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	<title>SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Tue, 12 May 2026 15:04:27 +0000</lastBuildDate>
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	<title>SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Tesouro Nacional lança título com aplicação a partir de R$ 1</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/tesouro-nacional-lanca-titulo-com-aplicacao-a-partir-de-r-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 14:59:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicação a partir de 1 real]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Nacional aplicação]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Reserva]]></category>
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					<description><![CDATA[Tesouro Reserva tem rendimento indexado à taxa básica de juros Desde segunda-feira (11), investidores que buscam alternativas mais simples e com previsibilidade de rendimento&#160;poderão utilizar o Tesouro Reserva, que possibilita investimentos a partir de R$ 1.&#160;O&#160;novo título do Programa Tesouro Direto foi lançado na manhã de hoje na Arena B3, na capital paulista. O Tesouro [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-523a8a9ddb4b0ff6015603165c77641c">Tesouro Reserva tem rendimento indexado à taxa básica de juros</h4>



<p></p>



<p><strong>Desde segunda-feira (11), investidores que buscam alternativas mais simples e com previsibilidade de rendimento&nbsp;poderão utilizar o Tesouro Reserva, que possibilita investimentos a partir de R$ 1.&nbsp;</strong>O&nbsp;novo título do Programa Tesouro Direto foi lançado na manhã de hoje na Arena B3, na capital paulista.</p>



<p>O Tesouro Reserva é um lançamento da Secretaria do Tesouro Nacional, da B3 e do Banco do Brasil e&nbsp;<strong>prevê rendimento indexado à taxa básica de juros (Selic). Outra novidade desse título é que ele poderá ser negociado em qualquer hora do dia, todos os dias da semana.</strong></p>



<p>O foco do Tesouro Reserva é o pequeno investidor ou quem pretende montar uma reserva de emergência.</p>



<p>“Na prática, ele é exatamente igual ao investimento de outros títulos. Ele só vai ter um ticket inicial, um investimento mínimo menor, que é de R$ 1. A diferença é que ele funciona 24 horas por dia, sete dias por semana”, explicou Daniel Leal, secretário do Tesouro Nacional. </p>



<p><strong>Inicialmente esse título ficará disponível apenas para a base de 80 milhões de correntistas do Banco do Brasil mas outras instituições também poderão oferecê-lo em breve, após a fase de testes.&nbsp;</strong>Nesta etapa, os investimentos e resgates serão realizados por meio do aplicativo&nbsp;Investimentos BB, utilizando transação via PIX.</p>



<p>Ao contrário do Tesouro Selic, o Tesouro Reserva não terá marcação a mercado, o que quer dizer que não vai oscilar diariamente com as mudanças nas taxas de juros do mercado.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Tributação</strong></h4>



<p>Segundo a Secretaria do Tesouro Nacional, o Tesouro Reserva seguirá as mesmas regras dos demais títulos do Tesouro Direto. Haverá incidência de Imposto de Renda (IR) apenas sobre os rendimentos, no momento do resgaste ou do vencimento, com alíquotas regressivas: quanto mais tempo o investimento permanecer aplicado, menor o imposto.</p>



<p>Já para as aplicações que forem resgatadas em até 30 dias, poderá haver cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que também será regressiva e zerada após esse período.</p>



<p>A cobrança dos impostos, diz a secretaria, será automática, realizada pela própria instituição financeira, sem necessidade de qualquer pagamento adicional por parte do investidor.</p>



<p>O limite para aplicação é R$ 500 mil por investidor ao mês, sem restrição para resgates.</p>
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		<item>
		<title>Desenrola Fies: estudante pode renegociar dívida a partir desta quarta</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/desenrola-fies-estudante-pode-renegociar-divida-a-partir-desta-quarta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 13:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desenrola estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Desenrola Fies]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Ela pode ser feita pelos canais digitais do BB e da Caixa Os estudantes com dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) podem renegociar seus débitos a partir de quarta-feira (13), por meio do Desenrola Fies que prevê descontos para a quitação de até 99% sobre o valor da dívida. A Resolução CG-Fies nº 66, [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-656d4a0aa08ff7a4f9e896baadf67b2e">Ela pode ser feita pelos canais digitais do BB e da Caixa</h4>



<p></p>



<p><strong>Os estudantes com dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) podem renegociar seus débitos a partir de quarta-feira (13), por meio do Desenrola Fies que prevê descontos para a quitação de até 99% sobre o valor da dívida. A Resolução CG-Fies nº 66, que trata da renegociação, está publicada no<a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-cg-fies-n-66-de-11-de-maio-de-2026-704766622" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>&nbsp;Diário Oficial da União</em></a>&nbsp;desta terça-feira (12).&nbsp;</strong></p>



<p>Pode participar o estudante com contrato firmado até 2017 e que estava em fase de amortização – ou seja, em fase de pagamento – em 4 de maio de 2026.&nbsp;<strong>A negociação pode ser feita até 31 de dezembro de 2026.</strong></p>



<p>“Os estudantes do Fies que querem aderir ao Desenrola poderão renegociar débitos diretamente junto à Caixa Econômica e ao Banco do Brasil”, informou o ministro da Educação, Leonardo Barchini. Ele acrescentou que “a negociação deve ser realizada nos canais digitais dos bancos&#8221;.</p>



<p><strong>“Neste Desenrola, temos também condições especiais para quem paga em dia e quer aproveitar as condições para quitar sua dívida mais rápido: os adimplentes terão 12% de desconto para zerar os débitos”, completou o ministro da Educação.</strong></p>



