Campanha Salarial 2018

Bancários iniciam Campanha Salarial na Baixada Santista

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Bancários iniciam Campanha Salarial na Baixada Santista

A reforma Trabalhista dá margem para que direitos antes garantidos pela CLT, agora possam ser rebaixados ou retirados. A partir de 1º de setembro todos os direitos contidos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) estão suspensos pelo fim da ultratividade, que renovava automaticamente as cláusulas sociais. Os bancos poderão cortar tíquetes, plano de saúde, PLR para pressionar pelo fim da greve e impor corte de direitos no Acordo Coletivo  

 

Desde hoje, 23/5, quarta-feira, as agências bancárias das nove cidades que fazem parte da Baixada Santista estarão sendo visitadas pela diretoria do Sindicato dos Bancários de Santos e Região, com o objetivo de esclarecer os desafios da Campanha Salarial 2018, depois da Reforma Trabalhista à categoria.

 

“É uma campanha de organização junto a categoria onde vamos dirimir dúvidas sobre a difícil conjuntura para os trabalhadores depois da reforma Trabalhista que extermina direitos. Mas também de união para defender nossos direitos conquistados sempre com muita luta. O Sindicato não vai permitir que nenhum bancário fique de fora do acordo coletivo, mas precisa de sua adesão na GREVE”, afirma Eneida Koury, presidente do Sindicato.

 

A diretoria vai percorrer as unidades debatendo a conjuntura com entrega de jornal e cartazes específicos da Campanha.

 

“Fiquem atentos porque a Reforma Trabalhista traz o negociado sobre o legislado, isso significa que direitos antes garantidos pela CLT, agora podem ser rebaixados. Principalmente se negociado individualmente. Além disso, a partir de 1º de setembro todos os direitos contidos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) estão suspensos pelo fim da ultratividade que renovava automaticamente as cláusulas sociais. Os bancos podem cortar VA,VR, PLR. A Reforma também tenta quebrar financeiramente o sindicato para que não consiga organizar manifestações, greves e defender os bancários”, relata Ricardo Saraiva Big, secretário geral do Sindicato.

 

Conjuntura com a Reforma Trabalhista

A reforma Trabalhista traz o negociado sobre o legislado, isso significa que direitos antes garantidos pela CLT, agora podem ser rebaixados.

Além disso, a partir de 1º de setembro todos os direitos contidos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) estão suspensos pelo fim da ultratividade que renovava automaticamente as cláusulas sociais. O que dá a faca e o queijo na mão do patrão.

Os bancos podem cortar tíquetes, plano de saúde, PLR para pressionar pelo fim da greve e impor corte de direitos no Acordo Coletivo. A greve pode ter início antes desta data para pressionar bancos a prorrogar e garantir os direitos.

 

O que é preciso para defender nossos direitos?

1-    Greve forte e solidária pela manutenção dos direitos, empregos, melhoria dos salários e PLR;

2-    Unificação total da categoria (privados, BB e Caixa) para fortalecer as negociações;

3-    Adesão maciça da gerência à GREVE;

4-    Fortalecimento do Sindicato.

 

Greve forte para pressionar os bancos

1-    O caminho é a greve mais forte da história para desestabilizar o sistema financeiro;

2-    O Sistema parece forte, mas é frágil calcado em créditos sem lastros;

3-    Quanto mais a população retira dinheiro mais o desestabiliza;

4-    A greve também prejudica o comércio, que por sua vez pressiona os banqueiros;

5-     A LUTA MUDA A VIDA!

 

Por que da Unificação?

1-    Não podemos cair na armadilha de segmentar as negociações por bancos;

2-    Isto é o que o governo e os banqueiros querem para retirar direitos;

3-    Principalmente dos funcionários do BB e Caixa. E já começaram com reestruturações e ameaça de extinção da Cassi e Economus;

4-    No governo de FHC, os bancários do BB e Caixa ficaram oito (8) anos recebendo abono ou índices abaixo da inflação por negociarem em separado, cada um por sua conta;

5-    Chegou ao ponto de um escriturário do BB ter o menor salário de toda a categoria.

 

Retirar direitos é meta dos bancos!

1-    Os banqueiros acenam com jornadas de 8h até 12h;

2-    Inclusão do trabalho nos fins de semana;

3-    Exterminar horas extras e banco de horas;

4-    PLRs menores ou mesmo o fim;

5-    Diminuição de salários;

6-    Corte dos planos de saúde;

7-    Terceirização, trabalho em casa (home office), pejotização e tantos outros ataques.

 

GERENTE deve fazer greve para resguardar seu emprego e direitos!!!

1-    Pessoa Jurídica (PJ) - bancos já estão contratando gerentes Pessoas Jurídicas (PJs), sem direitos, sem 13º, sem férias, sem FGTS, sem plano de saúde, sem final de semana, sem nada.

2-    Para os que ganham acima de R$ 11.290 e tem curso superior – os bancos poderão fazer acordos individuais com ameaça de demissão, para diminuir salário e direitos. O Sindicato não vai permitir que nenhum bancário fique de fora do acordo coletivo, mas precisa de sua adesão na GREVE!

 

Fim do Imposto facilita retirar direitos!

1-    Objetivo do fim do Imposto Sindical é colocar a categoria contra seu sindicato e desequilibrá-lo financeiramente para que não consiga organizar manifestações, greves e defender os bancários;

2-    Abre caminho para Fenaban suprimir direitos que a reforma tornou disponível de negociação como o do fim da PLR, rebaixar salários, aumentar jornada, por fim aos planos de saúde subsidiados;

3-    É quase impossível à luta por direitos de forma individual, a coletividade e essencial aos trabalhadores e realizadas pelo sindicato;

4-    A reforma no que foi relativa à contribuição sindical é um grave atentado ao trabalhador;

5-    E é inconstitucional!

 

 

Calendário de Luta

1-    Congresso dos bancos privados dias 6 e 7 de junho;

2-    Congresso do BB e Caixa dias 6 e 7 de junho;

3-    Congresso Nacional dos Bancários entre 8 e 10 de junho.

 

 

Escrito por: Gustavo Mesquita
Fonte: Comunicação do SEEB de Santos e Região
Postado por Gustavo Mesquita em Notícias
Atualizado em: 23 de maio de 2018

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