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	<title>Literatura &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Em novo livro, Cesar Calejon descreve a hierarquia moral da desigualdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jul 2023 11:21:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Autor faz uma espécie de genealogia da elite no Brasil e descreve os mecanismos usados por ela para se manter no comando O jornalista Cesar Calejon acaba de lançar o seu mais recente livro, chamado Esfarrapados – Como o elitismo histórico-cultural moldou as desigualdades sociais no Brasil (editora Civilização Brasileira). Nesta obra, ele se debruça [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Autor faz uma espécie de genealogia da elite no Brasil e descreve os mecanismos usados por ela para se manter no comando</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O jornalista Cesar Calejon acaba de lançar o seu mais recente livro, chamado Esfarrapados – Como o elitismo histórico-cultural moldou as desigualdades sociais no Brasil (editora Civilização Brasileira). Nesta obra, ele se debruça numa investigação sobre os mecanismos que formam as elites no Brasil, detalhando o modo de funcionamento desse grupo e como ele age para permanecer no comando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, o autor investiga como o conceito de hierarquia moral inspira e referencia o contexto socioeconômico do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O elitismo histórico-cultural, ao meu ver, é uma força como o próprio nome diz, histórica e cultural que organiza os arranjos da sociedade, com bases em categorias de distinção, de forma a criar uma espécie de gramática da desigualdade e, em última análise, cria a moral que organiza o funcionamento social, politico e econômico do país&#8221;, explica Calejon.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele participou ao vivo do programa Central do Brasil e falou sobre os principais tópicos do livro, entre eles sobre como a extrema direita se vale desse mecanismo que alimenta a elite brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Todo substrato da extrema direita, não só nacional, mas também ao redor do mundo, parte de uma premissa elementar de que existem seres humanos que são mais fortes e outros que são mais fracos por natureza, biologicamente. O desenvolvimento humano é fundamentalmente cultural. Acontece de forma cultural sobre a base biológica da nossa espécie. Uma vez que se entende isso, se ganha propriedade para entender que isso se aplica em como nossa sociedade se organiza&#8221;, pontuou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Calejon é autor dos livros A Ascensão do Bolsonarismo no Brasil do século XXI (Kotter) e Tempestade Perfeita: o bolsonarismo e a sindemia covid-19 no Brasil (Contracorrente); além de Sobre perdas e danos: negacionismo, lawfare e neofascismo no Brasil (Kotter).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entrevista completa está disponível no <a href="https://www.youtube.com/@brasildefato">YouTube</a></p>
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		<title>Feminismo para os 99%: lançamento do livro em Santos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/feminismo-para-os-99-lancamento-do-livro-em-santos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 May 2019 19:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Dida Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo para os 99%]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Manifesto]]></category>
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					<description><![CDATA[O lançamento será na terça-feira, dia 14, às 18 horas, na Unifesp Silva Jardim &#8211; 136, em tem a presença confirmada de Dida Dias, professora, doutora em ciências sociais e militante do coletivo feminista Maria Vai com as Outras Três das idealizadoras da Greve Internacional das Mulheres (Dia sem mulher) lançaram&#160;no Dia Internacional da Mulher&#160;um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O lançamento será na terça-feira, dia 14, às 18 horas, na Unifesp Silva Jardim &#8211; 136, em tem a presença confirmada de Dida Dias, professora, doutora em ciências sociais e militante do coletivo feminista Maria Vai com as Outras<br />
Três das idealizadoras da Greve Internacional das <a href="https://santosbancarios.com.br/artigos/mulheres" target="_blank" rel="noopener">Mulheres</a> (Dia sem mulher) lançaram&nbsp;no <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/mulheres-marcham-pela-vida-e-contra-a-reforma-da-previdencia" target="_blank" rel="noopener">Dia Internacional da Mulher</a>&nbsp;um poderoso manifesto feminista em oito países simultaneamente.</p>
<p>Moradia inacessível, salários precários, saúde pública, mudanças climáticas não são temas comuns no debate público feminista. Mas não seriam essas as questões que mais afetam a esmagadora maioria das mulheres em todo o mundo? Inspiradas pela erupção global de uma nova primavera feminista,&nbsp;Cinzia Arruzza,&nbsp;Tithi Bhattacharya e Nancy Fraser, organizadoras da&nbsp;Greve Internacional das Mulheres (Dia sem mulher),&nbsp;lançam um manifesto potente sobre a necessidade de um feminismo anticapitalista, antirracista, antiLGBTfóbico e indissociável da perspectiva ecológica do bem viver.&nbsp;Feminismo para os 99%&nbsp;é sobre um feminismo urgente, que não se contenta com a representatividade das mulheres nos altos escalões das corporações.</p>
<p>O <a href="https://www.boitempoeditorial.com.br/produto/feminismo-para-os-99-um-manifesto-849" target="_blank" rel="noopener">Manifesto&nbsp;feminista</a> faz parte de um movimento global e será lançado no 8 de Março de 2019 em diversos países, como Itália, França, Espanha, Estados Unidos, Inglaterra, Argentina e Suécia. A edição brasileira conta com a participação de Talíria Petrone, deputada federal e militante feminista negra, que assina o prefácio, e Joênia Wapichana, primeira mulher indígena a ser eleita deputada federal, advogada, militante das causas indígenas e dos direitos humanos, no texto de orelha.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Trecho do prefácio de Talíria Petrone</strong></span></p>
<p>“Este manifesto é carregado de necessárias provocações. Vivemos nos últimos anos uma nova primavera feminista, que exige que a gente se debruce sobre os rumos da nossa luta. Com quais mulheres os feminismos diversos dialogam? Que mulheres estão convencidas sobre a importância do feminismo? De que mulheres tratam os feminismos? Quais mulheres seguem ainda guetificadas e marginalizadas nos feminismos? O feminismo das 99% não prescinde desses questionamentos, justamente porque reconhece sua urgência.</p>
<p>E nosso feminismo só será mesmo urgente se for por inteiro palpável e real para a maioria das mulheres brasileiras e do mundo. Se for popular e verdadeiramente emancipador. Esse precisa ser um compromisso teórico, político e prático do feminismo para as 99%. Esse manifesto é um chamado para um feminismo vivo e pela vida, pela dignidade, pela felicidade da maioria das mulheres.”</p>
<p><em><strong>&gt;&gt; Cadastre-se no whatsapp do Sindicato: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5513992092964" target="_blank" rel="noopener">clique aqui (pelo celular)</a> e informe banco onde trabalha e seu nome.</strong></em></p>
<p>Fonte: Editora Boitempo</p>
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