesquita em Notícias
Atualizado em: 12 de junho de 2019

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