<p>A expectativa do MEC é que mais de 1 milhão de estudantes sejam beneficiados com o refinanciamento de suas dívidas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Desenrola</strong></h4>



<p>O Desenrola Fies faz parte do Novo Desenrola Brasil, lançado pelo governo federal em 4 de maio, que promove a reorganização financeira de milhões de brasileiros e a ampliação do acesso ao crédito em melhores condições.</p>



<p>A medida, no entanto, não prevê a utilização do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para abatimento das dívidas, como acontece em outras renegociações do Desenrola Brasil.</p>
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		<item>
		<title>Santander: outra vez Justiça vê fraude na transferência de bancário para empresa do grupo</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-outra-vez-justica-ve-fraude-na-transferencia-de-bancario-para-empresa-do-grupo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 12:26:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Justião anula fraude santander 26]]></category>
		<category><![CDATA[Santander fraude na transferência]]></category>
		<category><![CDATA[Santander terceirização 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Terceirização Santander]]></category>
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					<description><![CDATA[Transferência de trabalhador do Santander para outra empresa teve objetivo de retirar direitos da categoria bancária. De acordo com a sentença, caracterizou fraude à legislação trabalhista A 12ª Vara do Trabalho da Zona Sul de São Paulo/SP decidiu que a transferência de um bancário do Santander para outra empresa do mesmo conglomerado teve como objetivo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-0d4340e1a04dce5fa0f9a816c068fe10">Transferência de trabalhador do Santander para outra empresa teve objetivo de retirar direitos da categoria bancária. De acordo com a sentença, caracterizou fraude à legislação trabalhista</h4>



<p></p>



<p>A 12ª Vara do Trabalho da Zona Sul de São Paulo/SP decidiu que a transferência de um bancário do Santander para outra empresa do mesmo conglomerado teve como objetivo impedir o pagamento dos direitos da categoria bancária. De acordo com a sentença, a situação se caracterizou como fraude à legislação trabalhista.</p>



<p>No julgamento, a magistrada Renata Prado de Oliveira reconheceu o vínculo empregatício do trabalhador diretamente com a instituição bancária durante todo o período contratual e declarou nula a transferência do contrato. Além disso, a decisão declarou a responsabilidade solidária entre as empresas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Seguiu trabalhando para o banco após transferência</strong></h4>



<p>De acordo com os autos, o empregado atuava na instituição bancária e foi transferido para outra empresa do grupo. Porém, continuou trabalhando exclusivamente para o banco, não havendo qualquer mudança nas atividades exercidas, na chefia e no local de trabalho.</p>



<p>Prova testemunhal assegurou que não houve alteração nas funções do profissional após a transferência. Na decisão, a juíza ressaltou que “o conjunto probatório evidencia que o reclamante, durante todo o contrato de trabalho, sempre exerceu suas atividades em benefício do banco réu (2ª reclamada), não obstante tenha havido trocas de empresas dentro do mesmo grupo econômico”.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Justiça determina pagamento de direitos</strong></h4>



<p>Diante do reconhecimento do vínculo empregatício com o banco, o julgador determinou o pagamento de horas extras ao trabalhador, além da sexta hora diária, levando em conta a jornada especial dos bancários, e da participação nos lucros e resultados prevista nas normas coletivas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Movimento sindical na luta contra a fraude na contratação</strong></h4>



<p>Escorado pela reforma trabalhista, que legalizou a terceirização irrestrita, desde o segundo semestre de 2021 o Santander vem transferindo trabalhadores para outras empresas pertencentes ao mesmo conglomerado, como STI, SX, Santander Corretora, F1RST, Prospera, e SX Tools. Cada uma vinculada a um sindicato diferente.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>20 anos de impunidade</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/20-anos-de-impunidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 08:31:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Estação Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Mães de Maio]]></category>
		<category><![CDATA[Massacre de 2006]]></category>
		<category><![CDATA[Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[O grito das Mães de Maio por justiça e penalização dos agentes do Estado Santos &#8211; O mês de maio de 2026 carrega o peso de um aniversário sombrio para a democracia brasileira. Há exatas duas décadas, o estado de São Paulo testemunhou um dos maiores massacres de sua história moderna. O que deveria ser [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-79bf8e35769966ef9ae2bdcc80705c98">O grito das Mães de Maio por justiça e penalização dos agentes do Estado</h4>



<p>Santos &#8211; O mês de maio de 2026 carrega o peso de um aniversário sombrio para a democracia brasileira. Há exatas duas décadas, o estado de São Paulo testemunhou um dos maiores massacres de sua história moderna. O que deveria ser um período de memória e reparação, entretanto, consolidou-se como um marco de impunidade. Diante deste cenário, o Movimento Independente Mães de Maio convoca a sociedade para um ato político no dia 17 de maio, a partir das 15 horas, na Estação Cidadania, em Santos, reafirmando que a luta não é apenas por lembrança, mas pela penalização rigorosa dos agentes do Estado.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O Massacre de 2006: A gênese do horror</h4>



<p>Em maio de 2006, sob o pretexto de retaliação a ataques de uma facção criminosa, agentes estatais promoveram uma onda de violência sem precedentes. Em apenas dez dias, mais de 500 pessoas — em sua vasta maioria jovens negros e moradores de periferia — foram executadas. Vinte anos depois, os &#8220;Crimes de Maio&#8221; permanecem como uma ferida aberta.</p>



