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	<title>tratamento &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>tratamento &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Justiça manda Bradesco recontratar funcionária demitida com câncer</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/justica-manda-bradesco-recontratar-funcionaria-demitida-com-cancer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 08:43:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
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					<description><![CDATA[Com 20 anos de casa, mulher foi desligada em julho de 2025 e recontratada no dia 6 de janeiro após decisão da Justiça de São Paulo. A Justiça de São Paulo determinou que o banco Bradesco recontratasse uma funcionária que havia sido demitida sem justa causa em meio a um tratamento de câncer no colo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Com 20 anos de casa, mulher foi desligada em julho de 2025 e recontratada no dia 6 de janeiro após decisão da Justiça de São Paulo.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Justiça de São Paulo determinou que o banco <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">Bradesco</a> recontratasse uma funcionária que havia sido demitida sem justa causa em meio a um tratamento de câncer no colo do útero. A mulher, com 20 anos de casa, foi desligada em julho do ano passado e recontratada na terça-feira (6/1).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, proferida em 5 de dezembro do ano passado, estabeleceu também a manutenção do plano de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sentença, em caráter provisório de urgência, a desembargadora Ana Maria Moraes Barbosa Macedo afirmou que “não há dúvida de que a perda do emprego e do plano de saúde durante o tratamento de grave enfermidade acarreta perigo grave irreversível ao trabalhador que necessita do emprego para sustento e do plano de saúde para o tratamento”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Anteriormente, a 3ª Vara do Trabalho de Osasco, na região metropolitana, havia indeferido o pedido de antecipação de tutela feito pela trabalhadora.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Readmitida pelo Bradesco</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A funcionária, que segue em quimioterapia e deu início a um tipo de radioterapia, disse que “jamais conseguiria seguir o tratamento sem a decisão judicial”. Nesse período em que ela ficou fora da empresa, o plano de saúde foi mantido em parte do tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, os advogados Kiyomori Mori, Carlos Toni e Hamilton Oguma elogiaram a Justiça do trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É um acinte demitir uma trabalhadora após quase duas décadas de dedicação ao banco, em um momento de tamanha fragilidade. A Justiça do trabalhador segue acolhedora às questões sociais relevantes, cumprindo seu papel constitucional”, apontou o texto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procurado pela reportagem, via assessoria de imprensa, o Bradesco disse que não comentará o caso.</p>
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		<title>Brasil recebe lote de medicamento para tratar câncer de mama no SUS</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/brasil-recebe-lote-de-medicamento-para-tratar-cancer-de-mama-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 08:34:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de Mama]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Atenção ao Câncer]]></category>
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		<category><![CDATA[Sistema Único de Saúde (SUS)]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta primeira remessa, chegaram 11.978 unidades do remédio. O Ministério da Saúde recebeu, na segunda-feira (13/10), o primeiro lote do medicamento trastuzumabe entansina, incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS), em 2022, para o tratamento do câncer de mama. O remédio é indicado para quem ainda continuou com a doença após a quimioterapia inicial, geralmente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">Nesta primeira remessa, chegaram 11.978 unidades do remédio.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/saude/pt-br">Ministério da Saúde</a> recebeu, na segunda-feira (13/10), o primeiro lote do medicamento trastuzumabe entansina, incorporado ao <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/sus" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/saude/pt-br/sus">Sistema Único de Saúde (SUS)</a>, em 2022, para o tratamento do câncer de mama. O remédio é indicado para quem ainda continuou com a doença após a quimioterapia inicial, geralmente em casos de câncer de mama HER2-positivo em estágio 3, informou a pasta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta primeira remessa, chegaram 11.978 unidades. Ao todo, serão quatro lotes do medicamento, sendo que as próximas entregas estão previstas para dezembro deste ano, março e junho do ano que vem. Segundo o ministério, os insumos atenderão a 100% da demanda atual pelo medicamento no SUS. Ainda em 2025, 1.144 pacientes devem ser beneficiados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O medicamento será repassado às secretarias estaduais de Saúde, que farão a distribuição de acordo com os protocolos clínicos vigentes. O investimento total do governo federal é de R$ 159,3 milhões para a compra de 34,4 mil frascos-ampola do medicamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor do Departamento de Atenção ao Câncer do Ministério da Saúde, José Barreto Campello Carvalheira, falou à imprensa, no local em que a carga foi recebida, no almoxarifado do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É gigantesco o avanço para a oncologia nacional. É uma medicação que vai reduzir em 50% a mortalidade das pacientes que têm HER2- positivo, que é um tipo de câncer de mama. É uma grande vitória do povo brasileiro. O Ministério da Saúde fica orgulhoso de poder estar fazendo essa entrega hoje dentro do Outubro Rosa”, disse o diretor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nas pacientes que ficam com restos tumorais, no câncer de mama, você pode colocar [esse medicamento] agora à disposição para fazer um novo tratamento. Ele garante 50% de redução de mortalidade, 50% menos recidiva local, é realmente um grande avanço, é diminuição de mortalidade”, explicou. Segundo Carvalheira, a previsão é que o medicamento chegue aos pacientes já a partir deste mês, até o começo de novembro.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também<a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/governo-lula-acelera-estudos-para-adocao-de-tarifa-zero-no-transporte-publico/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/governo-lula-acelera-estudos-para-adocao-de-tarifa-zero-no-transporte-publico/"> Governo acelera estudos para adoção de tarifa zero no transporte público</a></h4>
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		<item>
		<title>Saúde amplia tratamento para casos graves de Alzheimer no SUS</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/saude-amplia-tratamento-para-casos-graves-de-alzheimer-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2025 06:56:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
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		<category><![CDATA[Diário Oficial da União]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT)]]></category>
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		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Estimativa é que 10 mil pessoas sejam beneficiadas no primeiro ano Uma portaria do Ministério da Saúde publicada nesta quinta-feira (15/5) no Diário Oficial da União determina a ampliação do uso da donepezila para pacientes com forma grave da doença de Alzheimer via Sistema Único de Saúde (SUS). Até então, o medicamento, que ajuda a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6">Estimativa é que 10 mil pessoas sejam beneficiadas no primeiro ano</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Uma <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-sectics/ms-n-20-de-12-de-maio-de-2025-629493334" data-type="link" data-id="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-sectics/ms-n-20-de-12-de-maio-de-2025-629493334">portaria do Ministério da Saúde</a> publicada nesta quinta-feira (15/5) no Diário Oficial da União determina a ampliação do uso da donepezila para pacientes com forma grave da doença de Alzheimer via Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até então, o medicamento, que ajuda a preservar as funções cognitivas e a capacidade funcional, era disponibilizado na rede pública apenas para pessoas com formas leves ou moderadas da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, a pasta informou que, a partir de agora, pacientes com forma grave da doença poderão usar a donepezila em conjunto ou não com a memantina, medicação já disponibilizada pelo SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O cuidado contínuo por meio desses medicamentos auxilia na redução de sintomas da doença, como confusão mental, apatia e alterações de comportamento nos pacientes”, destacou o comunicado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A demanda para ampliação do uso da donepezila é do próprio Ministério e surgiu durante o processo de atualização do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da doença de Alzheimer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estimativa da pasta é que cerca de 10 mil pessoas sejam beneficiadas no primeiro ano da oferta do medicamento.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Doença</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A doença de Alzheimer é uma condição neurodegenerativa progressiva que atinge a memória, o comportamento e a autonomia dos pacientes. Embora não haja cura, o tratamento pode contribuir para a redução do ritmo da perda de capacidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nos estágios graves, o cuidado precisa ser ainda mais presente e o acesso a medicamentos eficazes se torna um aliado fundamental”, destacou o ministério.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos apresentados à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) apontam que a continuidade do uso da donepezila pode melhorar sintomas como agitação, apatia e confusão, além de adiar a necessidade de institucionalização.</p>
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		<item>
