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	<title>SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Fri, 28 Aug 2026 02:15:27 +0000</lastBuildDate>
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	<title>SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Caixa promete apresentar nova proposta para o Saúde Caixa nesta sexta</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-promete-apresentar-nova-proposta-para-o-saude-caixa-nesta-sexta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 02:15:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[41º Congresso Nacional das Empregadas e dos Empregados da Caixa (Conecef)]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Executiva dos Empregados (CEE)]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Negociação]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Caixa]]></category>
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					<description><![CDATA[Banco afirma que busca solução mais alinhada às expectativas dos empregados; CEE cobra maior participação da Caixa no custeio do plano e respostas para toda a pauta aprovada no 41º Conecef. A Caixa Econômica Federal prometeu apresentar nesta sexta-feira (28/8) uma nova proposta para o Saúde Caixa. O compromisso foi assumido durante a rodada de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Banco afirma que busca solução mais alinhada às expectativas dos empregados; CEE cobra maior participação da Caixa no custeio do plano e respostas para toda a pauta aprovada no 41º Conecef.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Caixa Econômica Federal prometeu apresentar nesta sexta-feira (28/8) uma nova proposta para o Saúde Caixa. O compromisso foi assumido durante a rodada de negociações realizada nesta quinta-feira (27), em São Paulo, com a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco não levou uma nova proposta para o plano de saúde à reunião desta quinta, mas informou que, após aprofundar internamente as discussões, pretende voltar à mesa com uma alternativa mais alinhada às reivindicações das empregadas e dos empregados. Representantes da Caixa disseram avaliar que houve avanços internos e que pode estar sendo construída uma convergência com as expectativas manifestadas pela categoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa é ainda maior porque, na negociação de terça-feira (25/8), a própria Caixa havia reconhecido a forte insatisfação dos empregados com as duas propostas apresentadas anteriormente e afirmado que estava reformulando o modelo para aumentar as possibilidades de aceitação. A CEE voltou a deixar claro que a solução precisa ampliar a participação financeira do banco no Saúde Caixa e não pode simplesmente transferir aos usuários o aumento das despesas do plano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Caixa disse que avançou internamente e que vai trazer uma proposta mais alinhada ao que as empregadas e os empregados têm reivindicado. Depois de duas propostas recusadas e de uma mobilização muito forte, o banco sabe que não há espaço para uma solução que apenas mude a forma de cobrança e continue jogando a conta para os usuários. E não estamos negociando apenas o Saúde Caixa: queremos respostas para toda a pauta aprovada no 41º Conecef”, afirmou a coordenadora da CEE/Caixa, Luiza Hansen.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pauta específica foi construída pelas empregadas e pelos empregados e aprovada no 41º Congresso Nacional das Empregadas e dos Empregados da Caixa (Conecef), realizado em junho, em São Paulo. O encontro reuniu 281 delegadas e delegados e debateu 583 propostas vindas das bases, com reivindicações sobre Saúde Caixa, carreira, remuneração variável, condições de trabalho, emprego, igualdade de oportunidades, combate ao assédio e valorização do quadro.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Saúde Caixa: expectativa por mudança efetiva</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Saúde Caixa permanece como principal impasse da negociação específica. As duas propostas apresentadas anteriormente pelo banco foram recusadas pela CEE por ampliarem significativamente o peso do plano sobre a renda dos beneficiários sem solucionar o problema central apontado pela representação dos empregados: a limitação da participação financeira da Caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na primeira proposta, apresentada em 5 de agosto, o banco pretendia elevar a contribuição do titular de 3,5% para 5,5% da remuneração-base, aumentar fortemente as mensalidades dos dependentes e elevar de 7% para 14% o limite de comprometimento da renda familiar. A segunda, apresentada no dia 14, estabelecia mensalidades por faixa etária, 13 contribuições anuais, piso de R$ 400 por grupo familiar e comprometimento de até 12% da remuneração-base. Também foi recusada pela CEE por transferir custos aos usuários, enfraquecer a solidariedade e o pacto intergeracional e criar risco de saída de beneficiários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo acordo vigente, a participação financeira da Caixa está limitada a 70% das despesas ou a 6,5% das folhas de pagamento e proventos, prevalecendo o menor valor. Para os titulares, o ACT estabelece contribuição mensal de 3,5% da remuneração-base, acrescida de R$ 480 por dependente direto, com teto familiar de 7%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE reivindica a retirada do teto estatutário de 6,5% e o restabelecimento efetivo da proporção de custeio de 70% pela Caixa e 30% pelos beneficiários. Essa cobrança vem sendo feita desde a primeira negociação específica da campanha e foi reiterada na terça-feira, quando o banco reconheceu a insatisfação com as propostas anteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o diretor executivo da Contraf e representante da entidade na mesa de negociação, Lívio Santos e Assis, a nova proposta precisa alterar a lógica apresentada até agora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Depois de duas propostas que aumentavam o comprometimento da renda dos usuários sem enfrentar o problema do teto de 6,5%, a Caixa sabe exatamente onde está a insatisfação. A proposta de sexta-feira precisa mudar essa lógica: ampliar a participação do banco, preservar o modelo 70/30, a solidariedade e o pacto intergeracional e impedir que o aumento dos custos do plano se transforme em perda de remuneração para empregados, aposentados e pensionistas”, afirmou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">PLR também preocupa empregados</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Logo na abertura da reunião, a CEE chamou a atenção para os resultados divulgados pela Caixa nesta quinta-feira e cobrou que o banco apresente sua proposta para a Participação nos Lucros e Resultados (PLR). A representação dos empregados demonstrou preocupação para que a redução do resultado na comparação semestral não provoque impacto excessivo sobre a PLR, lembrando que são as trabalhadoras e os trabalhadores que constroem diariamente os resultados da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Caixa registrou lucro líquido contábil de R$ 7,368 bilhões no primeiro semestre de 2026. No segundo trimestre, o lucro foi de R$ 3,899 bilhões, crescimento de 5,9% sobre o mesmo trimestre de 2025 e de 12,4% em relação aos três primeiros meses deste ano. Já o lucro líquido recorrente do semestre caiu 17,6%, de R$ 8,938 bilhões para R$ 7,368 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Representantes do banco disseram que a PLR também está sendo analisada internamente e lembraram que a negociação envolve o acordo específico sobre o tema, sinalizando que possíveis ajustes serão debatidos com a representação dos empregados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">CEE cobra novo PCS, PFG e mudanças nos PSIs</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE voltou a cobrar respostas para reivindicações relacionadas à carreira. Entre elas estão a construção de um novo Plano de Cargos e Salários (PCS), a revisão do Plano de Funções Gratificadas (PFG) e mudanças nos Processos Seletivos Internos (PSIs), com critérios mais objetivos e transparentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O atual PFG é de 2010 e, para a representação dos empregados, deixou de acompanhar as profundas mudanças ocorridas na organização do trabalho. No PCS, a CEE ressaltou a situação dos empregados que chegam ao topo da carreira muito antes da aposentadoria e permanecem anos sem possibilidade de novas progressões. Também foi novamente cobrado que nenhuma alteração envolvendo caixas, tesoureiros ou outras funções seja implantada unilateralmente, sem negociação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Caixa