<h5 class="wp-block-heading">As famílias denunciam uma engrenagem de omissão que se sustenta em três pilares:</h5>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Inquéritos Blindados:</strong> A maioria das investigações foi arquivada sem identificar os autores, criando um salvo-conduto para a letalidade policial.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Justiça Seletiva:</strong> A celeridade do Estado em punir a periferia contrasta com a lentidão proposital em julgar seus próprios agentes.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Reparação Inexistente:</strong> Sem condenações, a Justiça é meramente simbólica, e o assassinato acaba institucionalizado como política de segurança.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Do ontem ao hoje: o ciclo da violência nas Operações Escudo e Verão</h4>



<p>Para as Mães de Maio, o massacre de 2006 nunca terminou; ele apenas mudou de nome e se institucionalizou. A falta de punição há duas décadas pavimentou o caminho para as recentes tragédias na Baixada Santista.</p>



<p>Dados oficiais recentes reforçam essa continuidade do extermínio. Na Operação Escudo, em julho de 2023, iniciada em Guarujá, resultou em 28 mortes oficiais em 40 dias, tornando-se uma das ações mais letais desde o Carandiru. No final do mesmo ano e em 2024, a Operação Verão veio ainda mais sangrenta, acumulou um saldo de 56 mortos até abril de 2024.</p>



<p>Somadas, essas operações deixaram ao menos 84 vítimas fatais em menos de um ano. O movimento alerta que esses números, já estarrecedores, ocultam denúncias graves de execuções sumárias, tortura e fraude processual — um modus operandi que se repete há 20 anos sob o manto do &#8220;combate ao crime&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-07-at-17.52.04-1-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-68018" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-07-at-17.52.04-1-1024x682.jpeg 1024w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-07-at-17.52.04-1-300x200.jpeg 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-07-at-17.52.04-1-150x100.jpeg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-07-at-17.52.04-1-768x512.jpeg 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-07-at-17.52.04-1-1100x733.jpeg 1100w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-07-at-17.52.04-1-600x400.jpeg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-07-at-17.52.04-1-20x13.jpeg 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-07-at-17.52.04-1.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Do Luto à Luta: A Exigência de Penalização</h4>



<p>Transformadas pela dor em defensoras de direitos humanos, essas mães e familiares trilharam um caminho doloroso para se tornarem agentes de denúncia internacional. Embora tenham conquistado marcos legislativos importantes — como a Lei Estadual nº 15.501/2014 (Semana das Vítimas de Violência) e a Lei Municipal 3.428 de Santos — o movimento enfatiza que leis não bastam se não houver fardas no banco dos réus.</p>



<p>A pauta atual é clara e urgente. É preciso a identificação, indiciamento e responsabilização criminal de cada agente envolvido nas mortes de 2006 e das operações recentes; o fim da justificativa automática de &#8220;confronto&#8221; sem investigação independente; a punição para oficiais e gestores públicos que planejam e autorizam operações baseadas na letalidade.</p>



<p>As mães seguirão sendo a pedra no sapato, pela sede de justiça que vela pelo descanso das almas dos nossos filhos! Queremos o fim das execuções e o fim do extermínio!</p>



<h4 class="wp-block-heading">Reparação, memória, justiça e verdade</h4>



<p>O julgamento da PEC 26, agendado para o simbólico 13 de maio, coloca o Estado brasileiro diante do espelho de sua própria omissão histórica e da urgência de uma reparação efetiva. Embora vivamos sob um Estado Democrático de Direito, a estrutura social permanece profundamente marcada pela abolição malfadada de 1888, que, longe de garantir liberdade, institucionalizou a exclusão ao privar a população preta e pobre do acesso à moradia, trabalho, saúde, educação e segurança dignas. Esse cenário é o reflexo direto de uma necropolítica que decide quem deve viver e quem pode morrer, perpetuando os malefícios da escravização sob novas roupagens burocráticas e violentas. Reparar esse legado não é apenas uma dívida financeira, mas uma necessidade ética de romper com a negação do direito de ser, de fato, cidadão e cidadã, assegurando que a verdade e a justiça prevaleçam sobre séculos de desumanização sistemática.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Convite à Mobilização</h4>



<p>O ato do dia 17 de maio é um chamado à indignação coletiva. É uma oportunidade para a sociedade civil unir-se àqueles que, há duas décadas, transformaram o choro em estratégia de resistência. A luta das Mães de Maio é uma luta pelo direito ao não aniquilamento e pela construção de uma sociedade onde a vida na periferia tenha o mesmo valor que em qualquer outro lugar.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Serviço: Ato Político &#8220;20 Anos Sem Resposta&#8221;</h4>



<p><strong>⦁ Data:</strong> 17 de maio (domingo)<br><br><strong>⦁ Horário:</strong> Concentração a partir das 15h<br><br><strong>⦁ Local:</strong> Estação Cidadania (Avenida Ana Costa, 340 – Santos/SP)<br><br><strong>⦁ Participação: </strong>Aberta a movimentos sociais e cidadãos comprometidos com os Direitos Humanos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desinformação sobre PL da Misoginia cresce nas redes, diz estudo</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/desinformacao-sobre-pl-da-misoginia-cresce-nas-redes-diz-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 12:41:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Fake news misoginia]]></category>
		<category><![CDATA[misoginia]]></category>
		<category><![CDATA[Misoginia e ffake news]]></category>
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					<description><![CDATA[Levantamento identificou mais de 289 mil posts na rede social X O chamado Projeto de Lei da Misoginia se transformou em alvo de uma ofensiva de desinformação nas redes sociais, coordenada por políticos de direita, segundo levantamento do Observatório Lupa.&#160;O estudo identificou narrativas falsas, teorias conspiratórias e conteúdos produzidos com inteligência artificial para atacar o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-076ffd8bcdc22c9109ad345b6d3bd629">Levantamento identificou mais de 289 mil posts na rede social X</h4>



