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	<title>Flávio Bolsonaro &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Flávio Bolsonaro &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Risco de retrocesso democrático. Por Frei Betto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Oct 2026 08:34:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
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		<category><![CDATA[retrocesso democrático]]></category>
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					<description><![CDATA[Histórico recente mostra que é ingenuidade esperar do candidato bolsonarista compromisso com a democracia. Eventual eleição de Flávio Bolsonaro à Presidência da República não significaria o fim da democracia brasileira. Ele chegaria ao poder por meio do voto, dentro das regras constitucionais e, em princípio, teria de governar submetido aos limites estabelecidos pela Constituição. Mas [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Histórico recente mostra que é ingenuidade esperar do candidato bolsonarista compromisso com a democracia.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Eventual eleição de Flávio Bolsonaro à Presidência da República não significaria o fim da democracia brasileira. Ele chegaria ao poder por meio do voto, dentro das regras constitucionais e, em princípio, teria de governar submetido aos limites estabelecidos pela Constituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas é legítimo perguntar que consequências poderia ter para a democracia brasileira, reconquistada a duras penas após 21 anos de ditadura militar, a chegada ao Planalto de um político cuja trajetória está estreitamente vinculada ao bolsonarismo. E, sobretudo, à maneira como esse movimento passou a se relacionar com as instituições republicanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lembrem-se da tentativa de golpe liderada por Jair Bolsonaro em janeiro de 2023, razão pela qual ele está condenado a 27 anos de prisão. E não se esqueçam das comprovadas ligações de seu filho Flávio com milicianos do Rio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A questão central não está nas ideias conservadoras que Flávio Bolsonaro representa. Democracias saudáveis comportam conservadores, progressistas, liberais, social-democratas e diferentes correntes de direita e de esquerda. O problema surge quando a disputa política deixa de reconhecer como legítimos os mecanismos institucionais destinados a limitar o poder de qualquer governante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil ainda vive sob o impacto dos acontecimentos de 8 de janeiro de 2023. Naquele dia, as sedes dos três Poderes foram invadidas e depredadas por grupos bolsonaristas que não aceitaram o resultado das eleições de 2022. As investigações e processos posteriores produziram centenas de condenações. Em abril de 2026, o Supremo Tribunal Federal puniu 1.402 pessoas responsabilizadas criminalmente pelos atos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse contexto que algumas declarações públicas de Flávio Bolsonaro merecem atenção. Em entrevista à Folha de S. Paulo, em 14 de junho de 2025, o senador defendeu anistia ampla relacionada aos acontecimentos políticos recentes e afirmou que um candidato ligado a Bolsonaro deveria assegurar que o Supremo não impedisse eventual indulto. Chegou a mencionar a possibilidade de “uso da força”. Na mesma entrevista, sustentou que discutir estado de sítio e estado de defesa poderia estar dentro da Constituição…</p>



<p class="wp-block-paragraph">É razoável considerar que um presidente que encara o Supremo Tribunal Federal como adversário político possa produzir um ambiente de permanente conflito entre Executivo e Judiciário. E isso não seria meramente retórico. O STF é, segundo a Constituição, o órgão incumbido de sua guarda e exerce funções essenciais no controle da constitucionalidade dos atos do poder público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto sensível é a relação com o passado político recente. Em 2024, Flávio Bolsonaro classificou de equivocada a tentativa de vincular seu pai aos atos de 8 de janeiro e defendeu a individualização das responsabilidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa do devido processo e da responsabilização individual é perfeitamente compatível com a democracia. O problema aparece quando a discussão sobre responsabilização passa a ser acompanhada de ampla contestação da legitimidade das instituições que investigaram, julgaram e condenaram os responsáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A democracia não se sustenta apenas porque existem eleições. Depende também da aceitação de resultados eleitorais, independência entre os Poderes, liberdade de imprensa, possibilidade de oposição, alternância de poder e, sobretudo, disposição dos governantes de respeitar decisões institucionais mesmo quando delas discordam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É justamente nesse ponto que o caso brasileiro merece vigilância. O ataque de 8 de janeiro demonstrou que a contestação sistemática das instituições pode ultrapassar o terreno da retórica política e transformar-se em violência contra o Estado de Direito. O próprio Supremo registrou que os ataques foram uma tentativa de impor pela força uma vontade política que não prevalecera nas urnas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas seria igualmente perigoso imaginar que a defesa da democracia possa significar a ausência de crítica ao Judiciário. O STF e o TSE podem e devem ser criticados quando suas decisões forem consideradas excessivas ou equivocadas. Democracia não é unanimidade em torno das instituições; e sim a existência de instituições que possam ser criticadas, contestadas e controladas dentro das regras constitucionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o verdadeiro teste de um eventual governo Flávio Bolsonaro não estaria simplesmente em sua orientação ideológica. Estaria em saber se o presidente aceitaria os limites do cargo, respeitaria decisões judiciais, reconheceria a legitimidade da oposição, preservaria a autonomia das instituições e rejeitaria qualquer tentativa de substituir o voto e a lei pela pressão das ruas ou pela força.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há, portanto, uma diferença fundamental entre mudança de governo e mudança de regime. Uma vitória eleitoral da direita não constituiria necessariamente retrocesso democrático. O risco surgiria se a vitória for utilizada para enfraquecer os mecanismos que tornam possível a alternância de poder.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A questão que deve estar acima da paixão partidária não é se o próximo presidente será de direita ou esquerda, mas se jamais se posicionará – qualquer que seja seu nome, sua família ou sua popularidade – acima da Constituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A democracia brasileira sobreviveu ao trauma de 8 de janeiro justamente porque suas instituições reagiram. Em outubro de 2026, às vésperas do segundo turno, o próprio STF voltou a afirmar que a preservação dos valores democráticos é responsabilidade coletiva e o voto deve continuar sendo a expressão da vontade popular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O futuro, portanto, não está determinado por uma eleição. Dependerá das escolhas feitas depois dela. Uma eventual Presidência de Flávio Bolsonaro poderia ser compatível com a democracia se exercida dentro dos limites constitucionais. Mas, diante do histórico recente e de determinadas posições públicas, é ingenuidade esperar do candidato da direita uma demonstração inequívoca de compromisso com esses limites.