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	<title>Campanha Nacional &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Campanha Nacional &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<item>
		<title>Caixa leva ao dissídio proposta que ameaça impor perdas aos empregados</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-leva-ao-dissidio-proposta-que-ameaca-impor-perdas-aos-empregados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 11:48:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Bancários]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Comando Nacional dos Bancários]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></category>
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					<description><![CDATA[Banco mantém teto de sua contribuição para o Saúde Caixa em 6,5% da folha, cria regras para reduzir valor da PLR e restringe auxílio-creche. Resumo do texto sobre propostas da Caixa para o dissídio: Leia o texto na íntegra A proposta de sentença normativa apresentada pela Caixa Econômica Federal ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Banco mantém teto de sua contribuição para o Saúde Caixa em 6,5% da folha, cria regras para reduzir valor da PLR e restringe auxílio-creche.</h4>



<h4 class="wp-block-heading">Resumo do texto sobre propostas da Caixa para o dissídio:</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Saúde Caixa:</strong> o banco mantém o teto de sua participação em 6,5% da folha, retirando a proposta negociada que elevaria esse limite para 9%. Ao mesmo tempo, mantém aumento dos custos para os usuários, inclusive o teto de comprometimento da remuneração familiar de 7% para 9%.</li>



<li><strong>Saúde Caixa pode ter novos aumentos automáticos:</strong> a proposta autoriza reajustes de mensalidades, coparticipação e limite de comprometimento da renda para recompor eventual insuficiência atuarial.</li>



<li><strong>Remanejamento do Saúde Caixa para entidade associativa: </strong>a proposta da Caixa prevê ainda a autorização para remanejar a gestão do plano para entidade associativa externa com participação majoritária da Caixa, visando garantir a sustentabilidade, sem a necessidade de discussão prévia com a representação dos empregados.</li>



<li><strong>Pós-2018:</strong> desaparece da proposta de sentença o compromisso de discutir a isonomia para empregados contratados depois de 31 de agosto de 2018, que reivindicam a manutenção do Saúde Caixa após a aposentadoria com participação da empresa no custeio.</li>



<li><strong>Redutor da PLR:</strong> muda a regra de redução em caso de estouro do limite global, atingindo todos proporcionalmente, inclusive empregados de menor remuneração.</li>



<li><strong>PLR:</strong> novas regras podem reduzir de forma significativa o montante distribuído. Em uma simulação com os números de 2025, a queda poderia chegar a 54%.</li>



<li><strong>PLR Social: </strong>deixa de existir a garantia prática dos 4% e passa a ser prevista como “até 4%”, vinculada a indicadores.</li>



<li><strong>Auxílio-creche/babá:</strong> a Caixa amplia a vedação ao acúmulo do benefício. O empregado pode perder o auxílio caso o outro genitor já receba benefício semelhante, mesmo trabalhando em outra empresa.</li>



<li><strong>PFG, PCS, PSI, piso TI, remuneração variável e teletrabalho:</strong> Desaparece da proposta os GTs e calendário de negociações permanentes para debater a criação de planos de cargos e salários, funções gratificadas, transparência e regras objetivas para ascensão na carreira, remuneração variável e teletrabalho.</li>



<li><strong>Promoção por mérito: </strong>a proposta de dissídio preserva a promoção, mas não incorpora no texto todas as garantias concretas que haviam sido obtidas na mesa, sobretudo a retirada da trava do Alcance.Caixa e a possibilidade expressa dos dois deltas. Afirma apenas que haverá sistemática de Promoção por Mérito em 2027 e 2028 “conforme regras negociadas com as Entidades Representativas dos Empregados”.</li>



<li><strong>Dois anos sem ACT negociado:</strong> se a proposta for acolhida, as relações específicas entre Caixa e empregados ficarão submetidas a uma sentença normativa com vigência até agosto de 2028, em lugar de um acordo coletivo construído e assinado pelas partes.</li>



<li>Veja ao final do texto tabela resumo comparativa de toda a proposta</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Leia o texto na íntegra</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta de <a href="https://contrafcut.com.br/data/files/CA/A1/08/05/95BD0A10EECE0D0A820808A8/Sentenca%20Normativa%20Dissidio%20.pdf" data-type="link" data-id="https://contrafcut.com.br/data/files/CA/A1/08/05/95BD0A10EECE0D0A820808A8/Sentenca%20Normativa%20Dissidio%20.pdf"><strong>sentença normativa</strong></a> apresentada pela Caixa Econômica Federal ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) para solucionar o dissídio coletivo contém uma série de mudanças que podem representar perdas econômicas e de direitos para empregadas, empregados, aposentados e pensionistas, caso sejam aceitas pelo TST.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O principal impacto está no Saúde Caixa. A Caixa voltou atrás no documento levado ao Judiciário e retirou a proposta que elevaria de 6,5% para 9% da folha de pagamento e proventos o teto da participação da empresa no custeio do plano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na minuta de sentença normativa, o banco mantém sua responsabilidade limitada a 70% das despesas ou 6,5% da folha, prevalecendo o menor dos dois valores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança é especialmente relevante porque o banco mantém o aumento dos custos para os usuários. Pela minuta levada ao TST, o teto das contribuições ordinárias do grupo familiar passa para 9% da remuneração-base, contra 7% no último acordo do Saúde Caixa. A nova regra ainda estabelece contribuição mínima de R$ 50 por beneficiário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A última proposta negociada, em 16 e 17 de setembro, também previa elevação dos valores pagos pelos beneficiários, mas havia uma contrapartida estrutural: o teto da participação da Caixa passaria de 6,5% para 9%, ampliando a capacidade de financiamento patronal do plano. Essa é justamente uma das principais diferenças entre a proposta construída na mesa de negociações e a encaminhada pelo banco ao dissídio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outras palavras, a proposta judicializada pode atingir o bolso dos beneficiários, mas elimina a principal elevação da responsabilidade financeira do banco.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Veja tabela comparativa sobre as propostas do banco para o Saúde Caixa</h4>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1218" height="1292" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Saude-Caixa-Quadro-Comparativo-1.png" alt="" class="wp-image-71003" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Saude-Caixa-Quadro-Comparativo-1.png 1218w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Saude-Caixa-Quadro-Comparativo-1-283x300.png 283w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Saude-Caixa-Quadro-Comparativo-1-965x1024.png 965w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Saude-Caixa-Quadro-Comparativo-1-141x150.png 141w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Saude-Caixa-Quadro-Comparativo-1-768x815.png 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Saude-Caixa-Quadro-Comparativo-1-1100x1167.png 1100w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Saude-Caixa-Quadro-Comparativo-1-600x636.png 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Saude-Caixa-Quadro-Comparativo-1-20x21.png 20w" sizes="(max-width: 1218px) 100vw, 1218px" /></figure>



<h5 class="wp-block-heading">Pós-2018 sem garantia para a aposentadoria</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto sensível é a situação dos empregados contratados depois de 31 de agosto de 2018. Deixa de existir o compromisso de estabelecer um calendário com prazo definido para discutir, em mesa de negociações, a isonomia de direitos com os anteriormente contratados, como reivindicado pelos empregados pós-2018.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Proposta abre espaço para novos aumentos no Saúde Caixa</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Há ainda outro dispositivo de forte impacto potencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A minuta da Caixa estabelece que mensalidades, limites de coparticipação e limites de comprometimento da renda poderão ser reajustados automaticamente para recompor o equilíbrio econômico-financeiro do plano, caso o cálculo atuarial identifique insuficiência de custeio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso amplia o risco de transferência de custos para trabalhadores e aposentados, especialmente porque o limite patronal permanece em 6,5% da folha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também estão previstos teto familiar de 9%, cobrança de R$ 120 em pronto atendimento e teto anual de R$ 4.700 para as demais coparticipações (acima dos R$ 75 e R$ 3.600, respectivamente, vigentes no acordo encerrado em agosto).</p>