<p></p>



<p>O chamado Projeto de Lei da Misoginia se transformou em alvo de uma ofensiva de desinformação nas redes sociais, coordenada por políticos de direita, segundo levantamento do Observatório Lupa.&nbsp;<strong>O estudo identificou narrativas falsas, teorias conspiratórias e conteúdos produzidos com inteligência artificial para atacar o PL aprovado pelo Senado em março deste ano.</strong></p>



<p>Entre os dias 24 de março e 30 de abril de 2026, os pesquisadores coletaram mais de 289 mil publicações no X sobre o tema. Também foram analisados 6,3 mil posts no Facebook, 2,9 mil no Instagram e mil no Threads.</p>



<p>A partir desse conjunto de dados, o observatório identificou “picos de desinformação, tendências narrativas e padrões de comportamento” nas plataformas digitais. O projeto em discussão no Congresso é o<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/156025" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>&nbsp;PL 896/2023</strong></a>, que define misoginia como “a conduta que exterioriza ódio ou aversão às mulheres”.</p>



<p>Caso seja aprovado pela Câmara sem alterações, o texto passará a incluir a “condição de mulher” na&nbsp;<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7716.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Lei do Racismo (Lei 7.716/1989)</strong></a>, prevendo pena de dois a cinco anos de prisão, além de multa, para práticas enquadradas como misóginas.</p>



<p><strong>Segundo a Lupa, o principal pico de engajamento da campanha de desinformação ocorreu em 25 de março, um dia após a aprovação da proposta no Senado, impulsionado por um vídeo publicado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).</strong></p>



<p>O parlamentar associou ao PL da Misoginia trechos de outro projeto de lei, o&nbsp;<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/166011" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>PL 4224/2024</strong></a>, da senadora Ana Paula Lobato, que tratava da Política Nacional de Combate à Misoginia, mas que não fazia parte do texto aprovado no Senado.</p>



<p>De acordo com o levantamento, a publicação alcançou ao menos 751 mil visualizações em apenas 24 horas. Posteriormente, o vídeo foi apagado e republicado sem o trecho relacionado ao outro projeto.</p>



<p>O estudo também aponta que uma das principais narrativas disseminadas nas redes foi a de que o projeto restringiria a liberdade de expressão e poderia ser utilizado para “perseguir a direita”.</p>



<p>Outra linha recorrente de desinformação afirmava que perguntar a uma mulher se ela estava com TPM poderia levar alguém à prisão.</p>



<p>“As publicações mais virais sobre o PL da Misoginia têm explorado, sobretudo, o medo como motor de engajamento”, afirma o relatório<strong>.</strong></p>



<p>&nbsp;Segundo os pesquisadores, conteúdos falsos sugeriam ainda que a proposta provocaria “demissões em massa” de mulheres ou criminalizaria trechos da Bíblia. A pesquisa identificou o uso de inteligência artificial para criar vídeos falsos sobre supostas consequências da proposta. Um dos exemplos citados envolve publicações alegando que empresários teriam começado a demitir mulheres para evitar processos relacionados à futura legislação.</p>



<p><strong>Entre os atores mais influentes na circulação desses conteúdos aparecem, além de Nikolas Ferreira, o senador Flávio Bolsonaro (PL), o vereador paulistano Lucas Pavanato (PL), o comentarista político Caio Coppola e a influenciadora Babi Mendes</strong>. O relatório destaca o crescimento de termos associados à cultura misógina “redpill”, que retrata o projeto como uma ameaça aos homens.</p>



<p>Também foram identificadas menções recorrentes a aplicativos de transporte, em tom irônico, sugerindo medo de acusações falsas em interações cotidianas.</p>



<p>Para os pesquisadores, as postagens ignoram um ponto central do projeto: a misoginia, no escopo da proposta, está relacionada a práticas discriminatórias que gerem “constrangimento, humilhação, medo ou exposição indevida” em razão do gênero.</p>



<p>“Ao ignorar esse contexto, as postagens distorcem o debate e ampliam a desinformação”, conclui o estudo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bactéria encontrada em produtos da Ypê é resistente a antibióticos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bacteria-encontrada-em-produtos-da-ype-e-resistente-a-antibioticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 12:09:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[conta]]></category>
		<category><![CDATA[Contaminação Ypê]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Ypê]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=68009</guid>

					<description><![CDATA[Micro-organismo pode causar problemas em imunocomprometidos A bactéria&#160;Pseudomonas aeruginosa, encontrada em diversos produtos da indústria Ypê, é uma bactéria de grande resistência a antibióticos, afirma&#160;o infectologista Celso Ferreira Ramos Filho em entrevista à Agência Brasil. “Agora, excepcionalmente, ela causa doenças de forma espontânea. Ela vai causar doenças dentro de um hospital, em uma pessoa com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4ae4523083af3dedecbccd8e9f421c07">Micro-organismo pode causar problemas em imunocomprometidos</h4>



<p></p>



<p><strong>A bactéria&nbsp;<em>Pseudomonas aeruginosa</em>, encontrada em diversos produtos da indústria Ypê, é uma bactéria de grande resistência a antibióticos, afirma&nbsp;o infectologista Celso Ferreira Ramos Filho em entrevista à Agência Brasil.</strong></p>



<p>“Agora, excepcionalmente, ela causa doenças de forma espontânea. Ela vai causar doenças dentro de um hospital, em uma pessoa com traqueostomia, com respirador, com cateter venoso”, completou.</p>



