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	<title>Caixa Econômica Federal &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Caixa Econômica Federal &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<item>
		<title>Despesas do Saúde Caixa chegaram a R$ 4,39 bilhões em 2025</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/despesas-do-saude-caixa-chegaram-a-r-439-bilhoes-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 17:02:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Caixa 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde caixa deficitário 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Caixa prejuízo 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Relatório de Administração mostra que receitas somaram R$ 3,76 bilhões e que plano registrou déficit operacional de R$ 627,8 milhões; carteira encerrou o ano com 273,5 mil beneficiários. Precisa de maior custeio da Caixa O Saúde Caixa encerrou 2025 com R$ 4,39 bilhões em despesas totais, valor mais de 22% superior aos cerca de R$ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Relatório de Administração mostra que receitas somaram R$ 3,76 bilhões e que plano registrou déficit operacional de R$ 627,8 milhões; carteira encerrou o ano com 273,5 mil beneficiários. Precisa de maior custeio da Caixa</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Saúde Caixa encerrou 2025 com R$ 4,39 bilhões em despesas totais, valor mais de 22% superior aos cerca de R$ 3,59 bilhões registrados em 2024. Do total desembolsado no ano passado, R$ 4,29 bilhões foram destinados às despesas assistenciais, aproximadamente R$ 47 milhões às despesas administrativas e R$ 46 milhões ao Programa de Assistência Médica Supletiva (PAMS). Os dados constam do Relatório de Administração do Saúde Caixa 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As receitas cresceram em ritmo bem menor. O plano arrecadou R$ 3,76 bilhões em 2025, cerca de 5% acima do registrado no ano anterior. Desse montante, aproximadamente R$ 2,06 bilhões vieram da Caixa, R$ 1,39 bilhão das mensalidades pagas pelos beneficiários e R$ 304 milhões das coparticipações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diferença entre as receitas efetivas e as despesas totais resultou em déficit operacional de R$ 627,8 milhões. Segundo o relatório, R$ 581,1 milhões em contribuições patronais incidentes sobre valores pagos em ações judiciais e acordos trabalhistas referentes a exercícios anteriores foram incorporados ao custeio do plano. Para completar a cobertura do déficit, foram utilizados cerca de R$ 46,7 milhões da reserva técnica. O saldo da reserva ao fim do exercício ficou em aproximadamente R$ 67,1 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Luiza Hansen, os números precisam ser observados com atenção. “O relatório mostra um crescimento muito forte das despesas em relação às receitas. São números preocupantes e que reforçam a necessidade de uma solução estruturante para o Saúde Caixa, capaz de garantir a sustentabilidade do plano no longo prazo”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os fatores que pressionaram os gastos estão as internações, principal linha de custo do plano. Elas consumiram cerca de R$ 1,78 bilhão em 2025, alta próxima de 17% sobre o ano anterior. Os gastos conjuntos com medicamentos quimioterápicos, radioterapia e órteses, próteses e materiais especiais (OPME) chegaram a R$ 810,3 milhões, crescimento de 11,5%. Os medicamentos quimioterápicos tiveram alta de 36,4%. As despesas com terapias, por sua vez, aumentaram 18,2%, de R$ 226,3 milhões para R$ 267,6 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O envelhecimento da população coberta também aparece entre os fatores de pressão. Ao fim de 2025, 29,68% dos beneficiários tinham 60 anos ou mais. O custo assistencial anual per capita chegou a R$ 15.824,24, ante R$ 12.816,54 em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A carteira terminou dezembro com 273.462 beneficiários, sendo 127.475 titulares e 145.987 dependentes. Em dezembro de 2024, eram 275.897 usuários. A redução ocorreu principalmente entre os dependentes, cujo número caiu 2% no período, enquanto o total de titulares cresceu 0,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É preciso olhar para esses dados e enfrentar as causas do crescimento dos custos. A resposta não pode se limitar a transferir esse aumento para os usuários do plano, nem depender de soluções pontuais e paliativas, como utilizar a reserva técnica para cobrir déficits recorrentes. A reserva é importante para a segurança financeira do Saúde Caixa, mas não substitui uma solução permanente para o equilíbrio do plano”, disse Luiza Hansen.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Saúde Caixa é uma conquista da luta conjunta das empregadas e dos empregados, organizada pelo movimento sindical, que tem diversos diferenciais que nos fazem continuar lutando para mantê-lo”, completou, ao se referir às coberturas, além das mínimas estabelecidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), às quais os planos de mercado se limitam cobrir, como a cobertura odontológica, reembolso integral, custeio de deslocamento em caso da inexistência de atendimento no local de residência do usuário, custeio de medicamentos, psicologia, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Precisamos com urgência de maior reembolso da Caixa para salvar o plano. O atual acordo limita a participação do banco a 70% das despesas ou a 6,5% da folha de pagamentos e proventos, prevalecendo o menor valor. Não dá para jogar todos os aumentos de custos para os usuários. Muitos não têm como arcar com essas despesas. E isso traz problemas à carteira, que pode fazer com que o plano fique insustentável para todos os demais”, diz Mateus Lima, empregado Caixa e dirigente sindical dos Bancários de Santos e Região.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Saúde Caixa e Cassi assinam acordo para compartilhar redes credenciadas</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/saude-caixa-e-cassi-assinam-acordo-para-compartilhar-redes-credenciadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 08:46:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[ampliação de atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
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		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[redes credenciadas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Caixa]]></category>
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					<description><![CDATA[Reivindicação antiga da CEE/Caixa, reciprocidade pode ampliar atendimento, reduzir vazios assistenciais e diminuir necessidade de reembolsos integrais. O Saúde Caixa e a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) assinaram, na sexta-feira (21/8), contrato de reciprocidade para o compartilhamento de suas redes credenciadas. Com o acordo, usuários dos dois planos poderão utilizar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">Reivindicação antiga da CEE/Caixa, reciprocidade pode ampliar atendimento, reduzir vazios assistenciais e diminuir necessidade de reembolsos integrais.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Saúde Caixa e a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) assinaram, na sexta-feira (21/8), contrato de reciprocidade para o compartilhamento de suas redes credenciadas. Com o acordo, usuários dos dois planos poderão utilizar mutuamente prestadores das respectivas redes, ampliando as opções de atendimento em diversas regiões do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida atende a uma reivindicação antiga da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa e do Conselho de Usuários do Saúde Caixa, que há anos cobram a ampliação e a melhoria da rede credenciada, principalmente em cidades e regiões onde há dificuldade para encontrar determinadas especialidades. O compartilhamento de redes com outros planos já fazia parte das reivindicações apresentadas pela representação dos empregados nas negociações para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) do Saúde Caixa em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É uma reivindicação antiga da CEE e uma medida importante para melhorar a qualidade do Saúde Caixa. Temos muitos relatos de colegas que enfrentam dificuldades para encontrar especialistas e prestadores em suas cidades. O compartilhamento das redes amplia as possibilidades de atendimento e ajuda a enfrentar esses vazios assistenciais”, afirmou a coordenadora da CEE/Caixa, Luiza Hansen.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Contraf informou em 8 de julho que o convênio estava próximo de ser concluído, após a primeira mesa de negociações específicas da Campanha Nacional dos Bancários 2026 com a Caixa. Na ocasião, o banco informou que o acordo havia avançado e apresentou dados preliminares indicando potencial de ampliação da cobertura para 1.803 municípios e atendimento a cerca de 95 mil beneficiários. A expectativa também era de redução da necessidade de reembolsos integrais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo informado pela Caixa nas negociações, a implantação do compartilhamento deverá ocorrer gradativamente, em ondas, começando pelas localidades onde há maior utilização do reembolso integral. A medida, além de facilitar o acesso dos usuários aos serviços de saúde, pode contribuir para reduzir esses reembolsos e, consequentemente, para o controle das despesas assistenciais do plano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Na mesa de negociação, cobramos avanços nessa parceria e a Caixa informou que o acordo seria assinado nos próximos dias. Agora, precisamos acompanhar a implantação para que ela comece justamente onde os usuários enfrentam as maiores dificuldades. Além de ampliar o acesso e melhorar o atendimento, uma rede mais abrangente pode reduzir a necessidade de reembolso integral e contribuir para uma gestão mais eficiente dos recursos do Saúde Caixa”, destacou a representante da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Fetrafi) do Nordeste, Cândida Fernandes (Chay).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE ressalta que o compartilhamento com a Cassi não encerra a necessidade de ampliar e qualificar a rede própria do Saúde Caixa. A representação dos empregados continuará acompanhando a implantação do acordo e cobrando soluções para as regiões que ainda apresentam carência de prestadores e especialidades. A Caixa também informou que outros convênios destinados à ampliação da rede estão em vias de conclusão, o que poderá trazer novos ganhos de cobertura para os usuários do plano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ampliação da rede credenciada é uma das reivindicações permanentes da representação dos empregados. Em abril deste ano, antes mesmo do início das mesas específicas da Campanha Nacional 2026, a CEE já havia voltado a cobrar da Caixa melhorias nos processos de credenciamento e descredenciamento e a possibilidade de compartilhamento da rede com a Cassi.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/trabalhadores-e-banqueiros-voltam-a-negociar-na-segunda-feira-24-8/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/trabalhadores-e-banqueiros-voltam-a-negociar-na-segunda-feira-24-8/">Trabalhadores e banqueiros voltam a negociar na segunda-feira (24/8)</a></h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Falta de registro de ponto gera presunção da jornada alegada pelo trabalhador</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/falta-de-registro-de-ponto-gera-presuncao-da-jornada-alegada-pelo-trabalhador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 09:18:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Horas Extras]]></category>