<h5 class="wp-block-heading">PLR pode cair até 54%</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta da Caixa cria dois limites globais para a distribuição da Participação nos Lucros e Resultados (PLR): até 15% do lucro líquido, conforme garantido na CCT da categoria, ou até 25% dos dividendos, ou ainda eventual percentual excepcional autorizado pela Sest, devendo prevalecer o menor valor. Essa combinação pode reduzir substancialmente o volume disponível para pagamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma simulação elaborada pelo Dieese a partir dos resultados de 2025, mostra que, naquele ano a Caixa distribuiu cerca de R$ 2,3 bilhões em PLR, respeitando o teto de 15% do lucro líquido. Se fosse aplicada a regra correspondente a 25% dos dividendos obrigatórios utilizada na proposta de sentença, o montante distribuído seria de aproximadamente R$ 1,045 bilhão, redução de 54%. Nesse exemplo, a PLR média cairia de cerca de R$ 26,9 mil para R$ 12,4 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O percentual de redução dependerá do lucro, da distribuição de dividendos e das autorizações aplicáveis. A regra proposta, porém, cria concretamente a possibilidade da distribuição de um valor bem menor do que atualmente.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Redutor da PLR deixa de proteger os menores salários</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Outra mudança requerida pela Caixa é para que, diferentemente do que estabelece a CCT, o redutor da PLR, caso o valor calculado ultrapasse o limite global permitido, incida linearmente sobre o valor individual da PLR de todos os empregados, excetuada a parcela da PLR Social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, o mecanismo é estruturado na CCT para que a redução comece pela parcela complementar e pela Regra Básica, o que faz com que, inicialmente, o impacto se concentre nos maiores valores de PLR e, consequentemente, nos maiores salários. A regra proposta pela Caixa vai prejudicar a maioria dos trabalhadores, que recebem os menores salários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta da Caixa altera essa lógica. Na prática, empregados de remuneração menor passam a ser atingidos simultaneamente aos de salários mais elevados.</p>



<h5 class="wp-block-heading">PLR Social pode ficar abaixo de 4%</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Também há mudança na PLR Social. No acordo anterior, a parcela correspondia a 4% do lucro líquido. A proposta apresentada no dissídio utiliza a expressão “até 4%” e vincula o pagamento ao desempenho de indicadores da empresa e de programas de governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que o normativo passa a admitir o pagamento de percentuais inferiores a 4%.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Auxílio-creche: nova restrição pode retirar benefício</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A minuta também modifica a regra do auxílio-creche/auxílio-babá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No ACT anterior, a vedação ao acúmulo estava relacionada ao mesmo dependente quando ambos os pais eram empregados da Caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na proposta de sentença, a proibição é ampliada. O benefício deixa de poder ser acumulado sempre que o outro genitor receber, de qualquer empregador, entidade ou instituição pública ou privada, benefício de mesma natureza ou finalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, um empregado ou empregada da Caixa poderá perder o auxílio simplesmente porque o cônjuge recebe benefício semelhante em outra empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A própria minuta estabelece expressamente essa nova restrição.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Greve: Caixa ganha maior poder sobre a compensação</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A sentença proposta pela Caixa também disciplina a compensação dos dias parados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O prazo previsto é de até 180 dias, mas a Caixa ficaria responsável pela programação, distribuição e controle das horas, podendo inclusive determinar que a compensação seja presencial para quem trabalha habitualmente em regime remoto ou híbrido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Horas não compensadas ao final do prazo poderão ser descontadas, e o empregado poderá utilizar banco de horas, APIP ou licença-prêmio para quitar o saldo.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Compromissos anunciados fora da sentença</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Em um comunicado enviado aos empregados, a Caixa informou que manterá alguns compromissos assumidos na última rodada de negociação, ainda que eles não estejam incorporados à proposta de sentença normativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre eles estão o pagamento de R$ 3 mil por empregado pela superação do Índice de Eficiência Operacional, mudanças no Figital e ajustes nas regras do Super Caixa, como a ampliação de 25% para 50% da premiação vinculada à habilitação inicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São medidas relevantes, mas têm natureza distinta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma coisa é um compromisso administrativo assumido pelo banco. Outra é um direito incorporado a um Acordo Coletivo de Trabalho, firmado entre empresa e representação dos trabalhadores, ou a uma sentença normativa com força jurídica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, esses compromissos não eliminam os impactos das cláusulas econômicas, do Saúde Caixa e da PLR contidos no texto levado ao TST.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Dois anos regulados por decisão judicial</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Há ainda uma consequência institucional importante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta estabelece que a sentença normativa terá vigência até 31 de agosto de 2028.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso o TST adote esse texto como base de sua decisão e não haja acordo posterior entre as partes, os empregados da Caixa poderão passar praticamente todo o próximo ciclo negocial sem um ACT específico negociado e assinado com a empresa, com grande parte das relações coletivas disciplinada diretamente por decisão judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diferença não é apenas formal. O ACT é resultado de negociação coletiva e pressupõe compromissos recíprocos entre empresa e trabalhadores. A sentença normativa decorre do exercício do poder normativo da Justiça do Trabalho.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Caixa pede julgamento da proposta</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Em petição apresentada na sexta-feira (25/9), a Caixa informou ao TST que considera esgotadas as possibilidades de concessões além daquelas incluídas em sua proposta de sentença normativa, que, como demonstrado neste texto, vai prejudicar os trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco pediu o prosseguimento do processo sem nova audiência conciliatória e afirmou que aceitaria encerrar o dissídio por acordo caso as confederações aceitassem o texto que ele propõe para a sentença normativa de dissídio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Isso reforça a importância do conteúdo que está sob análise do Tribunal: </strong>não se trata da última proposta negociada em mesa, mas de outro texto, com diferenças relevantes e potenciais perdas para os empregados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento sindical seguirá defendendo a CCT e as reivindicações aprovadas no 41º Conecef.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Sindicato continuará defendendo no processo de negociação e no debate judicial os direitos dos empregados e empregadas da Caixa e as reivindicações aprovadas pela categoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pauta construída para a Campanha Nacional de 2026 reivindica um acordo coletivo com vigência de 1º de setembro de 2026 a 31 de agosto de 2028 e prevê a preservação dos direitos existentes, além das melhorias deliberadas pelos trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as prioridades permanecem a defesa do Saúde Caixa, a ampliação da responsabilidade da Caixa no custeio do plano, com a retomada do modelo de custeio 70/30, a isonomia para os contratados pós-2018, a preservação da PLR, a valorização dos salários e benefícios, avanços nas carreiras e melhores condições de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento sindical também reivindicará o abono integral das horas não trabalhadas durante a paralisação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Sindicato dos Bancários de Santos e Região adotou todas as medidas legais recomendadas por nossa federação e confederação. Convocamos os empregados Caixa para reunião neste domingo (27/9), às 17h, na sede da entidade, localizada na Av. Washington Luís, 140.</strong></p>



<h5 class="wp-block-heading">Veja abaixo a tabela resumo da demais propostas da Caixa</h5>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1086" height="1449" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Proposta-da-Caixa-no-TST.png" alt="" class="wp-image-71004"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Chame os colegas e participe da reunião neste domingo (27), às 17h, no Sindicato dos Bancários de Santos e Região, Av. Washington Luís, 140, para debater a greve.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1080" height="1350" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-25-at-13.52.50.jpeg" alt="" class="wp-image-71005"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Campanha Nacional: movimento sindical avança em mesa por Igualdade de Oportunidades</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/campanha-nacional-movimento-sindical-avanca-em-mesa-por-igualdade-de-oportunidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 06:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[abismo salarial por gênero e raça]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Comando Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[combate ao racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Desenrola Bancários]]></category>
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		<category><![CDATA[Dieese]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[Negociação]]></category>
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					<description><![CDATA[Desenrola Bancários: Comando Nacional também exigiu medidas para aliviar o endividamento entre os trabalhadores bancários. Segundo dados organizados pelo Dieese, as mulheres bancárias têm remuneração 18,4% inferior à dos homens bancários. Mas se a trabalhadora for negra, a remuneração média é 34,2% inferior à remuneração média do bancário branco do sexo masculino. Considerando o recorte [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-5">Desenrola Bancários: Comando Nacional também exigiu medidas para aliviar o endividamento entre os trabalhadores bancários.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados organizados pelo Dieese, as mulheres bancárias têm remuneração 18,4% inferior à dos homens bancários. Mas se a trabalhadora for negra, a remuneração média é 34,2% inferior à remuneração média do bancário branco do sexo masculino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando o recorte racial, pessoas negras (homens e mulheres) têm no setor bancário remuneração média 18,2% inferior à remuneração média na categoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados que refletem o abismo salarial por gênero e raça foram apresentados na manhã de quinta-feira (16/7), em São Paulo (SP), pelo movimento sindical à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), durante a terceira rodada de negociações da Campanha Nacional Unificada da categoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Se não fortalecermos e ampliarmos as políticas de ações afirmativas, não vamos superar essas desigualdades&#8221;, reforçou a coordenadora do Comando Nacional, Juvandia Moreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A violência estrutural contra mulheres, negras e negros é baseada em várias etapas, começa com a ideia de que o papel dessas pessoas é subalterno, passando pela naturalização das desigualdades, das piadinhas, do silêncio diante de casos de machismo e racismo, até chegar à discriminação na contratação, no pagamento de salários e, por fim, à morte&#8221;, pontou. “Portanto, a luta desta mesa de negociações, por equidade de acesso, ascensão e remuneração para todos e todas no setor bancário é uma das várias frentes necessárias para o combate ao machismo e ao racismo estruturais”, completou.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="571" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fotos-contraf-_26_-1024x571.jpg" alt="" class="wp-image-69308" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fotos-contraf-_26_-1024x571.jpg 1024w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fotos-contraf-_26_-300x167.jpg 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fotos-contraf-_26_-150x84.jpg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fotos-contraf-_26_-768x428.jpg 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fotos-contraf-_26_-600x335.jpg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fotos-contraf-_26_-20x11.jpg 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fotos-contraf-_26_.jpg 1072w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Contraf</em></strong></figcaption></figure>