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://www.freibetto.org/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="900" height="506" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/10/97h6jeuprWaV3c7b8LHfpJZGEm3k5kLojg0iuHyxl63ApEUKPqLHeT9icYN7JqOEWsS5sWLZwIuhyuhH.jpeg" alt="" class="wp-image-71623"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><br><strong><em>Frei Betto é escritor, autor do romance “O Voo da Locomotiva” (Rocco), entre outros livros. Livraria virtual: freibetto.org</em></strong></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Último episódio de Revelando desmonta fetiche armamentista do bolsonarismo</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ultimo-episodio-de-revelando-desmonta-fetiche-armamentista-do-bolsonarismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Oct 2026 07:41:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[discurso armamentista]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[revelando]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[No episódio final de Revelando, Alessandra Orofino expõe os riscos da política armamentista de Flávio Bolsonaro para as famílias brasileiras. Aos 24 anos, Marcos, tio de Alessandra Orofino, diretora-geral do Revelando, foi assassinado ao sair de moto para trabalhar. Anos depois, a avó, que já havia sobrevivido a um tiro no peito durante uma tentativa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">No episódio final de Revelando, Alessandra Orofino expõe os riscos da política armamentista de Flávio Bolsonaro para as famílias brasileiras.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Aos 24 anos, Marcos, tio de Alessandra Orofino, diretora-geral do <a href="https://www.youtube.com/@revelando_br/featured" data-type="link" data-id="https://www.youtube.com/@revelando_br/featured"><strong>Revelando</strong></a>, foi assassinado ao sair de moto para trabalhar. Anos depois, a avó, que já havia sobrevivido a um tiro no peito durante uma tentativa de assalto, passou a esquecer a morte do filho por causa do Alzheimer — e a revivê-la quando se lembrava.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É dessa memória que parte Uma Dor Familiar, último episódio da primeira temporada da série, lançado no sábado (24/10). Em vez de tratar a violência armada como uma discussão abstrata sobre segurança pública, Alessandra parte da própria história e amplia o olhar para investigar um dos principais fetiches do bolsonarismo: disseminar armas entre a população, sob a promessa esdrúxula de que mais armamento significa mais proteção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reportagem percorre as consequências da flexibilização promovida por Jair Bolsonaro, mostra como armas adquiridas legalmente podem parar nas mãos do crime organizado e examina o que Flávio Bolsonaro pretende fazer para aprofundar essa política.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A promessa de proteção que abastece o crime</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos dados centrais apresentados por Alessandra vem de uma investigação parlamentar que rastreou mais de 10 mil armas apreendidas com criminosos no Rio de Janeiro. Quase nove em cada dez haviam sido vendidas legalmente antes de chegar ao crime. O número põe em xeque a narrativa de que o armamento das facções vem apenas do contrabando. Parte expressiva dessas armas entrou no mercado legal e, depois, foi desviada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o governo Bolsonaro, mudanças nas regras ampliaram o acesso de caçadores, atiradores e colecionadores, os CACs, a armamentos e munições. Segundo a apuração do programa, o limite anual de compra de munições para determinados atiradores passou de 20 mil para 180 mil unidades, enquanto o número de armas nas mãos de CACs quintuplicou desde 2018.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É esse caminho que a reportagem procura revelar: a arma comprada sob o argumento da defesa pessoal pode ser roubada, desviada e revendida, até terminar nas mãos de quem ameaça a população. Mesmo diante desse cenário, Flávio Bolsonaro quer ampliar o acesso a armas. Seus aliados defendem que a autorização seja tão simples quanto tirar carteira de motorista e propõem incentivos para a compra do primeiro armamento. Por mais absurdo que isso pareça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação também recupera uma votação de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Em 2009, o então deputado foi o único a votar contra uma proposta que previa retirar a arma de policiais acusados de violência doméstica quando houvesse medida protetiva em favor da mulher. Flávio alegou que policiais poderiam perder o instrumento de trabalho por acusações injustas. A discussão, porém, envolvia mulheres que já haviam recorrido à Justiça para se proteger de seus agressores. A posição do senador expõe uma contradição difícil de conciliar com seu discurso de defesa da família: quando o controle da arma poderia ajudar a proteger uma mulher ameaçada, ele se opôs à medida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em situações de violência doméstica, o acesso ao armamento pode transformar uma ameaça em tragédia. Mas essa é uma dimensão da política armamentista que o discurso do cidadão de bem costuma deixar de lado.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ana Clara: o confronto que expôs Flávio no debate</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na sexta-feira (23), a discussão sobre segurança pública ganhou um rosto e uma voz. Durante o debate da TV Globo, Flávio Bolsonaro defendeu o policial militar Bruno Dias Delaroli, responsável pela morte de Ana Clara, de cinco anos, com tiros de fuzil em Niterói (RJ). O senador integra a equipe de defesa do policial desde 2024 e apresentou recurso para tentar impedir o julgamento por júri popular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na plateia estava Cristiane Gomes da Silva, mãe da menina. Ao se dirigir a ela, Flávio confundiu seu nome com o da filha morta. Cristiane reagiu: “A Ana Clara morreu!”. Depois, chamou o senador de “monstro, igual ao monstro que matou a minha filha”. A cena deu dimensão concreta à discussão que o Revelando desenvolve em seu episódio final.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto o discurso armamentista transforma armas em símbolos de proteção, famílias como a de Cristiane convivem com perdas irreparáveis e precisam cobrar respostas do poder público. Flávio, por sua vez, manteve a defesa do policial e declarou confiar em sua inocência. O julgamento foi remarcado para 5 de maio de 2027.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A história de Ana Clara não é a mesma de Marcos, tio de Alessandra. Mas as duas ajudam a compreender o que o episódio procura mostrar: por trás do debate sobre armas existem famílias que terão de conviver para sempre com a ausência de alguém.