		<category><![CDATA[Registro de Ponto]]></category>
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					<description><![CDATA[Autora era empregada “destacada”, e o registro de ponto era opcional. A 7ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho decidiu, por unanimidade, condenar a Caixa Econômica Federal a pagar horas extras a uma bancária cujo registro de ponto era opcional. Para o colegiado, a não apresentação de controles de jornada pela empresa faz presumir verdadeira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6">Autora era empregada “destacada”, e o registro de ponto era opcional.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 7ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho decidiu, por unanimidade, condenar a <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/"><strong>Caixa Econômica Federal </strong></a>a pagar horas extras a uma bancária cujo registro de ponto era opcional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o colegiado, a não apresentação de controles de jornada pela empresa faz presumir verdadeira a jornada informada pela trabalhadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação trabalhista, a bancária afirmou que trabalhava das 8h às 20h30, com uma hora de intervalo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela legislação, a jornada normal dos bancários é de seis horas diárias. Empregados em cargos de confiança podem trabalhar oito horas. Quando a sexta hora é ultrapassada, a sétima e a oitava devem ser pagas como extras, com acréscimo mínimo de 50%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Caixa contestou a ação e afirmou que a empregada trabalhava das 8h às 17h, também com uma hora de intervalo. Segundo a empresa, ela era considerada “destacada”, condição interna em que o registro de ponto não era obrigatório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juízo de primeiro grau e o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (DF/TO) julgaram improcedente o pedido. Para o TRT, caberia à trabalhadora comprovar a jornada alegada, especialmente diante de divergências entre os horários indicados na petição inicial e os informados em seu depoimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, o voto do relator do recurso da bancária no TST, ministro Evandro Valadão, foi para condenar o banco a pagar as horas de trabalho além da oitava diária, com adicional de 50%, conforme a jornada indicada na ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro ressaltou que a obrigação não pode ser afastada por normas internas ou pela condição de empregada “destacada”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator lembrou que a lei obriga empresas com mais de dez empregados a manter registros de jornada. A ausência injustificada desses controles gera presunção relativa de veracidade da jornada alegada pelo trabalhador, cabendo à empresa provar o contrário. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://conjur.com.br/wp-content/uploads/2026/08/RR-1061-32_2018_5_10_0010.pdf" data-type="link" data-id="https://conjur.com.br/wp-content/uploads/2026/08/RR-1061-32_2018_5_10_0010.pdf">Clique aqui para ler o acórdão</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">RR 1061-32.2018.5.10.0010</h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Caixa frustra empregados sem nova proposta para o Saúde Caixa</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-frustra-empregados-sem-nova-proposta-para-o-saude-caixa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 07:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Nacional dos Bancários 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Executiva dos Empregados (CEE)]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Direito à Desconexão]]></category>
		<category><![CDATA[PCDs]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Sobrecarga de Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Banco apresentou propostas para PCDs e sobre monitoramento de metas; CEE reconheceu avanços, mas cobrou melhorias e respostas às demais reivindicações. A Caixa Econômica Federal frustrou a expectativa das empregadas e empregados ao encerrar, na quarta-feira (19/8), em São Paulo, a sétima rodada de negociações específicas da Campanha Nacional dos Bancários 2026 sem apresentar uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8">Banco apresentou propostas para PCDs e sobre monitoramento de metas; CEE reconheceu avanços, mas cobrou melhorias e respostas às demais reivindicações.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/"><strong>Caixa Econômica Federal</strong></a> frustrou a expectativa das empregadas e empregados ao encerrar, na quarta-feira (19/8), em São Paulo, a sétima rodada de negociações específicas da Campanha Nacional dos Bancários 2026 sem apresentar uma nova proposta para o Saúde Caixa. O plano de saúde era o tema mais aguardado pela categoria, depois de a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) rejeitar as propostas apresentadas pelo banco nas duas rodadas anteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa aumentou ainda mais porque, antes da reunião, a própria Caixa havia enviado comunicado aos empregados indicando que a mesa trataria de possíveis soluções para o Saúde Caixa. Ao final, porém, nenhuma nova proposta foi apresentada. A previsão é de que o tema volte à mesa no dia 25.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Existe uma expectativa enorme da base por uma proposta melhor, que mantenha o Saúde Caixa viável e sustentável e, ao mesmo tempo, permita que as pessoas permaneçam no plano. As duas últimas propostas transferem o aumento dos custos para os empregados. A Caixa alimentou a expectativa de que haveria avanço nesta reunião e encerrar a mesa sem proposta gera frustração e uma preocupação muito grande”, afirmou a coordenadora da CEE/Caixa, Luiza Hansen.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A representação dos empregados continua cobrando uma solução que aumente a participação da Caixa no financiamento do plano e não transfira para trabalhadores, aposentados e pensionistas os sucessivos aumentos das despesas assistenciais. O atual acordo limita a participação do banco a 70% das despesas ou a 6,5% da folha de pagamentos e proventos, prevalecendo o menor valor. Desde a primeira rodada da campanha, a CEE cobra que a Caixa aumente sua participação no custeio do Saúde Caixa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">PCDs e direito à desconexão</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na reunião, a Caixa apresentou propostas relacionadas às pessoas com deficiência (PCDs), entre elas a ampliação das possibilidades de ausências justificadas para cuidados com a própria saúde. O banco também propôs reforçar em acordo coletivo que o monitoramento de metas e resultados e as cobranças de trabalho não sejam realizados fora da jornada. A CEE considerou positivas as iniciativas, mas cobrou aperfeiçoamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o representante da Fetrafi-RS, Lucas Cunha, a proposta para PCDs ainda não contempla pontos importantes da pauta. “É um avanço, mas ainda é tímido diante das nossas reivindicações. O teletrabalho precisa ser disponibilizado aos empregados PCDs em todas as áreas e unidades da Caixa, como medida de adaptação às necessidades desses trabalhadores. Também precisamos avançar na redução de jornada para os próprios empregados PCDs”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A representante da Fetec/CN, Joana Lustosa, cobrou que o direito à desconexão alcance todo o quadro de pessoal e não fique restrito ao bloqueio dos sistemas depois do registro do ponto. “Precisamos impedir que notificações do Outlook e do Teams continuem chegando nos fins de semana, feriados e períodos de descanso e acabar com cobranças por canais não institucionais, como o WhatsApp. Isso precisa virar uma cultura institucional de proteção à saúde mental, e não apenas uma cláusula no acordo”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Joana também cobrou o fim de controles paralelos de metas e a revisão de critérios do Alcance.Caixa que possam punir equipes em razão de denúncias de assédio. Para a representação sindical, vincular ocorrências dessa natureza à pontuação das unidades pode inibir denúncias e acabar penalizando a própria vítima e seus colegas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE voltou a cobrar em mesa que o Super Caixa seja negociado com a representação dos trabalhadores. Hoje o programa é feito pela Caixa, sem participação dos empregados. A proposta da representação dos empregados é o “Vendeu, Recebeu” e Bônus Caixa para todos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sobrecarga precisa ser enfrentada</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O representante da Feeb-SP/MS, Tesifon Quevedo Neto, chamou atenção para a sobrecarga nas plataformas digitais da Caixa. Ele apresentou dados de unidades com milhares de atendimentos mensais e fortes diferenças na quantidade de clientes atendidos por empregado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os números mostram equipes pequenas atendendo milhares de clientes por mês e uma diferença muito grande de carga entre as plataformas. Há situações com mais de 600 atendimentos por empregado. Isso é sobrecarga e precisa ser enfrentado pela Caixa”, afirmou Tesifon.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE ressaltou que condições inadequadas de trabalho, sobrecarga e pressão por resultados é uma realidade não apenas nas plataformas digitais, mas em toda a rede de agências (físicas e digitais), e que isso têm reflexos no adoecimento do quadro e, consequentemente, nos custos assistenciais do próprio Saúde Caixa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Respostas não podem continuar sendo adiadas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final da reunião, a CEE voltou a cobrar respostas para todas as demais reivindicações da minuta específica dos empregados da Caixa, entre elas as relacionadas a PFG, PCS e PSI, fim do atendimento simultâneo presencial e digital, remuneração variável, Super Caixa, PLR Social, contratações, condições de trabalho e valorização da negociação permanente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pauta específica foi entregue à Caixa em 24 de junho, no mesmo dia em que o Comando Nacional dos Bancários entregou à Fenaban a pauta nacional da categoria. Também foi entregue à Fenaban uma proposta de pré-acordo que prevê a manutenção da data-base em 1º de setembro, a retroatividade do que vier a ser negociado e a continuidade das cláusulas atuais até a assinatura de um novo instrumento coletivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A preocupação é agravada pelo fim da ultratividade imposto pela Reforma Trabalhista de 2017. A alteração do artigo 614 da CLT passou a vedar expressamente que as normas coletivas continuem valendo automaticamente depois de encerrada sua vigência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação da representação sindical, o adiamento sucessivo de respostas pela Caixa e pela Fenaban, sem uma garantia de ultratividade, aumenta a pressão do calendário e pode ser usado para tentar empurrar a categoria para a aceitação de qualquer proposta diante da proximidade do fim dos acordos. A Contraf alerta que, sem essa proteção, o término da vigência dos instrumentos coletivos pode ser utilizado como mecanismo de pressão na negociação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a CEE reforça a convocação para que as empregadas e empregados da Caixa participem da paralisação de 24 horas desta quinta-feira (20), aprovada nas assembleias realizadas pelos sindicatos em todo o país. No conjunto da categoria, 90% aprovaram a paralisação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mobilização é fundamental para defender os direitos já conquistados e pressionar por propostas que atendam às reivindicações das empregadas e empregados da Caixa e da categoria bancária como um todo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhe os sites e as redes sociais Sindicato para ficar bem informado sobre as negociações da Campanha Nacional dos Bancários 2026 e as orientações sobre a mobilização.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center">Juntos no Sindicato, os empregados da CAIXA protegem seus direitos e garantem a força do banco público.<a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/"> Sindicalize-se!</a></h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Banco traz nova proposta pro Saúde Caixa; CEE recusa</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-traz-nova-proposta-pro-saude-caixa-cee-recusa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 06:50:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Nacional dos Bancários 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Executiva dos Empregados (CEE)]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[proposta recusada]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Caixa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=69817</guid>