		<title>Bancária com lúpus tem demissão discriminatória reconhecida</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bancaria-com-lupus-tem-demissao-discriminatoria-reconhecida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 07:52:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Funcionária do Itaú afirma que a instituição tinha conhecimento de sua condição de saúde Uma bancária de Salvador receberá uma indenização de R$ 30 mil por ter sido demitida de forma discriminatória. A profissional tem diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico, condição que era conhecida pelo empregador. A decisão é da 5ª Turma do Tribunal Regional [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8">Funcionária do Itaú afirma que a instituição tinha conhecimento de sua condição de saúde</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Uma bancária de Salvador receberá uma indenização de R$ 30 mil por ter sido demitida de forma discriminatória. A profissional tem diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico, condição que era conhecida pelo empregador. A decisão é da 5ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A trabalhadora foi dispensada sem justificativa em agosto de 2022. Segundo ela, o banco <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/itau-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/itau-noticias/">Itaú</a> tinha conhecimento de sua condição de saúde, pois, durante a pandemia da Covid-19, apresentou um relatório médico recomendando seu afastamento dos atendimentos presenciais. No processo, alegou que a dispensa foi discriminatória e que, ao perder o emprego, estaria sem condições de arcar com seu tratamento. Por isso, pediu uma indenização de R$ 50 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz da 1ª Vara do Trabalho de Salvador negou o pedido, argumentando que não havia provas suficientes para caracterizar a dispensa discriminatória. Segundo ele, o lúpus não gera automaticamente estigma ou preconceito. Para ele, a bancária não comprovou estar em estado grave ou que houve discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Insatisfeita, ela recorreu ao tribunal regional. A relatora do caso, desembargadora Viviane Leite, considerou procedente o pedido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a magistrada, tanto a Constituição Federal quanto legislações infraconstitucionais proíbem práticas discriminatórias para garantir a dignidade do empregado. Ela destacou ainda que o Tribunal Superior do Trabalho fixou entendimento de que o lúpus é doença que causa estigma e preconceito, e, portanto, enseja a aplicação do entendimento sufragado na Súmula 443 do TST.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão enfatizou que, para haver nulidade da dispensa e direito à indenização, é necessário comprovar que a empresa sabia da condição de saúde da trabalhadora. No caso, ficou demonstrado que o banco tinha ciência da doença desde março de 2020, durante a pandemia, quando concedeu à funcionária o direito ao trabalho remoto, por recomendação médica. Além disso, a prova testemunhal reforçou a tese de que a demissão ocorreu por causa da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base nesses elementos, a 5ª Turma do TRT-5 reconheceu a dispensa discriminatória e fixou a indenização em R$ 30 mil. A decisão contou com a participação dos desembargadores Paulino Couto e Tânia Magnani. Com informações da assessoria de comunicação do TRT-5.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Bancaria-com-lupus-tem-dispensa-discriminatoria.htm" data-type="link" data-id="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Bancaria-com-lupus-tem-dispensa-discriminatoria.htm">Clique aqui para ler a decisão</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">Processo 0000496-94.2022.5.05.0001</h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Anvisa aprova primeira insulina semanal para tratar diabetes 1 e 2</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/anvisa-aprova-primeira-insulina-semanal-para-tratar-diabetes-1-e-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 08:17:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)]]></category>
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		<category><![CDATA[diabetes 1 e 2]]></category>
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					<description><![CDATA[Trata-se da medicação Awiqli, produzida pela farmacêutica Novo Nordisk A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a primeira insulina semanal do mundo para o tratamento de pacientes adultos com diabetes tipo 1 e 2 no Brasil. Trata-se da medicação Awiqli, produzida pela farmacêutica Novo Nordisk. Apesar da aprovação, não há data prevista para lançamento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-10">Trata-se da medicação Awiqli, produzida pela farmacêutica Novo Nordisk</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a primeira insulina semanal do mundo para o tratamento de pacientes adultos com diabetes tipo 1 e 2 no Brasil. Trata-se da medicação Awiqli, produzida pela farmacêutica Novo Nordisk. Apesar da aprovação, não há data prevista para lançamento no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, o fabricante informou que a aprovação foi baseada em resultados do programa de ensaios clínicos Onwards, que demonstrou a eficácia do remédio no controle dos níveis de glicose em pacientes com diabetes tipo 1, alcançando controle glicêmico comparável ao da insulina basal de aplicação diária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Pacientes que utilizaram icodeca mantiveram níveis adequados de glicemia ao longo da semana com uma única injeção.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda de acordo com os estudos, a insulina icodeca também demonstrou segurança e controle glicêmico eficaz, comparável ao das insulinas basais diárias em pacientes com diabetes tipo 2.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A insulina icodeca permitiu um controle estável da glicemia ao longo da semana com uma única injeção semanal, sendo eficaz em pacientes com diferentes perfis, incluindo aqueles com disfunção renal. Em ambos os casos, a segurança foi um fator determinante e Awiqli não demonstrou aumento significativo de eventos adversos graves, incluindo hipoglicemia.”</p>