<p>Segundo o infectologista, como se trata de uma bactéria ambiental,&nbsp;<strong>esponjas usadas normalmente para lavar louça ou&nbsp;panos de chão podem estar contaminados, já que a bactéria&nbsp;permanece viva na água</strong>.</p>



<p>De acordo com ele, a&nbsp;<em>Pseudomonas aeruginosa</em>&nbsp;é uma bactéria de &#8220;vida livre&#8221;, ou seja, diferente de outras bactérias&nbsp;como a&nbsp;<em>Escherichia coli</em>, que vive dentro do intestino, ou o meningococo, que vive nas fossas nasais das pessoas.</p>



<p>“Nós não vivemos em um ambiente que não tem micro-organismos. Existem outras bactérias de vida livre, como a Burkholderia que, eventualmente, podem causar doenças no homem”.</p>



<p>Celso Ferreira&nbsp;é membro titular da Academia Nacional de Medicina (ANM) e professor aposentado da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>



<p>De acordo com a decisão da Anvisa, divulgada nessa quinta-feira (7), lava-louças (detergente), sabão líquido para roupas e desinfetantes da Ypê com lote de numeração final 1 terão de ser recolhidos e não poderão ser usados pelos consumidores.</p>



<p>Segundo ele, a<strong>&nbsp;bactéria pode causar uma série de problemas em pessoas imunocomprometidas, desde&nbsp;infecção urinária a infecção respiratória em pessoas que têm problemas de pulmão crônicos, como enfisema, ou em pessoas submetidas a tratamento com cateter na veia</strong>.</p>



<p>“Colocam um tubo na traqueia e a bactéria pode entrar por ali. Também pode ocorrer em pessoas que estejam fazendo quimioterapia, o que faz com que haja um comprometimento maior e prévio da saúde da pessoa”, explicou Celso Ferreira.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Pessoas imunocomprometidas</strong></h4>



<p>A médica Raiane Cardoso Chamon, professora do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense (UFF), afirmou à<strong>&nbsp;Agência Brasil</strong>&nbsp;que o maior problema dessa bactéria ocorre quando pessoas imunocomprometidas, que têm o sistema imunológico enfraquecido, entram em contato com ela.</p>



<p>“Ela consegue causar infecções em pessoas que têm o sistema imune debilitado”.</p>



<p>Em pacientes que têm fibrose cística, por exemplo, ela é causa comum de pneumonia. E o tratamento é muito difícil. Advertiu, por outro lado, que ela pode causar também problemas em pessoas saudáveis.</p>



<p><strong>“Dependendo da cepa da Pseudomonas, mesmo a pessoa saudável pode desenvolver uma infecção, como a otite de nadador, em pessoas que nadam em águas recreativas, como piscinas, rios, praias”, ressaltou Chamon.</strong></p>



<p>Para a profissional de saúde, o maior problema é quando a bactéria chega ao ambiente hospitalar, e a porta de entrada, geralmente, são as pessoas que trabalham ali ou entram no hospital, explicou a profissional de saúde.</p>



<p>A médica relatou ainda que, dentro do ambiente hospitalar, onde uma pressão seletiva de antibióticos é muito grande, a bactéria carrega dentro dela uma série de resistências.</p>



<p>Segundo Chamon, isso pode provocar infecções mais graves, associadas a pessoas que usam sonda urinária, têm infecção de corrente sanguínea, estão com pneumonia, pessoas com ventilação mecânica, E o tratamento, por conta da gravidade da infecção, é mais difícil, além da questão de a bactéria aumentar o poder de resistência.</p>



<p>“Esse é o pior cenário de todos”, afirmou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Contaminação</strong></h4>



<p>Como a Pseudomonas aeruginosa é uma bactéria que vive muito bem no solo, na água&nbsp;e em ambientes úmidos,&nbsp;Raiane acredita que a contaminação pode ter ocorrido no momento de produção.</p>



<p>“Não houve um controle microbiológico adequado. Provavelmente, algum reagente na hora de fabricação desses produtos estava contaminado pela Pseudomonas, e acaba que ela consegue se multiplicar nesses ambientes úmidos também”, explicou.</p>



<p>“Na falta do controle microbiológico nas etapas necessárias de fabricação, pode ter tido um crescimento descontrolado de uma cepa específica, que vive melhor em ambientes com detergentes, por exemplo, e a gente acaba detectando, ela, nesses materiais”.</p>



<p>Segundo a médica, existem níveis aceitáveis de contaminação microbiana em todos os produtos. O que não pode é ultrapassar esse nível para não oferecer risco à saúde, principalmente nos indivíduos que estão mais comprometidos em seu sistema imune.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Comunicado</strong></h4>



<p>Em comunicado divulgado na quinta-feira (7), a Ypê esclareceu que está colaborando integralmente com a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) “e conduzindo todas as ações necessárias com máxima prioridade, responsabilidade e transparência”.</p>



<p>A empresa informou ainda que vem realizando análises técnicas e avaliações complementares, incluindo testes e laudos independentes, que estão sendo apresentados à Anvisa, “reforçando o compromisso da empresa com a qualidade, a segurança e a conformidade regulatória dos seus produtos”.</p>



<p>A indústria se compromete ainda a incorporar de forma imediata eventuais aprimoramentos e recomendações regulatórias da Agência ao seu Plano de Ação e Conformidade Regulatória, desenvolvido em conjunto com a própria Anvisa desde dezembro de 2025.</p>