<h5 class="wp-block-heading">Juvandia registrou ainda que a desigualdade é maior nos cargos de comando dos bancos:</h5>



<ul class="wp-block-list">
<li>Apesar de ocuparem 47,7% dos cargos de liderança, as mulheres têm remuneração média 26% inferior à remuneração dos homens que estão nas mesmas ocupações.</li>



<li>Considerando o recorte racial, pessoas negras (homens e mulheres) ocupam apenas 25,2% dos cargos de liderança, sendo que as mulheres negras compõem somente 9,7% dessas posições.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O Comando Nacional reforçou ainda que, pelo ritmo registrado nos últimos anos, o setor levaria 40 anos para alcançar paridade salarial entre homens e mulheres. E, ainda, que as mulheres são as mais demitidas e as menos admitidas atualmente no setor bancário.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Combate ao racismo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No 1º Censo da Diversidade, realizado em 2008, negros e negras compunham 19% do quadro de trabalhadores. O levantamento mais recente mostrou que agora o grupo responde por cerca de 33%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Desde a conquista da mesa de Igualdade, avançamos nos níveis de participação de negras e negros no setor, mas o percentual é ainda insuficiente”, destacou o secretário de Combate ao Racismo da Contraf, Almir Aguiar.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Para mudar este cenário, a categoria reivindica:</h5>



<ul class="wp-block-list">
<li>Que cada contratação de pessoas negras seja notificada pelos bancos à Contraf.</li>



<li>Protocolo nacional de combate ao racismo, para que os trabalhadores saibam como lidar com casos praticados por clientes.</li>



<li>Comissão de heteroidentificação: criação de comissões paritárias, capacitadas para validar a autodeclaração de candidatos negros e garantir a aplicação correta das políticas afirmativas.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Avanços da mesa</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a implementação do protocolo de combate ao racismo, a Fenaban:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Propôs que as denúncias de racismo praticadas por clientes sejam encaminhadas aos canais, já existentes nos bancos, de combate ao assédio. Esses canais também passarão a atender casos de LGBTfobia.</li>
</ul>



<h5 class="wp-block-heading">Sobre o combate ao assédio sexual:</h5>



<ul class="wp-block-list">
<li>Toparam incluir na Convenção Coletiva a definição dos comportamentos que caracterizam assédio sexual ou condutas inadequadas (importunação). Essa lista será explicativa e ajudará na formação do quadro de funcionários.</li>
</ul>



<h5 class="wp-block-heading">Escala 4&#215;3:</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de o tema da redução da escala ter sido abordado em mesas anteriores, sobre essa questão a Fenaban trouxe como devolutiva que não há espaço nos bancos para avanços neste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, propôs trazer uma especialista que assessora a implementação da 4&#215;3 em empresas brasileiras para aprofundar a disacussão na mesa de negociação com o Comando Nacional.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Incentivo as mulheres nas finanças</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Fenaban propôs a contratação de cursos em finanças e encarreiramento, para formação e fortalecimento das mulheres no setor bancário.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desenrola Bancários</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Comando Nacional apresentou dados do endividamento da categoria e reivindicou um “Desenrola Bancário”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Consulta Nacional que, neste ano, teve a participação de quase 55 mil respondentes, 71% da categoria afirmou que está com dívidas. Desse grupo, 53% disse que possui dívidas com cartão de crédito, 42% com crédito pessoal e 30% com cheque especial. E, o mais impactante: quase 30% disseram estar com dívidas em atraso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nossa reivindicação é para que os trabalhadores bancários sejam isentos do pagamento de quaisquer tarifas bancárias e que os bancos reduzam as taxas de juros e criem uma espécie de Desenrola Bancários”, reforçou Juvandia Moreira. “Destacamos ainda, que têm bancos que cobram dos seus funcionários taxas muito mais reduzidas que outros”, completou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fenaban ficou de estudar a reivindicação e trazer uma resposta em uma próxima mesa de negociações.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O papel da negociação permanente para avanços no setor</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A também coordenadora do Comando Nacional, Neiva Ribeiro, reforçou que a melhora nos índices de acesso, ascensão e remuneração de mulheres, negros e negras, PCDs e LGBTQIA+ na categoria está diretamente ligada a capacidade do setor de reavaliar os planos de ações à luz da realidade política e social posta no momento histórico.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6 wp-block-paragraph">&#8220;Há cerca de 30 anos, quando esta mesa de Igualdade de Oportunidades foi criada, não enfrentávamos Incels e Redpills, homens que afirmam que as mulheres não deveriam nem votar. É o resurgimento de grupos retrógrados como esses que impactam a realidade em nosso setor&#8221;, pontuou. &#8220;É por isso que, diante dos novos desafios que vão surgindo, precisamos rediscutir as nossas ações para não reverter os avanços até aqui conquistados e avançar em novos direitos&#8221;, completou.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Não enfrente a pressão do banco sozinho. O Sindicato está com você. Sindicalize-se!</a></h2>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comando Nacional exige suspensão das demissões e do fechamento de agências</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/comando-nacional-exige-suspensao-das-demissoes-e-do-fechamento-de-agencias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 07:36:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Sindical]]></category>
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					<description><![CDATA[Com base em dados oficiais, categoria aponta que demissões em massa no setor não são resultados de falta de capacidade financeira, mas de estratégia empresarial para aumentar lucros. Na segunda rodada de negociações da Campanha Nacional das Bancárias e dos Bancários, realizada na terça-feira (7/7), o movimento sindical apresentou aos bancos dados sólidos de que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8">Com base em dados oficiais, categoria aponta que demissões em massa no setor não são resultados de falta de capacidade financeira, mas de estratégia empresarial para aumentar lucros.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/campanha-nacional-2026-bancarios-e-fenaban-se-reunem-nesta-terca-feira-7-para-debater-protecao-ao-emprego/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/campanha-nacional-2026-bancarios-e-fenaban-se-reunem-nesta-terca-feira-7-para-debater-protecao-ao-emprego/">segunda rodada de negociações</a> da Campanha Nacional das Bancárias e dos Bancários, realizada na terça-feira (7/7), o movimento sindical apresentou aos bancos dados sólidos de que o setor está na contramão do mercado de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre janeiro de 2015 e maio de 2026, os bancos reduziram os postos de trabalho em cerca de 93,3 mil. No último ano, o Santander eliminou 6.196 postos, o Itaú 4.620, Bradesco 3.017 e, o Banco do Brasil, 1.498 postos, totalizando 15.331 pontos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mesmo período, o setor reduziu em 42% (9,5 mil) a rede de agências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esses dados apontam para uma diferença muito grande do que está acontecendo no setor bancário em relação ao que estamos vivendo no Brasil que, desde o início do governo Lula (2023), gerou 5,17 milhões de empregos formais, batendo recorde nos níveis de carteira assinada, com a baixa histórica das taxas de desocupação, do IBGE&#8221;, destacou Juvandia Moreira, coordenadora do Comando Nacional e presidenta da Contraf. “Os números de postos fechados demonstram que Santander, Itaú e Bradesco fizeram demissões em massa o que, no entendimento da Justiça, não pode acontecer sem negociação prévia”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dirigente registrou ainda que a eliminação de postos de trabalho e de agências ocorre enquanto os bancos seguem batendo recordes de lucro. Só em 2025, os cinco maiores bancos do país registraram lucro líquido de R$ 124 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Comando Nacional apontou também que o aumento de contratos dos bancos com correspondentes bancários foi de 49%, entre 2015 e 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A grande questão, portanto, é que o trabalho bancário não está sendo eliminado, na verdade está sendo transferido para os correspondentes bancários e outros segmentos do ramo financeiro. Estão fechando as agências para transferir o atendimento presencial para os correspondentes. Esse movimento também abre espaço para as cooperativas de crédito, que estão cada vez mais presentes nas áreas abandonadas pelos bancos&#8221;, completou Juvandia Moreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desse cenário, o Comando Nacional exigiu, como prova de boa-fé, que os bancos suspendam as demissões e o fechamento de agências, durante as negociações. A Fenaban, porém, negou os pedidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa resposta não nos paralisará. O Comando Nacional continuará cobrando e acompanhando, em todo o país, os casos de demissões e de fechamentos de agências, para não permitir que continuem acontecendo”, arrematou Juvandia Moreira.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="571" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fotos-contraf-_24_-1024x571.jpg" alt="" class="wp-image-69160" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fotos-contraf-_24_-1024x571.jpg 1024w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fotos-contraf-_24_-300x167.jpg 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fotos-contraf-_24_-150x84.jpg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fotos-contraf-_24_-768x428.jpg 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fotos-contraf-_24_-600x335.jpg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fotos-contraf-_24_-20x11.jpg 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fotos-contraf-_24_.jpg 1072w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Demissões em massa prejudicam mais mulheres</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A também coordenadora do Comando Nacional, Neiva Ribeiro, destacou que do total de postos de trabalho eliminados entre 2020 e maio de 2026, 25,5 mil (79% do total) eram ocupados por mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os bancos vão acabar com as mulheres na categoria? De 2024 para 2025, a participação de mulheres na categoria caiu de 49% para menos de 47%. Esses números mostram que uma parte importante dos nossos esforços na mesa de Igualdade de Oportunidades está sendo inviabilizado pelas demissões em massa. Mostram também que os bancos estão concentrando cada vez mais os ganhos de produtividade obtidos com a tecnologia, e não cumprindo com a responsabilidade social de dividir esses ganhos com a população e com os trabalhadores&#8221;, reforçou Neiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como sugestão para conter a queda de mulheres no setor, o movimento sindical pediu a estabilidade de emprego às mulheres vítimas de violência doméstica e também o fortalecimento das ações de qualificação e requalificação de mulheres em tecnologia da informação (TI), conquistadas na Campanha Nacional Unificada de 2024.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Comprometimento do atendimento aos clientes</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O integrante do Comando Nacional, Ramon Peres, destacou que, em 2025, foram realizadas 7,2 bilhões de transações em agências bancárias físicas, o que corresponde a uma média de 28,6 milhões de transações por dia útil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esses dados mostram que, apesar das transformações digitais dentro do sistema financeiro, as agências continuam movimentando elevado volume de operações presenciais. A população brasileira ainda precisa de agências e do atendimento humano, em especial os idosos&#8221;, arrematou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Comando Nacional também cobrou que a Fenaban traga, numa próxima mesa, os valores financeiros movimentados nas agências. “Se não precisasse mais do atendimento presencial, os bancos não estariam contratando, em larga escala, correspondentes bancários”, completou Ramon.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Fim das terceirizações e retorno das homologações nos sindicatos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Comando Nacional reforçou a reivindicação pelo fim das terceirizações. &#8220;Quem faz atividade bancária deve ser reconhecido como bancário, com todos os direitos da categoria&#8221;, pontuou a coordenadora do Comando Nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os representantes dos trabalhadores exigiram o retorno das homologações nas entidades sindicais, como proteção aos trabalhadores.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Outras exigências do Comando Nacional foram:</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Indenização adicional em caso de demissão; e</li>