<h4 class="wp-block-heading">Entenda</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Novo Nordisk, a insulina semanal icodeca já foi aprovada para adultos com diabetes tipo 1 e 2 pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) e em países como Austrália, Suíça, Alemanha, Japão e Canadá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na China, a medicação foi aprovada para o tratamento de diabetes tipo 2 em adultos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os pedidos também já foram submetidos ao FDA [Food and Drugs Adminstration, agência reguladora norte-americana] para avaliação”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Todos os medicamentos da Novo Nordisk devem ser vendidos sob prescrição e o tratamento deve sempre ser indicado e acompanhado por um médico habilitado. Não há data prevista de lançamento do produto no Brasil”, concluiu a farmacêutica no comunicado.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Outubro Rosa reforça a importância do diagnóstico precoce no combate ao câncer de mama</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/outubro-rosa-reforca-a-importancia-do-diagnostico-precoce-no-combate-ao-cancer-de-mama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Oct 2024 07:30:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de Mama]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[exames de rotina]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Nacional do Câncer (Inca)]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, Brasil deve registrar 73.600 novos casos de câncer de mama neste ano Outubro é o mês de conscientização sobre o câncer de mama, conhecido como Outubro Rosa. A campanha tem como objetivo alertar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, além de promover [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-12">De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, Brasil deve registrar 73.600 novos casos de câncer de mama neste ano</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outubro é o mês de conscientização sobre o câncer de mama, conhecido como Outubro Rosa. A campanha tem como objetivo alertar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, além de promover maior acesso aos serviços de saúde. Em 2024, o câncer de mama permanece como o tipo mais comum entre as mulheres no Brasil, com uma estimativa de 73.600 novos casos, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). No estado de São Paulo, a previsão é de 20.470 novos diagnósticos. Esses números trazem alerta e reforçam a relevância da conscientização e da prevenção da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista, a oncologista Solange Sanches, liderança do Centro de Referência em Tumores da Mama do A.C.Camargo Cancer Center, respondeu dúvidas frequentes sobre a doença:</p>



<h4 class="wp-block-heading">A partir de que idade as mulheres devem começar a fazer exames de rotina?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As mulheres podem ser acometidas pelo câncer de mama em qualquer idade. Para o diagnóstico precoce, o rastreamento do câncer de mama, por meio da mamografia, é indicado a partir dos 40 anos. A medicina no Brasil vive um momento de identificar lesões pequenas, que não são encontradas em exame clínico. Para mulheres mais jovens, com histórico familiar de câncer, é importante consultar um especialista para avaliar a necessidade de exames específicos. Fazer rastreamento para diagnóstico precoce é muito importante.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O autoexame da mama é suficiente para detectar o câncer?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O autoexame é uma excelente técnica de autoconhecimento, muito importante para a mulher conhecer o próprio corpo. No entanto, ele não é suficiente para o diagnóstico do câncer de mama. É preciso realizar métodos de rastreamento como exames de imagem, que incluem mamografia, ultrassom e, eventualmente, ressonância. Esses procedimentos detectam lesões menores que não podem ser palpadas pela paciente. O autoexame não deve ser deixado de lado, mas ele não pode ser considerado o método do diagnóstico para câncer de mama.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Todo nódulo na mama é câncer?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Nem todo nódulo é câncer, mas todo nódulo deve ser avaliado por um médico. Exames como mamografia ou ultrassom podem ajudar a determinar se o nódulo é benigno ou maligno. Em alguns casos, imagens não conseguem classificar como cancerígeno ou não. Procedimentos como punção ou biópsia determinam o resultado definitivo da lesão. Saber se um nódulo é benigno ou maligno vai depender da velocidade de crescimento, alterações de imagens e todas essas características devem ser vistas rapidamente por um médico.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Quais são os principais fatores de risco para o câncer de mama?