<p>A&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>&nbsp;procurou a Ypê nesta sexta-feira (8), mas não houve resposta por parte da assessoria de imprensa da empresa até a publicação desta matéria.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TST manda indenizar bancária em R$ 80 mil por lesões de esforço repetitivo</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/tst-manda-indenizar-bancaria-em-r-80-mil-por-lesoes-de-esforco-repetitivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 07:37:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[bancária]]></category>
		<category><![CDATA[BB]]></category>
		<category><![CDATA[Danos Morais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Doença Ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[LER/DORT]]></category>
		<category><![CDATA[lesão por esforço repetitivo]]></category>
		<category><![CDATA[TST]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=68005</guid>

					<description><![CDATA[Bancária que passou 26 anos em trabalho de digitação contraiu lesões permanentes. O valor arbitrado a título de reparação por dano moral somente pode ser alterado em instância extraordinária quando a quantia fixada violar os preceitos normativos da proporcionalidade e da razoabilidade, revelando-se irrisória ou exorbitante. Com base neste entendimento, a 6ª Turma do Tribunal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-65a8078d45ee93afb3f5883a0dcaafdb">Bancária que passou 26 anos em trabalho de digitação contraiu lesões permanentes.</h4>



<p>O valor arbitrado a título de reparação por dano moral somente pode ser alterado em instância extraordinária quando a quantia fixada violar os preceitos normativos da proporcionalidade e da razoabilidade, revelando-se irrisória ou exorbitante.</p>



<p>Com base neste entendimento, a 6ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho decidiu reduzir de R$ 250 mil para R$ 80 mil a indenização devida por um banco a uma ex-funcionária diagnosticada com doença ocupacional.</p>



<p>A trabalhadora prestou serviços à instituição financeira por 26 anos, atuando em atividades administrativas e funções de caixa. Após trabalhar com digitação contínua por mais de duas décadas sem pausas ergonômicas ou ginástica laboral, ela desenvolveu a Síndrome do Túnel do Carpo, uma lesão por esforço repetitivo (LER/DORT).</p>



<p>Exames médicos atestaram que a patologia gerou incapacidade parcial para ofícios que exijam sobrecarga e movimentos frequentes nos membros superiores.</p>



<p>Em primeira e segunda instâncias, a Justiça do Trabalho reconheceu a responsabilidade objetiva do empregador e o condenou a pagar R$ 250 mil em danos morais, atestando a relação direta entre o trabalho e o adoecimento. Inconformada com a quantia, a instituição financeira recorreu ao TST.</p>



<p>O banco argumentou que a condenação ofendia os princípios constitucionais e legais da proporcionalidade, alegando que a incapacidade da mulher era apenas parcial e reversível, o que tornaria o valor excessivo e causaria enriquecimento sem causa da outra parte.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Revisão e proporcionalidade</h4>



<p>Ao analisar o litígio, o relator do caso, ministro Augusto César Leite de Carvalho, deu razão ao empregador no que diz respeito à necessidade de reajuste financeiro.</p>



<p>O magistrado destacou que a revisão de valores na corte superior é medida excepcional, permitida apenas para resguardar as garantias do parágrafo único do artigo 944 do Código Civil, que trata da correta medição da extensão do dano.</p>



<p>“Esta Corte tem entendimento no sentido de que o valor arbitrado a título de reparação por dano moral somente pode ser revisado na instância extraordinária nos casos em que vulnera os preceitos de lei ou Constituição que emprestam caráter normativo ao princípio da proporcionalidade”, avaliou o ministro.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Fortaleça suas lutas. Sindicalize-se!</a></h4>



<p>O julgador ponderou que, embora seja impossível analisar novamente os fatos e provas do processo processual no TST por força da Súmula 126, o montante financeiro determinado nas instâncias inferiores mostrava-se excessivo em comparação com o grau de comprometimento apontado nos laudos médicos.</p>



<p>“No caso concreto, considerando a moldura factual definida pelo Regional e insusceptível de revisão (Súmula 126 do TST), o valor atribuído (R$ 250.000,00) se mostra elevado a ponto de se o conceber desproporcional”, observou o relator.</p>



<p>Para adequar a punição, o colegiado levou em consideração a extensão da lesão sofrida pela trabalhadora, as falhas ergonômicas contínuas durante o contrato e a grande capacidade financeira da instituição, limitando o teto reparatório em R$ 80 mil.</p>



<p>“Assim, tendo em vista as peculiaridades do caso concreto – gravidade da ofensa (reclamante acometida de síndrome do túnel do carpo) e potencial econômico do reclamado (banco de grande porte), arbitra-se o valor da indenização por danos morais no valor de R$ 80.000,00”, concluiu. Com informações da assessoria de imprensa do TST.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2026/05/RR-733-61_2020_5_05_0531.pdf" data-type="link" data-id="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2026/05/RR-733-61_2020_5_05_0531.pdf">Clique aqui para ler o acórdão</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">RR 733-61.2020.5.05.0531</h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Copa do Mundo 2026: horários e datas dos jogos do Brasil</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/copa-do-mundo-2026-horarios-e-datas-dos-jogos-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 08:41:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo 2026]]></category>
		<category><![CDATA[datas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=68001</guid>

					<description><![CDATA[Seleção Brasileira enfrenta Marrocos, Haiti e Escócia no Grupo C da Copa do Mundo 2026. Saiba os dias e horários exatos das partidas. A contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2026 já começou! Sediado pela primeira vez em três diferentes nações (Estados Unidos, México e Canadá), o torneio promete reunir os principais craques [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-f3d8de72c98debc684600fba9a56080c">Seleção Brasileira enfrenta Marrocos, Haiti e Escócia no Grupo C da Copa do Mundo 2026. Saiba os dias e horários exatos das partidas.</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Na Copa do Mundo de 2026, o Brasil irá jogar nos dias 13 de junho contra o Marrocos (19h), 19 de junho contra o Haiti (21h30) e 24 de junho contra a Escócia (19h).</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Caso avance para a fase eliminatória, a Seleção Brasileira voltará a campo no dia 29 ou 30 de junho, de acordo com a sua colocação final no Grupo C.</li>
</ul>