<li>Criação de um banco de talentos bancários.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Comando Nacional rebate dados da Fenaban</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na tentativa de rebater os argumentos do movimento sindical, a representação dos bancos destacou que, entre todas as instituições financeiras do país, 236 apresentaram ROE (sigla que define o principal medidor de lucros e prejuízos das empresas) negativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os bancos estão inseridos no sistema financeiro. Portanto, segundo dados do Banco Central, levantados pela assessoria do Dieese, em 2025, as empresas bancárias registraram ROE média de 14,9%, acima dos 14,7% das cooperativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também a título de comparação, a ROE das Instituições de Pagamento (IPs) no ano passado foi de 22%, influenciada pelo resultado do Nubank. Quando retirado o Nubank, a ROE média caiu para 13,7%, percentual também muito abaixo 14,9% dos bancos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O problema das demissões em massa, portanto, não é a falta de capacidade financeira, mas uma escolha política e empresarial, e é isso que estamos questionando nesta mesa&#8221;, arrematou Juvandia Moreira.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Devolutivas</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ao final da mesa, os representantes da Fenaban negaram:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O fim das demissões e do fechamento de agências.</li>



<li>O pedido de estabilidade para toda a categoria durante o processo negocial, bem como às mulheres vítimas de violência doméstica.</li>



<li>O pedido de indenização adicional em caso de demissão.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E ficaram de avaliar:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O retorno das homologações nos sindicatos.</li>



<li>Reforço e ampliação das cláusulas de qualificação e requalificação de trabalhadores na área de TI.</li>



<li>Criação de um banco de talentos bancários.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento sindical destacou que irá continuar defendendo as reivindicações feitas no encontro desta terça-feira (7).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Vamos insistir em cada um dos pontos desta mesa. Os dados são claros: os bancos seguem registrando alta lucratividade, fruto do dia a dia de entrega de cada trabalhador e de cada trabalhadora. É dever dos bancos reconhecer isso garantindo a proteção dos empregos, com todos os direitos até aqui conquistados e ampliação de novos direitos”, concluiu Juvandia Moreira.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Quem trabalha junto, conquista junto. Fortaleça nossa voz, sindicalize-se!</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Campanha Nacional: movimento sindical pleiteia mais vagas para PCDs, jornada 4&#215;3 e garantia do direito à desconexão</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/campanha-nacional-movimento-sindical-pleiteia-mais-vagas-para-pcds-jornada-4x3-e-garantia-do-direito-a-desconexao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 06:38:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha salarial 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Com]]></category>
		<category><![CDATA[Comando Nacional dos Bancários]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Negociação]]></category>
		<category><![CDATA[PCDs]]></category>
		<category><![CDATA[Reivindicações]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Teletrabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Ultratividade]]></category>
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					<description><![CDATA[Categoria exige manutenção dos direitos já conquistados na CCT e mais avanço em cláusulas sociais. Aconteceu na quinta-feira (2/7) a primeira rodada de negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que deve ser assinada até a véspera da data-base [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-10">Categoria exige manutenção dos direitos já conquistados na CCT e mais avanço em cláusulas sociais.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Aconteceu na quinta-feira (2/7) a primeira rodada de negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que deve ser assinada até a véspera da data-base da categoria, em 1º de setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>As reivindicações apresentadas pelos trabalhadores nesta mesa foram sobre cláusulas sociais relacionadas às:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pessoas com Deficiência (PCDs)</li>



<li>Implementação da escala 4&#215;3 (quatro dias de trabalho e três dias de descanso)</li>



<li>Defesa do teletrabalho e direito à desconexão</li>



<li>Segurança bancária digital</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">PCDs</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Com base na RAIS, o Comando Nacional destacou que o setor bancário possuía 18,7 mil trabalhadores PCDs em 2025 – número que representa 4,5% da categoria bancária. Em 2012 esse percentual era de 2,4%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;<strong>Apesar desse avanço, em termos de percentual, o setor registrou um decréscimo de bancários e bancárias PCDs:</strong> entre 2020 e abril de 2026, os bancos admitiram 7.840 pessoas com deficiência e desligaram 8.361, resultando no saldo negativo de 521 postos de trabalho para trabalhadores com deficiência na categoria&#8221;, destacou Vinícius de Assumpção Silva, integrante do Comando Nacional dos Bancários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desse quadro, o movimento sindical reivindica aumento de contratações de PCDs e que os mesmos tenham garantia de ascensão profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Comando Nacional também reivindicou o abono de faltas em caso de necessidade dos trabalhadores PCDs e aos pais e mães de crianças PCDs, para tratamentos ou exames de seus filhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Fenaban respondeu que analisará as demandas do Comando Nacional.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Escala de trabalho 4&#215;3</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Comando Nacional destacou que o processo de automação e usos de novas tecnologias no setor viabiliza a implementação da escala 4&#215;3: </strong>quatro dias de trabalho e três dias de descansos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento sindical pontuou ainda que a redução de jornada teria o potencial de gerar mais de 429 mil empregos bancários &#8211; aumento de 103% do número de trabalhadores no setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A redução da jornada resultaria em ganhos na qualidade de vida dos bancários, sem prejuízos à produtividade das empresas, como demonstram exemplos de outros países e de empresas aqui no Brasil, que já implementam a escala 4&#215;3&#8221;, destacou a coordenadora do Comando Nacional, Neiva Ribeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Após um ano do projeto-piloto com empresas brasileiras, a 4 Day Week registrou os seguinte resultados da implementação da escala 4&#215;3:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>84,6% das lideranças recomendam a iniciativa para outras empresas.</li>