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os principais fatores de risco incluem ser mulher. A gente não pode esquecer que homens também podem ter câncer de mama embora ocorra em uma proporção muito menor. Outros fatores como familiares de câncer – com ênfase no de mama – obesidade, consumo de álcool, uso de hormônios (pílulas anticoncepcionais) e fatores genéticos podem aumentar a predisposição à doença. O estilo de vida como, por exemplo, alimentação saudável e atividade física também ajudam a reduzir o risco.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O medo e o preconceito prejudicam a prevenção do câncer de mama?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. O medo e a falta de informação podem atrasar o diagnóstico e prejudicar as chances de cura. O câncer, com o de mama, quando diagnosticado precocemente, tem altas taxas de cura. É importante combater o medo com informação e realizar exames preventivos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como funciona o tratamento do câncer de mama?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O câncer de mama tem pelo menos quatro subtipos diferentes. Para cada um deles, há um tratamento personalizado de acordo com as características da doença e do paciente. As formas de tratamento incluem cirurgia, radioterapia e, em alguns casos, quimioterapia. Novas terapias, como bloqueio hormonal e imunoterapia, também podem ser utilizadas no combate à doença.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como o apoio emocional influencia a recuperação?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O apoio psicológico e emocional é fundamental para enfrentar qualquer tipo de câncer. Um bom estado emocional ajuda na recuperação e melhora a qualidade de vida durante o tratamento. É importante que o paciente participe ativamente das decisões sobre seu tratamento e que haja amparo de familiares e amigos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O sistema de saúde do Brasil tem estrutura para atender pacientes com câncer?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil enfrenta uma grande disparidade no acesso ao tratamento de câncer de mama, especialmente no sistema público. A lei determina que o tratamento deve ser iniciado em até 60 dias após o diagnóstico, mas muitas pacientes enfrentam dificuldades nesse processo, como a realização de exames e biópsias, o que pode atrasar o início do tratamento. Há esforços para melhorar esse tempo, mas é essencial que a sociedade se mobilize e exija que essas diretrizes sejam cumpridas. No sistema privado, o acesso é geralmente mais rápido, embora ainda existam obstáculos. A chave para enfrentar essas dificuldades é a informação: quanto mais cedo o tratamento é iniciado, melhores são os resultados físicos e emocionais.</p>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="&#x1f397; O que você precisa saber sobre o câncer de mama?" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/-gQEhhd7LIs?start=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Demissão durante tratamento de câncer gera reintegração e dano moral</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/demissao-durante-tratamento-de-cancer-gera-reintegracao-e-dano-moral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2024 08:48:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bancário]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[demissão discrminatória]]></category>
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					<description><![CDATA[Justiça do Trabalho considerou demissão de bancário em tratamento de câncer discriminatória e ordenou reintegração A juíza Julia Pestana Manso de Castro, da 6ª Vara do Trabalho da Zona Sul de São Paulo, determinou, em decisão liminar, a reintegração imediata na função e restabelecimento do plano de saúde em 48 horas a bancário dispensado durante [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-14">Justiça do Trabalho considerou demissão de bancário em tratamento de câncer discriminatória e ordenou reintegração</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A juíza Julia Pestana Manso de Castro, da 6ª Vara do Trabalho da Zona Sul de São Paulo, determinou, em decisão liminar, a reintegração imediata na função e restabelecimento do plano de saúde em 48 horas a <strong>bancário</strong> dispensado durante tratamento de câncer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ato foi considerado discriminatório, sendo a instituição obrigada a pagar os salários do período e reflexos, indenizar o trabalhador pelo dano material relativo aos gastos com convênio médico e arcar com o valor de R$ 30 mil a título de dano moral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O homem contou que foi submetido a cirurgia para retirada parcial da tireoide em razão de carcinoma e, três anos depois, foi dispensado, ainda durante o tempo de remissão da doença, que é de cinco anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua defesa, o empregador alegou que o desligamento se deu por baixo desempenho, porém não juntou ao processo as avaliações do empregado no período. Uma testemunha ouvida nos autos declarou que a atuação do profissional era “ok”, considerada dentro da média pelo juízo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sentença, a juíza citou a Constituição, convenções da Organização Internacional do Trabalho ratificadas pelo Brasil e a Súmula 443 do Tribunal Superior do Trabalho, que presume discriminatória a despedida de empregado com doença grave que suscite estigma ou preconceito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Julia Castro também mencionou a Lei 14.238/21 (Estatuto da Pessoa com Câncer), a qual dispõe que nenhuma pessoa nessa condição será objeto de negligência, discriminação ou violência, sendo que o atentado a esses direitos será punido na forma da lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Caracterizada a dispensa discriminatória, é certo o desrespeito ao princípio da dignidade humana, o que impõe o ressarcimento postulado”, concluiu a magistrada. <strong>O processo corre em segredo de justiça.</strong></p>