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Menos rastreamento, mais obstáculos à investigação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto examinado por Alessandra é a defesa de Flávio pelo fim da marcação de munições. Ao defender o fim da marcação de munições, Flávio quer tirar das investigações uma ferramenta essencial para rastrear projéteis e esclarecer crimes. Na prática, menos rastreabilidade significa mais obstáculos para a polícia e mais facilidade para criminosos escaparem da investigação. A medida não protege a população: favorece quem se beneficia da circulação de munições sem controle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, o governo Lula começou a reverter parte da flexibilização promovida durante a gestão anterior. Segundo o episódio, os registros de novas armas caíram 80%. A mudança, porém, não elimina o problema criado pelo armamento que já circula: armas podem ser roubadas, desviadas e revendidas ilegalmente por anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Flávio quer retomar e aprofundar a agenda armamentista, enquanto seus aliados defendem a revogação de medidas de controle.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que fica depois do último episódio</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No encerramento, Alessandra volta à própria história e à dor de outras famílias. Ao falar de Cristiane e de sua filha Ana Clara, reconhece uma experiência que a aproxima da avó: a perda que reorganiza a vida de quem fica e transforma uma pessoa amada em lembrança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje mãe de duas filhas, a diretora do Revelando dá à investigação um sentido que vai além da denúncia. Seu trabalho procura impedir que outras famílias conheçam a mesma dor. É também por isso que o episódio final funciona como síntese da temporada: conecta histórias pessoais, dados, decisões políticas e responsabilidades que não podem ser escondidas atrás de slogans.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A avó de Alessandra não pôde recuperar o filho. Cristiane não pode trazer Ana Clara de volta. Nenhuma reportagem repara essas perdas. Mas o jornalismo pode revelar como decisões políticas ampliam riscos, expor contradições e cobrar medidas capazes de evitar novas tragédias .É essa a força de Uma Dor Familiar: mostrar que a discussão sobre armas nunca termina na compra, no decreto ou no discurso de um político. Ela continua na vida das pessoas. E, para muitas famílias, na ausência que nunca mais vai embora.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Assista</h4>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="Revelando: Uma Dor Familiar com Alessandra Orofino  | Ep #09" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/nFCBg9Bx26o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Em carta, bispos dizem que Flávio Bolsonaro representa ameaça à democracia e contraria ensinamentos de Cristo</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/em-carta-bispos-dizem-que-flavio-bolsonaro-representa-ameaca-a-democracia-e-contraria-ensinamentos-de-cristo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Oct 2026 08:49:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ameaça à democracia]]></category>
		<category><![CDATA[bispos católicos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
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					<description><![CDATA[Religiosos apontam armas, tortura e perda de direitos entre riscos representados pelo candidato de extrema direita. Um grupo de bispos católicos de dioceses de todas as regiões do país divulgou uma carta em que afirma que a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) “ameaça frontalmente diversos pontos centrais” da Doutrina Social da Igreja (DSI), “a existência [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6">Religiosos apontam armas, tortura e perda de direitos entre riscos representados pelo candidato de extrema direita.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um grupo de bispos católicos de dioceses de todas as regiões do país divulgou uma carta em que afirma que a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) “ameaça frontalmente diversos pontos centrais” da Doutrina Social da Igreja (DSI), “a existência da democracia, a soberania nacional e a prática do bem comum”. <a href="https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2026/10/bispos-catolicos-afirmam-em-carta-que-flavio-bolsonaro-representa-ameaca-a-democracia.shtml" data-type="link" data-id="https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2026/10/bispos-catolicos-afirmam-em-carta-que-flavio-bolsonaro-representa-ameaca-a-democracia.shtml"><strong>O texto, que não cita nomes, descreve o senador bolsonarista como “filho do presidente que foi condenado e preso por atentar contra a democracia”. A carta foi divulgada pela colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo</strong></a>. A última versão do documento contava com 54 assinaturas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Intitulado “Carta de bispos católicos ao povo de Deus diante do segundo turno das eleições presidenciais de 2026”, o documento parte de um trecho da encíclica Magnifica Humanitas, do papa Leão XIV, segundo o qual há conflitos em que “não é justo permanecer neutros”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Diante desses e inúmeros outros elementos, não podemos nos manter neutros, a fim de que nossa consciência ou a história não nos condenem no futuro. Quem se calou diante das ameaças totalitárias que se concretizaram na Europa do século XX deixou uma herança vergonhosa para as gerações seguintes”, escrevem os bispos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os signatários afirmam estar “em comunhão” com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e alinhados à mensagem divulgada pelo Conselho Permanente da entidade na quarta-feira (21), que defendeu a Constituição e o respeito às urnas e pediu que os eleitores avaliassem a trajetória dos candidatos, também sem citar nomes. A carta, no entanto, é uma iniciativa dos bispos que a assinam, não um documento oficial da CNBB.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sete pontos de conflito</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A carta lista sete pontos em que, segundo os bispos, a candidatura de Flávio Bolsonaro contraria os ensinamentos da Igreja. No mundo do trabalho, afirma que “a candidatura que sempre foi contra o fim da escala 6×1 e propunha pagar o salário por hora trabalhada não reconhece a dignidade do trabalhador e poderá voltar a este tema”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a soberania nacional, os bispos dizem que o candidato “promete submissão do Brasil aos Estados Unidos”, “fez parte de uma conspiração para taxar produtos brasileiros”, defende a intervenção estrangeira nas eleições e “promete entregar nossas terras raras à exploração dos EUA”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação aos pobres, citam a exortação apostólica Dilexi Te e afirmam que o partido do candidato “sempre foi publicamente contrário aos programas sociais e de combate à pobreza”, ainda que Flávio Bolsonaro agora diga que vai manter alguns deles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto também critica a promessa de ampliar o acesso a armas, “como fez o seu pai em seu governo”, tema que já havia aparecido na homilia do arcebispo de Aparecida, que pregou uma “paz desarmada” na missa do Dia de Nossa Senhora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na área ambiental, os bispos acusam o candidato de negar a crise climática e de querer dar continuidade às “políticas de devastação” do governo de Jair Bolsonaro, e citam a lei de licenciamento ambiental aprovada em 2025, chamada de “Lei da Devastação”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dois últimos pontos tratam de direitos humanos e democracia. A carta afirma que o candidato “é publicamente favorável à tortura” e