<li>93,4% das pessoas relataram maior colaboração com suas equipes, indicando que o modelo incentiva trabalho em conjunto.</li>



<li>As empresas também colheram benefícios operacionais, com 61,5% de melhoria na execução de projetos, 44,4% mais capacidade de cumprir prazos, e 83,3% das organizações relatando melhorias nos processos internos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para os trabalhadores, alguns dos impactos da redução da jornada foram:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>88,7% responderam ter mais satisfação com seu trabalho.</li>



<li>86,2% dos participantes relataram ter mais energia para dedicar à família e amigos, enquanto 58,5% disseram conseguir equilibrar melhor a vida pessoal e profissional.</li>



<li>79,5% dos participantes relataram sentir-se mais alegres e de bom humor, enquanto 66,2% disseram sentir-se mais ativos e com vitalidade.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre esta demanda, a Fenaban propôs um estudo conjunto com os sindicatos sobre os impactos e a viabilidade da implementação da escala 4&#215;3 no setor bancário.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Teletrabalho e direito à desconexão</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Comando Nacional defendeu a manutenção do teletrabalho, como uma conquista importante da categoria, obtida desde as negociações de 2020, ano da pandemia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O teletrabalho promove a redução do tempo deslocamento, ganhos de produtividade e melhor equilíbrio entre vida pessoal e trabalho. Por isso, a manutenção do home office é tão importante para a categoria”, reforçou Neiva Ribeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A representação do movimento sindical também cobrou que os bancos garantam o direito à desconexão, para que os trabalhadores não recebam mensagens das empresas nos intervalos, momentos de repouso, feriados, férias, licenças legais ou convencionais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Segurança bancária</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública mostram que entre 2023 e parte de 2026, foram registradas 340.140 fraudes digitais bancárias no país. Entre 2023 e 2025, o total de ocorrências cresceu 60,8%, passando de 74.371 em 2023 para 119.611 em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neiva Ribeiro observou que o enxugamento de vagas de trabalho e de agências estão expondo a população às fraudes digitais. &#8220;A reivindicação da categoria é para que os bancos equilibrem o atendimento físico com o digital, para isso é necessária a ampliação de postos de trabalho e agências. Porque o crescimento do atendimento digital, tão somente, demonstrou-se inviável para conter as fraudes, que tem crescido ano após ano&#8221;, destacou a dirigente. “É preciso, ainda, regulação, fiscalização e ferramentas de segurança que protejam a sociedade”, completou Neiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vinícius Assumpção completou que o número de fraudes financeiras digitais pode ser ainda maior, porque alguns estados, como São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, deixaram de colocar em seus boletins de ocorrências se os golpes financeiros registrados ocorreram em ambiente físico ou digital.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ultratividade</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Neiva Ribeiro destacou que 65% dos bancários apontaram como prioridade a manutenção dos direitos já conquistados pela CCT. &#8220;Por isso, é muito importante garantir a ultratividade, que é o princípio pelo qual as cláusulas da CCT continuam valendo mesmo após o fim da sua vigência, garantindo a manutenção de salários e direitos sociais até que um novo acordo seja firmado&#8221;, explicou a dirigente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Temos dois meses à frente para negociar a renovação da CCT e, este documento, se assinado pelos bancos, garantiria um conjunto de clausulas, conquistado ao longo de anos de esforços da categoria, para que a gente se concentre, nesta negociação, às novas reivindicações, como igualdade salarial entre homens e mulheres, melhoria na inclusão de PCDs, ambiente de trabalho sem metas abusivas, entre outros pontos&#8221;, completou Neiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Fenaban, entretanto, se negou a assinar um documento de ultratividade, repetindo o comportamento de anos anteriores.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Próxima negociação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A próxima mesa de negociação no âmbito da Campanha Nacional acontecerá na terça-feira, 7 de julho, quando o movimento sindical reivindicará medidas em defesa do emprego.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Para defender seus direitos e ampliar suas conquistas: <strong>sindicalize-se!</strong></a></h2>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bancários entregam pauta de reivindicações ao Itaú e cobram fortalecimento das negociações diante da reestruturação do banco</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bancarios-entregam-pauta-de-reivindicacoes-ao-itau-e-cobram-fortalecimento-das-negociacoes-diante-da-reestruturacao-do-banco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 07:15:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Comando Nacional dos Bancários]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Negociação]]></category>
		<category><![CDATA[Pauta de Reivindicações]]></category>
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					<description><![CDATA[Documento apresentado na quarta-feira (1/7) reúne propostas para preservar empregos, melhorar as condições de trabalho, ampliar direitos e enfrentar os impactos das mudanças promovidas pela instituição. A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú e o Comando Nacional dos Bancários entregaram, nesta quarta-feira (1º), a pauta de reivindicações específicas dos trabalhadores à direção do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-12">Documento apresentado na quarta-feira (1/7) reúne propostas para preservar empregos, melhorar as condições de trabalho, ampliar direitos e enfrentar os impactos das mudanças promovidas pela instituição.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú e o Comando Nacional dos Bancários entregaram, nesta quarta-feira (1º), a pauta de reivindicações específicas dos trabalhadores à direção do banco. O documento reúne uma série de propostas voltadas à preservação dos empregos, melhoria das condições de trabalho, saúde, diversidade, segurança, remuneração e acompanhamento das reestruturações em curso na instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a reunião, o movimento sindical destacou que o <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/itau-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/itau-noticias/">Itaú</a> atravessa um amplo processo de reestruturação, com impactos diretos sobre a vida dos bancários, e reforçou a necessidade de que o banco valorize o processo negocial e dialogue com os representantes dos trabalhadores sobre as mudanças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coordenadora da COE Itaú, Valeska Pincovai, ressaltou que a pauta foi construída para responder aos principais desafios enfrentados pelos empregados. &#8220;O Itaú vive um momento de profundas transformações, que têm impactado diretamente a rotina e a vida dos trabalhadores. Nossa pauta busca minimizar esses efeitos, preservar os empregos, garantir condições dignas de trabalho e fortalecer o diálogo com o banco. Esperamos que o processo negocial seja valorizado e que as reivindicações dos bancários sejam tratadas com a seriedade que merecem.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais pontos da pauta estão o fim do fechamento de agências; valorização dos trabalhadores nos processos de realocação, com garantia de emprego; criação de uma mesa permanente sobre diversidade; acolhimento aos trabalhadores adoecidos; fim das convocações para exames médicos que desconsiderem os laudos dos médicos assistentes; combate ao assédio moral; participação dos trabalhadores na implementação da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1); reforço da segurança nas agências; manutenção dos benefícios durante afastamentos por saúde; transparência na utilização de ferramentas de monitoramento baseadas em inteligência artificial e debate sobre a implementação da IA nos processos de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pauta também reivindica melhorias no banco de horas; transparência na reestruturação dos modelos Uniclass e Phygital; plano de saúde para aposentados; estabelecimento de teto para a coparticipação dos empregados admitidos a partir de 2015; reajuste dos valores de reembolso para consultas e procedimentos médicos, além da ampliação da rede credenciada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras reivindicações incluem a readequação das metas no retorno da licença-maternidade; redução da jornada para empregados com filhos com deficiência; manutenção dos debates sobre programas de remuneração variável no Grupo de Trabalho; valorização das bolsas de estudo e dos subsídios para cursos de idiomas e certificações profissionais; criação de um plano de previdência para todos os trabalhadores; e melhoria no reembolso de combustível para empregados que realizam visitas a clientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esperamos que, com esta pauta, consigamos conquistar um ambiente mais saudável para os trabalhadores e convidamos todos os bancários e bancárias e vir conosco nesta luta construindo uma mobilização nacional”, completou Valeska.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Banco apresenta projeto para atendimento a aposentados</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a reunião, o Itaú apresentou um projeto-piloto voltado ao atendimento de clientes aposentados, que será implantado inicialmente nos estados de São Paulo e Paraná.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o banco, as unidades participantes passarão por adequações de layout, mas os empregados permanecerão nos mesmos cargos. As metas serão ajustadas de acordo com os produtos específicos do segmento, e os trabalhadores receberão treinamento para atuar no novo modelo de atendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco informou ainda que estuda a possibilidade de abertura de novas agências, contratação de funcionários e manutenção de caixas de atendimento, conforme a necessidade identificada em análises específicas. Também assumiu o compromisso de apresentar previamente à COE as mudanças previstas, além de compartilhar informações sobre tempo de filas e os impactos da reorganização nas demais unidades.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Home office segue como ponto de divergência</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro tema debatido foi a mudança no regime de trabalho híbrido prevista para 2027 e 2028. O Itaú reafirmou que manterá a decisão de ampliar a presença dos empregados nos escritórios, alegando que a medida busca reduzir os impactos do trabalho remoto na integração das equipes, na dinâmica de trabalho e no desenvolvimento profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A representação dos trabalhadores reiterou sua posição contrária à mudança, defendendo a manutenção do modelo atual. A COE destacou que o trabalho remoto tem contribuído para a qualidade de vida dos empregados, especialmente diante dos longos deslocamentos nos grandes centros urbanos, sem prejuízo à produtividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento sindical também solicitou que o banco realize uma pesquisa para ouvir a opinião dos trabalhadores sobre o novo modelo, proposta que foi rejeitada pela direção da empresa. Diante da negativa, a COE informou que fará seu próprio levantamento para subsidiar as próximas negociações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, os representantes dos trabalhadores cobraram a manutenção da ajuda de custo prevista no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) para quem atua em regime híbrido. O Itaú informou que cerca de 2 mil empregados atualmente em regime de trabalho totalmente remoto (full remote) permanecerão nessa modalidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Fortaleça suas lutas. Sindicalize-se!</a></h2>
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			</item>
		<item>
		<title>Consulta Nacional dos Bancários 2026 mostra força da categoria e aponta prioridades para a Campanha Nacional</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/consulta-nacional-dos-bancarios-2026-mostra-forca-da-categoria-e-aponta-prioridades-para-a-campanha-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 06:38:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Nordeste]]></category>