					<description><![CDATA[Negociações avançaram na Promoção por Mérito; banco também suspendeu processo de migração de caixas e tesoureiros para negociar com o movimento sindical, mas proposta para o plano de saúde foi recusada e ainda precisa avançar. A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa recusou, na mesa de negociação realizada na sexta-feira (14/8), a nova proposta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-10">Negociações avançaram na Promoção por Mérito; banco também suspendeu processo de migração de caixas e tesoureiros para negociar com o movimento sindical, mas proposta para o plano de saúde foi recusada e ainda precisa avançar.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa recusou, na mesa de negociação realizada na sexta-feira (14/8), a nova proposta apresentada pelo banco para o custeio do Saúde Caixa. Para a representação das empregadas e dos empregados, o modelo continua transferindo para os usuários a responsabilidade pelo aumento dos custos, rompe com princípios de solidariedade e com o pacto intergeracional e pode provocar uma debandada de beneficiários, comprometendo ainda mais a sustentabilidade do plano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A rodada, que faz parte das negociações específicas da Campanha Nacional dos Bancários 2026, também registrou avanços importantes em outros dois temas. Na Promoção por Mérito, a Caixa retirou o Alcance.Caixa dos critérios, acolheu reivindicações apresentadas pela CEE e garantiu o pagamento dos deltas em janeiro de 2027 e de 2028. O banco também acatou a cobrança da representação sindical e suspendeu o processo de seleção para migração de função de caixas e tesoureiros enquanto o tema é debatido na mesa de negociação.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Saúde Caixa: custo não pode ser jogado para os usuários</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta apresentada pela Caixa prevê mensalidades por beneficiário definidas de acordo com a faixa etária, 13 contribuições anuais, piso de R$ 400 por grupo familiar e limite de comprometimento de até 12% da remuneração-base do titular. Todos os integrantes do grupo familiar, inclusive dependentes indiretos, entram no cálculo por faixa etária. A apresentação do banco prevê o novo formato de custeio a partir de 1º de setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, o teto familiar é de 7% da remuneração-base. A proposta, portanto, amplia significativamente o limite que pode comprometer a renda mensal das famílias para o pagamento do plano. O ACT vigente estabelece contribuição de 3,5% da remuneração-base do titular, além das mensalidades dos dependentes, dentro das regras previstas no acordo.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Confira a tabela com a proposta da Caixa</h5>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="331" height="459" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Proposta-Saude-Caixa-14AGO2026.jpeg" alt="" class="wp-image-69818" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Proposta-Saude-Caixa-14AGO2026.jpeg 331w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Proposta-Saude-Caixa-14AGO2026-216x300.jpeg 216w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Proposta-Saude-Caixa-14AGO2026-108x150.jpeg 108w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Proposta-Saude-Caixa-14AGO2026-20x28.jpeg 20w" sizes="(max-width: 331px) 100vw, 331px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Para a CEE, o problema central continua sem resposta: a Caixa precisa ampliar sua própria participação no custeio do plano. O movimento sindical reivindica a retomada efetiva da proporção histórica de 70% dos custos para a Caixa e 30% para os usuários. Essa reivindicação está expressamente prevista na minuta da Campanha Nacional de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A própria minuta reivindica que solidariedade, mutualismo e pacto intergeracional sejam fundamentos permanentes do Saúde Caixa. “Ao estabelecer uma cobrança crescente conforme a idade e fazer o equilíbrio do plano depender de um aumento substancial das contribuições dos beneficiários, a proposta apresentada pelo banco segue no sentido oposto”, observa a coordenadora da CEE/Caixa, Luiza Hansen.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O alerta é ainda maior porque o Saúde Caixa já vem perdendo beneficiários. Em negociação anterior, a Caixa informou que, entre 2023 e fevereiro de 2026, foram registradas 20.056 adesões e 35.446 cancelamentos, um saldo negativo de 15.390 vidas. Para a CEE, aumentar fortemente o peso das mensalidades pode ampliar as saídas e enfraquecer justamente a lógica mutualista que depende de uma carteira ampla e diversificada.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Proposta causa perda de remuneração</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto destacado pela CEE é que o aumento do custo do Saúde Caixa representa, na prática, perda de remuneração para as empregadas e empregados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mesa, a representação sindical alertou que elevar o limite familiar dos atuais 7% para até 12% pode consumir o reajuste salarial que venha a ser conquistado na Campanha Nacional. “Mesmo na hipótese de conquista da reivindicação apresentada pela categoria de reposição integral da inflação acrescida de 5% de aumento real, parte expressiva dos empregados poderia ter o ganho absorvido pela elevação da despesa com o plano de saúde”, ressaltou a coordenadora da CEE/Caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na proposta anterior, recusada em 5 de agosto, a própria CEE já havia alertado que aumentar fortemente a contribuição dos beneficiários sem ampliar a parcela paga pelo banco poderia obrigar trabalhadores, aposentados e pensionistas a retirar dependentes ou abandonar o Saúde Caixa. Dados apresentados naquela negociação mostraram que, em 2025, os usuários já responderam por aproximadamente 46% do financiamento regular do plano, enquanto a Caixa ficou com cerca de 54%, proporção bastante distante do modelo histórico 70/30.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a representação sindical, não há sustentabilidade real quando o equilíbrio é obtido por meio da redução da renda dos empregados ou da saída de beneficiários. A solução precisa passar pelo aumento da participação financeira da Caixa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Avanço na Promoção por Mérito</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Se o Saúde Caixa ainda exige uma mudança substancial de posição do banco, a negociação registrou avanço na Promoção por Mérito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de a CEE rejeitar, em 31 de julho, uma proposta que estabelecia exigências consideradas excessivas, a Caixa apresentou um novo desenho e retirou o Alcance.Caixa como critério para obtenção dos deltas. A retirada atende uma cobrança importante da representação dos empregados, que vinha alertando para o risco de vincular uma progressão permanente na carreira a indicadores de desempenho que não dependem exclusivamente do trabalhador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco também garantiu que os deltas referentes ao ano-base 2026 sejam pagos em janeiro de 2027 e os relativos ao ano-base 2027, em janeiro de 2028. A inclusão do pagamento em janeiro é uma reivindicação histórica da CEE e está expressamente prevista na minuta entregue à Caixa, que determina que a apuração seja concluída em tempo hábil para o crédito no primeiro mês do ano seguinte.</p>



<h5 class="wp-block-heading">A proposta ajustada ficou assim:</h5>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="639" height="278" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Proposta-Promocao-Por-Merito-14AGO2026.jpeg" alt="" class="wp-image-69819" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Proposta-Promocao-Por-Merito-14AGO2026.jpeg 639w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Proposta-Promocao-Por-Merito-14AGO2026-300x131.jpeg 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Proposta-Promocao-Por-Merito-14AGO2026-150x65.jpeg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Proposta-Promocao-Por-Merito-14AGO2026-600x261.jpeg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Proposta-Promocao-Por-Merito-14AGO2026-20x9.jpeg 20w" sizes="(max-width: 639px) 100vw, 639px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Também houve avanço nos critérios de desempate. A ordem passa a considerar, primeiro, a realização de curso relacionado aos temas definidos (sustentabilidade/cidadania ou inteligência artificial/tecnologia); depois, o maior tempo de Caixa; e, por último, a quantidade de ações realizadas. Os temas específicos dos cursos serão definidos em Grupo de Trabalho (GT).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todas as ações que contam para a Promoção por Mérito precisam ser realizadas dentro do respectivo ano de apuração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Promoção por Mérito é uma conquista da organização das empregadas e empregados e da negociação coletiva. Os deltas geram progressão na estrutura salarial e passam a compor permanentemente a remuneração. Por isso, a CEE vem defendendo critérios objetivos, acessíveis e conhecidos previamente, além do pagamento obrigatoriamente em janeiro.