propôs a criação de um grupo de trabalho sobre “trajetória”, que reuniria inicialmente as discussões sobre PCS, PFG, PSI e remuneração variável. A CEE avaliou que PCS, PFG e PSI podem ser tratados de maneira articulada, mas defendeu um grupo específico para remuneração variável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A representação dos empregados também exigiu que os grupos tenham funcionamento efetivo, com composição apenas entre Caixa e Contraf, periodicidade definida, calendário de reuniões e prazo para apresentação de resultados. A CEE quer ainda que o compromisso de tratar esses temas seja incorporado ao ACT, uma vez que não haverá tempo suficiente para concluir toda a discussão sobre novos planos de carreira antes do encerramento da campanha. A Caixa ficou de avaliar a proposta de separação dos grupos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Super Caixa precisa ser negociado</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro tema central foi o Super Caixa. A CEE reiterou que qualquer programa que interfira na renda dos trabalhadores deve ser negociado com suas entidades representativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os representantes dos empregados relataram insatisfação crescente com as regras do programa, que são consideradas complexas e pouco transparentes, além de permitirem que trabalhadores deixem de receber remuneração por fatores que nem sempre estão sob seu controle. A CEE voltou a defender regras simples e conhecidas previamente, sem alterações durante o ciclo, além do princípio “vendeu, recebeu” e de um modelo que reconheça o resultado construído coletivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Tudo o que interfere na renda das empregadas e dos empregados precisa passar pela mesa de negociação. Queremos construir regras mais transparentes, mais simples e mais justas, para que o trabalhador saiba o que precisa fazer e consiga acompanhar o resultado do seu trabalho”, reforçou Luiza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A insatisfação com o Super Caixa, juntamente com o impasse no Saúde Caixa e as condições de trabalho, esteve entre os principais motivos da mobilização dos empregados da Caixa na paralisação nacional do dia 20.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Atendimento presencial e digital</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A organização do atendimento nas agências também ocupou parte importante da reunião. A CEE apresentou relatos de sobrecarga de empregados que precisam realizar simultaneamente atendimentos presenciais e digitais, muitas vezes sem treinamento, dimensionamento de pessoal ou estrutura física adequados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A representação dos empregados cobrou uma regra que impeça o atendimento presencial e digital simultâneo pelo mesmo trabalhador e voltou a questionar cobranças de metas e indicadores que penalizam as unidades e os empregados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Caixa informou que 2.178 agências estão no modelo chamado de atendimento “figital” e ressaltou que a experiência ainda é considerada um projeto em implementação e sujeito a ajustes. O banco propôs uma agenda específica, logo após a conclusão do acordo coletivo, para confrontar os dados acompanhados pela área de rede com os relatos apresentados pela representação dos empregados e avaliar mudanças no modelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE diferenciou o Figital do Gênesys, já utilizado em toda a rede, e alertou que o modelo estabelece prazos para resposta ao cliente e mecanismos que podem penalizar as unidades. “Não somos contra a transformação digital. O problema é a forma como ela está sendo implantada, quando a tecnologia, em vez de facilitar o trabalho, aumenta a sobrecarga e a pressão”, afirmou Luiza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE também voltou a defender o fortalecimento das Gipes (Gerências de Gestão de Pessoas), que perderam atribuições ao longo dos últimos anos. Para a representação sindical, diversas responsabilidades relacionadas à gestão de pessoal foram transferidas para gestores das unidades, que já convivem com múltiplas exigências operacionais e comerciais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Avanço para empregados PCDs e com TEA</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Caixa apresentou ainda uma proposta para ampliar aos próprios empregados com deficiência, inclusive com Transtorno do Espectro Autista (TEA), condições especiais já previstas para trabalhadores que têm dependentes PCDs.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela proposta debatida, empregados enquadrados poderão solicitar, conforme a necessidade identificada, redução de jornada de até 25%, flexibilização de horário ou encaminhamento para trabalho remoto, especialmente para realização de terapias. A análise deverá ser feita por equipe multidisciplinar, considerando a situação individual de cada trabalhador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fluxo prevê que o trabalhador procure o atendimento de pessoas. Quem ainda não estiver cadastrado como PCD passará pelo novo processo de enquadramento discutido nas negociações. Uma vez reconhecida a condição, poderá solicitar as condições especiais, com avaliação multidisciplinar e retorno ao empregado e à unidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O representante da Fetec/CN, Antonio Abdan, reconheceu o avanço, mas ressaltou que ainda há muito a fazer para que a política de inclusão produza efeitos concretos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Avançar no enquadramento é importante, mas inclusão não se resume a reconhecer formalmente a condição de PCD. É preciso dar condições reais para que as pessoas trabalhem com dignidade, desenvolvam suas capacidades e tenham oportunidade de progredir na carreira. Não podemos, por exemplo, colocar um colega com TEA em um ambiente incompatível com suas necessidades e depois cobrar dele o mesmo resultado sem qualquer adaptação. O processo precisa funcionar efetivamente, com escuta e respeito às condições de cada pessoa”, afirmou. As intervenções na mesa registraram justamente preocupações com ambientes inadequados, dificuldades de progressão e a necessidade de tornar a política de inclusão mais efetiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O representante da Fetrafi-SC, Edson Heemann, chamou a atenção para a necessidade de evitar que a avaliação multidisciplinar introduza subjetividade excessiva ou se transforme em obstáculo ao exercício dos direitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A extensão dessas condições especiais aos próprios empregados PCDs é um avanço, mas a avaliação não pode se transformar em uma nova barreira. Precisamos de critérios objetivos e previsíveis, que deem segurança ao trabalhador e respeitem o laudo e a necessidade concreta apresentada. Redução de jornada, teletrabalho, flexibilização, adaptação do ambiente ou transferência precisam ser soluções efetivas quando forem necessárias”, disse. Edson questionou durante a reunião justamente os critérios da avaliação e os mecanismos destinados a reduzir a subjetividade do processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Caixa afirmou que as necessidades serão avaliadas individualmente e que, quando houver indicação de transferência, a área de pessoas terá competência para viabilizá-la. O banco também se comprometeu a criar um código específico para registrar as ausências decorrentes da redução de jornada, de modo a deixar claro que se trata de um direito decorrente do enquadramento, e não de uma liberalidade do gestor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE cobrou ainda critérios com o máximo de objetividade possível, ampla divulgação dos direitos e atenção às condições de acessibilidade e infraestrutura dos locais de trabalho. Para a representação sindical, o novo acordo precisa impedir que empregados sejam excluídos de oportunidades ou tenham sua capacidade profissional prejudicada pela falta de adaptações adequadas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Negociação continua nesta sexta</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A rodada terminou com a expectativa concentrada no Saúde Caixa. A previsão é de que a mesa seja retomada na manhã desta sexta-feira (28), quando a Caixa deverá finalmente apresentar a nova proposta para o plano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE reforçou que avaliará o novo modelo a partir das reivindicações definidas pelos empregados: maior participação financeira da Caixa, defesa do modelo solidário e do pacto intergeracional, sustentabilidade do plano sem perda de remuneração e condições para que ativos, aposentados, pensionistas e seus dependentes possam permanecer no Saúde Caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, a representação dos empregados continuará cobrando respostas para o conjunto da pauta aprovada no 41º Conecef. “A campanha está chegando ao momento decisivo. Precisamos sair da fase de discutir problemas e transformar o diálogo em respostas concretas. Os empregados esperam avanços no Saúde Caixa, mas também na carreira, na remuneração, nas condições de trabalho, no emprego e em todas as demais reivindicações que foram construídas pela categoria e entregues à Caixa”, concluiu Luiza.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>BB apresenta avanços em negociação, mas funcionalismo cobra propostas financeiras</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bb-apresenta-avancos-em-negociacao-mas-funcionalismo-cobra-propostas-financeiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 02:03:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Empresa das Funcionárias e dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB)]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Negociação]]></category>