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					<description><![CDATA[Levantamento com quase 55 mil respostas reforça centralidade de aumento real, PLR, emprego, saúde, combate às metas e proteção diante das mudanças tecnológicas. A Consulta Nacional dos Bancários 2026 confirmou a disposição da categoria em participar da construção da pauta de reivindicações da Campanha Nacional. O levantamento, realizado entre 17 de abril e 31 de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-14">Levantamento com quase 55 mil respostas reforça centralidade de aumento real, PLR, emprego, saúde, combate às metas e proteção diante das mudanças tecnológicas.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://santosbancarios.com.br/?s=consulta+nacional" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/?s=consulta+nacional">Consulta Nacional dos Bancários 2026</a> confirmou a disposição da categoria em participar da construção da pauta de reivindicações da Campanha Nacional. O levantamento, realizado entre 17 de abril e 31 de maio, recebeu 54.952 respostas em todo o país e foi apresentado na segunda mesa de debates da 28ª Conferência Nacional dos Bancários, no sábado (20/6), pela economista Vivian Machado, técnica do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A mesa de debates foi coordenada pela recém-eleita presidenta do Sintraf-AP, Bruna Athayde, que também contou com a participação de Reginaldo Breda, da Feeb/SP-MS, Adriana Nalesso, da Federa-RJ e Gheorge Vitti, do Sindicato dos Bancários do ABC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado representa um crescimento expressivo da participação da categoria. Em comparação com 2025, quando foram registradas 33.482 respostas, o aumento foi de 64%. Em relação a 2024, quando a consulta recebeu 46.824 participações, a alta foi de 17%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Vivian Machado, os números demonstram que a consulta se consolidou como instrumento estratégico da Campanha Nacional dos Bancários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A participação de quase 55 mil bancários e bancárias mostra que a categoria compreende a importância de dizer diretamente quais são suas prioridades. A consulta dá base concreta para a construção da pauta, fortalece a representação sindical e permite que a negociação coletiva parta da realidade vivida nos locais de trabalho”, afirmou a economista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os dados apresentados, 66% dos respondentes trabalham em agências e 32% em departamentos. Por banco, a maior participação veio do Banco do Brasil, com 24,3% das respostas, seguido por Caixa Econômica Federal, com 21,4%; Itaú-Unibanco, com 18,4%; Bradesco, com 16,3%; Santander, com 6,7%; Banrisul, com 2,8%; Banco do Nordeste, com 1,6%; e outros bancos, com 8,6%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Aumento real lidera prioridades econômicas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as cláusulas econômicas, a principal prioridade apontada pela categoria foi o aumento real de salário, indicado por 93% dos respondentes. Em seguida aparecem aumento da PLR, com 63%; aumento maior para o vale-alimentação e o vale-refeição, com 51%; aumento do piso da categoria, com 31%; Plano de Cargos e Salários, com 25%; igualdade salarial, com 10%; aumento da ajuda de custo para home office, com 3%; e aumento do auxílio combustível, com 2%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa permitiu também identificar diferenças por banco. O aumento real aparece como prioridade amplamente majoritária em todas as instituições pesquisadas, chegando a 96% entre empregados do Banco do Brasil e da Caixa. A PLR tem destaque maior nos bancos privados, com 72% no Itaú-Unibanco, 70% no Bradesco e 70% no Santander, além de 68% na Caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os resultados mostram que a categoria quer recuperar e ampliar poder de compra, mas também quer valorização do trabalho por meio da PLR, dos vales e de políticas de carreira. A pauta econômica não pode ser tratada apenas como reajuste. Ela envolve renda, reconhecimento, participação nos resultados e combate às desigualdades”, avaliou Vivian.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Direitos, emprego e saúde estão no centro da pauta social</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Nas cláusulas sociais, a manutenção de direitos aparece como a principal prioridade, citada por 65% dos respondentes. Emprego foi indicado por 45%; plano de saúde, por 39%; combate ao assédio moral, por 35%; jornada de quatro dias semanais, por 30%; igualdade de oportunidades, por 24%; previdência complementar, por 19%; e impacto das inovações tecnológicas, por 17%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise por banco mostra diferenças importantes. Entre os empregados da Caixa, o plano de saúde aparece como prioridade para 71% dos respondentes, resultado que evidencia a centralidade do Saúde Caixa para a categoria. No Banco do Brasil, a manutenção de direitos foi apontada por 77%. Já nos bancos privados, o emprego tem peso maior, com 58% no Bradesco, 53% no Itaú-Unibanco e 58% no Santander.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Vivian Machado, os dados revelam uma pauta social fortemente conectada com as condições concretas de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A categoria está dizendo que quer manter direitos, proteger empregos e garantir saúde. Isso tem relação direta com o avanço da digitalização, com a pressão por resultados, com a redução de postos de trabalho e com o aumento do adoecimento. A Campanha Nacional precisa responder a esse conjunto de preocupações”, destacou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Tecnologia precisa vir acompanhada de proteção ao emprego e valorização</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A consulta também perguntou quais deveriam ser os temas prioritários para a negociação coletiva diante dos avanços tecnológicos no setor bancário. A garantia de emprego foi indicada por 72% dos respondentes. Em seguida aparecem aumento de remuneração como forma de repartir os ganhos oriundos da inovação tecnológica, com 51%; qualificação e requalificação profissional, com 45%; garantia de revisão humana em decisões de gestão do trabalho tomadas com base em dados obtidos por meio de IA, como contratações, punições, desligamentos e avaliações, com 41%; redução da jornada de trabalho, com 26%; e limitação de tecnologias de monitoramento excessivo no trabalho, com garantia de privacidade, com 24%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a economista do Dieese, o resultado evidencia que a categoria não rejeita a tecnologia, mas exige que os ganhos de produtividade sejam distribuídos e que a inovação não seja usada para intensificar o trabalho ou eliminar direitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A inovação tecnológica não pode ser apropriada apenas pelos bancos na forma de redução de custos e aumento de lucros. A categoria reivindica proteção ao emprego, qualificação, remuneração, revisão humana das decisões e limites ao monitoramento. Esse é um ponto fundamental da negociação coletiva no setor financeiro”, afirmou Vivian.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Cobranças por metas e saúde mental acendem alerta</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos mais preocupantes da consulta está relacionado aos impactos da cobrança excessiva pelo cumprimento de metas. A preocupação constante com o trabalho foi apontada por 67% dos respondentes. Cansaço e fadiga constante aparecem com 59%; desmotivação e vontade de não ir trabalhar, com 47%; crises de ansiedade ou pânico, com 42%; dificuldade em dormir, mesmo aos finais de semana, com 39%; medo de “estourar” ou perder a cabeça, com 24%; crises constantes de dor de cabeça, dores de estômago ou gastrite nervosa e dor ou formigamento nos ombros, braços ou mãos, com 21% cada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A consulta também revelou que 40% dos respondentes usaram medicamentos controlados, como antidepressivos, ansiolíticos ou estimulantes, nos últimos 12 meses. Além disso, 72,6% afirmaram que o ambiente de trabalho no banco em que atuam traz impactos negativos para a saúde mental dos trabalhadores e trabalhadoras. Apenas 14,3% disseram que não há impactos negativos e 12,6% responderam que não sabem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vivian Machado ressaltou que os dados reforçam a necessidade de tratar saúde mental, metas abusivas e organização do trabalho como temas centrais da Campanha Nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando 72,6% da categoria aponta impacto negativo do ambiente bancário sobre a saúde mental, não estamos diante de casos isolados. Estamos diante de um problema estrutural de gestão, metas, pressão e intensificação do trabalho. A negociação coletiva precisa enfrentar esse modelo que adoece”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a economista, a leitura dos dados por banco mostra que o problema é generalizado no setor. No Banco do Brasil, 81% dos respondentes afirmaram que o ambiente de trabalho impacta negativamente a saúde mental. Na Caixa, o índice foi de 76%. No Bradesco, 71%. No Itaú-Unibanco e no Santander, 69%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Home office cresce, mas ainda exige regulação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A consulta também identificou mudanças na organização do trabalho. Embora 65,6% dos respondentes tenham informado que não realizam nenhum dia de home office, 20,3% disseram trabalhar remotamente três ou mais dias por semana. Em 2025, esse percentual era de 14,9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Vivian Machado, o crescimento do home office reforça a necessidade de regras coletivas mais robustas sobre jornada, condições de trabalho, custos, direito à desconexão e proteção à saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O teletrabalho se tornou parte da realidade bancária, mas não pode ser tratado como favor ou solução individual. É preciso garantir estrutura adequada, controle de jornada, ajuda de custo, proteção contra sobrecarga e respeito ao direito à desconexão”, observou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Consulta reforça importância da organização sindical</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro dado relevante da pesquisa é a percepção da categoria sobre o financiamento da luta sindical. Para 92,9% dos respondentes, o financiamento da luta para manutenção e conquista de direitos deve ser responsabilidade de todos os bancários, pois todos se beneficiam das conquistas. Apenas 6,1% responderam que essa responsabilidade deve ser apenas dos sócios do sindicato, mesmo que todos sejam beneficiados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A associação ao sindicato também aparece de forma expressiva: 64% dos respondentes informaram ser sindicalizados. Outros 30% disseram que não são associados e 6% não informaram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Vivian Machado, o resultado mostra que a categoria reconhece o papel da negociação coletiva na garantia de direitos históricos, como reajuste salarial, PLR, vales, jornada, planos de saúde, cláusulas de proteção social e mecanismos de combate ao assédio e à discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os dados mostram que a categoria identifica que os direitos não surgem espontaneamente. Eles são fruto de organização, negociação e mobilização. Quando a maioria afirma que o financiamento da luta deve ser responsabilidade de todos, há um reconhecimento político importante: as conquistas coletivas precisam de sustentação coletiva”, afirmou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Dados vão subsidiar a pauta da Campanha Nacional 2026</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Contraf destaca que os resultados da Consulta Nacional serão fundamentais para a elaboração da minuta de reivindicações da categoria e para orientar as negociações da Campanha Nacional dos Bancários 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presidenta da Contraf e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira, tem reforçado que a força da campanha depende da participação da categoria, desde a consulta até os debates nas bases, conferências e mobilizações nos locais de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir dos dados apresentados pelo Dieese, a avaliação é que a categoria chega à Campanha Nacional com uma pauta ampla, que combina valorização econômica, manutenção de direitos, defesa do emprego, enfrentamento às metas abusivas, proteção à saúde mental, regulação das tecnologias, combate ao assédio e fortalecimento da negociação coletiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Uma consulta dessa dimensão não apenas mede opinião. Ela organiza prioridades, revela problemas e aponta caminhos para a ação sindical. A Campanha Nacional ganha força quando a pauta nasce da escuta direta dos bancários e bancárias”, concluiu Vivian Machado.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Sindicalize-se e lute por você!</a></h2>
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			</item>
		<item>
		<title>Bancários definem resoluções em defesa da soberania nacional, da democracia e da categoria e ato em defesa do Banco do Brasil</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bancarios-definem-resolucoes-em-defesa-da-soberania-nacional-da-democracia-e-da-categoria-e-ato-em-defesa-do-banco-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Aug 2025 17:01:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bancários]]></category>
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		<category><![CDATA[Movimento Sindical]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisões foram tomadas com base em conferências estaduais e regionais, levantamento com 33.482 bancárias e bancários de todo o país e intensos debates realizados em encontros e congressos nacionais específicos de trabalhadores de cada banco e na 27ª Conferência Nacional das Bancárias e Bancários, realizada de 22 a 24 de agosto, em São Paulo. Ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-16">Decisões foram tomadas com base em conferências estaduais e regionais, levantamento com 33.482 bancárias e bancários de todo o país e intensos debates realizados em encontros e congressos nacionais específicos de trabalhadores de cada banco e na 27ª Conferência Nacional das Bancárias e Bancários, realizada de 22 a 24 de agosto, em São Paulo.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final da 27ª Conferência Nacional das Bancárias e Bancárias, os 629 delegados (366 homens e 263 mulheres) da categoria aprovaram as resoluções com uma ampla agenda de reivindicações e propostas do movimento sindical bancário, com foco em questões econômicas, sociais e políticas. As resoluções destacam a defesa da democracia, a soberania nacional e a reeleição do Presidente Lula, posicionando-se contra o fascismo, as privatizações e a interferência externa, com adesão às manifestações de 7 de Setembro, organizados pelas centrais sindicais e movimentos sociais. Também foi aprovada a realização de atos em defesa do Banco do Brasil, contra “publicações inverídicas e maliciosas que disseminam informação em redes sociais, com o objetivo de gerar pânico e induzir a população a decisões que podem prejudicar a sua saúde financeira”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda foi dada uma ênfase significativa à justiça tributária, propondo a taxação de grandes fortunas e a isenção de IR para rendas mais baixas, além da regulação das redes sociais para combater a desinformação. Os textos também abordam a defesa das empresas estatais e dos bancos públicos como propulsores de políticas de desenvolvimento do país, com a concessão de crédito para a classe trabalhadora, a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6&#215;1. Também foi proposta a revisão do sistema financeiro nacional para combater juros abusivos, a atuação das fintechs e o fortalecimento da formação da classe trabalhadora, a modernização da comunicação e a mobilização sindical para enfrentar os desafios contemporâneos e promover a inclusão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As prioridades para a atuação do movimento sindical bancário neste próximo ano foram definidas depois de debates realizados em conferências estaduais e regionais, que trouxeram as propostas para serem aprovadas aqui na nossa 27ª Conferência. A partir desse processo de conferências, deliberamos fortalecer os atos de 7 de setembro, para defender a soberania nacional, defender o Banco do Brasil, bem como os empregos e os direitos, da saúde e condições de trabalho para as bancárias e dos bancários”, explicou a presidenta da Contraf e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Consulta Nacional</h4>