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Caixa suspende migração de caixas e tesoureiros</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro bom resultado da negociação foi a suspensão, apedido da CEE/Caixa, do processo de seleção iniciado pela Caixa para a migração de caixas e tesoureiros para outras funções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE havia questionado a medida porque trabalhadores foram chamados a manifestar interesse em uma mudança funcional sem que o processo tivesse sido previamente apresentado e debatido com a representação sindical. Na negociação desta sexta-feira, a Caixa reconheceu o problema, pediu desculpas pela forma como o procedimento foi iniciado e informou que o processo ficará suspenso enquanto o tema estiver em negociação. Na próxima reunião, a Caixa se comprometeu a levar à mesa os responsáveis pelo atual processo de migração para apresentar as informações cobradas pela CEE e explicar detalhadamente o projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco também reconheceu a necessidade de discutir a elaboração de um novo Plano de Funções Gratificadas (PFG). O atual PFG é de 2010 e, para a CEE, já não contempla diversas tarefas, funções e transformações ocorridas na organização do trabalho. A construção de um novo plano deverá ser tratada na mesa permanente de negociação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reivindicação dos empregados vai além de solucionar pontualmente a situação de caixas e tesoureiros. A CEE defende um PFG construído com a representação sindical, já que o atual PFG não responde mais à realidade da Caixa. “A empresa mudou, o trabalho mudou, as exigências aumentaram, mas os instrumentos de carreira ficaram para trás. A Caixa precisa construir, com a representação dos empregados, novos planos que valorizem a trajetória profissional, deem previsibilidade e acabem com os remendos que geram insegurança, sobrecarga e adoecimento”, ressaltou Luiza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE também observou que o novo PFG precisa definir claramente atribuições e responsabilidades para todas as funções e também acabe com a utilização de designações por minuto, regularize quem exerce permanentemente essas atividades, assegure o direito de permanência nas funções e permita migração voluntária para funções de remuneração igual ou superior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa discussão está relacionada à reivindicação mais ampla por um novo PFG, um novo Plano de Cargos e Salários (PCS) e processos seletivos internos com critérios objetivos, transparentes e democráticos. A CEE já havia cobrado que qualquer estudo sobre PFG, PCS e PSI seja compartilhado e negociado antes de sua implementação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>CEE cobra respostas para toda a pauta</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos avanços obtidos nesta sexta-feira na Promoção por Mérito e na suspensão do processo de migração, a CEE voltou a cobrar da Caixa respostas para todas as reivindicações apresentadas ao longo das negociações específicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais pontos estão uma solução sustentável para o Saúde Caixa com maior participação financeira do banco; novo PFG e novo PCS; regras transparentes para os PSIs; valorização das funções e proteção da remuneração; negociação dos programas de remuneração variável; melhores condições de trabalho, combate às metas abusivas e ao adoecimento; regras negociadas para o teletrabalho; ampliação do quadro de pessoal; e garantias para que mudanças tecnológicas ou organizacionais não sejam implantadas unilateralmente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Campanha Nacional entra em momento decisivo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">As negociações específicas com a Caixa fazem parte da Campanha Nacional dos Bancários 2026 e ocorrem simultaneamente à mesa geral entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última rodada da mesa única com a Fenaban, realizada na quinta-feira (13/8), os bancos frustraram a categoria ao não apresentarem o índice de reajuste salarial nem a proposta global cobrada pelo Comando Nacional. Em vez disso, a Fenaban propôs congelar o piso de ingresso dos novos bancários e aplicar reajustes diferenciados para três faixas salariais, sem informar sequer os parâmetros das faixas ou os percentuais de reajuste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da falta de avanços, o Comando Nacional definiu a realização de assembleias em todo o país na segunda-feira, 17 de agosto, para que bancárias e bancários deliberem sobre o modelo de reajuste proposto pela Fenaban, que divide a categoria por faixas salariais e congela o piso de ingresso, e sobre a realização de paralisação de 24 horas no dia 20 de agosto. A próxima negociação da Campanha Nacional Unificada está marcada para terça-feira (18).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A orientação é para que empregadas e empregados da Caixa acompanhem as informações divulgadas pelos sindicatos de suas respectivas bases, participem das assembleias e das mobilizações e fortaleçam a pressão por avanços tanto na mesa específica da Caixa quanto na negociação nacional com a Fenaban.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Atenção <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/assembleia-da-campanha-2026-para-avaliar-proposta-fenaban-e-outros-acoes-segunda-17/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/assembleia-da-campanha-2026-para-avaliar-proposta-fenaban-e-outros-acoes-segunda-17/">Assembleia da Campanha 2026 para avaliar proposta Fenaban e outras ações, segunda (17)!</a></h4>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="819" height="1024" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-14-at-11.19.24-819x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-69821" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-14-at-11.19.24-819x1024.jpeg 819w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-14-at-11.19.24-240x300.jpeg 240w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-14-at-11.19.24-120x150.jpeg 120w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-14-at-11.19.24-768x960.jpeg 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-14-at-11.19.24-1229x1536.jpeg 1229w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-14-at-11.19.24-1638x2048.jpeg 1638w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-14-at-11.19.24-1600x2000.jpeg 1600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-14-at-11.19.24-1100x1375.jpeg 1100w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-14-at-11.19.24-600x750.jpeg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-14-at-11.19.24-20x25.jpeg 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-14-at-11.19.24.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>CEE/Caixa orienta empregados a não responderem consulta sobre migração de função antes da negociação</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/cee-caixa-orienta-empregados-a-nao-responderem-consulta-sobre-migracao-de-funcao-antes-da-negociacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 11:11:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa campanha 2026 migração]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa consulta sobre migração]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa migração de função]]></category>
		<category><![CDATA[consulta migração caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Caixas e tesoureiros receberam “levantamento” com prazo para manifestação até quinta-feira (13); representação dos empregados cobrará explicações do banco na mesa de negociação de sexta-feira (14) A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa orienta as empregadas e os empregados que receberam consultas sobre interesse em migrar de função para atuação como assistente nas plataformas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-12">Caixas e tesoureiros receberam “levantamento” com prazo para manifestação até quinta-feira (13); representação dos empregados cobrará explicações do banco na mesa de negociação de sexta-feira (14)</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa orienta as empregadas e os empregados que receberam consultas sobre interesse em migrar de função para atuação como assistente nas plataformas digitais do banco a<strong>&nbsp;não preencher formulários, assinar documentos ou manifestar qualquer tipo de interesse antes da mesa de negociação com a Caixa, nesta sexta-feira (14)</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo que as mensagens encaminhadas estabeleçam prazo para manifestação até quinta-feira (13), véspera da negociação,&nbsp;<strong>a orientação é aguardar</strong>. A CEE/Caixa considera que uma decisão dessa importância não pode ser tomada às pressas, sem que o banco esclareça à representação dos trabalhadores quais são os objetivos do levantamento, as regras do processo e suas possíveis consequências para carreira, função e remuneração. No fechamento desta matéria, depois de ser questionado pela coordenação da CEE/Caixa, o banco ampliou o prazo para adesão até o dia 20 de agosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Nossa orientação, neste momento, é para que os colegas NÃO manifestem interesse e aguardem a negociação de sexta-feira</strong>. A Caixa está pedindo que trabalhadores tomem às pressas uma decisão que pode ter consequências para sua vida funcional sem que tenha apresentado à representação dos empregados informações suficientes para avaliarmos o processo e orientarmos a categoria com segurança”, afirmou a coordenadora da CEE/Caixa, Luiza Hansen. “Por isso,&nbsp;<strong>mais do que a prorrogação do prazo, queremos que todo esse processo seja suspenso até que todas as informações solicitadas nos sejam passada</strong>s e a gente possa construir uma forma que não seja prejudicial para as empregadas e empregados”, completou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Informações que chegaram às entidades sindicais mostram que caixas e tesoureiros estão sendo consultados sobre o interesse em participar de processos seletivos para atuação em plataformas de atendimento digital. Os materiais fazem referência à migração para função de Assistente de Varejo para os empregados eventualmente selecionados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PFG e PCS estão na mesa, mas Caixa não responde</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A forma como a consulta foi realizada causa ainda mais preocupação porque ocorre justamente quando o Plano de Funções Gratificadas (PFG), o Plano de Cargos e Salários (PCS) e a situação de caixas e tesoureiros fazem parte das negociações da Campanha Nacional dos Bancários 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas últimas rodadas, a CEE/Caixa cobrou do banco um novo PFG, um novo PCS, critérios objetivos e transparentes para os Processos Seletivos Internos e respostas para as reivindicações relacionadas à carreira. Apesar das cobranças, a Caixa não apresentou uma devolutiva efetiva sobre esses temas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Esse é um dos pontos mais graves. Nós colocamos PFG, PCS, PSI e a situação de caixas e tesoureiros na mesa, cobramos respostas e a Caixa não responde. Ao mesmo tempo, fora da mesa, cria um processo e estabelece prazo para que os empregados façam uma escolha. Isso desvaloriza a negociação coletiva e impede que a representação sindical cumpra seu papel de esclarecer e orientar os trabalhadores”</strong>, disse a representante da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Fetrafi) do Nordeste na CEE, Cândida Fernandes (Chay).