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		<title>Insônia pode ser sintoma de depressão, diz estudo</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/insonia-pode-ser-sintoma-de-depressao-diz-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2024 07:57:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação clínica]]></category>
		<category><![CDATA[biomarcadores de risco]]></category>
		<category><![CDATA[conexões genéticas]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
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		<category><![CDATA[Instituto do Sono]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[Instituto do Sono avaliou pessoas com idade entre 20 e 80 anos Um estudo inédito feito por pesquisadores do Instituto do Sono revelou que a insônia não é apenas um sintoma secundário da depressão, mas parte integrante da doença mental. A conclusão veio depois de os pesquisadores examinarem a relação entre o risco genético para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-16">Instituto do Sono avaliou pessoas com idade entre 20 e 80 anos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo inédito feito por pesquisadores do <a href="https://institutodosono.com/" data-type="link" data-id="https://institutodosono.com/">Instituto do Sono</a> revelou que a insônia não é apenas um sintoma secundário da depressão, mas parte integrante da doença mental. A conclusão veio depois de os pesquisadores examinarem a relação entre o risco genético para problemas de sono e sintomas de depressão em uma amostra do Estudo Epidemiológico do Sono de São Paulo, com pessoas entre 20 e 80 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os participantes foram submetidos a avaliação clínica, polissonografia noturna completa e responderam a um conjunto de questionários sobre sono. Houve também coleta de amostras de sangue para extração de DNA e genotipagem dos voluntários, com o objetivo de calcular o risco genético dessas pessoas para problemas de sono e sintomas depressivos. Os resultados do estudo foram apresentados no Sleep 2024, durante a 38ª Reunião Anual das Sociedades Profissionais Associadas de Sono, no início de junho, nos Estados Unidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A privação de sono de forma pontual não potencializa o desenvolvimento da depressão, mas a insônia, como um problema de sono crônico, sim. Já foi descrito que, em pessoas com sintomas depressivos graves, o fato de ter insônia estava relacionado com a falta de resposta aos tratamentos para depressão. Também já foi provado que pessoas com insônia correm mais risco de ter depressão no futuro”, disse uma das responsáveis pelo estudo, a pesquisadora Mariana Moysés Oliveira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Mariana, as descobertas são inéditas. A insônia e os sintomas depressivos partem de origens genéticas muito parecidas e, por isso, os problemas de sono não podem ser tratados como algo secundário em pessoas com depressão, já que está demonstrado que são parte central da doença. Para chegar ao resultado, foi aplicado um modelo estatístico, chamado escore poligênico, que permite prever o risco para doenças complexas ao considerar milhares de variantes genéticas, o que permitiu estabelecer essa interrelação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A análise foi baseada em estudos de associação do genoma completo para depressão e insônia. Os resultados indicam que os escores poligênicos foram eficazes em alocar os indivíduos em grupos de alto e baixo risco para problemas de sono e depressão. Pessoas com má qualidade de sono tendiam a apresentar sintomas depressivos mais graves. Quanto maior o risco genético para queixas de sono, aumentava o risco genético para sintomas depressivos. Os genes que contribuíram para os escores poligênicos se sobrepuseram, indicando uma correlação genética forte entre essas condições”, destacou Mariana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Mariana, os resultados podem ser úteis para a saúde pública, pois, por meio deles, é possível estabelecer políticas que promovam a identificação precoce e o tratamento integrado podem ser mais eficazes na redução da carga dessas condições na sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Acredito que as pesquisas podem levar a novos protocolos clínicos que abordem de forma integrada a saúde mental e a qualidade de sono, abrindo caminhos para a pesquisa científica e permitindo uma compreensão mais profunda das causas desses problemas de saúde. Além disso, usar dados genéticos para prever a predisposição permite identificar pessoas em risco antes mesmo que os sintomas se manifestem”, afirmou a pesquisadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a pesquisadora, a as doenças se manifestam geralmente por fatores genéticos, que não mudam desde a concepção, e ambientais aos quais as pessoas são expostas ao longo da vida. A pesquisa conseguiu calcular os riscos genéticos para prever os riscos maiores ou menores para o desenvolvimento de uma doença. “Para doenças comuns, não conseguimos atribuir um único gene. Não existe o gene da depressão, da insônia ou do câncer. O risco genético é determinado por diversas, muitas vezes milhares de variações genéticas. Apenas quando avaliamos o conjunto dessas variações genéticas podemos calcular o risco genético”, salientou Mariana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a responsável pelo estudo, com uma amostra epidemiológica é possível identificar variações genéticas que podem ser usados como biomarcadores de risco e, entendendo as conexões genéticas, é possível desenvolver tratamentos que atacam as causas das doenças, não apenas os sintomas, reduzindo a chance de recaídas.</p>