que sua família homenageou o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, torturador da ditadura militar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os bispos, Flávio Bolsonaro “fez várias declarações de ameaça à ordem constitucional” e, se eleito, governará com maioria no Congresso e no Supremo Tribunal Federal (STF), “criando as condições para uma usurpação do poder”. No início do mês, o senador disse que pretende usar a maioria de direita no Congresso para “mudar a Constituição”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Responsabilidade com os pobres e respeito à Constituição</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Sem citar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a carta diz que a outra candidatura, “embora também esteja sujeita a críticas, sempre manifestou responsabilidade com os pobres e com a Casa Comum e atuou dentro dos limites da ordem democrática, respeitando a Constituição”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Gostar ou não do atual governo não pode ser razão para entregar o país nas mãos de quem manifesta tamanha contradição com os ensinamentos de nossa Igreja”, afirmam os bispos, que também pedem aos católicos que não deixem de votar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os signatários estão o presidente da Comissão Pastoral da Terra (CPT), dom José Ionilton Lisboa de Oliveira, e os arcebispos de Porto Velho (RO), dom Roque Paloschi, de Feira de Santana (BA), dom Zanoni Demettino Castro, e de Uberaba (MG), dom Paulo Mendes Peixoto. A lista inclui bispos da Amazônia, do Nordeste, do Sudeste, do Centro-Oeste e do Sul.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A carta se soma a um histórico de atritos entre Flávio Bolsonaro e a Igreja Católica nesta campanha. Em setembro, o senador atribuiu a “gente de dentro da CNBB” a circulação de um boato sobre Nossa Senhora Aparecida, o que a entidade negou. No mesmo período, a Comissão Brasileira Justiça e Paz, organismo ligado à CNBB, entregou aos bispos um relatório com 58 ataques da extrema direita contra a entidade e os católicos desde 2018.</p>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="Bispos católicos afirmam que Flávio Bolsonaro representa ameaça à democracia" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/1dM5hiL0OxA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Checagem aponta que Flávio Bolsonaro mentiu 75 vezes durante debate na TV Globo</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/checagem-aponta-que-flavio-bolsonaro-mentiu-75-vezes-durante-debate-na-tv-globo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Oct 2026 08:03:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[debate na globo]]></category>
		<category><![CDATA[declarações falsas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[fact-checking]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[flaviomentiu.com.br]]></category>
		<category><![CDATA[Mentiroso]]></category>
		<category><![CDATA[plataforma de checagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Levantamento de plataforma independente analisou declarações do candidato sobre segurança, economia, tragédia no RS e investigações da PF. Um levantamento realizado pela plataforma de checagem flaviomentiu.com.br indicou que o candidato Flávio Bolsonaro proferiu 75 declarações falsas ou imprecisas durante o debate presidencial transmitido pela TV Globo. A análise cobriu tópicos centrais da discussão política nacional, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8">Levantamento de plataforma independente analisou declarações do candidato sobre segurança, economia, tragédia no RS e investigações da PF.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um levantamento realizado pela plataforma de checagem <strong><a href="https://flaviomentiu.com.br/" data-type="link" data-id="https://flaviomentiu.com.br/">flaviomentiu.com.br</a></strong> indicou que o candidato Flávio Bolsonaro proferiu 75 declarações falsas ou imprecisas durante o debate presidencial transmitido pela TV Globo. A análise cobriu tópicos centrais da discussão política nacional, incluindo segurança pública, programas sociais, apoio a calamidades públicas e investigações em andamento.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Segurança Pública e Tragédia no Sul</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os pontos classificados como mentira pela checagem, destacam-se as afirmações de que a criminalidade &#8220;voltou com força&#8221; e de que o atual governo &#8220;liberou geral nas fronteiras&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra declaração refutada pela plataforma foi a de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria &#8220;virado as costas&#8221; à população do Rio Grande do Sul durante as enchentes de 2024. Para contestar a fala do candidato, o site citou dados oficiais do governo federal, que somam R$ 89,6 bilhões em investimentos, repasses e linhas de crédito destinados à reconstrução e ao socorro do estado gaúcho.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Economia e Programas Sociais</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No bloco econômico, a maioria das alegações recebeu a classificação de &#8220;parcial&#8221;. Um dos exemplos citados foi a fala em que Flávio afirmou que a gestão de Jair Bolsonaro garantiu o valor mínimo de R$ 600 para o Bolsa Família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A checagem pondera que o montante temporário de R$ 600 (então Auxílio Brasil) vigorou apenas entre agosto e dezembro de 2022. O piso permanente de R$ 600 para o programa foi formalmente instituído pela Lei 14.601/2023, sancionada no governo Lula.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Citação a Investigação da Polícia Federal</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A checagem também classificou como falsa a declaração do candidato sobre o financiamento do filme Dark Horse. Flávio havia afirmado que o presidente Lula recebeu recursos do banqueiro Daniel Vorcaro para a produção do longa e que um relatório da Polícia Federal teria atestado a ausência de irregularidades.</p>



<h5 class="wp-block-heading">De acordo com o site de checagem:</h5>



<ul class="wp-block-list">
<li>A defesa de Vorcaro desmentiu o envolvimento;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>O citado relatório conclusivo da PF não existe;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>As apurações sobre o montante de R$ 134 milhões continuam em andamento.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Metodologia de Checagem</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os responsáveis pelo <a href="https://flaviomentiu.com.br/" data-type="link" data-id="https://flaviomentiu.com.br/"><strong>flaviomentiu.com.br</strong></a>, o processo de verificação adota critérios rígidos de checagem de fatos (fact-checking), exigindo o cruzamento de dados e a consulta a pelo menos três fontes independentes e oficiais antes da publicação de qualquer classificação.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/flavio-bolsonaro-prepara-200-decretos-para-derrubar-direitos-trabalhistas-e-outras-conquistas/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/flavio-bolsonaro-prepara-200-decretos-para-derrubar-direitos-trabalhistas-e-outras-conquistas/">Flávio Bolsonaro prepara 200 decretos para derrubar direitos trabalhistas e outras conquistas</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Revelando: MC Cabelinho confronta trajetória de Flávio com discurso meritocrático</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/revelando-mc-cabelinho-confronta-trajetoria-de-flavio-com-discurso-meritocratico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 07:20:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Carteira de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[MC Cabelinho]]></category>