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A minuta específica da Campanha Nacional dos Bancários 2026 reivindica expressamente que a transição das funções de caixa e tesoureiro seja debatida com as entidades sindicais, com garantia de manutenção da remuneração, da gratificação de função e das demais parcelas vinculadas às funções. Também estabelece que os empregados que desejarem permanecer como caixas ou tesoureiros tenham essa possibilidade assegurada e que eventual migração seja facultativa para funções de mesmo nível salarial ou superior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pauta reivindica ainda um grupo de trabalho para discutir a revisão dos atuais PFG e PCS, com ampla participação das entidades sindicais e dos empregados e com critérios que garantam valorização profissional, transparência, previsibilidade e reais perspectivas de encarreiramento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Decisão exige informação e garantias</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a CEE/Caixa, não se trata de ser contra novas oportunidades profissionais para o quadro de pessoal. O problema é exigir uma manifestação dos trabalhadores sem diálogo prévio com sua representação e sem deixar claras todas as consequências de uma eventual mudança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as questões que precisam ser esclarecidas estão as garantias de permanência na nova função, os impactos sobre remuneração e carreira, as condições para eventual retorno, as atribuições, metas e condições de trabalho, além dos objetivos do próprio levantamento realizado pelo banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Ninguém pode ser levado a decidir apenas com base na expectativa de uma nova função. É preciso saber quais são as garantias, qual será a remuneração, quais serão as condições de trabalho, o que acontece depois e qual é o projeto da Caixa para caixas e tesoureiros. Sem essas respostas, não existem elementos suficientes para uma decisão consciente”</strong>, ressaltou a representante da Fetrafi-NE.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desrespeito recorrente à negociação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE observa que a adoção de medidas sem discussão prévia com a representação dos trabalhadores tem sido recorrente. Durante a Campanha Nacional dos Bancários 2026, a entidade já cobrou negociação sobre mudanças relacionadas ao Super Caixa, remuneração variável, Promoção por Mérito, carreira e outros temas que afetam diretamente a vida funcional e a renda dos empregados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Luiza Hansen, a postura contradiz o discurso do banco de valorização da mesa. “Não é possível dizer que se valoriza a negociação coletiva e, ao mesmo tempo, colocar mudanças em andamento enquanto os mesmos assuntos estão sendo debatidos na mesa. A mesa precisa servir para negociar de verdade, com informação, transparência e respeito à representação dos empregados. Não pode ser apenas um espaço em que apresentamos reivindicações enquanto decisões são tomadas unilateralmente fora dela”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A representação dos empregados considera que a prática desrespeita tanto a mesa permanente quanto a negociação em curso na Campanha Nacional dos Bancários 2026, que trata da renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria e dos Acordos Coletivos de Trabalho (ACTs) específicos das empregadas e dos empregados da Caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A CEE/Caixa vai cobrar explicações do banco na reunião desta sexta-feira (14). Até que essas informações sejam apresentadas e avaliadas, a orientação é que caixas e tesoureiros não manifestem interesse na migração proposta.</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Saúde Caixa: banco apresenta proposta que chega a dobrar mensalidade</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/saude-caixa-banco-apresenta-proposta-que-chega-a-dobrar-mensalidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:48:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Saúde campanha 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Caxia proposta recusada]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde caixa campanha proposta recusada]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=69667</guid>

					<description><![CDATA[Proposta foi recusada imediatamente e por unanimidade do movimento sindical Os sindicatos repudiaram e recusaram a proposta apresentada pelo banco para o custeio do Saúde Caixa, nesta quarta-feira 5, durante a 5ª rodada de negociações específicas da Campanha Nacional Unificada dos Bancários 2026, realizada em São Paulo. Por unanimidade, todas as federações que compõem a mesa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-14">Proposta foi recusada imediatamente e por unanimidade do movimento sindical</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sindicatos repudiaram e recusaram a proposta apresentada pelo banco para o custeio do Saúde Caixa, nesta quarta-feira 5, durante a 5ª rodada de negociações específicas da Campanha Nacional Unificada dos Bancários 2026, realizada em São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por unanimidade, todas as federações que compõem a mesa de negociações das empregadas e dos empregados exigiram que a Caixa refaça os cálculos e apresente uma nova proposta. O entendimento é que a proposta apresentada demonstra de forma clara que a maior preocupação do banco não é com seus empregados. E, ao contrário do que divulgou na Intranet, a Caixa não trouxe uma solução para o Saúde Caixa, e sim uma proposta em que busca se isentar de sua responsabilidade pelo custeio do plano.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Confira a proposta da Caixa</h2>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>&#8220;Modelo atual reajustado&#8221;</strong></h4>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="693" height="444" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Tabela-de-proposta-da-Caixa-para-Saude-Caixa-em-dobro-2026.jpg" alt="" class="wp-image-69668" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Tabela-de-proposta-da-Caixa-para-Saude-Caixa-em-dobro-2026.jpg 693w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Tabela-de-proposta-da-Caixa-para-Saude-Caixa-em-dobro-2026-300x192.jpg 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Tabela-de-proposta-da-Caixa-para-Saude-Caixa-em-dobro-2026-150x96.jpg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Tabela-de-proposta-da-Caixa-para-Saude-Caixa-em-dobro-2026-600x384.jpg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Tabela-de-proposta-da-Caixa-para-Saude-Caixa-em-dobro-2026-20x13.jpg 20w" sizes="(max-width: 693px) 100vw, 693px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Batizada pelo banco de “Modelo atual reajustado”, a proposta aumenta de 3,5% para 5,5% da remuneração-base a mensalidade dos titulares. O valor cobrado por dependente direto passaria de R$ 480 para R$ 870; o dependente indireto passaria de R$480,00 para R$ 930; e a mensalidade dos filhos com idade entre 24 e 27 anos subiria de R$ 800 para R$ 1.050. O limite de comprometimento da renda familiar seria dobrado, dos atuais 7% para 14%. A cobrança continuaria sendo feita em 13 parcelas anuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nosso entendimento é que esta proposta é profundamente desrespeitosa com quem constrói o banco todos os dias. Ela não apresenta uma solução equilibrada para o Saúde Caixa. Simplesmente transfere a conta para os empregados&#8221; afirmou a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), Luiza Hansen.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Luiza, a proposta produziria perda efetiva de remuneração, mesmo diante da reivindicação apresentada na mesa geral de negociação com os bancos de reposição da inflação acrescida de 5% de aumento real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Mesmo que conquistemos a inflação mais 5% de aumento real, esse reajuste do Saúde Caixa consumiria o ganho e, em muitos casos, uma parte ainda maior da renda. O resultado seria uma campanha salarial encerrada com perda de remuneração. A Caixa está dizendo que o empregado pode até receber um reajuste, mas terá de devolvê-lo (e muito mais) para continuar com o plano de saúde”, explicou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Proposta desrespeita quem constrói os resultados</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para a representação dos empregados, a proposta é especialmente desrespeitosa porque a Caixa apresentou projeções de lucros crescentes para os próximos anos, mas desconsiderou que esses resultados são produzidos pelo trabalho diário de seu quadro de pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE/Caixa aponta que a mensalidade dos titulares teria aumento de mais de 57%, enquanto a cobrança pelos dependentes diretos subiria mais de 81%. O teto familiar seria elevado em 100%. Além disso, repudia a recusa da Caixa em discutir o teto que o banco impôs para a sua participação no custeio do Saúde Caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a CEE/Caixa, a proposta da Caixa, se aceita, obrigaria o empregador a ter de decidir se mantém a si mesmo e seus familiares no plano de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como exemplo, na apresentação feita à mesa, a própria Caixa informou que 32% dos titulares estão na faixa de renda entre R$ 10 mil e R$ 15 mil. Os trabalhadores dessa faixa, sobretudo aqueles com dois ou mais dependentes, seriam duramente atingidos e poderiam deixar o Saúde Caixa, inviabilizando o plano já em médio prazo. A representação cobrou do banco um estudo sobre a quantidade de beneficiários que abandonariam o plano caso a proposta fosse implantada.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a CEE/Caixa sustenta ainda que, com a saída de usuários, os princípios do mutualismo, solidariedade e pacto intergeracional seriam enfraquecidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os representantes dos empregados, ao apresentar aumentos dessa magnitude sem propor a ampliação de sua própria contribuição, a Caixa sinaliza que pretende se afastar progressivamente da responsabilidade pelo benefício.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Usuários já pagam cerca de 46% do plano</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os números do Relatório de Administração do Saúde Caixa mostram que a participação dos beneficiários já está muito acima dos 30% previstos no modelo histórico de custeio 70/30.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, a contribuição líquida da Caixa foi de aproximadamente R$ 2,02 bilhões. As mensalidades pagas pelos usuários somaram R$ 1,39 bilhão e as coparticipações chegaram a R$ 303,6 milhões. Considerados esses valores regulares, a Caixa respondeu por cerca de 54% do financiamento, enquanto empregados, aposentados e pensionistas arcaram com aproximadamente 46%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa distorção ocorre porque o estatuto do banco limita a participação da empresa a 6,5% da folha de pagamentos e proventos. Com o aumento das despesas assistenciais acima dos reajustes da folha, a contribuição da Caixa deixa de acompanhar os custos do plano e uma parcela crescente das despesas é transferida aos usuários. O fim desse teto estatutário e o restabelecimento efetivo do modelo 70/30 estão entre as principais reivindicações da campanha “Põe mais dinheiro, Caixa!”, aprovada no 41º Conecef.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Déficit exige solução estrutural</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Saúde Caixa registrou déficit operacional de R$ 627,8 milhões em 2025, resultado de despesas totais de R$ 4,39 bilhões diante de receitas de R$ 3,76 bilhões. O exercício terminou contabilmente com saldo positivo de R$ 67,1 milhões somente depois da incorporação de R$ 581,1 milhões em contribuições patronais incidentes sobre ações judiciais e acordos trabalhistas de anos anteriores e da utilização de R$ 46,7 milhões da Reserva Técnica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o Dieese, esses recursos extraordinários não representam melhora estrutural da situação financeira do plano. As pressões sobre os custos permanecem e decorrem do aumento da idade média dos usuários, da maior utilização dos serviços, do aumento da complexidade dos tratamentos, da incorporação de novas tecnologias e da inflação médica, que supera a inflação geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O custo médio anual por beneficiário subiu de R$ 9.854 em 2022 para R$ 15.824,24 em 2025, aumento acumulado de 60,6%. Somente entre 2024 e 2025, o crescimento foi de aproximadamente 23,5%. A avaliação do Dieese é que essa transformação estrutural no perfil assistencial deve ser acompanhada de uma ampliação real da participação financeira da Caixa, e não de uma transferência ainda maior dos custos aos beneficiários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A situação continuou pressionada em 2026. Até maio, o Saúde Caixa acumulava déficit de R$ 222,2 milhões, com despesas próximas de R$ 1,8 bilhão.