		<category><![CDATA[pauta de reivindicações específicas]]></category>
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					<description><![CDATA[Na nona rodada de negociação específica, CEBB reforçou a expectativa por propostas para as cláusulas financeiras e cobrou a realização de novo concurso. A Comissão de Empresa das Funcionárias e dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) voltou a se reunir com a direção do banco na noite desta quinta-feira (27/8), logo após o encontro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">Na nona rodada de negociação específica, CEBB reforçou a expectativa por propostas para as cláusulas financeiras e cobrou a realização de novo concurso.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Comissão de Empresa das Funcionárias e dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) voltou a se reunir com a direção do banco na noite desta quinta-feira (27/8), logo após o encontro entre o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban, que ocupou todo o dia. A reunião marcou a nona rodada de negociação específica da Campanha Nacional dos Bancários 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o encontro, a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes, e os demais representantes da comissão reforçaram a expectativa do funcionalismo por propostas para as cláusulas financeiras da pauta de reivindicações específicas do Banco do Brasil. “Já estamos na nona rodada de negociação e seguimos aguardando uma proposta concreta do banco para as cláusulas financeiras. O funcionalismo tem expectativas e reivindicações importantes, e é fundamental que o Banco do Brasil apresente respostas para essas demandas”, destacou Fernanda Lopes.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Concurso</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Questionada sobre a realização de um novo concurso, a direção do banco admitiu a necessidade de profissionais em algumas localidades. Segundo o BB, será feito inicialmente um realinhamento da rede e, posteriormente, será avaliada a possibilidade de abertura de um novo concurso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o secretário-geral da Contraf e representante da CEBB, Gustavo Tabatinga Jr., o reconhecimento da necessidade de profissionais reforça a importância da cobrança por novas contratações. “O Banco do Brasil reconhece que há necessidade de profissionais em determinadas localidades. Agora, precisamos acompanhar esse processo e continuar cobrando soluções efetivas para a falta de pessoal, que sobrecarrega as funcionárias e os funcionários e afeta o atendimento à população”, afirmou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ampliação do afastamento para união estável</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um avanço apresentado pelo banco diz respeito ao afastamento para casamento. Atualmente, o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) prevê oito dias de afastamento. O BB informou que, em média, 861 funcionários registram união estável por ano, enquanto 933 se casam anualmente — destes, 13% já haviam registrado união estável. A partir da reivindicação apresentada pela representação das funcionárias e dos funcionários, o benefício será ampliado para contemplar também quem registrar união estável.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Certificações da Anbima</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A direção do banco também apresentou informações sobre as novas certificações da Anbima, CPA, C-Pro R e C-Pro I. O BB continuará ressarcindo os custos das certificações para todas as funcionárias e funcionários que realizarem o processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco também informou que arcará com os custos das atualizações das certificações. Além disso, será concedida ausência abonada de até cinco dias para a realização das provas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de 1º de setembro, as funcionárias e os funcionários que desejassem concorrer a uma vaga já precisariam estar adequados às novas certificações exigidas para cada função. Durante a negociação, o banco informou que prorrogou esse prazo para 1º de outubro.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desenvolvimento e requalificação profissional</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A reunião também tratou do Programa de Desenvolvimento de Orientação Profissional. Entre 2024 e 2025, a iniciativa engajou 5,3 mil participantes, formou mais de 450 pares de mentoria e realizou mais de 2 mil sessões estruturadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os dados apresentados pelo banco, mais de 1,8 mil funcionários foram preparados para movimentações internas e posteriormente nomeados para novas funções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O BB informou que o programa terá continuidade e assumiu o compromisso de garantir a requalificação profissional das funcionárias e dos funcionários sempre que houver alteração de função por iniciativa do banco, nos moldes do programa implementado anteriormente para os caixas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As partes voltam a se reunir após o fechamento das negociações entre Comando Nacional dos Bancários e Fenaban.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comando Nacional derrota propostas de arrocho salarial</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/comando-nacional-derrota-propostas-de-arrocho-salarial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 01:48:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Avanços]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Nacional das Bancárias e dos Bancários 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Comando Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Federação Nacional dos Bancos (Fenaban)]]></category>
		<category><![CDATA[Valorização]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta da Fenaban avança para reposição total da inflação, mas ainda é insuficiente; Negociações continuam nesta sexta (28/8), por aumento real e avanços nas mesas específicas. Pela primeira vez, desde o início da Campanha Nacional da categoria bancária, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresentou uma proposta de reajuste sem arrocho nos salários e demais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6">Proposta da Fenaban avança para reposição total da inflação, mas ainda é insuficiente; Negociações continuam nesta sexta (28/8), por aumento real e avanços nas mesas específicas.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Pela primeira vez, desde o início da Campanha Nacional da categoria bancária, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresentou uma proposta de reajuste sem arrocho nos salários e demais verbas, porém ainda sem aumento real. O reajuste proposto avançou para a reposição total da inflação (100% do INPC, estimado em torno de 4%, para o período de 12 meses encerrado em 31 de agosto).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O índice seria aplicado para todas as cláusulas econômicas (salários e demais verbas), menos nos vales alimentação (VA) e refeição (VR), que seriam reajustados pelo IPCA, da seguinte forma:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>VA:</strong> reajuste conforme inflação para “alimentação em domicílio”, medida pelo IPCA, com estimativa de 2,99% para a data-base da categoria; Com esse reajuste, a perda real no VA seria de 1,1% em relação ao INPC.</li>