<p class="wp-block-paragraph">“Além disso, fizemos uma Consulta Nacional à categoria, que contou com 33.482 respondentes, para apurar quais as mobilizações as bancárias e bancárias de todo o país desejam que os movimentos realizem”, completou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Após uma profunda análise da conjuntura nacional e internacional, destacou-se a necessidade urgente de defesa da democracia, enfrentamento ao fascismo e proteção da soberania nacional. Querem entregar o Brasil de bandeja para outro país que quer continuar explorando nossas riquezas e impedindo nosso desenvolvimento e exercendo poder sobre os rumos do nosso país. E isso não podemos permitir”, ressaltou a presidenta da Contraf. “Por isso, vamos aderir às manifestações do dia 7 de setembro, somando forças às centrais sindicais e movimentos populares em defesa da soberania nacional e também pela redução da jornada e o fim da escala de trabalho 6X1, assim como pela taxação dos super-ricos e redução de IR para os trabalhadores com rendas salariais de até R$ 5 mil”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste mesmo sentido de defesa da soberania e da democracia, foi aprovada a realização de atos nacionais no dia 27 de agosto, em defesa do Banco do Brasil, depois de ataques nas redes sociais iniciado na última terça-feira (19/8). Entre os ataques, há um vídeo feito por Eduardo Bolsonaro no dia 20, em que o deputado federal afirma que &#8220;o Banco do Brasil será cortado das relações internacionais, o que o levará à falência”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da defesa do BB, os atos vão pedir a cassação dos deputados Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Gustavo Gayer (PL-GO), além da prisão do advogado Jeffrey Chiquini, que defende o ex-assessor da Presidência do governo Jair Bolsonaro Filipe Martins. Ambos publicaram postagens, segundo o banco, difamatórias e contra a soberania nacional.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Pautas específicas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As pautas específicas da categoria bancária receberam destaque especial. “A mobilização da classe trabalhadora é crucial para barrar a defesa do emprego bancário, e principalmente garantir condições de saúde e trabalho nas agências e departamentos bancários e a valorização da categoria”, completou a coordenadora do Comando Nacional dos Bancários.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Resoluções</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Foram aprovadas 14 resoluções:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Realizar ato nacional no dia 27 de agosto, em defesa do Banco do Brasil;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reeleger o presidente Lula e apoiar candidaturas ligadas à classe trabalhadora;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Resolução sobre a regulação, com estatização do Sistema Financeiro Nacional;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Defesa dos Bancos e Empresas Públicas e a Importância dos Serviços Públicos;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Saúde e Condições de Trabalho;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Defesa da Soberania, da Democracia e do PIX;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Justiça Tributária Já! Que os super ricos paguem mais, para que o povo pague menos;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Regulação das redes sociais: uma urgência democrática!;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>&#8211; Redução da Jornada e Fim da Escala 6&#215;1;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Resolução contra o fechamento de agências bancárias e em defesa do emprego bancário;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Regulação do Sistema Financeiro Nacional;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Formação da Classe Trabalhadora;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Comunicação Popular na Era das Redes Sociais;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Novas Formas de Mobilização.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Moções</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Além das resoluções, foram aprovadas quatro moções:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>De repúdio às práticas de contratação fraudulenta adotadas pelo banco Santander;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>De apoio ao Supremo Tribunal Federal e em defesa da soberania nacional;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Contrária à pauta de anistia geral e irrestrita aos participantes da tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pelo fim do genocídio do povo palestino.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Leia Também <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/haddad-acusa-bolsonarismo-de-ataques-coordenados-ao-banco-do-brasil/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/haddad-acusa-bolsonarismo-de-ataques-coordenados-ao-banco-do-brasil/">Haddad acusa bolsonarismo de ataques coordenados ao Banco do Brasil</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reajuste salarial, PLR, VA e VR: Quanto e quando você vai receber?</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/reajuste-salarial-plr-va-e-vr-quanto-e-quando-voce-vai-receber/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Aug 2025 10:18:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Convenção Coletiva de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[PLR]]></category>
		<category><![CDATA[Reajuste Salarial]]></category>
		<category><![CDATA[VA]]></category>
		<category><![CDATA[VR]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste ano, o movimento sindical bancário não realiza a Campanha Nacional da categoria, pois a Convenção Coletiva de Trabalho assinada em 2024 tem validade de dois anos. Por conta disso, muitas bancárias e bancários podem ter dúvidas sobre os pagamentos e reajustes de 2025. Para facilitar o entendimento da categoria, organizamos as principais informações sobre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-18">Neste ano, o movimento sindical bancário não realiza a Campanha Nacional da categoria, pois a Convenção Coletiva de Trabalho assinada em 2024 tem validade de dois anos. Por conta disso, muitas bancárias e bancários podem ter dúvidas sobre os pagamentos e reajustes de 2025.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para facilitar o entendimento da categoria, organizamos as principais informações sobre o tema. <strong>Confira a seguir</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Quanto vou receber de reajuste?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O reajuste salarial aplicado neste ano será equivalente ao INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) acumulado entre setembro de 2024 e agosto de 2025. Esse índice será divulgado pelo IBGE no início de setembro. Além da recomposição inflacionária, será aplicado um aumento real (acima da inflação) de 0,6%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, os bancários receberam 4,64% de reajuste salarial, valor equivalente ao INPC do período acrescido de 0,9% de aumento real.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como ficam os valores do VR e do VA?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Vale-refeição, vale-alimentação e todas as demais verbas serão reajustadas conforme o mesmo índice e período do reajuste salarial: INPC + 0,6%</p>