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Adoecimento relacionado ao trabalho</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados do próprio relatório também mostram um aumento expressivo da demanda por cuidados de saúde mental. Em 2025, a psicologia respondeu por 60,3% dos custos da linha de terapias. Foram realizados mais de 1,67 milhão de procedimentos, com crescimento de 48% no número de sessões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a CEE/Caixa, os números não podem ser analisados sem considerar as condições de trabalho na Caixa, marcadas pela redução do quadro, sobrecarga, pressão por metas e adoecimento. O Dieese ressalta que, quando a organização do trabalho contribui para o adoecimento, a empresa deve assumir sua responsabilidade tanto na prevenção quanto no financiamento dos tratamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, a representação sindical reivindica que a Caixa arque integralmente com os tratamentos relacionados às doenças classificadas como B91. No contexto previdenciário, o código identifica o benefício concedido quando a lesão ou a doença possui vínculo com o trabalho (o antigo auxílio-doença acidentário, atualmente denominado auxílio por incapacidade temporária decorrente de acidente de trabalho).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reivindicação, aprovada no 41º Conecef, busca impedir que os custos de doenças provocadas ou agravadas pelas condições de trabalho sejam transferidos ao conjunto dos usuários do Saúde Caixa. A pauta também prevê a emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho, orientação aos trabalhadores afastados e cobertura dos medicamentos e tratamentos decorrentes do adoecimento ocupacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É inaceitável que o empregado seja submetido a metas, pressão e sobrecarga, adoeça dentro da empresa e depois tenha de pagar uma mensalidade ainda maior para tratar esse adoecimento. A Caixa precisa assumir os custos das doenças relacionadas ao trabalho”, enfatiza Luiza Hansen.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Empregados já apresentaram alternativas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE/Caixa ressaltou que não se limita a rejeitar a proposta do banco, mas apresentou na própria minuta de reivindicações diferentes alternativas para enfrentar o déficit sem inviabilizar o plano e sem impor todo o ônus aos usuários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A representação também cobra contratações, inclusão dos empregados admitidos após setembro de 2018 no direito ao plano com participação da Caixa durante a aposentadoria, ampliação da rede credenciada, maior transparência e preservação do mutualismo, da solidariedade e do pacto intergeracional.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Nova proposta precisa valorizar o quadro</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final da reunião, a Caixa reconheceu que a proposta não havia sido aceita e informou que voltaria a avaliar o modelo. A CEE/Caixa reiterou que espera uma nova formulação, com aumento da participação do banco e respeito à capacidade de pagamento dos beneficiários.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Outras cobranças</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE/Caixa também cobrou que o banco apresente suas devolutivas sobre as demais reivindicações apresentadas em mesa e presentes na minuta entregue ao banco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Super Caixa precisa ser negociado e reconhecer o trabalho de todo o quadro de pessoal do banco</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/super-caixa-precisa-ser-negociado-e-reconhecer-o-trabalho-de-todo-o-quadro-de-pessoal-do-banco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 14:01:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa negociar super caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa vendeu recebeu]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Super Caixa]]></category>
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					<description><![CDATA[Sindicatos defendem o princípio “vendeu, recebeu”, pagamento para todos os que contribuem com os resultados, regras transparentes e fim de indicadores que reduzem ou eliminam a premiação A representação sindical das empregadas e dos empregados da Caixa Econômica Federal reivindica que o Super Caixa e todos os programas que tenham impacto na renda do quadro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-16">Sindicatos defendem o princípio “vendeu, recebeu”, pagamento para todos os que contribuem com os resultados, regras transparentes e fim de indicadores que reduzem ou eliminam a premiação</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A representação sindical das empregadas e dos empregados da Caixa Econômica Federal reivindica que o Super Caixa e todos os programas que tenham impacto na renda do quadro de pessoal sejam negociados previamente com as entidades sindicais. A cobrança, que já vinha sendo feita desde a criação do programa, agora integra a pauta de reivindicações da Campanha Nacional dos Bancários 2026 e tem como objetivo garantir critérios justos, transparentes e construídos com a participação de quem conhece a realidade do trabalho no banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, o programa deve partir de duas premissas: o princípio “vendeu, recebeu” e o reconhecimento de que os resultados são construídos coletivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, quem comercializa produtos da Caixa Seguridade, Caixa Asset e de outras empresas do conglomerado contribui para gerar receitas para o banco. A reivindicação é que a comissão seja destinada diretamente aos empregados responsáveis pela comercialização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com relação ao bônus, hoje pago apenas para cargos gerenciais e de superintendência, a CEE defende que o reconhecimento não pode se limitar a quem aparece diretamente na venda. As equipes responsáveis pelo atendimento social, pelos serviços operacionais, pelo suporte administrativo e por outras atividades essenciais permitem que parte do quadro se dedique aos negócios. Todos contribuem para o resultado e, por isso, todos devem ter direito ao bônus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não existe resultado individual dentro de uma empresa com a dimensão e a responsabilidade social da Caixa. Enquanto alguns empregados comercializam produtos, outros atendem beneficiários de programas sociais, resolvem problemas operacionais, dão suporte às unidades e garantem que o banco funcione. O resultado é coletivo e precisa ser reconhecido dessa maneira”, afirmou a coordenadora da CEE/Caixa, Luiza Hansen.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Prêmio ou remuneração: impacto na renda é real</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Caixa sustenta que o Super Caixa é um programa de “premiação por liberalidade” e não uma forma de remuneração. O regulamento do primeiro semestre de 2026 registra expressamente essa classificação e afirma que os pagamentos não teriam natureza salarial. O documento condiciona ainda a existência da premiação à obtenção de lucro líquido contábil pelo banco no período de apuração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a representação dos trabalhadores, porém, a denominação escolhida pelo banco não elimina os efeitos concretos desses valores na renda e na organização financeira das famílias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para quem trabalha, não importa o nome que a Caixa atribui ao pagamento. Esses valores interferem na renda, no orçamento familiar e na capacidade de planejamento dos empregados. Por isso, as regras não podem ser definidas unilateralmente, alteradas durante a apuração ou apresentadas somente depois que o trabalho já foi realizado”, ressaltou Luiza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa vem sendo criticado desde sua implantação pela ausência de negociação coletiva, pela complexidade das regras e pela dificuldade de os trabalhadores preverem quanto, e até mesmo se receberão.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Regras precisam ser conhecidas antes do ciclo</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE cobra que todas as regras sejam definidas e divulgadas antes do início do período de apuração. Os critérios não podem ser alterados durante o ciclo, e os empregados precisam ter acesso permanente às informações utilizadas para calcular sua habilitação, pontuação e pagamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A representação também reivindica mensuração objetiva e com grau de complexidade equivalente para os diferentes segmentos do banco, incluindo rede de atendimento, centralizadoras, áreas-meio e matriz. O empregado não pode ser submetido a indicadores sobre os quais não possui controle ou ser penalizado por problemas de sistemas, infraestrutura, dimensionamento de pessoal e decisões administrativas do próprio banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O regulamento geral do primeiro semestre de 2026 condiciona a habilitação integral das unidades ao cumprimento simultâneo de requisitos no Alcance. Caixa e de resultados mínimos nos indicadores de Negócios Sustentáveis e satisfação dos clientes. Também estabelece que os valores apresentados no painel durante o ciclo são apenas preliminares e que o pagamento pode ocorrer em até 90 dias depois da divulgação do balanço e da formalização dos resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as entidades, esse modelo reduz a previsibilidade e dificulta a conferência dos cálculos pelos empregados.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>“Vendeu, recebeu”</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">No Bloco Sinergia, destinado à comercialização de produtos da Caixa Seguridade e da Caixa Asset, o regulamento prevê gatilhos, habilitadores, classificações e redutores que podem diminuir ou até eliminar o pagamento, mesmo quando houve venda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No módulo Seguridade, por exemplo, empregados com resultado inferior a 71 pontos no indicador de Negócios Sustentáveis deixam de receber a premiação. Quem fica entre 71 e 94,99 pontos sofre redução de faixa, independentemente do resultado obtido no Time de Vendas. O regulamento também prevê limites individuais, redutores orçamentários e critérios relacionados ao momento em que a chamada FEE de premiação é repassada à Caixa pelas empresas de seguridade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE reivindica a retirada dos indicadores de Negócios Sustentáveis e de satisfação dos clientes como redutores dos valores apurados. Para a representação, quem realizou a comercialização e gerou receita para o conglomerado precisa receber.