<p>A contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2026 já começou! Sediado pela primeira vez em três diferentes nações (Estados Unidos, México e Canadá), o torneio promete reunir os principais craques da nova geração, e é claro que a “magia brasileira” não poderia ficar de fora.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Fortaleça suas lutas. Sindicalize-se!</a></h4>



<p>O Brasil, comandado pelo técnico Carlo Ancelotti, fará sua estreia na competição no dia 13 de junho contra o Marrocos. Este será apenas o primeiro de três compromissos da Seleção na fase de grupos, que volta a campo nos dias 19 e 24 para enfrentar Haiti e Escócia.</p>



<p>Se você não quer perder nenhum desses jogos históricos, anote as datas em sua agenda e confira, a seguir, os horários em que o Brasil irá a campo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Que horas o Brasil irá jogar na Copa do Mundo 2026?</h4>



<p>Nesta primeira fase, o Brasil fará todas as suas partidas na Costa Leste dos Estados Unidos, passando por estádios em Nova York (Nova Jersey), Filadélfia e Miami.</p>



<p>O horário de Brasília fica exatamente 1 hora à frente dessas cidades. Portanto, já no fuso oficial, os jogos vão acontecer nas seguintes datas e horários:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>13 de junho (Sábado):</strong> Brasil x Marrocos – 19h (MetLife Stadium, Nova York/Nova Jersey)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>19 de junho (Sexta-feira):</strong> Brasil x Haiti – 21h30 (Lincoln Financial Field, Filadélfia)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>24 de junho (Quarta-feira):</strong> Escócia x Brasil – 19h (Hard Rock Stadium, Miami)</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">E se o Brasil passar da fase de grupos?</h4>



<p>Caso avance para a próxima fase, a Seleção Brasileira seguirá para os 16-avos de final. O calendário e as cidades por onde o Brasil vai passar no mata-mata dependem da sua posição no Grupo C.</p>



<p>A FIFA costuma confirmar os horários exatos dos confrontos eliminatórios apenas após a definição dos times, mas o brasileiro já pode esperar jogos às 14h ou às 22h (pelo horário de Brasília).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Confira os dois principais cenários definidos para essa primeira etapa eliminatória:</h4>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Se o Brasil passar em 1º lugar no Grupo C</strong></h5>



<p><strong>16-avos de final:</strong> 29 de junho (segunda-feira) – Houston</p>



<p><strong>Oitavas de final:</strong> 4 de julho (sábado) – Filadélfia</p>



<p><strong>Quartas de final:</strong> 9 de julho (quinta-feira) – Boston</p>



<p><strong>Semifinal: </strong>14 de julho (terça-feira) – Dallas</p>



<p><strong>Final:</strong> 19 de julho (domingo) – Nova York/Nova Jersey</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Se o Brasil passar em 2º lugar no Grupo C</strong></h5>



<p><strong>16-avos de final: </strong>30 de junho (terça-feira) – Dallas</p>



<p><strong>Oitavas de final:</strong> 5 de julho (domingo) – Houston</p>



<p><strong>Quartas de final:</strong> 10 de julho (sexta-feira) – Los Angeles</p>



<p><strong>Semifinal: </strong>14 de julho (terça-feira) – Dallas</p>



<p><strong>Final:</strong> 19 de julho (domingo) – Nova York/Nova Jersey</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que esperar dos adversários na primeira fase?</h4>



<p>Apesar de confirmar o seu favoritismo, a Seleção Brasileira deverá passar por uma fase de grupos agitada. O Marrocos promete ser a maior ameaça ao Brasil e chega com moral após a campanha histórica no Catar.</p>



<p>Haiti e Escócia, por sua vez, devem testar a defesa comandada por Carlo Ancelotti antes das fases eliminatórias, mas sem o ímpeto necessário para se sobrepor à seleção pentacampeã.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Onde assistir à Copa do Mundo de 2026?</h4>



<p><strong>Para acompanhar toda a trajetória da Seleção Brasileira de perto, os torcedores poderão escolher entre:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Globo</strong> (TV aberta)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>SBT</strong> (TV aberta)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>SporTV</strong> (TV por assinatura)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>CazéTV</strong> (YouTube, Twitch, Prime Video, Samsung TV Plus)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>N Sports</strong> (TV por assinatura).</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Leia mais <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/quando-comeca-a-copa-do-mundo-2026/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/quando-comeca-a-copa-do-mundo-2026/">Quando começa a Copa do Mundo 2026?</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Financial Times vê Brasil próximo de países desenvolvidos com fim da jornada 6×1</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/financial-times-ve-brasil-proximo-de-paises-desenvolvidos-com-fim-da-jornada-6x1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 07:58:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Fim da Escala 6 x 1]]></category>
		<category><![CDATA[Financial Times]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[jornada de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[LULA]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=67998</guid>

					<description><![CDATA[Jornal britânico diz que proposta defendida pelo governo federal enfrenta resistência política e empresarial. O jornal britânico Financial Times afirmou, em reportagem publicada na quinta-feira (7/5), que a proposta de acabar com a jornada 6×1 no Brasil colocaria o país “em linha com grande parte do mundo ocidental”. A medida, defendida pelo governo do presidente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-802fa50c84a6db96201816c19009aaf7">Jornal britânico diz que proposta defendida pelo governo federal enfrenta resistência política e empresarial.</h4>