<li><strong>VR:</strong> Reajuste salarial conforme a inflação da “refeição fora do domicílio”, medida pelo IPCA, com estimativa de 4,39% para a data-base da categoria.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">“Somos mais de 400 mil bancários de todo o país, de bancos públicos e privados, e as negociações são complexas. A Fenaban fica argumentando que cada 1% de reajuste significa acréscimo de R$ 1 bilhão nos custos salariais. Mas esse cálculo não justifica impor arrocho salarial, porque do outro lado os lucros seguem altos”, reforçou Juvandia Moreira, coordenadora do Comando Nacional das Bancárias e dos Bancários.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mais avanços</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Comando também avançou em relação à PLR. No lugar da proposta anterior de congelamento, a Fenaban apresentou a correção do INPC, nos tetos e nas parcelas fixas da PLR. “Mas é insuficiente para as nossas reivindicações: queremos a valorização da PLR, com melhoria na parcela adicional, de modo que os bancos distribuam um percentual maior dos seus resultados para toda a categoria&#8221;, pontuou Juvandia Moreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Impedimos, ainda, o congelamento de verbas e a retirada de direitos, que os bancos tentaram por várias rodadas, como por exemplo, da gratificação de caixa, alegando que a função de caixa está em extinção”, destacou a dirigente. “E, hoje, além de derrubar as propostas de arrocho, avançamos nas negociações sobre indenização adicional e recolocação no mercado de trabalho, dos bancários demitidos devido ao fechamento de agências”, completou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros avanços do Comando Nacional ao longo das rodadas anteriores foram negociações na RN-1; na proteção dos trabalhadores em relação à gestão ética da tecnologia (monitoramento digital não invasivo); no direito à desconexão; e nas cláusulas de combate ao assédio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Comando e a Fenaban voltam a negociar nesta sexta-feira (28/8), comprometimento dos bancos de trazerem uma nova proposta de reajuste. “Vamos seguir lutando por aumento real”, pontuou Juvandia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A também coordenadora do Comando Nacional, Neiva Ribeiro, reforçou: “Vencemos o intuito dos bancos de impor um arrocho salarial, apesar da sua estratégia de postergar as negociações para uma data cada vez mais próxima da nossa data-base, se valendo do fim da ultratividade, aprovada na reforma trabalhista. Vencemos essa estratégia graças a nossa mobilização, a participação da categoria nas plenárias, na paralisação do dia 20, nossa unidade nacional e nossa capacidade de negociação. Porém, o índice ainda não é suficiente para valorizar os trabalhadores de um dos setores mais lucrativos da economia. Rejeitamos a proposta e reforçamos, mais uma vez, que a categoria espera valorização real para salários, VA, VR e PLR”, enfatizou.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Caixa tem lucro de R$ 3,9 bilhões no 2º trimestre, alta de 5,9%</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-tem-lucro-de-r-39-bilhoes-no-2o-trimestre-alta-de-59/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 11:35:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa lucro semestral 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Lucro caixa semestral Caixa]]></category>
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					<description><![CDATA[A Caixa Econômica Federal acumula um lucro líquido de&#160;R$ 7,4 bilhões&#160;no primeiro semestre de 2026! A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido recorrente de R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre, alta de 5,9% em relação ao mesmo período de 2025, segundo relatório da administração divulgado nesta quarta-feira (26). A Caixa Econômica Federal acumula um lucro líquido de R$ 7,4 bilhões no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8">A Caixa Econômica Federal acumula um lucro líquido de&nbsp;<strong>R$ 7,4 bilhões</strong>&nbsp;no primeiro semestre de 2026!</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>Caixa Econômica Federal</strong> registrou lucro líquido recorrente de <strong>R$ 3,9 bilhões </strong>no segundo trimestre, alta de 5,9% em relação ao mesmo período de 2025, segundo relatório da administração divulgado nesta quarta-feira (26).  A Caixa Econômica Federal acumula um lucro líquido de <strong>R$ 7,4 bilhões</strong> no primeiro semestre de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado foi impulsionado pela <strong>expansão da carteira de crédito</strong>, que encerrou o segundo trimestre de 2026 em <strong>R$ 1,45 trilhão</strong>, alta de <strong>11,9%</strong> em relação ao mesmo período do ano anterior. A captação e as receitas de prestação de serviços também contribuíram para o desempenho no trimestre, segundo a Caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>carteira imobiliária</strong> atingiu <strong>R$ 1,01 trilhão</strong>, alta de <strong>15%</strong> em relação ao mesmo período de 2025. As carteiras comercial, de infraestrutura e de agronegócio totalizaram R$ 270,4 bilhões, R$ 110,5 bilhões e R$ 62,3 bilhões, respectivamente. O índice de inadimplência acima de 90 dias subiu 0,98 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2025, para 3,64%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a provisão para créditos de liquidação duvidosa alcançou R$ 7 bilhões, alta de 97,6% na comparação anual. O Índice de Basileia ficou em 15,5%, ante 16% no segundo trimestre de 2025.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Resultado precisa se refletir em valorização</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para a representação dos empregados, os resultados reforçam a cobrança para que a solidez financeira da Caixa seja acompanhada pela valorização de quem trabalha no banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A minuta específica da Campanha Nacional dos Bancários 2026 reivindica, entre outros pontos, uma PLR Social equivalente a 6% do lucro líquido, distribuída de forma linear e sem limite individual, além da retirada de limitadores, maior transparência nos cálculos e participação das entidades sindicais no acompanhamento dos critérios.<br>Na remuneração variável, a reivindicação é pela revisão do Super Caixa, com adoção do princípio “vendeu, recebeu”, pagamento integral de comissões e premiações, critérios claros e previamente divulgados e regras que não estimulem pressão, competição adoecedora ou assédio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Saúde Caixa também está no centro das reivindicações. A minuta pede o fim do teto estatutário que limita a participação do banco no custeio do plano e a garantia da proporção de 70% das despesas para a Caixa e 30% para os empregados. A retirada do teto de 6,5% da folha salarial é uma das prioridades da CEE nas negociações de 2026.<br>“Um banco que encerra seis meses com R$ 7,4 bilhões de lucro, quase R$ 2,4 trilhões em ativos e uma carteira de crédito de R$ 1,448 trilhão tem resultados que demonstram sua força. O que estamos cobrando é que essa força também seja usada para valorizar quem constrói esses números. Isso significa colocar mais recursos no Saúde Caixa, melhorar a PLR, corrigir os problemas dos programas de remuneração variável e garantir remuneração adequada, contratar mais empregados e oferecer condições de trabalho que não adoeçam as pessoas”, concluiu Luiza Hansen.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Adoecimento acende alerta</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados sobre saúde reforçam a preocupação. Pesquisa realizada pela Fenae em 2025, com 3.820 empregados da ativa e aposentados de todas as regiões do país, avaliou condições de trabalho e percepções sobre saúde física e mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento apontou a cobrança por resultados, o ritmo acelerado de trabalho e a fiscalização constante do desempenho entre os principais riscos psicossociais. O estudo estima que ao menos dois terços dos trabalhadores pesquisados podem estar trabalhando adoecidos. Também mostrou que 41% consideram o risco de descomissionamento uma ameaça constante e 55% se sentem pressionados a vender produtos que não consideram úteis ou benéficos aos clientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro indicador preocupante é que 32% declararam usar medicação psiquiátrica por motivos relacionados ao trabalho, enquanto 37% dos participantes relataram diagnóstico de problema de saúde mental relacionado ao trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não podemos discutir balanço olhando somente para lucro, carteira de crédito e eficiência. Precisamos olhar também para as pessoas que produzem esses resultados. Quando o quadro é insuficiente, a cobrança por metas é excessiva e a ameaça de perda de função vira instrumento de pressão, o custo aparece na saúde dos empregados. Um banco público forte precisa ser economicamente sólido, mas também precisa ter um ambiente de trabalho saudável e respeitoso”, afirmou a coordenadora da CEE.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Prévia da inflação fica em -0,40%, a menor desde maio de 2020</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/previa-da-inflacao-fica-em-040-a-menor-desde-maio-de-2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 08:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos diminuem de preço 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Deflação agosto 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[inflação diminui agosto 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Bônus de Itaipu e alimentos ajudaram a derrubar o IPCA-15 O desconto do Bônus de Itaipu na conta de luz e os preços dos alimentos ajudaram a jogar a prévia da inflação de agosto para baixo e fazer o índice fechar o mês em -0,40%, a menor desde maio de 2020, quando marcou -0,59%. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-10">Bônus de Itaipu e alimentos ajudaram a derrubar o IPCA-15</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O desconto do Bônus de Itaipu na conta de luz e os preços dos alimentos ajudaram a jogar a prévia da inflação de agosto para baixo e fazer o índice fechar o mês em -0,40%, a menor desde maio de 2020, quando marcou -0,59%.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado é a primeira deflação, isto é, inflação negativa, desde agosto de 2025, quando a prévia ficou em -0,14%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/2376/ipca_15_2026_ago.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Os dados fazem parte do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15),</strong></a>&nbsp;divulgado quarta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em julho o indicador tinha marcado 0,06%. Com o resultado de agosto, o IPCA-15 acumula 4,24% em 12 meses.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bônus na conta de luz</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Dos nove grupos de produtos e serviços apurados pelo IBGE, cinco apresentaram deflação no mês:</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Alimentação e bebidas: -0,57% (impacto de -0,12 ponto percentual)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Habitação: -1,41% (-0,22 p.p.)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Artigos de residência: 0,04% (0 p.p.)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vestuário: -0,20% (-0,01 p.p.)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Transportes: -1% (-0,20 p.p.)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saúde e cuidados pessoais: 0,40% (0,05 p.p.)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Despesas pessoais: 0,66% (0,07 p.p.)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Educação: 0,46% (0,03 p.p.)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Comunicação: -0,02% (0 p.p.)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O preço da energia elétrica residencial foi o subitem que mais puxou a prévia da inflação para baixo, recuando 6,25% (-0,26 p.p.). A explicação está no Bônus de Itaipu, desconto que consumidores receberam na conta de luz.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Alimentos</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo alimentação e bebidas (-0,57%) foi influenciado pela alimentação no domicílio, que ficou 0,97% mais barata.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja os alimentos que mais caíram de preço:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">tomate: -27,38%</p>