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		<title>Degenerativa e autoimune, esclerose múltipla afeta sobretudo mulheres</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/degenerativa-e-autoimune-esclerose-multipla-afeta-sobretudo-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2024 07:47:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[30 de maio Dia Nacional de Conscientização sobre a Esclerose Múltipla]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (Abem)]]></category>
		<category><![CDATA[atividades físicas]]></category>
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					<description><![CDATA[Associação diz que 40 mil brasileiros sofrem com a doença Uma doença autoimune, crônica e neurodegenerativa, que afeta o sistema nervoso central e tem uma diversidade de sintomas que podem indicar imediatamente sua gravidade ou se assemelhar a traços comuns e cotidianos, levando o paciente a não buscar assistência durante meses e anos. Esta é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-18">Associação diz que 40 mil brasileiros sofrem com a doença</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Uma doença autoimune, crônica e neurodegenerativa, que afeta o sistema nervoso central e tem uma diversidade de sintomas que podem indicar imediatamente sua gravidade ou se assemelhar a traços comuns e cotidianos, levando o paciente a não buscar assistência durante meses e anos. Esta é a esclerose múltipla, que afeta pelo menos 40 mil brasileiros, segundo a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (Abem).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esclerose múltipla atinge principalmente mulheres jovens, na faixa de 20 a 40 anos. Para alertar e conscientizar a população sobre a doença, sintomas e terapias, a data de 30 de maio foi instituída como Dia Nacional de Conscientização sobre a Esclerose Múltipla.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sintomas mais comuns são fadiga (cansaço intenso e momentaneamente incapacitante, muito comum quando o paciente se expõe ao calor ou faz esforço físico intenso); alterações fonoaudiológicas (palavras arrastadas, voz trêmula, disartrias, pronúncia hesitante das palavras ou sílabas, e dificuldade para engolir alimentos líquidos, pastosos ou sólidos); transtornos visuais (visão embaçada e dupla); problemas de equilíbrio e coordenação (perda de equilíbrio, tremores, instabilidade ao caminhar, vertigens e náuseas, falta de coordenação e debilidade nas pernas e ao caminhar), além de fraqueza geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há ainda a espasticidade, que é a rigidez dos membros, principalmente os inferiores, ao movimentar-se, e a parestesia, que compromete a sensação tátil normal e pode surgir como sensação de queimação ou formigamento em partes do corpo. Também podem surgir sensações não definidas como dores musculares, diz a associação. O paciente pode ainda ter sintomas cognitivos em qualquer momento da doença, independentemente da presença de sintomas físicos ou motores e transtornos emocionais, como depressão, ansiedade, de humor, de irritação e transtorno bipolar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a neurologista Carolina Alvarez, na esclerose múltipla, o próprio organismo começa a produzir anticorpos contra a bainha de mielina, uma estrutura que atua como isolante elétrico e contribui para o aumento da velocidade de propagação do impulso nervoso ao longo dos axônios, os prolongamentos dos neurônios responsáveis pela condução dos impulsos e transmissão de informações do neurônio para outras células. “Então, a doença degenera a bainha de mielina e afeta partes do corpo, dependendo da região que está sendo atacada dentro do sistema nervoso central, podendo ser cérebro, cerebelo, tronco ou medula. Em cada uma dessas regiões, a doença vai causar sintomas e sinais específicos”, explicou a médica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para diagnosticar a doença, é preciso analisar critérios bem estabelecidos, com base na coleta de dados e na história do paciente e em sinais e sintomas da pessoa, durante toda a vida, do momento em que teve o primeiro déficit neurológico ou surto. Com a ressonância magnética, é possível ver as lesões na bainha de mielina, já que essas têm características próprias. Em muitos casos, é preciso fazer a punção lombar para coletar e analisar o líquido que recobre o cérebro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Muitas vezes, o diagnóstico não sai na primeira consulta, nem na segunda. É preciso acompanhar o paciente até firmar esse diagnóstico. Vale ressaltar que o diagnóstico de esclerose múltipla é por exclusão. Primeiro são investigadas várias doenças de ordem infecciosa, dermatológica e só depois parte-se para esses critérios bem definidos”, explicou a neurologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de diverso estudos, ainda não há uma conclusão definida sobre as causas da esclerose múltipla. De acordo com Carolina Alvarez, atualmente já se sabe que alguns fatores ambientais como infecção por vírus Epstein-Barr, baixa de vitamina D, tabagismo e alguns genes específicos podem facilitar a propensão à doença, mas não há nenhum fator bem definido.