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Vendeu, recebeu. É um princípio simples e justo. Não é aceitável que o empregado entregue o resultado e depois perca o pagamento por um indicador que depende de fatores externos, por uma falha operacional ou por uma regra modificada ao longo do programa”, afirmou o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sergio Takemoto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Bloco Conexão, voltado principalmente a funções gerenciais das redes comerciais, também utiliza cálculos baseados em indicadores, medianas, faixas de classificação e multiplicadores. As regras preveem, ainda, redutor linear caso o valor total apurado ultrapasse o orçamento definido para o bloco.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Indicadores não podem virar instrumentos de punição</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para a CEE, indicadores como Negócios Sustentáveis e CSAT não podem transformar um programa apresentado como reconhecimento em um mecanismo de punição. Além de retirar renda, esse modelo intensifica a pressão por resultados e aumenta a insegurança, a competição interna e o risco de adoecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Problemas anteriores demonstram que os empregados podem ser prejudicados por situações que não dependem de seu desempenho. Em fevereiro, após cobranças das entidades, a Caixa precisou abrir a possibilidade de regularização de documentos pendentes em 656 unidades. A falha de registro afetava o indicador utilizado no Super Caixa e poderia deixar equipes inteiras sem pagamento, apesar do trabalho realizado e dos resultados entregues.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O programa deveria estimular a cooperação e reconhecer o esforço das equipes. Quando o banco utiliza indicadores pouco transparentes para reduzir ou zerar pagamentos, o efeito é o contrário: gera frustração, disputa interna e adoecimento. Precisamos de um modelo construído por meio do diálogo, que valorize as pessoas e não crie novas injustiças”, declarou Takemoto.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Resultados mostram contribuição dos empregados</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Dados divulgados pela própria Caixa Seguridade reforçam a contribuição do quadro de pessoal. Em maio de 2026, os prêmios de seguros emitidos pelas empresas ligadas à Caixa cresceram 8,5% em relação ao mesmo mês de 2025, enquanto o restante do mercado avançou 5,9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, o crescimento da Caixa foi de 8,3%, diante de 6,9% do mercado sem a instituição. O relatório mensal da Caixa Seguridade é elaborado com base nos dados públicos da Superintendência de Seguros Privados (Susep).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esses números não aparecem sozinhos. São resultado do trabalho diário dos empregados, que atendem a população, orientam os clientes, comercializam produtos e sustentam o funcionamento do banco. É contraditório comemorar o crescimento dos negócios e, ao mesmo tempo, criar barreiras para reconhecer quem tornou esse crescimento possível”, observou Luiza.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Negociação é indispensável</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A cobrança por negociação do Super Caixa não é recente. Desde 2025, os sindicatos denunciam a falta de transparência e reivindicam que as regras sejam debatidas antes de sua implantação. Em abril de 2026, as entidades voltaram a cobrar respostas formais e defenderam a mesa de negociação como espaço para construir um programa que garanta pagamento pelo trabalho realizado.</p>



<h5 class="wp-block-heading">O Sindicato continua defendendo:</h5>



<ul class="wp-block-list">
<li>Negociação prévia de qualquer programa que gere renda; </li>



<li>Reconhecimento do trabalho coletivo; </li>



<li>Aplicação do princípio “vendeu, recebeu”; </li>



<li>Regras simples, objetivas e definidas antes da apuração; </li>



<li>Acesso permanente aos dados e às fórmulas de cálculo; </li>



<li>Proibição de mudanças durante o ciclo; </li>



<li>Retirada de redutores que penalizem quem entregou resultados; </li>



<li>Proteção da saúde e combate à pressão por metas abusivas.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CEE rejeita proposta da Caixa para Promoção por Mérito</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/cee-rejeita-proposta-da-caixa-para-promocao-por-merito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 08:24:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Nacional dos Bancários 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Executiva dos Empregados (CEE)]]></category>
		<category><![CDATA[Deltas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Negociação]]></category>
		<category><![CDATA[PLR Social]]></category>
		<category><![CDATA[Promoção por Mérito]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Super Caixa]]></category>
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					<description><![CDATA[Modelo apresentado pelo banco exige dez ações para o primeiro delta e outras dez para o segundo, além de vincular a progressão ao Alcance.Caixa; Super Caixa, PLR Social e Saúde Caixa também foram debatidos. A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa rejeitou, na sexta-feira (31/7), em São Paulo, a proposta apresentada pelo banco para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-18">Modelo apresentado pelo banco exige dez ações para o primeiro delta e outras dez para o segundo, além de vincular a progressão ao Alcance.Caixa; Super Caixa, PLR Social e Saúde Caixa também foram debatidos.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/"><strong>Caixa</strong></a> rejeitou, na sexta-feira (31/7), em São Paulo, a proposta apresentada pelo banco para a sistemática de Promoção por Mérito dos anos-base 2026 e 2027. Para a representação das empregadas e dos empregados, o elevado número de requisitos e a inclusão do Alcance.Caixa dificultariam excessivamente a conquista dos deltas, sobretudo para quem trabalha na rede de agências e impediria que o pagamento seja realizado em janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A discussão ocorreu durante a quarta reunião de negociações específicas com a Caixa, que integra a Campanha Nacional dos Bancários 2026. Além da Promoção por Mérito, a mesa tratou da remuneração variável, do Super Caixa, da PLR Social e do Saúde Caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A proposta apresentada pela Caixa não considera as condições reais de trabalho. Para conquistar o primeiro delta, seriam necessárias dez ações. Para o segundo, o empregado precisaria completar outras dez e ainda depender do resultado do Alcance.Caixa. Na prática, o banco criaria uma série de obstáculos para impedir que grande parte do quadro avance na carreira”, afirmou a coordenadora da CEE/Caixa, Luiza Hansen.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Promoção por Mérito é uma conquista da organização dos trabalhadores e da negociação coletiva. Cada delta representa um acréscimo médio de 2,31% no salário-base dos empregados elegíveis. Ao propor que o Alcance.Caixa seja um dos critérios, o próprio banco admite que o pagamento seria realizado apenas após a divulgação do balanço anual da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso da progressão referente ao ano-base 2026, a CEE cobra que o pagamento seja efetuado em janeiro de 2027. Os deltas relativos a 2025 somente foram creditados em abril de 2026, reduzindo o efeito financeiro da progressão para os empregados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Proposta dificulta acesso aos deltas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Caixa propôs uma sistemática válida por dois anos. A definição antecipada foi considerada positiva pela representação dos empregados, mas não compensou os problemas existentes nos critérios. Para 2027, apesar de manter a estrutura do programa, o banco pretende divulgar as ações que integrarão cada bloco somente até o fim do primeiro trimestre daquele ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta divide os requisitos dos empregados ativos em dois blocos: Saúde em Dia, formado por ações de capacitação, saúde e qualidade de vida; e Estratégia Caixa, composto por cursos vinculados ao planejamento estratégico do banco.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="724" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/tabela-mesa31-caixa.jpg.jpeg" alt="" class="wp-image-69564" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/tabela-mesa31-caixa.jpg.jpeg 800w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/tabela-mesa31-caixa.jpg-300x272.jpeg 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/tabela-mesa31-caixa.jpg-150x136.jpeg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/tabela-mesa31-caixa.jpg-768x695.jpeg 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/tabela-mesa31-caixa.jpg-600x543.jpeg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/tabela-mesa31-caixa.jpg-20x18.jpeg 20w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE ressaltou que os empregados da rede de agências não possuem as mesmas condições dos trabalhadores das áreas-meio e da matriz para realizar uma grande quantidade de cursos durante o expediente. Mesmo o tempo de capacitação previsto no Acordo Coletivo de Trabalho não é assegurado em muitas unidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não existe igualdade de condições entre quem trabalha na matriz e quem está diariamente no atendimento. Nas agências, as empregadas e os empregados enfrentam filas, metas, falta de pessoal e sobrecarga. Criar uma extensa lista de cursos como requisito para o delta significa excluir justamente quem tem menos condições de realizá-los”, afirmou o representante da Fetrafi-MG, Clotário Cardoso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A representação reivindicou a redução expressiva do número de ações, a exclusão do Alcance.Caixa e a garantia de tempo efetivo, dentro da jornada, para capacitação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta prevê como impedimentos, entre outros pontos, menos de 180 dias de efetivo exercício no ano-base, estar na última referência salarial do PCS, penalidade de suspensão, registro de censura ética, reincidência de advertência nos últimos cinco anos, falta não justificada e contrato suspenso ou extinto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Caixa informou que analisará as ponderações apresentadas e deverá elaborar uma segunda versão da proposta. Um avanço confirmado pelo banco foi a aceitação dos comprovantes de vacinação contra a gripe emitidos pelo Sistema Único de Saúde, por clínicas particulares ou pela própria campanha interna da Caixa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Super Caixa precisa ser negociado</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na discussão sobre renda variável, a CEE voltou a reivindicar que o Super Caixa e quaisquer outros programas que gerem renda para os empregados sejam negociados com a representação dos trabalhadores. A CEE defende o “vendeu, recebeu” e o pagamento de bônus para todos, e que a distinção feita pelo banco entre “remuneração” e “premiação” não elimina o impacto desses valores na renda e na organização financeira das famílias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A representação cobrou transparência, acesso permanente às informações de desempenho e definição de todas as regras antes do início do período de apuração. Também exigiu que os critérios não sejam alterados durante o ciclo e que tenham o mesmo grau de complexidade para empregados da rede, das centralizadoras, das áreas-meio e da matriz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE reivindicou ainda a retirada dos índices de Negócios Sustentáveis (NS) e de satisfação dos clientes (CSAT) como redutores dos valores a serem pagos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quem vendeu precisa receber. Não é aceitável que o empregado entregue o resultado e depois perca o pagamento por causa de NS, CSAT ou de regras alteradas no decorrer do programa. Esses indicadores transformam uma suposta premiação em punição e aumentam a pressão e o adoecimento”, afirmou o representante da Fetraf-RJ/ES, Ronan Teixeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A representação manteve a defesa do princípio “vendeu, recebeu” e de bônus para todos. Segundo a CEE, os resultados são construídos coletivamente, inclusive pelos empregados responsáveis pelo atendimento social e pelos serviços que permitem que outros trabalhadores se dediquem diretamente aos negócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados divulgados pela própria Caixa reforçam a contribuição do quadro de pessoal para os resultados. Em maio de 2026, os prêmios de seguros emitidos pela Caixa cresceram 8,5% em relação ao mesmo mês de 2025, diante de alta de 5,9% no restante do mercado. No acumulado dos cinco primeiros meses, o crescimento da Caixa foi de 8,3%, contra 6,9% do mercado sem a instituição.</p>



