Contra a Reforma

A gigante luta contra o "Fim da Aposentadoria"

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A gigante luta contra o "Fim da Aposentadoria"

“A categoria que hoje ainda consegue se aposentar com 50 ou 55 anos (mulher e homem) de idade, caso a reforma seja aprovada só conseguirá com 62 e 65 anos de idade (respectivamente), além de ter rebaixado o valor pelo novo cálculo e o aumento de anos de contribuição"

A Intersindical Central da Classe Trabalhadora e o Sindicato dos Bancários de Santos e Região estiveram à frente da Greve Geral, em 14/06, juntamente com a CUT, sindicatos, estudantes e movimentos populares paralisaram as quatro pistas da entrada da cidade de Santos, na altura do cemitério do Saboó, das 4h50 até 7h30 da manhã.

 

Depois de uma passeata até a Pça. dos Andradas, no final da manhã os manifestantes juntaram-se aos petroleiros no prédio sede da Petrobrás, no Valongo, centro da Cidade. As paralisações reuniram cerca de 200 pessoas. No Brasil, foram em 24 estados e Distrito Federal reunindo mais de 45 milhões de pessoas.

 

Fim da aposentadoria e desemprego

De acordo com Eneida Koury, presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região, isto deu crédito à insatisfação dos bancários com a reforma da Previdência que torna a aposentadoria muito difícil.

 

“A categoria que hoje ainda consegue se aposentar com 50 ou 55 anos (mulher e homem) de idade, caso a reforma seja aprovada só conseguirá com 62 e 65 anos de idade (respectivamente), além de ter rebaixado o valor pelo novo cálculo e o aumento de anos de contribuição. O valor integral, da média de 100% dos salários, só para quem tiver 40 anos de contribuição. Atualmente calcula-se a média das 80% maiores remunerações as 20% menores são descartadas para quem conseguir 30 anos se mulher e 35 homens. Esta Reforma não atinge os privilegiados, só a classe média e os mais pobres. Precisamos sim de uma reforma tributária para taxar as grandes fortunas, os bancos, o grande empresariado e distribua a renda retirando os impostos dos mais pobres”, finaliza.

 

Mudanças na Reforma são frutos de mobilizações

“Não defendemos reforma alguma. Defendemos a cobrança dos devedores e o fim da Desvinculação de 30% das Receitas da União (DRU) e da Seguridade Social para pagamento de juros aos bancos”, afirma Ricardo Saraiva Big, secretário de Relações Internacionais da Intersindical.

 

Desde o início deste ano produzimos vários informativos, panfletamos, montamos barraca para simular o tempo para aposentadoria atual e o aumento com a Reforma, abaixo-assinados, 1º de Maio Unificado com todas as centrais, manifestações dias 15 e 30/05, plenárias para organizar a Greve Geral e a Greve Geral dia 14/06”.

 

O Congresso só retirou do projeto a Capitalização que gera miséria, a diminuição do Benefício de Prestação Continuada (BPC) dos mais pobres, a precariedade para o setor rural e a desconstitucionalização da Seguridade Social por causa das mobilizações nas ruas.

 

De acordo com Big, o movimento sindical não dará trégua enquanto não parar com esta Reforma, o corte na educação e todos os ataques aos trabalhadores. “Vamos intensificar as mobilizações. Desde o governo Temer temos lutado contra as reformas Trabalhista, que foi aprovada sob a mentira de que geraria 6 milhões de empregos, e a Previdenciária onde o governo mente que é deficitária”, enfatiza.

 

Polícia ameaça com cassetetes e bombas

O patrulhamento da PM já estava de prontidão desde às 4h no Saboó. O pelotão de choque chegou às 6h com escudos, bombas, balas de borracha e ameaçou reprimir com violência a paralisação pacífica. Depois de muita conversa com um oficial, os manifestantes abriram uma pista e seguiram em marcha até a Pça. dos Andradas. A Greve encerrou com manifestação na Estação da Cidadania, às 18h, e marcha até a Pça. das Bandeiras, no Gonzaga, em Santos/SP.

Escrito por: Gustavo Mesquita
Fonte Comunicação do SEEB de Santos e Região
Postado por Gustavo Mesquita em Notícias

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