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Tratamento e qualidade de vida</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Neurocientista com PhD pela Universidade de São Paulo (USP), pesquisadora do Hospital das Clínicas e membro do grupo de distúrbios de movimentos da Faculdade de Medicina da USP, Carolina informou que, para a neuroreabilitação do paciente, são indicadas a estimulação elétrica transcraniana e a estimulação transcraniana por corrente contínua, que são métodos de neuromodulação não invasiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esses métodos podem, com associação de fisioterapia neurofuncional, potencializar as respostas motoras, cognitivas e fonoaudiológicas dos pacientes, aumentando os efeitos da reabilitação de um modo geral, minimizando sequelas e melhorando a qualidade de vida dos pacientes com esclerose múltipla”, disse a médica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Carolina destacou que a qualidade de vida do paciente com esclerose múltipla é muito afetada. Por isso, é necessário que o indivíduo passe por reabilitação e por um médico e uma equipe especializados em doenças desmielinizantes. “Isso pode ajudar na qualidade de vida, manter a vida ativa. Por ser uma doença que afeta os movimentos, o paciente precisa manter atividades físicas regulares. A qualidade de vida do paciente com esclerose múltipla pode ser boa. Basta ele seguir à risca as orientações da equipe médica”, finalizou a neurologista.</p>
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		<item>
		<title>Ministério da Saúde incorpora cinco novos medicamentos e procedimentos ao SUS</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ministerio-da-saude-incorpora-cinco-novos-medicamentos-e-procedimentos-ao-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 May 2024 08:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Asma]]></category>
		<category><![CDATA[asma e doença de Crohn]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de pulmão]]></category>
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		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento de funções neuronais]]></category>
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		<category><![CDATA[Sistema Único de Saúde (SUS)]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Tratamento vai atender a pessoas com HIV, câncer de pulmão, asma e doença de Crohn O Ministério da Saúde incorporou cinco novos medicamentos e procedimentos ao Sistema Único de Saúde (SUS) para atender pessoas com HIV, câncer de pulmão, asma e doença de Crohn. Segundo a pasta, a estimativa é de que, nos próximos cinco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-20">Tratamento vai atender a pessoas com HIV, câncer de pulmão, asma e doença de Crohn</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/saude/pt-br">Ministério da Saúde</a> incorporou cinco novos medicamentos e procedimentos ao <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/sus#:~:text=O%20Sistema%20%C3%9Anico%20de%20Sa%C3%BAde,toda%20a%20popula%C3%A7%C3%A3o%20do%20pa%C3%ADs." data-type="link" data-id="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/sus#:~:text=O%20Sistema%20%C3%9Anico%20de%20Sa%C3%BAde,toda%20a%20popula%C3%A7%C3%A3o%20do%20pa%C3%ADs.">Sistema Único de Saúde (SUS)</a> para atender pessoas com HIV, câncer de pulmão, asma e doença de Crohn.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a pasta, a estimativa é de que, nos próximos cinco anos, mais de 14 mil pacientes possam receber cuidados com esses novos medicamentos e procedimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na área da oncologia, foi incorporado um novo método de monitoramento de funções neuronais, utilizado em cirurgias de retirada de câncer no cérebro. O procedimento auxilia os médicos nos procedimentos cirúrgicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foi incorporado o medicamento durvalumabe, que é usado no tratamento de pacientes com câncer de pulmão. A recomendação é que seja utilizado somente em casos em que o tumor não pode ser removido cirurgicamente.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Saúde a pessoas com HIV e Crohn</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para pessoas com HIV, o ministério passará a oferecer o medicamento fostensavir trometamol para o tratamento de pacientes adultos multirresistentes infectados pelo vírus. O medicamento é uma alternativa aos antirretrovirais disponíveis atualmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na questão das doenças crônicas, foi ampliado o uso do medicamento mepolizumabe para o tratamento de pacientes com asma, com idades entre 6 e 17 anos. O medicamento já é usado no tratamento de adultos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Houve a incorporação também do monitoramento do calprotectina fecal no intestino de pacientes com doença de Crohn. Trata-se de um biomarcador que apoia o diagnóstico e o monitoramento de pacientes com a enfermidade, indicando atividade inflamatória. É um procedimento menos invasivo.</p>
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