<h4 class="wp-block-heading">A PLR também terá reajuste? Quando será feito o pagamento?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os valores da Participação nos Lucros e Resultados do exercício 2025 também serão reajustados conforme o INPC + 0,6%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pagamento da 1ª parcela (antecipação) deverá ser feito por todos os bancos até o dia 30 de setembro de 2025, sendo que o Banco do Brasil anunciou o pagamento para 12/09. Já a segunda parcela deverá ser paga até 1º de março de 2026.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sindicalize-se e lute por você!</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O Sindicato é um instrumento de luta dos trabalhadores, quanto mais sócios maior a força da categoria para enfrentar os banqueiros, seja nas campanhas salariais, ou nos problemas do ambiente de trabalho, tais como: assédio moral, adoecimento, assaltos, más condições de trabalho etc.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o Sindicato possui uma grande rede de <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/convenios/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/convenios/">convênios</a>, <a href="https://santosbancarios.com.br/servicos/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/servicos/">assistência jurídica, odontológica e toda uma infraestrutura com auditório, salão de festas, piscina, churrasqueiras</a> para as mais variadas atividades sociais e sindicais, que está à disposição dos associados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Nossa luta</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Por mais direitos e benefícios;</strong></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pela Participação nos Lucros que produzimos aos bancos;</strong></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Na defesa e negociação dos direitos dos acordos específicos por bancos;</strong></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Para oferecer centenas de convênios;</strong></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Produção de conteúdo informativo e de conscientização da classe trabalhadora;</strong></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Por melhores salários;</strong></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Na defesa jurídica da categoria;</strong></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Oferecer lazer com quadra soçaite, piscina, salões de festas etc.;</strong></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>No esclarecimento e defesa de interesses dos trabalhadores;</strong></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>No atendimento dos trabalhadores;</strong></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Oferecer canais de comunicação, inclusive para denúncias em site, e-mails, redes sociais, pessoalmente e por telefone;</strong></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Por várias outras pautas que surgem no seu dia a dia.</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para fazer a sua sindicalização pelo <a href="https://santosbancarios.com.br/sindicaliza-formulario" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicaliza-formulario">site</a>, clique no link abaixo e preencha o formulário que em breve um Dirigente entrará em contato com você.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicaliza-formulario" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicaliza-formulario">Clique aqui para preencher o formulário!</a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ou você também pode imprimir, preencher sua ficha agora e entregar a um dos diretores do Sindicato.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://santosbancarios.com.br/uploads/Envia/2022/06/ficha-de-sindicalizacao.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clique aqui e imprima sua ficha de sindicalização</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comando Nacional se reúne para debater estratégias para Campanha Nacional de 2018</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/comando-nacional-se-reune-para-debater-estrategias-para-campanha-nacional-de-2018/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Defesa da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) foi o tópico principal do debate. O Comando Nacional dos Bancários se reuniu, em São Paulo, na tarde desta quinta-feira (26) para discutir estratégias da Campanha Nacional dos Bancários 2018. A defesa da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) foi o tópico principal do debate.   # Curta a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Defesa da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) foi o tópico principal do debate.<br />
</p>
<p>O Comando Nacional dos Bancários se reuniu, em São Paulo, na tarde desta quinta-feira (26) para discutir estratégias da Campanha Nacional dos Bancários 2018. A defesa da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) foi o tópico principal do debate.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://www.facebook.com/santosbancarios/" target="_blank"># Curta a página do Sindicato no Facebook</a></p>
<p> </p>
<p>É preciso defender a renovação do acordo coletivo e para isso a unidade é fundamental. Precisamos considerar a conjuntura. Estamos num cenário difícil e temos que discutir como nos organizar e fazer um bom planejamento para sairmos vitoriosos. É necessário defender a CCT, fazer campanhas, mostrar a história e conscientizar a população que tudo o que conquistamos é resultado de luta. É muito importante permanecermos unidos e reforçar a mobilização contra a efetivação da Reforma Trabalhista.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/nao-fique-so-fique-socio-e-defenda-se-contra-a-reforma-trabalhista?url=artigo/nao-fique-so-fique-socio-e-defenda-se-contra-a-reforma-trabalhista" target="_blank"># Não fique só, Fique Sócio e defenda-se contra a Reforma Trabalhista!</a></p>
<p> </p>
<p>A implementação da Reforma Trabalhista liberou as instituições bancárias para realizarem a demissão em massa. Prova disso, foi a abertura de Programas de Demissão Voluntaria (PDV) pela Caixa, pelo Banco do Brasil e Bradesco. Os bancos estão reduzindo o número de funcionários e pressionando cada vez mais os trabalhadores, desrespeitado a Convenção Coletiva. Por isso é muito importante fortalecermos o nosso diálogo com a base, fazer a consulta, conscientizar sobre o golpe contra os trabalhadores e a retirada dos direitos.</p>
<p> </p>
<p><strong>&gt;&gt; Cadastre-se no whatsapp do Sindicato: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5513992092964" target="_blank">clique aqui (pelo celular)</a> e informe banco onde trabalha e seu nome.</strong></p>
<p>Fonte: Contraf</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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