<h4 class="wp-block-heading">PLR Social</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE também cobrou o pagamento integral da PLR Social. A minuta específica reivindica uma parcela equivalente a 6% do lucro líquido, distribuída linearmente, sem limite individual e sem compensação com a regra geral da PLR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pauta inclui ainda a eliminação dos atuais limitadores, transparência na metodologia de cálculo, acompanhamento pelas entidades sindicais e mecanismos de governança paritária na definição e validação dos indicadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Caixa respondeu que a reivindicação está na mesa e será debatida posteriormente. Para a CEE, a PLR está entre as parcelas mais aguardadas pelos trabalhadores e precisa reconhecer efetivamente os resultados construídos pelo quadro de pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE também cobrou em mesa o pagamento do 1% da PLR Social de 2020, que deixou de ser paga em 2021. O percentual a ser pago é de 4%, distribuído linearmente entre os empregados. Na ocasião a Caixa pagou apenas 3%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Relatório do Saúde Caixa</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na segunda parte da reunião, a Caixa antecipou para a CEE o Relatório de Administração do Saúde Caixa referente a 2025. A divulgação pública será realizada na próxima segunda-feira (3). De acordo com os dados, o plano terminou o ano com 273.462 beneficiários, sendo 127.475 titulares e 145.987 dependentes. Ativos e seus dependentes representam 71% da carteira; aposentados e dependentes, 26%; e pensionistas e dependentes, 2%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O custo assistencial total chegou a R$ 4,29 bilhões, crescimento de 22,38% em relação a 2024. As receitas efetivas somaram R$ 3,76 bilhões e as despesas totais, R$ 4,39 bilhões, resultando em déficit operacional de R$ 627,8 milhões, recomposto, segundo o banco, por mecanismos previstos no ACT e pela utilização da reserva técnica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE observou que a concentração de despesas na faixa etária acima de 59 anos, acompanha a própria composição da carteira e solicitou informações mais detalhadas sobre os custos por idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A representação voltou a defender a contratação de empregados. Além de reduzir a sobrecarga e melhorar o atendimento, a renovação do quadro contribui para ampliar e rejuvenescer a base de participantes do Saúde Caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A sustentabilidade do Saúde Caixa não pode ser buscada com mais cobrança sobre os usuários. A Caixa precisa colocar mais dinheiro no plano, restabelecer efetivamente o modelo de custeio 70/30. Também precisamos preservar a solidariedade, o mutualismo e o pacto intergeracional e garantir aos contratados após agosto de 2018 que a Caixa continue contribuindo com o custeio do plano na aposentadoria”, declarou Luiza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE cobrou ainda informações detalhadas sobre os custos administrativos e investimentos em tecnologia que permitam aos usuários conferir procedimentos, autorizar atendimentos digitalmente e colaborar com o controle dos gastos. O responsável pelo Saúde Caixa comprometeu-se a apresentar as informações solicitadas. A Caixa informou que deverá trazer novas respostas na semana seguinte.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Pendências das mesas anteriores</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na abertura da reunião, a CEE também cobrou respostas sobre reivindicações já apresentadas, entre elas o teletrabalho, o teletrabalho para pessoas com deficiência, a construção de novos PFG e PCS, os problemas provocados pelo sistema Gênesys e pela fila do Move Brasil, os processos seletivos internos, a contratação de empregados e as metas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco informou que os temas continuam em análise e que apresentará propostas quando os estudos internos estiverem concluídos.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Ser sócio do Sindicato é garantir direitos, fortalecer a voz da categoria e proteger o futuro do empregado Caixa. Sindicalize-se!</a></h4>
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		<item>
		<title>Caixa: Promoção por Mérito é conquista e precisa ser paga em janeiro</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-promocao-por-merito-e-conquista-e-precisa-ser-paga-em-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 11:15:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Delta 2026]]></category>
		<category><![CDATA[CAixa delta pagao em janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa promoção por mérito]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Progressão acrescenta, em média, 2,31% à remuneração dos empregados elegíveis; o Sindicato cobra regras transparentes, ampliação das formas de pontuação e valorização da carreira A Promoção por Mérito da Caixa Econômica Federal é resultado da organização das empregadas e empregados e da negociação permanente conduzida pelo movimento sindical. Por meio dos chamados deltas (referências que [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-20">Progressão acrescenta, em média, 2,31% à remuneração dos empregados elegíveis; o Sindicato cobra regras transparentes, ampliação das formas de pontuação e valorização da carreira</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Promoção por Mérito da Caixa Econômica Federal é resultado da organização das empregadas e empregados e da negociação permanente conduzida pelo movimento sindical. Por meio dos chamados deltas (referências que representam avanços na estrutura salarial), o programa complementa a remuneração e contribui para a valorização profissional do quadro de pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A concessão de um delta representa um acréscimo médio de 2,31% no salário-base dos empregados elegíveis. Em 2025, a distribuição linear de um delta, conquistada pela representação dos trabalhadores, levou aproximadamente R$ 360 milhões para a remuneração do pessoal da Caixa e para a economia do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Promoção por Mérito não é uma concessão da direção do banco. É uma conquista construída pela mobilização e pela negociação coletiva. Estamos falando de uma progressão que passa a compor a remuneração mensal e faz diferença concreta na vida das empregadas e empregados”, ressaltou a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Luiza Hansen.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Pagamento precisa ser feito em janeiro</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da importância da promoção para a composição da remuneração, os deltas referentes ao ano-base 2025 foram pagos somente em abril de 2026. Os sindicatos cobram que o banco conclua todo o processo de apuração em tempo hábil para que o pagamento seja realizado na folha de janeiro do ano seguinte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a coordenadora da CEE/Caixa, o atraso reduz o efeito econômico da progressão e prejudica empregados que já cumpriram os critérios estabelecidos. “Quem cumpriu as exigências e conquistou o direito à progressão não pode esperar até abril para receber. Quando o pagamento é feito em janeiro, o empregado tem os 12 salários do ano calculados com a nova referência. A Caixa possui estrutura e condições para organizar o processo com antecedência e assegurar o crédito no prazo correto”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A efetivação do pagamento em janeiro já havia sido conquistada para o delta referente ao ano-base 2024. Naquele ciclo, a negociação entre a CEE e o banco garantiu a distribuição linear de um delta aos elegíveis e o crédito ainda no primeiro mês do ano. O atraso ocorrido em 2026 reforça, para a representação sindical, a necessidade de incluir um prazo obrigatório no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Critérios claros e acessíveis</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Minuta de Reivindicações dos Empregados da Caixa da Campanha Nacional dos Bancários 2026 propõe transformar a Promoção por Mérito em uma sistemática anual e permanente, referente sempre ao ano-base imediatamente anterior.&nbsp;“É preciso consolidar no ACT aquilo que foi construído pela luta sindical. A promoção não pode depender, a cada ano, de decisões administrativas ou de justificativas operacionais. Queremos uma regra permanente, negociada e com pagamento obrigatório em janeiro”, destacou o representante da Contraf na mesa de negociações com a Caixa, Lívio Santos e Assis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE/Caixa defende que todos os critérios para a obtenção dos deltas sejam objetivos, públicos, divulgados com antecedência e construídos na mesa de negociação. O objetivo é impedir que falhas operacionais, limitações dos sistemas ou regras pouco claras excluam empregados que tenham cumprido as atividades previstas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacinação contra a gripe integrou em 2024 e 2025 as ações de qualidade de vida que podem ser consideradas na Promoção por Mérito, mas a Caixa restringia o reconhecimento aos registros vinculados à campanha promovida pelo próprio banco. Uma das reivindicações é a aceitação dos comprovantes de vacinação emitidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e por clínicas particulares.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Novas perspectivas de carreira</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os sindicalistas, o debate não pode se limitar aos critérios anuais. A Promoção por Mérito precisa estar integrada à construção de um novo Plano de Cargos e Salários (PCS) e de um novo Plano de Funções Gratificadas (PFG).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última reunião de negociações específicas com a Caixa da Campanha Nacional dos Bancários 2026, foi reivindicado a construção com a participação dos empregados de um novo PFG e um novo PCS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da abertura de novo prazo para a migração dos empregados vinculados ao PCS de 1998 para a Estrutura Salarial Unificada (ESU), com enquadramento compatível e acesso aos deltas e demais mecanismos de progressão.</p>
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