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Bancários paralisam agências contra PEC 241 e reformas do governo

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Bancários paralisam agências contra PEC 241 e reformas do governo

A Intersindical – Central da Classe Trabalhadora e o Sindicato dos Bancários de Santos e Região (filiado à Central) realizaram paralisações, nesta sexta-feira (11/11), das 21 agências bancárias no centro de Santos, das 10h às 12h, conforme “Calendário Nacional de Luta das Centrais Sindicais contra a PEC 55 (ex-241), Reformas Trabalhista e da Previdência”.

 

“O Governo de Michel Temer, os meios de comunicação, o judiciário e o Congresso apresentam a PEC 241, Terceirização, Privatização e Reformas da Previdência e Trabalhista como medidas que resolveriam a crise econômica. O que não se diz à população é que o governo não cobra impostos dos mais ricos, além de isentar grandes empresários e banqueiros de impostos. Estes ajustes têm como único objetivo retirar dinheiro da Previdência Social, Saúde, Educação e Segurança públicas para pagar juros de dívidas aos bancos, retirar direitos dos trabalhadores e aumentar os lucros dos empresários”, explica Ricardo Saraiva Big, secretário de Relações Internacionais da Intersindical e secretário geral do Sindicato.

 

A proposta de Emenda Constitucional nº 241 (PEC 241) aprovada pela Câmara dos deputados, dia 25/10, e segue para apreciação do Senado e votação (ainda em novembro) como PEC 55, demonstra de forma clara o que está na agenda política do governo Michel Temer e na pauta econômica do ministro Henrique Meirelles: Desigualdade Social.
 

A proposta impõe um limite para o aumento do gasto público federal definido pela inflação do ano anterior, por um período de 20 anos. Ou seja, a aprovação da PEC 241 traduz-se em mais privatizações e recursos para pagamento da dívida de um lado, com cortes em Saúde, Educação e Previdência do outro.

 

A PEC congela salários de servidores públicos municipais, estaduais e federais por 20 anos. A idade mínima para aposentadoria de homens e mulheres será de 65 a 70 anos. A retirada de direitos sociais será sem precedentes com aumento do desemprego. Os Sistemas de Saúde e Educação Públicos entrarão em colapso!

 

A Intersindical também vai participar das manifestações e paralisações marcadas pelas centrais no dia 25/11, em local a ser agendado.

 

Reforma da Previdência é uma farsa

 

“Outro grande problema dos trabalhadores é a Reforma da Previdência. Ela é apresentada hoje como um “mal necessário”. Uma medida que resolveria a crise econômica brasileira, lado a lado com a PEC 241 – que pretende limitar os gastos públicos nos próximos 20 anos e, na prática, retirará verbas da educação e da saúde para privilegiar o pagamento da dívida pública. A professora de Economia da UFRJ, Denise Gentil; e Rivânia Moura, doutora em Serviço Social pela UFRJ e professora da UERN defendem a existência de um “cálculo distorcido” pelo mercado financeiro. Diversos especialistas entendem que a justificativa da necessidade da Reforma da Previdência tem como único objetivo pagar juros da dívida pública aos bancos com aumento da alíquota de contribuição paga ao INSS pelos trabalhadores, diminuição do valor dos benefícios e idade mínima de 65 anos para a aposentadoria. Retira direitos dos trabalhadores para aumentar o lucro dos grandes empresários”, ressalta Eneida Koury, presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.

 

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Escrito por: Gustavo Mesquita
Fonte: Imprensa Seeb Santos e Região
Postado por Comunicação SEEB Santos e Região em Notícias
Atualizado em: 16 de novembro de 2016

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