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	<title>Paraíso do Tuiuti &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Paraíso do Tuiuti &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Carnaval, festa popular e palco de manifestações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
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					<description><![CDATA[O carnaval de 2018 vai entrar para a história pelos seus protestos políticos nos mais distintos cantos do Brasil. Afirmar que o carnaval é a festa popular mais celebrada pelos brasileiros não é novidade para ninguém, nem que, ao longo do tempo, tornou-se elemento da cultura nacional. Mas, o carnaval de 2018 escreveu um novo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O carnaval de 2018 vai entrar para a história pelos seus protestos políticos nos mais distintos cantos do Brasil.<br />
</p>
<p>Afirmar que o carnaval é a festa popular mais celebrada pelos brasileiros não é novidade para ninguém, nem que, ao longo do tempo, tornou-se elemento da cultura nacional. Mas, o carnaval de 2018 escreveu um novo capítulo nesta rica história. Agora, carnaval também é palco de manifestações políticas.</p>
<p> </p>
<p>O que se iniciou nas ruas, antes mesmo do feriado, quando com inúmeros bloquinhos entoavam o grito: “Fora Temer!” pelo Brasil afora, conquistou um vulto internacional com manifestações nos sambódromos do Rio e de São Paulo.</p>
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<p><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/19-02-dia-de-luta-com-greves-paralisacoes-e-manifestacoes-em-todo-o-pais" target="_blank"># 19/02: Dia de Luta com greves, paralisações e manifestações em todo o país</a></p>
<p> </p>
<p>Pecado é não pular o Carnaval&#8221;, provocou a Estação Primeira de Mangueira, numa referência ao prefeito do Rio de Janeiro e pastor evangélico, Marcelo Crivella. &#8220;Desobedecer para pacificar&#8221;, cantou a Mocidade Independente de Padre Miguel. &#8220;Liberte o cativeiro social&#8221;, pediu o coro do Paraíso do Tuiuti. &#8220;Salve a imigração&#8221;, saudou a Portela.</p>
<p> </p>
<p>Em São Paulo, a Império da Casa Verde usou a Revolução Francesa para falar do caos na política brasileira, com guilhotina e tudo. Será que o brasileiro decidiu levar a revolta para o Sambódromo?</p>
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<p>&#8220;O Carnaval de certa forma revela o fundo da sociedade brasileira&#8221;, analisa o antropólogo Roberto DaMatta, autor do livro &#8220;Carnavais, Malandros e Heróis&#8221;, em entrevista à Carta Capital. &#8220;Ele inverte, traz o fundo do poço para cima, como virar uma bolsa de cabeça para baixo ou uma roupa do avesso. Numa sociedade brasileira, onde tudo é proibido, uma sociedade que teve também reis, imperadores, que teve uma aristocracia pesadíssima com escravidão negra, uma sociedade que é patronal, familística, e que, como em quase todas as sociedades tradicionais (como no caso romano ou na França pré-revolução Francesa), estavam inscritos na dinâmica destas sociedades determinados momentos orgiásticos, onde se podia fazer tudo&#8221;, diz DaMatta. &#8220;Evidentemente está acontecendo uma mudança, é popular. E popular no Brasil não tem a ver com cidadania, como no caso francês – foi o povo quem fez a Revolução Francesa&#8221;, afirma.</p>
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<p><span style="color: #800000;"><strong>Paraíso do Tuiuti</strong></span></p>
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<p>O desfile da Paraíso do Tuiuti merece destaque. A agremiação, nascida no morro de mesmo nome, em São Cristovão, no Rio de Janeiro, que surpreendeu o público durante o desfile de domingo à noite e conseguiu enorme repercussão nas redes sociais. Com o samba enredo “Meu Deus, Meu Deus, Está Extinta a Escravidão?”, a escola criticou as condições de trabalho no país e, de quebra, o atual Governo, responsável pela reforma trabalhista aprovada no ano passado.</p>
<p> </p>