<p class="wp-block-paragraph">batata-inglesa: -25,14%</p>



<p class="wp-block-paragraph">cenoura: -17,05%</p>



<p class="wp-block-paragraph">café moído: -2,31%</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Queda na gasolina</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A deflação no grupo transportes foi puxada principalmente pelo preço da passagem aérea, que recuou 13,30% no mês. Os combustíveis também contribuíram (-1,43%). Foram registradas quedas no etanol (-3,63%), na gasolina (-1,23%) e no óleo diesel (-0,71%).</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>IPCA-15 e IPCA</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O IPCA-15 tem basicamente a mesma metodologia do IPCA, a chamada inflação oficial, que serve de base para a política de meta de inflação do governo: 3% no acumulado em 12 meses, com margem de tolerância de 1,5 p.p. para mais ou para menos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diferença está no período de coleta de preços e na abrangência geográfica. Na prévia, a pesquisa e feita e divulgada antes mesmo de acabar o mês de referência. Em relação à divulgação atual, o período de coleta foi de 16 de julho a 14 de agosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ambos os índices levam em consideração uma cesta de produtos e serviços para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Atualmente o valor do mínimo é R$ 1.621.</strong><br><br>O IPCA-15 coleta preços de 367 produtos e serviços (10 a menos que o IPCA) em 11 localidades do país (as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.); e o IPCA, 16 localidades (inclui Vitória, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O IPCA cheio de agosto será divulgado em 11 de setembro. O&nbsp;<a href="https://www.bcb.gov.br/content/focus/focus/R20260821.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>boletim Focus da última segunda-feira (24), sondagem do Banco Central (BC)</strong></a>&nbsp;com instituições do mercado financeiro, aponta que o mercado espera que a inflação de agosto fique em -0,18%.&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>EM DEFESA DA CABESP: ENTIDADES APOIAM MÁRIO RAIA PARA O CONSELHO DELIBERATIVO NAS ELEIÇÕES DE 2026</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/em-defesa-da-cabesp-entidades-apoiam-mario-raia-para-o-conselho-deliberativo-nas-eleicoes-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 06:43:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Apoio]]></category>
		<category><![CDATA[Banespa]]></category>
		<category><![CDATA[Cabesp]]></category>
		<category><![CDATA[chapa Em Defesa da Cabesp]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Eleição Cabesp 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Raia]]></category>
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					<description><![CDATA[VOTE EM MÁRIO RAIA PARA O CONSELHO DELIBERATIVO DA CABESP, DE 8 A 15 DE SETEMBRO, PELO SITE DA CABESP. As entidades representativas dos bancários do Banespa — Afubesp, Afabesp, Abesprev, Feeb-SP/MS, Sindicato dos Bancários de Santos e Região, Sindicato dos Bancários de São Paulo, Contraf e sindicatos filiados — uniram forças na campanha &#8220;Em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-12">VOTE EM MÁRIO RAIA PARA O CONSELHO DELIBERATIVO DA CABESP, DE 8 A 15 DE SETEMBRO, PELO SITE DA CABESP.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As entidades representativas dos bancários do Banespa — Afubesp, Afabesp, Abesprev, Feeb-SP/MS, <strong>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</strong>, Sindicato dos Bancários de São Paulo, Contraf e sindicatos filiados — uniram forças na campanha &#8220;<strong>Em Defesa da Cabesp</strong>&#8221; para mobilizar o corpo social nas eleições que ocorrem entre 8 e 15 de setembro de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O candidato indicado pelas entidades para o Conselho Deliberativo é Mário Raia</strong>. A participação expressiva de todos os associados — incluindo dependentes do Cabesp Família — é apontada como fundamental para frear retrocessos, resguardar direitos e garantir a fiscalização das decisões da diretoria.</p>



<h4 class="wp-block-heading">REJEIÇÃO A ATOS ARBITRÁRIOS E IMPOSIÇÃO ESTATUTÁRIA</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A mobilização ganha força após a diretoria da Cabesp impor um novo Estatuto sem a devida aprovação em Assembleia Geral e sem registro em cartório, utilizando como pretexto as exigências da Resolução Normativa nº 649 da ANS. Segundo as entidades, o banco Santander extrapolou os limites legais com o objetivo de enfraquecer a governança da caixa de assistência e retirar o poder de decisão dos associados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da falta de quórum na Assembleia, a diretoria tentou aprovar as alterações por meio de um plebiscito esvaziado, no qual apenas 156 associados votaram (menos de 1% do corpo social). Em contrapartida, uma consulta pública independente organizada pela Afubesp, Afabesp, Abesprev e sindicatos reuniu 6.902 associados, resultando em uma rejeição esmagadora de 99,38% dos votos contra as propostas da direção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na consulta promovida pelas entidades, 99,38% votaram NÃO (rejeição total às alterações impostas e exigência de nova Assembleia Geral) e apenas 0,62% votaram SIM.</p>