<p>O jornal britânico Financial Times afirmou, em <a href="https://www.ft.com/content/5abfe8ba-6ebf-498a-b37f-cad0b369f3c4?syn-25a6b1a6=1" data-type="link" data-id="https://www.ft.com/content/5abfe8ba-6ebf-498a-b37f-cad0b369f3c4?syn-25a6b1a6=1">reportagem</a> publicada na quinta-feira (7/5), que a proposta de acabar com a jornada 6×1 no Brasil colocaria o país “em linha com grande parte do mundo ocidental”. A medida, defendida pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e atualmente em discussão no Congresso Nacional, prevê a redução da jornada semanal de trabalho e altera um modelo ainda adotado por milhões de brasileiros.</p>



<p>Na reportagem intitulada “Lula moves to end Brazil’s six-day working week” (“Lula avança para acabar com a semana de trabalho de seis dias no Brasil”, em tradução livre), o diário britânico destaca que, enquanto países desenvolvidos discutem até mesmo a implementação de semanas de quatro dias de trabalho diante dos impactos da inteligência artificial (IA), o Brasil ainda debate a transição de uma jornada de seis para cinco dias semanais.</p>



<p>Segundo o periódico, a mudança afetaria cerca de 15 milhões de trabalhadores formais submetidos atualmente à escala 6×1. Outros 37 milhões poderiam ser beneficiados por uma eventual redução da carga horária semanal de 44 para 40 horas sem redução salarial, de acordo com estimativas do governo brasileiro.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Comparação internacional e produtividade</h4>



<p>O Financial Times contextualiza a discussão brasileira a partir de mudanças históricas nas relações de trabalho em economias industrializadas. O jornal lembra que este ano marca o centenário da decisão da Ford de adotar o fim de semana de dois dias para seus funcionários nos Estados Unidos — medida considerada um marco na reorganização moderna das jornadas de trabalho.</p>



<p>A publicação também destaca dados do Our World in Data segundo os quais os brasileiros trabalharam, em média, quase 2 mil horas em 2023 — cerca de 50% a mais que os trabalhadores alemães, cuja média foi de 1.335 horas anuais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Resistência política e impacto econômico</h4>



<p>Apesar do avanço das propostas no Congresso, o Financial Times avalia que a aprovação está longe de ser garantida. O texto aponta que o governo enfrenta um Legislativo “cada vez mais hostil” e dominado por forças conservadoras.</p>



<p>O jornal também ressalta a resistência de setores empresariais, que argumentam que a redução da jornada pode elevar custos operacionais e afetar a geração de empregos. A reportagem cita projeções da Fecomércio-SP segundo as quais a diminuição da carga horária para 40 horas semanais poderia elevar os custos por hora trabalhada em até 10%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Estratégia política de Lula</h4>



<p>A reportagem interpreta ainda a pauta como parte de uma estratégia política de Lula para se reconectar à base trabalhadora em meio à queda de popularidade registrada nas pesquisas.</p>



<p>Desde a volta ao poder, o governo adotou medidas como ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda, reajustes do salário mínimo e reforço de benefícios sociais. Ainda assim, o jornal observa que inflação persistente e endividamento das famílias seguem pressionando a avaliação do governo.</p>



<p>No fim de abril, duas propostas relacionadas ao fim da escala 6×1 avançaram em comissões do Congresso Nacional. Os textos agora serão analisados por uma comissão especial antes de eventual votação na Câmara e no Senado.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Banco do Brasil renegocia mais de R$ 213 milhões no Desenrola em dois dias</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-do-brasil-renegocia-mais-de-r-213-milhoes-no-desenrola-em-dois-dias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 13:52:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[BB desenrola]]></category>
		<category><![CDATA[Bb negocia senrola]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=67993</guid>

					<description><![CDATA[Só no Desenrola Empresas foram R$ 202,8 milhões, para 1,6 mil clientes PJ. No Desenrola pessoa física, são R$ 10,4 milhões para 12,6 mil usuários O Banco do Brasil (BB) informou que renegociou mais de R$ 213,2 milhões em dívidas em dois dias após o lançamento do Novo Desenrola. Só no Desenrola Empresas foram R$ 202,8 milhões, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-1db7fc254148b28f5404c39581d01650">Só no Desenrola Empresas foram R$ 202,8 milhões, para 1,6 mil clientes PJ. No Desenrola pessoa física, são R$ 10,4 milhões para 12,6 mil usuários</h4>



<p></p>



<p>O <strong>Banco do Brasil</strong> (BB) informou que renegociou mais de R$ 213,2 milhões em dívidas em dois dias após o lançamento do Novo Desenrola. Só no Desenrola Empresas foram R$ 202,8 milhões, para 1,6 mil clientes PJ. No Desenrola pessoa física, são R$ 10,4 milhões para 12,6 mil usuários.</p>



<p>Fora do Desenrola &#8212; o banco lançou uma campanha mais ampla de renegociação &#8212; foram R$ 219,6 milhões para 22,6 mil pessoas.</p>



<p>“Os compromissos do BB com a educação financeira, a inclusão bancária e o apoio à reorganização financeira das famílias se materializam em mais uma iniciativa do Governo do Brasil, o Desenrola, para o qual estamos oferecendo canais digitais acessíveis e atendimento especializado para apoiar a retomada do equilíbrio financeiro dos nossos clientes”, afirma, em nota, a presidente do BB, Tarciana Medeiros.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