		<category><![CDATA[Meritocracia]]></category>
		<category><![CDATA[revelando]]></category>
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					<description><![CDATA[“Flavinho nasceu com tudo na mão, viveu na aba do papai, e agora quer te convencer de que o problema da sua vida é o governo”, afirma cantor. A série jornalística Revelando estreou um novo episódio na quinta-feira (22/10). Apresentado pelo cantor MC Cabelinho, Flavinho de Papai percorre a trajetória profissional do senador Flávio Bolsonaro, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-10">“Flavinho nasceu com tudo na mão, viveu na aba do papai, e agora quer te convencer de que o problema da sua vida é o governo”, afirma cantor.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A série jornalística <a href="https://www.youtube.com/@revelando_br" data-type="link" data-id="https://www.youtube.com/@revelando_br"><strong>Revelando</strong></a> estreou um novo episódio na quinta-feira (22/10). Apresentado pelo cantor MC Cabelinho, Flavinho de Papai percorre a trajetória profissional do senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República, cuja campanha tem sido marcada por um discurso fortemente ligado ao amplo corte de gastos públicos e ao discurso meritocrático.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Filho mais velho de Jair Bolsonaro, Flávio esteve próximo da vida política desde a infância. Seu pai entrou na vida pública em 1988, ao ser eleito vereador pela cidade do Rio de Janeiro. E, segundo as informações do episódio, essa proximidade influenciou bastante a vida do atual candidato. <em>“Flavinho nasceu com tudo na mão, viveu na aba do papai, e agora quer te convencer de que o problema da sua vida é o governo”</em>, afirma Cabelinho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua campanha, o candidato questiona o tamanho do Estado e promete enxugar a estrutura com um profundo corte de gastos. Segundo o MC, o Flávio <em>“tem um plano econômico que pode cortar a verba e os serviços que ajudam a sua mãe, a sua avó e a tropa que tá na correria”</em>. O que chama a atenção do cantor é que <em>“o cara que só teve emprego na política, que ganha dinheiro público desde os 19 anos, vem falar que o governo só atrapalha, que o governo não quer saber de você”</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por isso, a narrativa busca, justamente, entregar a resposta para algumas perguntas:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;<em>Eu quero saber uma coisa só e vou passar o episódio inteiro atrás da resposta: o que tem na carteira de trabalho desse cara? Será que esse cara merece estar onde está?</em>&#8220;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Assista</h4>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jlvid_container"><iframe title="Revelando: Flavinho De Papai com MC Cabelinho  | Ep #08" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/rI1C7pJx-fg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Leia mais <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/flavio-bolsonaro-prepara-200-decretos-para-derrubar-direitos-trabalhistas-e-outras-conquistas/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/flavio-bolsonaro-prepara-200-decretos-para-derrubar-direitos-trabalhistas-e-outras-conquistas/">Flávio Bolsonaro prepara 200 decretos para derrubar direitos trabalhistas e outras conquistas</a></h4>
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		<title>Famílias em alerta: especialistas alertam para os riscos ao direito de amar em um eventual governo Flávio Bolsonaro</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/familias-em-alerta-especialistas-alertam-para-os-riscos-ao-direito-de-amar-em-um-eventual-governo-flavio-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 07:02:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Homofobia]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTQIAPN+]]></category>
		<category><![CDATA[Preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[riscos]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisadores alertam para possíveis retrocessos caso o senador extremista vença a disputa presidencial. Pesquisa publicada no Journal of Population Economics identificou um aumento nos registros, sobretudo entre casais de mulheres e em municípios onde Bolsonaro teve maior votação. Às vésperas do segundo turno de 2026, pesquisadores alertam para os riscos de retrocesso nos direitos LGBTQIAPN+. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-12">Pesquisadores alertam para possíveis retrocessos caso o senador extremista vença a disputa presidencial.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisa publicada no Journal of Population Economics identificou um aumento nos registros, sobretudo entre casais de mulheres e em municípios onde Bolsonaro teve maior votação. Às vésperas do segundo turno de 2026, pesquisadores alertam para os riscos de retrocesso nos direitos LGBTQIAPN+.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A eleição de Jair Bolsonaro à Presidência da República, em 2018, foi seguida por um aumento no número de casamentos civis entre pessoas do mesmo sexo no Brasil. A alta foi mais expressiva nos municípios onde o então candidato obteve maior percentual de votos e entre casais de mulheres, segundo um estudo conduzido pelos economistas brasileiros Sara Parente, da EBS Universidade de Economia e Direito, e Mateus Maciel, da Universidade de Tübingen, em parceria com David Zuchowski, da Universidade de Valência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Publicado em agosto no Journal of Population Economics, o artigo Rushing to the altar? Same-sex marriages when rights feel at risk investiga como o apoio eleitoral a um líder político com posições contrárias aos direitos da população LGBTQIAPN+ pode influenciar as decisões de casamento entre pessoas do mesmo sexo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pesquisadores identificaram que o crescimento dos registros se concentrou no período entre a eleição e a posse presidencial, em janeiro de 2019. Para os autores, os resultados são compatíveis com uma reação preventiva de casais que perceberam ameaças aos seus direitos e buscaram formalizar suas uniões enquanto as garantias legais permaneciam disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O casamento civil assegura reconhecimento jurídico às uniões e garante direitos e benefícios econômicos aos cônjuges. Nesse contexto, a formalização das relações pode ter sido uma forma de reduzir a insegurança diante da possibilidade de mudanças políticas e institucionais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Pesquisadores alertam para riscos em 2026</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Às vésperas do segundo turno da eleição presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, Sara Parente avalia que o cenário atual apresenta riscos diferentes daqueles enfrentados em 2018.