<h4 class="wp-block-heading">ATUAÇÃO EM DOIS PILARES: JURÍDICO E REPRESENTATIVO</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para conter novos atos arbitrários e garantir os direitos da categoria, a representação atuará em duas frentes complementares:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Jurídico em Ação:</strong> As entidades já ingressaram na Justiça para anular as alterações estatutárias unilaterais. Os dados da consulta pública foram anexados aos processos como prova do descontentamento e da ilegitimidade das medidas da direção.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Eleger Representantes:</strong> Mesmo questionando a reforma na Justiça, a ocupação das cadeiras no Conselho Deliberativo é considerada indispensável. Abandonar esse espaço deixaria a gestão sem a fiscalização dos verdadeiros donos da entidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading">QUEM É MÁRIO RAIA</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Candidato ao Conselho Deliberativo com o apoio unânime das entidades, Mário Raia conta com ampla trajetória técnica e associativa:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>É pós-graduado em Economia do Trabalho pela Unicamp e em Políticas de Economia Global na Faculdade de Economia e Direito de Berlim (Alemanha).</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Foi eleito conselheiro fiscal da Cabesp (2021 a 2026).</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>No Banesprev, foi eleito conselheiro fiscal suplente (2007 a 2010) e membro do Comitê Gestor do Plano II (2011 a 2012).</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>É secretário-geral da Afubesp.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">COMO E QUANDO VOTAR</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A votação será realizada exclusivamente pela internet.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Período:</strong> Das 10h do dia 8 de setembro até às 10h do dia 15 de setembro de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Onde votar:</strong> Pelo Portal Cabesp (<a href="http://www.cabesp.com.br">www.cabesp.com.br</a>), mediante login e senha do associado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quem pode votar:</strong> Todos os associados e dependentes do Cabesp Família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Verifique com antecedência se o seu acesso ao portal está funcionando. Em caso de qualquer dificuldade, entre em contato imediatamente com o Fale Conosco da Cabesp para regularizar a situação e garantir seu direito de votar.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1080" height="1350" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-26-at-16.41.47.jpg" alt="" class="wp-image-70129"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1749" height="2481" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/cabesp_2026_Mario-II_page-0002-1.jpg" alt="" class="wp-image-70130"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1749" height="2481" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/cabesp_2026_Mario-II_page-0001.jpg" alt="" class="wp-image-70131"/></figure>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Campanha Nacional: Sem aumento real não dá, Fenaban!</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/campanha-nacional-sem-aumento-real-nao-da-fenaban/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 01:20:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento Real]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Nacional das Bancárias e dos Bancários 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Comando Nacional das Bancárias e dos Bancários]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Impasse]]></category>
		<category><![CDATA[Negociação]]></category>
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					<description><![CDATA[Fenaban não muda índice, que mantém perda de 1,50% na remuneração, e propõe perda real no vale alimentação; Negociação continua nesta quinta e trabalhadores mantêm exigência por aumento real, com base no INPC. A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) voltou a mesa de negociações nesta quarta-feira (26/8) mantendo proposta rebaixada de reajustes à categoria, durante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-14">Fenaban não muda índice, que mantém perda de 1,50% na remuneração, e propõe perda real no vale alimentação; Negociação continua nesta quinta e trabalhadores mantêm exigência por aumento real, com base no INPC.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) voltou a mesa de negociações nesta quarta-feira (26/8) mantendo proposta rebaixada de reajustes à categoria, durante as mais de 9 horas de negociação. Comando Nacional não aceitou e mesa será retomada nesta quinta-feira (27), a partir das 10h.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://contrafcut.com.br/data/files/93/C2/38/C6/0B040A102C72710A820808A8/copia%20para%20Claudia%20GRAFICOS%20CONTRAF.png" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O que exigimos é aumento real, com base no INPC, nos salários, nas demais verbas e maior distribuição da PLR. Isso é o básico!&#8221;, replicou Juvandia Moreira, coordenadora do Comando Nacional das Bancárias e dos Bancários, após as propostas reapresentadas pelos banqueiros, na 11º rodada de negações, realizada hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reapresentada, porque o mesmo modelo de reajuste já havia sido colocado na mesa pela Fenaban na última rodada: de 2,57% para os salários, demais remunerações e auxílios. Além disso, os banqueiros propuseram hoje:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>PLR:</strong> Reajuste do teto da regra básica de 2,57%. Isso impactaria positivamente a PLR de 8% da categoria (beneficiando, portanto, somente cerca de 35 mil pessoas); A exigência do Comando Nacional é de mudanças em toda a regra básica da PLR: reajustes nos tetos, nas parcelas fixas e melhoria na PLR Adicional.</li>



<li><strong>Vale-alimentação:</strong> Reajuste conforme inflação para “alimentação em domicílio”, medida pelo IPCA, hoje em 2,57% e com estimativa de 2,99% para a data-base da categoria (1 de setembro). Esse ajuste significaria perda de 1,1% em relação ao INPC da data base.</li>



<li><strong>Vale-refeição:</strong> Reajuste conforme a inflação da “refeição fora do domicílio”, medida pelo IPCA, hoje em 4,5%.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O Comando Nacional rebateu a proposta. “Na negociação anterior eles haviam congelado a PLR. Nesta, propuseram reajustar apenas o teto da regra básica, o que continua prejudicando a maioria dos trabalhadores, com índice sem aumento real. Exigimos melhoras na parcela adicional, de modo que valorize a PLR de todos os bancários e bancárias”, reforçou Juvandia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Comando registrou ainda que, de um total de 10.126 reajustes já firmados em convenções coletivas neste ano, 87,1% das categorias obtiveram ganho real e o que o setor mais lucrativo do país está propondo aos seus trabalhadores é um reajuste que significa menos de 1% do lucro total que atingiu, em 2025, R$ 182 bilhões. “Considerando que, em 2026, o lucro dos bancos irá crescer ainda mais, a proposta não significará quase nada no bolso dos banqueiros&#8221;, analisou Juvandia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O salário da categoria perdeu poder de compra nos últimos 12 meses. O poder de compra do VA e VR, que teve uma perda enorme durante o governo Bolsonaro, até hoje não foi recomposto. O percentual de lucro distribuído com a PLR é reduzido a cada ano. Não podemos aceitar uma proposta sem aumento real para salários e todas as demais verbas, sem valorização da PLR, do VR e do VA”, destacou a também coordenadora do Comando Nacional, Neiva Ribeiro. “Nós estamos aqui defendendo o direito dos trabalhadores. Não vamos aceitar sair daqui com retirada de nenhum desses direitos”, completou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se por um lado os banqueiros querem impor perda salarial aos bancários, por outro acabam de anunciar, na Febraban Tech, que os bancos devem investir R$ 50,4 bilhões em tecnologia até o final de 2026. Enquanto se recusam a melhorar a distribuição dos lucros aos trabalhadores, a valorizar o VR e VA, os bancos já aprovaram, para 2026, uma remuneração média anual de R$ 12,5 milhões para os altos executivos – reajuste de mais de R$ 1 milhão em relação a 2025.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Banqueiros podem pagar</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados apresentados pelo Comando Nacional dos Bancários ao longo das oito mesas de negociação realizadas até o momento mostram, de forma inequívoca, que os banqueiros possuem todas as condições para atender às reivindicações da categoria.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Entre 2003 e 2025, o lucro líquido dos maiores bancos brasileiros cresceu 178% acima da inflação;</li>



<li>Após a pandemia, entre 2020 e 2025, a variação real do lucro no setor bancário apresentou grande crescimento: 61% nos bancos privados, 10% nos bancos públicos; 1.580% nos bancos digitais;</li>



<li>Em 2025, o setor bancário lucrou R$ 182,4 bilhões (IFData);</li>



<li>Em 2025, os cinco maiores bancos tiveram lucro de R$ 124 bilhões;</li>



<li>A rentabilidade média dos bancos, desde 2003, fica invariavelmente muito acima da inflação. Mesmo após a pandemia, a rentabilidade média ficou três vezes acima do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo);</li>