<p>Se a comissão de frente da escola trouxe O grito da liberdade, mostrando escravos saídos da senzala açoitados, o último carro veio com um vampiro vestido com a faixa presidencial, que lembrava Michel Temer. Ele estava em cima do carro chamado neo tumbeiro, ou seja, um navio negreiro dos tempos atuais. Na avenida foram ouvidos gritos de &#8220;Fora, Temer&#8221;, relatou o jornal O Globo. Entre o último e o primeiro carro, o desfile de 29 alas e 3.100 componentes ainda trouxe os manifestoches, integrantes vestidos de verde e amarelo, cor que marcou os protestos a favor do impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff, sendo manipulados por uma mão invisível e encaixados em patos amarelos, símbolo das reclamações contra o antigo Governo feitas pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). Eles carregavam nas mãos panelas, outro símbolo dos protestos.</p>
<p> </p>
<p>“Como falávamos da exploração do homem pelo homem queríamos incluir a mitigação dos direitos sociais. Através dos patinhos você representa uma situação anterior na qual os direitos eram bem protegidos e a partir do momento em que uma nova ordem política toma o país você tem novas reformas que, na ótica da escola, tiram direitos sociais de uma parcela da população. A escola quis questionar se quem pediu essa mudança não é também vítima. Essa pessoa que foi para a rua não tem esses direitos cortados também?”, explicou Thiago Monteiro, diretor de Carnaval da escola, em entrevista ao EL PAÍS.</p>
<p> </p>
<p>Outro responsável pelo desfile foi além. O Carnavalesco Jack Vasconcelos fez uma defesa enfática da educação pública, em entrevista ao jornal O Dia; &#8220;Sou formado pelo ensino público, fui uma criança de escola pública, me formei em uma federal, em Belas Artes. Então, a população ajudou a me formar, foi dinheiro público que ajudou a pagar meus estudos e a manter as instituições em que me formei. Preciso de alguma forma retribuir para a população esse investimento. É a maneira que eu posso prestar o serviço a ela (à sociedade), através da minha arte&#8221;, disse ele.</p>
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<p><span style="color: #800000;"><strong>Cobertura da mídia golpista</strong></span></p>
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<p>As críticas explícitas da Paraíso do Tuiuti deixaram em silêncio os comentaristas da TV Globo, que transmite ao vivo os desfiles de Carnaval. Enquanto as alas anteriores eram explicadas em detalhes, a dos manifestoches recebeu um rápido e único comentário de &#8220;manipulados, fantoches&#8221;, logo cortado para um &#8220;Jú, 120 [centímetros] de quadril&#8221;, em referência à passista mostrada em seguida na imagem. Nas redes sociais, a escola foi louvada pela &#8220;coragem&#8221; das críticas.</p>
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<p>Para o jornalista Florestan Fernandes Júnior, nada é mais revelador da escravidão do jornalismo brasileiro que o silêncio ensurdecedor no momento em que a última ala da Paraíso do Tuiuti entrou na Marquês de Sapucaí. “Ninguém no estúdio da Globo se atreveu a narrar o que via. Uma cena patética e constrangedora. Durante longos minutos as imagens mostravam uma plateia vibrando com o carro alegórico que trazia em destaque um Temer Vampirizado. Só faltou a Tuiuti mostrar os repórteres escravos dos senhores da comunicação que não têm liberdade sequer para dizer o que todos viram em cores e ao vivo.”</p>
<p> </p>
<p>Em compensação, jornal norte-americano New York Times publicou sobre o Carnaval do Rio de Janeiro, dando um destaque especial pra escola Paraíso do Tuiuti; &#8220;A Paraíso do Tuiuti mostrou patos de plástico manipulados por marionetes, em uma referência a um pato de plástico gigante usado pelos brasileiros conservadores para se queixar dos altos impostos do país em manifestações que ganharam destaque há dois anos. O pedestal da escola também trouxe um vampiro vestindo a faixa presidencial com várias notas falsas de dólares&#8221;, disse o jornal.</p>
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<p> </p>
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<p> </p>
<p>Fonte: Contraf</p>
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