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando Jair Bolsonaro foi eleito, a probabilidade de esse direito ser revertido era baixíssima, visto que ele não poderia fazer tantas mudanças no Supremo Tribunal Federal para conseguir a maioria dos votos. Mesmo nesse cenário, as pessoas tiveram medo de perder seus direitos. A situação agora é diferente. Caso Flávio Bolsonaro seja eleito, ele poderá fazer mudanças no STF a ponto de conseguir a maioria necessária para abolir o casamento entre pessoas do mesmo sexo. O que antes era um medo agora pode se tornar realidade”, afirma a pesquisadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mateus Maciel também alerta para possíveis retrocessos em outras áreas dos direitos LGBTQIAPN+. Segundo ele, a composição do Congresso Nacional pode influenciar a capacidade de avançar pautas contrárias a essa população em um eventual governo Flávio Bolsonaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com um maior número de senadores e deputados ligados à extrema direita eleitos, caso Flávio Bolsonaro vença no segundo turno, será mais fácil avançar pautas contra a população LGBTQIAPN+ do que no governo do seu pai. Dessa forma, não apenas a união estável entre pessoas do mesmo sexo pode estar em jogo, mas toda a agenda de direitos desse grupo pode sofrer retrocessos”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo está disponível em acesso aberto no Journal of Population Economics, periódico científico da área de economia e demografia.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia mais <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/plano-de-flavio-bolsonaro-nao-preve-direitos-lgbtqia/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/plano-de-flavio-bolsonaro-nao-preve-direitos-lgbtqia/">Plano de Flávio Bolsonaro não prevê direitos LGBTQIA+</a></h4>
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			</item>
		<item>
		<title>Flávio Bolsonaro prepara 200 decretos para derrubar direitos trabalhistas e outras conquistas</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/flavio-bolsonaro-prepara-200-decretos-para-derrubar-direitos-trabalhistas-e-outras-conquistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 06:32:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Classe Trabalhadora]]></category>
		<category><![CDATA[Conquistas]]></category>
		<category><![CDATA[decretos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Estelionato eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[inimigo do povo]]></category>
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					<description><![CDATA[Bomba relógio contra a classe trabalhadora. Aliados revelam plano do clã para “decretaço” anti-povo em eventual primeiro dia de governo. A poucos dias do segundo turno das eleições, a máscara de moderação do candidato Flávio Bolsonaro (PL) voltou a cair. Uma reportagem do Correio Braziliense publicada na quarta-feira (21/10) revelou que aliados do senador já [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-14">Bomba relógio contra a classe trabalhadora. Aliados revelam plano do clã para “decretaço” anti-povo em eventual primeiro dia de governo.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A poucos dias do segundo turno das eleições, a máscara de moderação do candidato Flávio Bolsonaro (PL) voltou a cair. Uma reportagem do Correio Braziliense publicada na quarta-feira (21/10) revelou que aliados do senador já mantêm pronto um pacote com mais de 200 decretos para serem assinados no primeiro dia de um eventual mandato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo central é desferir um golpe imediato contra a legislação trabalhista, a proteção ambiental e a participação social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O plano de bastidores prevê um agressivo “revogaço” de medidas do governo Lula e um “decretaço” que visa, fundamentalmente, neutralizar as conquistas recentes da classe trabalhadora, em especial a regulamentação do fim da escala 6×1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O arsenal de normas foi desenhado em segredo e mantido sob sigilo pela campanha, sem qualquer transparência para a sociedade ou pronunciamento oficial da assessoria do candidato.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O pacote da destruição: trabalho, meio ambiente e privatizações</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segundo as informações vazadas por interlocutores do senador, as medidas guardadas na gaveta para o dia 1º de janeiro articulam um verdadeiro choque de desmonte:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Esvaziamento dos direitos trabalhistas:</strong> Utilizando a regulamentação do Executivo como atalho, o plano busca esvaziar a recém-promulgada Emenda Constitucional 141/2026. O texto prevê reintroduzir a lógica da “negociação individual”, isolando o trabalhador frente ao patronato e enfraquecendo a atuação dos sindicatos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ataque à fiscalização ambiental:</strong> Os decretos preveem a limitação da atuação de órgãos de fiscalização ambientais sobre vegetações em áreas rurais e propriedades privadas não classificadas expressamente como de proteção. Na prática, trata-se de um salvo-conduto para o desmatamento e a impunidade no campo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fim da participação popular:</strong> Alterações administrativas planejam extinguir conselhos, comitês e grupos de trabalho da administração federal. Sob a justificativa de “enxugar a máquina”, o projeto busca calar a sociedade civil organizada e eliminar mecanismos constitutivos da democracia participativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ofensiva privatista:</strong> Para os primeiros três meses, o plano traça o envio ao Congresso Nacional de um pacote de privatizações de empresas públicas e estatais estratégicas para o desenvolvimento nacional.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Estelionato eleitoral em marcha</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A revelação dos decretos secretos expõe a falsidade do discurso do candidato na reta final da campanha. Flávio Bolsonaro, que criticou abertamente a proposta pelo fim da jornada 6×1, classificando-a como “oportunista” e defendeu a flexibilização irrestrita de horários, recalculou a rota apenas diante do amplo apoio popular à medida. Em entrevistas recentes, o senador chegou a declarar que “todos os direitos trabalhistas estão garantidos” e que respeitaria as decisões do Parlamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, as informações de bastidores desmascaram o candidato, que publicamente prega a manutenção de direitos, mas nos bastidores articula um “revogaço” para esvaziá-los via decreto executivo e medidas provisórias logo após empossado, se vencer.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A ameaça à conquista histórica da jornada 6×1</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A tentativa de contornar a emenda constitucional que acabou com a extenuante escapa 6 X 1, via normas infralegais no primeiro dia de governo atinge diretamente o coração dessa conquista, além de pretender aprovar a PEC do seu coordenador de campanha, Rogério Marinho que introduz o conceito de pagamento por horas trabalhadas, sem descanso remunerado, devolvendo o trabalhador à vulnerabilidade da imposição patronal.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Alerta máximo para o segundo turno</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A falta de transparência e o silêncio da candidatura diante do vazamento do pacote não atenuam a gravidade do cenário, pelo contrário, elevam o estado de alerta das forças populares e democráticas. A omissão deliberada de textos que afetam diretamente a vida cotidiana da população impede o eleitor de conhecer a real agenda do candidato, que sabemos nunca será a favor do trabalhador.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/flavio-bolsonaro-garotas-de-programa-e-empresarios-a-festa-em-lancha-durante-a-pandemia/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/flavio-bolsonaro-garotas-de-programa-e-empresarios-a-festa-em-lancha-durante-a-pandemia/">Flávio Bolsonaro, garotas de programa e empresários: a festa em lancha durante a pandemia</a></h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Você sabe o que é um miliciano? Acusação pesa sobre Flávio Bolsonaro</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/voce-sabe-o-que-e-um-miliciano-acusacao-pesa-sobre-flavio-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 06:12:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acusações]]></category>