<li>A taxa de juros reais, diferença entre a taxa de juros e a inflação, no Brasil, é uma das maiores do mundo. Portanto, análises que envolvam comparação de rentabilidade dos bancos com a taxa de juros Selic devem levar em conta a especificidade brasileira.</li>



<li>Mesmo com a Selic em patamar muito elevado (média de 14,33% em 2025), a ROE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido) média dos bancos supera a taxa. Após a pandemia, ficou, em média, 2,3 vezes acima e, desde 2022, está 1,2 vezes acima;</li>



<li>O Patrimônio Líquido (PL) somado dos dois setores mais rentáveis que os bancos, em 2025, somou R$ 48 bilhões. O PL do setor bancário foi de cerca de R$ 1,2 trilhão, ou seja, 25 vezes maior.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Mesas específicas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As mesas específicas por banco (como Banco do Brasil e Caixa) serão retomadas após as definições da mesa única com a Fenaban.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Salário mínimo deverá subir para R$ 1.741 em 2027</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/salario-minimo-devera-subir-para-r-1-741-em-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 08:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Reajuste do salário mínimo 2027]]></category>
		<category><![CDATA[Salário mínimo 2027]]></category>
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					<description><![CDATA[Reajuste de 7,4% eleva despesas públicas, mas aumenta poder de compra O salário mínimo deverá subir para R$ 1.741 em 2027, disse nesta segunda-feira (24) o ministro da Fazenda, Dario Durigan. A estimativa será incluída no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que será enviado ao Congresso Nacional até 31 de agosto. O valor representa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-16">Reajuste de 7,4% eleva despesas públicas, mas aumenta poder de compra</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O salário mínimo deverá subir para R$ 1.741 em 2027, disse nesta segunda-feira (24) o ministro da Fazenda, Dario Durigan. A estimativa será incluída no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que será enviado ao Congresso Nacional até 31 de agosto.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O valor representa um aumento de R$ 120, ou 7,4%, sobre os atuais R$ 1.621. A nova projeção também ficou R$ 24 acima da estimativa de R$ 1.717 apresentada pelo governo no&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/governo-propoe-salario-minimo-de-r-1717-em-2027"><strong>projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) em abril</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O reajuste tem impacto direto nas contas públicas porque o salário mínimo é usado como referência para benefícios previdenciários e assistenciais. Ao mesmo tempo, uma elevação acima da inflação aumenta o poder de compra de trabalhadores e beneficiários que recebem o piso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Cumprindo a legislação brasileira, dentro do nosso espírito de privilegiar a população mais carente, vai também para a Previdência e para os benefícios sociais que têm indexação no salário mínimo”, afirmou Durigan nesta noite.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Inflação define valor</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Os R$ 1.741 ainda são uma projeção.&nbsp;</strong>O valor definitivo será conhecido no fim de 2026, após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado até novembro. O INPC mede a inflação para famílias com renda de até oito salários mínimos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A regra atual combina a inflação medida pelo INPC com um ganho real (acima da inflação) de 2,5%, dentro dos limites estabelecidos pela legislação. Por isso, uma inflação diferente da estimada pelo governo poderá alterar o valor final.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A previsão de R$ 1.741 inclui um ganho acima da inflação, o que significa aumento real da renda para quem recebe o piso, desde que a inflação efetiva fique dentro das estimativas consideradas no cálculo.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Pressão sobre gastos</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O reajuste também representa aumento das despesas do governo. Cerca de 45% dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social (RGPS) têm valor vinculado ao salário mínimo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A alta afeta pagamentos como aposentadorias e pensões do INSS, Benefício de Prestação Continuada (BPC), seguro-desemprego e abono salarial. A contribuição previdenciária dos Microempreendedores Individuais (MEIs) também é influenciada pelo piso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse efeito torna o salário mínimo uma variável importante para o planejamento das contas públicas. Quanto maior o reajuste, maior tende a ser a despesa do governo com benefícios vinculados ao piso.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Efeito na economia</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O aumento também pode estimular o consumo, principalmente entre famílias de menor renda, que tendem a destinar uma parcela maior dos recursos recebidos para despesas básicas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, o impacto fiscal limita o espaço do governo para ampliar outras despesas. O reajuste do mínimo, portanto, envolve um equilíbrio entre aumento da renda, preservação do poder de compra e controle das contas públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durigan afirmou que o Orçamento de 2027 será elaborado levando em conta esse cenário e destacou que o governo pretende manter o ganho real previsto para o salário mínimo e controlar o crescimento de outros gastos obrigatórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para o ano que vem, a gente projeta o aumento das obrigatórias um pouco inferior ao aumento geral do orçamento. As medidas têm o condão de dar racionalidade, de que modo que a regra com ganho real do arcabouço fiscal vai ter um ganho real maior do que as obrigatórias amplamente consideradas”, argumentou o ministro.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Orçamento no Congresso</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O PLOA de 2027 será encaminhado ao Congresso Nacional até 31 de agosto e ainda passará pela análise dos parlamentares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O valor definitivo do salário mínimo só será conhecido em dezembro, quando for divulgado o INPC de novembro. Se a projeção de R$ 1.741 for confirmada, o novo piso entrará em vigor em janeiro de 2027.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o governo, a mudança terá impacto simultâneo sobre a renda de milhões de brasileiros e sobre as despesas públicas, fazendo do salário mínimo uma das principais variáveis do Orçamento do próximo ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Caixa não apresenta nova proposta para o Saúde Caixa</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-nao-apresenta-nova-proposta-para-o-saude-caixa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 07:10:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Ausências Permitidas]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Nacional dos Bancários 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Executiva dos Empregados (CEE)]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[equidade]]></category>
		<category><![CDATA[Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Negociação]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas com Deficiência (PCD)]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Integral]]></category>
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					<description><![CDATA[O banco anunciou que reformulará a proposta devido à insatisfação dos empregados. Em resposta, a CEE cobra a proporção 70/30, maior participação da Caixa no custeio e o fim do teto de 6,5%. A Caixa não apresentou uma nova proposta para o Saúde Caixa na rodada de negociações com a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-18">O banco anunciou que reformulará a proposta devido à insatisfação dos empregados. Em resposta, a CEE cobra a proporção 70/30, maior participação da Caixa no custeio e o fim do teto de 6,5%.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Caixa não apresentou uma nova proposta para o Saúde Caixa na rodada de negociações com a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) realizada (25/8), em São Paulo. O banco reconheceu a forte insatisfação do funcionalismo com as duas propostas anteriores e optou por aprofundar os estudos antes de levar uma nova alternativa à mesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A representação dos empregados ressaltou a frustração da expectativa gerada pelo próprio banco e cobrou celeridade, enfatizando que não basta alterar a forma de cobrança: é necessário que a Caixa aporte mais recursos, sem repassar o aumento de custos aos trabalhadores. A CEE reiterou o pleito para que o banco volte a custear 70% das despesas do plano (cabendo 30% aos beneficiários) e defendeu a remoção do teto de 6,5% da folha de pagamento que limita a participação financeira da empresa. A adesão à paralisação recente foi destacada como reflexo desse cenário e da insatisfação com as condições de trabalho.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Saúde Integral</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mesmo sem proposta para o plano de saúde, a Caixa apresentou avanços na política de Saúde Integral, com foco em atuação preventiva e multidisciplinar. As frentes anunciadas incluem:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Linhas de cuidado para saúde cardiometabólica, hábitos de vida, saúde mental e problemas osteomusculares.