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	<title>Acordos &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Líder de reclamações trabalhistas, Bradesco assina acordo com o TST para tentar diminuir processos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2023 08:17:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
		<category><![CDATA[Acordos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamações Trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Superior do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Banco tem aproximadamente 58 mil processos em todo o Judiciário trabalhista O Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Bradesco assinaram (09/10) acordo que visa a “racionalizar” e reduzir os processos do banco que tramitam na principal Corte trabalhista do país. Segundo o TST, existe possibilidade de extensão aos Tribunais Regionais (TRTs). O Bradesco lidera [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Banco tem aproximadamente 58 mil processos em todo o Judiciário trabalhista</h4>



<p>O Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">Bradesco</a> assinaram (09/10) acordo que visa a “racionalizar” e reduzir os processos do banco que tramitam na principal Corte trabalhista do país. Segundo o TST, existe possibilidade de extensão aos Tribunais Regionais (TRTs). O Bradesco lidera o ranking dos litigantes: são 58 mil processos na Justiça do Trabalho.</p>



<p>Ainda de acordo com o tribunal, o acordo firmado ontem com o Bradesco pretende encerrar pelo menos 2.200 ações, das quase 7.500 que tramitam no próprio TST. O Judiciário tem buscado firmar esse entendimento com outras empresas, até então do setor público como Correios e Petrobras, além do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal.</p>



<p>O vice-presidente do TST, ministro Aloysio Corrêa da Veiga, ressaltou a busca de um “equilíbrio social e, sobretudo, uma cooperação no exercício da vida”. Ele acrescentou que o objetivo é garantir “o acolhimento das partes litigantes para consagrar essa solução de conflito que é mais justa, a mais razoável e a mais eficaz”.</p>



<p>Ainda segundo o magistrado, acordos como os feitos com BB e Caixa têm tido resultados “excepcionais”. Apenas na mais recente Semana Nacional de Conciliação Trabalhista, foram homologados 23 mil acordos, com arrecadação de mais de R$ 1 bilhão. “São dados e valores que devemos trazer como resultado da atuação do Poder Judiciário como um todo, para que todos tenham esse propósito e que esse novo conceito de jurisdição possa ser multiplicado”, afirmou Corrêa da Veiga.</p>



<p>O diretor-gerente do Bradesco, Aires Coelho Donizete, disse que o banco revisou políticas internas. E, assim, identificou oportunidades para encerrar processos dos quais já poderiam ter desistido, avaliando, por exemplo, temas e valores. “São processos que entendemos que não vale a pena esticar mais a litigância. e vamos decidir pela conciliação.</p>
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		<title>Justiça suspende processos sobre acordos que reduzem direitos trabalhistas</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/justica-suspende-processos-sobre-acordos-que-reduzem-direitos-trabalhistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acordos]]></category>
		<category><![CDATA[Gilmar Mendes]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir de agora, esses processo ficam parados até que o STF julgue uma ação que servirá de referência O TST (Tribunal Superior do Trabalho) decidiu suspender, por oito votos a seis, processos trabalhistas envolvendo a negociação de direitos não previstos na Constituição, o que pode paralisar a Justiça do Trabalho.   A decisão envolve [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de agora, esses processo ficam parados até que o STF julgue uma ação que servirá de referência<br />
</p>
<p>O TST (Tribunal Superior do Trabalho) decidiu suspender, por oito votos a seis, processos trabalhistas envolvendo a negociação de direitos não previstos na Constituição, o que pode paralisar a Justiça do Trabalho.</p>
<p> </p>
<p>A decisão envolve um dos pilares da reforma trabalhista, em vigor desde 2017, que permite que sindicato e patrão negociem alguns pontos do contrato, e que o acordo entre eles valha mais do que a lei.</p>
<p> </p>
<p>A suspensão havia sido determinada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes, em julho, ao analisar uma ação questionando um acordo, em Goiás, que acabou com o pagamento das horas de deslocamento dos funcionários de casa ao trabalho.</p>
<p> </p>
<p>O TST discutiu se a paralisação se limitaria aos temas citados expressamente por Gilmar Mendes, mas decidiu paralisar todos os processos que questionam a validade de um acordo coletivo que reduz direitos trabalhistas não garantidos na Constituição.</p>
<p> </p>
<p>Agora, os processos trabalhistas desse tipo ficam parados, em qualquer instância, esperando uma decisão do STF para ser usada com referência. Porém, não há previsão de quando isso vai acontecer.</p>
<p> </p>
<p>Nem tudo poderá ser negociado com o patrão. Há 30 pontos específicos que não podem ser mudados por acordo, em hipótese alguma. Entre eles, estão: salário-mínimo; seguro-desemprego; 13º salário; folga semanal remunerada; número de dias de férias (com pagamento adicional de, pelo menos, 30% do salário); licença-maternidade e licença-paternidade.</p>
<p> </p>
<p><em><strong>&gt;&gt; Cadastre-se no whatsapp do Sindicato: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5513992092964&amp;text=Oi!%20Quero%20me%20cadastrar%20para%20receber%20informa%C3%A7%C3%B5es%20sobre%20o%20banco%20onde%20trabalho%20e%20da%20categoria%20banc%C3%A1ria.%20Obrigado" target="_blank">clique aqui (pelo celular)</a> e informe banco onde trabalha e seu nome</strong></em></p>
<p>Fonte: UOL &#8211; Empregos e Carreiras<br />Escrito por: Filipe Andretta</p>
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