		<category><![CDATA[Criminosos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Milicianos]]></category>
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					<description><![CDATA[Criminosos fortemente armados, muitos formados por agentes de segurança, controlam territórios e exploram moradores; histórico de Flávio inclui homenagens e emenda negociada com miliciano. A palavra “miliciano” ganhou força nas buscas após o debate entre Lula e Flávio Bolsonaro na Band, no domingo (18/10). Durante o confronto, o presidente disse que queria “distância de miliciano”. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-16">Criminosos fortemente armados, muitos formados por agentes de segurança, controlam territórios e exploram moradores; histórico de Flávio inclui homenagens e emenda negociada com miliciano.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A palavra “miliciano” ganhou força nas buscas após o debate entre Lula e Flávio Bolsonaro na Band, no domingo (18/10). Durante o confronto, o presidente disse que queria “distância de miliciano”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A fala reacendeu uma pergunta:</strong> o que caracteriza uma milícia — e por que o termo acompanha a trajetória política do senador?</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Rio de Janeiro, as milícias se formaram principalmente com policiais e outros agentes de segurança, muitos da ativa ou da reserva, sob o argumento de proteger comunidades do tráfico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o tempo, esses grupos criminosos passaram a controlar territórios e a cobrar moradores e comerciantes por “segurança” e por serviços como transporte alternativo, gás e TV a cabo clandestina. Também avançaram sobre a venda de drogas. A cobrança é imposta pela força, e moradores que resistem podem ser ameaçados ou mortos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Código Penal não define “miliciano” como uma categoria de pessoa, mas prevê o crime de constituir, organizar, integrar, manter ou financiar uma milícia privada com a finalidade de praticar crimes. A pena é de quatro a oito anos de prisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ligação de Flávio com o tema vem muito antes da disputa presidencial deste ano. Em 2003, quando era deputado estadual, ele propôs uma moção de louvor ao policial Adriano da Nóbrega. Dois anos depois, apresentou a proposta que concedeu a Adriano a Medalha Tiradentes, principal honraria da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ocasião, Adriano estava preso, acusado de homicídio. Mais tarde, o Ministério Público o apontou como integrante de uma milícia e chefe do chamado Escritório do Crime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mãe e a mulher de Adriano também foram contratadas no gabinete de Flávio na Alerj. Em 2008, durante o debate sobre a CPI das Milícias, o então deputado defendeu publicamente esses grupos: “Eles se organizam para que o tráfico não impere nessas regiões”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2026, ao ser questionado sobre as homenagens a Adriano, Flávio afirmou que elas foram feitas antes de surgirem acusações contra o policial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A controvérsia mais recente envolve uma emenda de cerca de R$200 mil destinada a um projeto de futebol do Instituto de Formação Profissional José Carlos Procópio (Ifop), na Taquara, zona oeste do Rio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo reportagens do Estadão e da revista piauí, a assessora de Flávio negociou o repasse após um pedido de Robson Calixto, conhecido como Peixe, ex-assessor de Domingos Brazão. Calixto foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal por participação em organização criminosa no caso Marielle Franco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal apura suspeitas de desvio de recursos enviados a entidades ligadas aos Brazão.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/flavio-bolsonaro-garotas-de-programa-e-empresarios-a-festa-em-lancha-durante-a-pandemia/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/flavio-bolsonaro-garotas-de-programa-e-empresarios-a-festa-em-lancha-durante-a-pandemia/">Flávio Bolsonaro, garotas de programa e empresários: a festa em lancha durante a pandemia</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Flávio Bolsonaro, garotas de programa e empresários: a festa em lancha durante a pandemia</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/flavio-bolsonaro-garotas-de-programa-e-empresarios-a-festa-em-lancha-durante-a-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 05:52:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigação revela episódio ocorrido em Brasília quando o Brasil se aproximava de 77 mil mortes por Covid-19. O senador Flávio Bolsonaro (PL) teria participado de uma festa em uma lancha no Lago Paranoá, em Brasília, com empresários da Precisa Medicamentos e garotas de programa trazidas de São Paulo, em 17 de julho de 2020, durante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-18">Investigação revela episódio ocorrido em Brasília quando o Brasil se aproximava de 77 mil mortes por Covid-19.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O senador Flávio Bolsonaro (PL) teria participado de uma festa em uma lancha no Lago Paranoá, em Brasília, com empresários da Precisa Medicamentos e garotas de programa trazidas de São Paulo, em 17 de julho de 2020, durante a pandemia de Covid-19. O encontro teria sido organizado por empresários interessados em estreitar relações com o governo de Jair Bolsonaro, pai do senador, enquanto buscavam negociar o fornecimento da vacina Covaxin. <a href="https://piaui.uol.com.br/web/flavio-bolsonaro-churrasco-lancha-vacina/" data-type="link" data-id="https://piaui.uol.com.br/web/flavio-bolsonaro-churrasco-lancha-vacina/"><strong>As informações são da revista piauí</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na véspera da festa, o Brasil havia registrado 1.299 mortes por Covid-19 em apenas 24 horas, elevando para 76.822 o número de vítimas da doença no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a reportagem, na noite de 16 de julho de 2020, um jatinho de prefixo PR-SAD decolou do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, às 20h49, com destino à capital federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A bordo estavam Danilo Berndt Trento e Francisco Maximiano, ligados à Precisa Medicamentos, o agente de viagens Raphael Barão, proprietário da Barão Turismo, e três garotas de programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aeronave, um Embraer Phenom 300 pertencente à empresa Prime You, pousou em Brasília às 22h12. Os passageiros seguiram para o hotel Meliá Brasil 21, no Setor Hoteleiro Sul.