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ações de prevenção cardiovascular e acompanhamento de dependências (tabagismo, química e jogos).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A intenção do banco é custear integralmente esses programas, com previsão de entrada em vigor em janeiro, caso aprovados no acordo. A representação dos empregados avaliou as medidas de forma positiva, mas ponderou que a prevenção efetiva exige enfrentar os modelos de gestão adoecedores, a pressão por resultados e a sobrecarga de trabalho. O movimento sindical cobrou transparência para assegurar que esses custos sejam mantidos estritamente a cargo do banco, sem transferências para o Saúde Caixa. Também foram cobradas medidas concretas voltadas ao endividamento dos trabalhadores.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Diversidade, Equidade e Inclusão</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Houve avanços na pauta de diversidade. A proposta do banco engloba:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Atualização contínua das diretrizes e realização periódica do Censo da Diversidade.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fortalecimento dos coletivos e capacitações recorrentes sobre vieses inconscientes, priorizando a alta gestão e membros de bancas de seleção.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE apresentou uma proposta de redação para dar maior solidez às cláusulas do acordo coletivo. Após análise, o banco sinalizou convergência e o texto final será ajustado conjuntamente pelas assessorias jurídicas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Enquadramento para Pessoas com Deficiência (PCD)</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Caixa propôs a reformulação do fluxo de reconhecimento e enquadramento de trabalhadores PCDs, incluindo pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A medida busca padronizar o processo, prevendo análise pela Medicina do Trabalho, avaliações multidisciplinares e mapeamento de adaptações e tecnologias assistivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento sindical considerou a simplificação um passo positivo, mas cobrou garantias para evitar subjetividades no diagnóstico de TEA, além de reiterar os pedidos de prioridade no teletrabalho, redução de jornada e agilidade na adequação estrutural dos postos de trabalho.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ausências Permitidas</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O banco apresentou novas propostas para a gestão de ausências:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fim do limite etário de 18 anos para acompanhamento de filhos ou enteados em consultas médicas.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Criação da &#8220;Ausência Fique Bem&#8221;, permitindo o uso de horas de acompanhamento para consultas e cuidados com a própria saúde, sem necessidade de compensação caso não haja afastamento.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Utilização de licenças (como casamento e paternidade) em até 180 dias após o fato gerador.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Até três dias anuais para exames preventivos de câncer e HPV.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Até dez dias por ano para atletas de alto rendimento convocados para competições oficiais (previsão para 2027).</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Continuidade das Negociações</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A pauta específica da Caixa segue em negociação. A CEE manterá a cobrança por avanços, priorizando uma solução para o Saúde Caixa que preserve os princípios de solidariedade e o pacto intergeracional, mediante ampliação do financiamento por parte do banco.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/banqueiros-propoem-reajuste-de-62-da-inflacao-um-dos-piores-de-2026/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/banqueiros-propoem-reajuste-de-62-da-inflacao-um-dos-piores-de-2026/">Fenaban propõem reajuste de 62% da inflação, um dos piores de 2026</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Negociação do Banco do Brasil segue sem avanço nas principais reivindicações</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/negociacao-do-banco-do-brasil-segue-sem-avanco-nas-principais-reivindicacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 23:14:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Empresa das Funcionárias e dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB)]]></category>
		<category><![CDATA[demandas prioritárias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Negociação]]></category>
		<category><![CDATA[PCDs]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Cargos e Salários]]></category>
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					<description><![CDATA[Na oitava rodada, representação das funcionárias e dos funcionários do Banco do Brasil cobrou respostas do banco para demandas prioritárias; banco apresentou avanços para os PCDs. A Comissão de Empresa das Funcionárias e dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) reuniu-se com a direção do banco na noite desta terça-feira (25/8). O encontro seguiu-se à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-20">Na oitava rodada, representação das funcionárias e dos funcionários do Banco do Brasil cobrou respostas do banco para demandas prioritárias; banco apresentou avanços para os PCDs.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Comissão de Empresa das Funcionárias e dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) reuniu-se com a direção do banco na noite desta terça-feira (25/8). O encontro seguiu-se à reunião entre o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban, que ocorreu durante todo o dia, e marcou a oitava rodada de negociação específica da Campanha Nacional dos Bancários 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na reunião, a coordenação da CEBB reforçou as propostas da representação das funcionárias e dos funcionários, focando especialmente na situação financeira da Cassi e na necessidade de concurso público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação à Cassi, a representação defendeu uma solução emergencial para lidar com a atual insuficiência de recursos da Caixa de Assistência. A proposta inclui a realização de um aporte ou adiantamento imediato, independentemente de uma reforma estatutária ou outra medida estrutural neste momento. Foi ressaltada a necessidade de uma resposta urgente do Banco do Brasil, com a garantia de recursos ainda no mês de agosto, para assegurar o cumprimento dos compromissos da Cassi. A coordenação afirmou que a situação exige uma resposta imediata e que não se pode esperar pela definição de uma solução estrutural enquanto há uma insuficiência de recursos a ser enfrentada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A direção do Banco do Brasil reconheceu a preocupação com a situação da Cassi, mas não apresentou uma solução concreta para a reivindicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre o concurso público para 2027, outro ponto reforçado pela CEBB foi o compromisso formal do Banco do Brasil em encaminhar à Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST) uma proposta para a sua realização. A coordenação destacou a sobrecarga de trabalho enfrentada pelos funcionários e a importância de planejar a recomposição do quadro de pessoal, mesmo diante das dificuldades atuais. Argumentou-se que o planejamento deve começar agora, pois as necessidades das unidades não podem ser resolvidas apenas com remanejamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O representante do banco informou que, neste momento, não há previsibilidade para um novo concurso. A direção afirmou possuir uma capacidade de pessoal superior à demanda atual e que a prioridade é remanejar os quadros existentes antes de discutir a abertura de novas vagas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto ao agronegócio, a direção do Banco do Brasil fez uma apresentação sobre o setor, indicando que a instituição vive um momento delicado devido ao aumento da inadimplência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco também apresentou respostas para algumas reivindicações, focadas nas pessoas com deficiência e seus dependentes. O Programa de Apoio à Mobilidade de Dependentes PCDs (PAS), que antecipa salário para aquisição de veículos até R$ 100 mil com prazo de até 96 meses e limite de 12 salários, será ampliado para pais e mães de dependentes PCDs, passando a abranger de 3.404 para 7.271 pessoas. Outra medida amplia o direito a ausências autorizadas para funcionários com deficiência, que passará de duas para cinco jornadas de trabalho anuais para aquisição ou reparo de equipamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CEBB continuará analisando as respostas do Banco do Brasil e cobrando respostas concretas para as reivindicações prioritárias da categoria, incluindo melhorias no Plano de Cargos e Salários, aumento no piso, sustentabilidade da Cassi e recomposição do quadro de pessoal.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/banqueiros-propoem-reajuste-de-62-da-inflacao-um-dos-piores-de-2026/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/banqueiros-propoem-reajuste-de-62-da-inflacao-um-dos-piores-de-2026/">Banqueiros propõem reajuste de 62% da inflação, um dos piores de 2026</a></h4>
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