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na manhã seguinte, Flávio Bolsonaro teria chegado à lancha acompanhado de Alexandre Santini, seu amigo e sócio em uma franquia da Kopenhagen no Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro, com bebidas e petiscos, teria sido organizado para agradar o filho mais velho do então presidente Jair Bolsonaro. De acordo com a piauí, a presença das garotas de programa era um dos principais atrativos da festa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Festa ocorreu enquanto Brasil registrava quase 77 mil mortes por Covid-19</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O passeio aconteceu em um período crítico da pandemia. Em 16 de julho de 2020, o Brasil contabilizava 76.822 mortes por Covid-19, após registrar 1.299 novos óbitos em 24 horas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Naquele momento, o governo Bolsonaro enfrentava críticas pela condução da crise sanitária, enquanto laboratórios internacionais buscavam negociar o fornecimento de vacinas contra a doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas como Pfizer e Sinovac mantinham tratativas com o Ministério da Saúde, mas os acordos ainda não haviam avançado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi nesse contexto que os empresários da Precisa Medicamentos buscaram ampliar sua aproximação com integrantes da família presidencial.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Empresários buscavam acordo para fornecimento da Covaxin</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Danilo Berndt Trento e Francisco Maximiano, respectivamente diretor institucional e proprietário da Precisa Medicamentos, atuavam nas negociações relacionadas à vacina Covaxin, desenvolvida pelo laboratório indiano Bharat Biotech.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa já mantinha contratos com o governo federal para o fornecimento de produtos como testes rápidos de Covid-19 e preservativos femininos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a piauí, os empresários viam na aproximação com Flávio Bolsonaro uma oportunidade de fortalecer suas relações políticas enquanto buscavam avançar nas negociações envolvendo o imunizante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reportagem também aponta que o jatinho utilizado para transportar os participantes da festa já havia sido usado pelo empresário Daniel Vorcaro.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Amigo de Flávio Bolsonaro na lancha foi citado no caso das “rachadinhas”</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Alexandre Santini, que teria acompanhado Flávio Bolsonaro no passeio, também aparece em outro episódio envolvendo o senador: a investigação sobre um suposto esquema de “rachadinhas” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Santini era sócio de Flávio em uma franquia da Kopenhagen no Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), a loja teria sido utilizada para lavar recursos provenientes de valores supostamente recolhidos de assessores parlamentares por Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores estimaram que R$ 1,6 milhão em espécie teriam passado pelo estabelecimento no contexto do suposto esquema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso, contudo, foi arquivado após a anulação de provas utilizadas na investigação, sem condenação de Flávio Bolsonaro.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/flavio-bolsonaro-e-suspeito-de-ser-socio-de-casa-de-apostas-diz-revista-piaui/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/flavio-bolsonaro-e-suspeito-de-ser-socio-de-casa-de-apostas-diz-revista-piaui/">Flávio Bolsonaro é suspeito de ser sócio de casa de apostas, diz revista piauí</a></h4>
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		<title>Revelando: Fábio Porchat expõe rede de ‘laranjas’ ligada a Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/revelando-fabio-porchat-expoe-rede-de-laranjas-ligada-a-flavio-bolsonaro-e-willer-tomaz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 07:09:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Vorcaro]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Fábio Porchat]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Kassio Nunes Marques]]></category>
		<category><![CDATA[revelando]]></category>
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					<description><![CDATA[Novo episódio detalha conexões entre figuras do poder, empresas offshore e o uso de &#8220;laranjas&#8221;. A série jornalística Revelando lançou um novo episódio na terça-feira (20/10), com mais detalhes sobre as conexões entre Flávio Bolsonaro, Daniel Vorcaro e outras figuras do poder. Em República dos Laranjas, o ator e roteirista Fábio Porchat retorna para fazer [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-20">Novo episódio detalha conexões entre figuras do poder, empresas offshore e o uso de &#8220;laranjas&#8221;.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A série jornalística Revelando lançou um novo episódio na terça-feira (20/10), com mais detalhes sobre as conexões entre Flávio Bolsonaro, Daniel Vorcaro e outras figuras do poder. Em República dos Laranjas, o ator e roteirista Fábio Porchat retorna para fazer uma correção. Depois do sucesso de Grandes Igrejas, Master Negócios, episódio que expôs a rede de contatos em torno do Banco Master, a nova reportagem apresenta outros personagens dessa trama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O primeiro erro foi deixar de fora gente que merecia reconhecimento. Muito reconhecimento. Eu deixei de fora um advogado de Brasília chamado Willer Tomaz, que tinha dinheiro escondido dentro de livro e movimentou cinco bilhões de reais em site de aposta. E eu deixei de fora um ministro do Supremo que hoje preside o Tribunal Superior Eleitoral, o tribunal que cuida da eleição: Kassio Nunes Marques”, afirma o apresentador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo episódio detalha conexões que parecem colocar muita gente diferente dentro do mesmo quadro societário. Mas o que chama atenção é que, no papel, as coisas são diferentes. Segundo afirma Porchat, “as empresas são da doméstica, as contas são de offshore e as casas são de outra empresa”. E é essa diferença, entre quem está registrado nos documentos e quem manda na prática, que nomeia o episódio:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Laranja é o nome que se dá pra gente que empresta o nome pra esconder o dono de verdade de uma coisa. E essa é a história de um grande laranjal”, afirma Porchat.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em República dos Laranjas, o <a href="https://www.youtube.com/channel/UC7wiVzNkRI5Iy-MeAXGo3sg" data-type="link" data-id="https://www.youtube.com/channel/UC7wiVzNkRI5Iy-MeAXGo3sg"><strong>Revelando</strong></a> busca encontrar a origem dessas sociedades inusitadas e, para isso, é “preciso primeiro mergulhar na grande escola do crime organizado do Brasil, a Harvard da bandidagem: o Rio de Janeiro”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Assista</h4>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jlvid_container"><iframe title="Revelando: República dos Laranjas com Fábio Porchat | Ep. #7" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/PxIvZL_mKKY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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