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	<title>Caixa Econômica Federal &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Sat, 20 Jun 2026 08:58:07 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Caixa Econômica Federal &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<item>
		<title>41º Conecef aprova plano de lutas e reivindicações das empregadas e empregados da Caixa</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/41o-conecef-aprova-plano-de-lutas-e-reivindicacoes-das-empregadas-e-empregados-da-caixa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 08:57:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[APCEF]]></category>
		<category><![CDATA[Bancários]]></category>
		<category><![CDATA[Comando Nacional dos Bancários]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Fenae]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Caixa]]></category>
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					<description><![CDATA[Propostas em defesa da Caixa pública, do Saúde Caixa, da valorização dos trabalhadores, da remuneração variável justa, da equidade racial e de melhores condições de trabalho foram debatidas e aprovadas para integrar a minuta de reivindicações da Campanha Nacional dos Bancários 2026. Leia neste texto Leia a matéria na íntegra As empregadas e os empregados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-bce3abc183433efd245ba831f766fbeb">Propostas em defesa da Caixa pública, do Saúde Caixa, da valorização dos trabalhadores, da remuneração variável justa, da equidade racial e de melhores condições de trabalho foram debatidas e aprovadas para integrar a minuta de reivindicações da Campanha Nacional dos Bancários 2026.</h4>



<h4 class="wp-block-heading">Leia neste texto</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>41º Conecef reuniu 281 delegadas e delegados, em São Paulo, entre os dias 17 e 19 de junho;</li>



<li>Congresso debateu 583 propostas vindas das bases de todos os estados e do Distrito Federal;</li>



<li>Deliberações aprovadas vão compor a minuta de reivindicações das empregadas e empregados da Caixa na Campanha Nacional dos Bancários 2026;</li>



<li>Pauta inclui defesa da Caixa pública, Saúde Caixa, valorização dos empregados, carreira, remuneração variável, equidade racial, saúde e condições de trabalho;</li>



<li>Plenária também aprovou moções políticas e uma resolução de apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva;</li>



<li>Ao final dos trabalhos, foi apresentada a campanha Saúde Caixa Sem Teto, em defesa da sustentabilidade do plano e do fim do limite de custeio de 6,5% da folha.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Leia a matéria na íntegra</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As empregadas e os empregados da Caixa Econômica Federal definiram, na sexta-feira (19/6), em São Paulo, o plano de lutas e as reivindicações específicas que serão defendidas pelo movimento sindical nas negociações com o banco durante a Campanha Nacional dos Bancários 2026. As deliberações foram aprovadas na plenária final do 41º Congresso Nacional das Empregadas e dos Empregados da Caixa Econômica Federal (Conecef), que reuniu 281 delegadas e delegados de todo o país, entre os dias 17 e 19 de junho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do congresso, foram debatidas 583 propostas apresentadas pelas bases nos encontros estaduais e regionais. As reivindicações aprovadas abrangem temas centrais para o futuro da categoria e da própria Caixa, como a defesa do banco 100% público, o fortalecimento do Saúde Caixa, a melhoria das condições de trabalho, a valorização dos empregados, carreira, remuneração variável, Funcef, igualdade de oportunidades, equidade racial e combate a todas as formas de violência e assédio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As propostas aprovadas no Conecef vão integrar a minuta de reivindicações das empregadas e empregados da Caixa, que será entregue ao banco para a abertura das negociações específicas da Campanha Nacional dos Bancários 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco, o 41º Conecef cumpriu um papel decisivo na organização da categoria para a campanha deste ano. “O 41º Conecef expressou a realidade vivida pelas empregadas e empregados da Caixa em todo o país. Debatemos o sistema financeiro nacional, o papel dos bancos públicos, a defesa da Caixa, o Saúde Caixa, a saúde e as condições de trabalho, a remuneração variável, a carreira e a valorização dos trabalhadores. À luz desses debates, analisamos as propostas vindas da base e construímos uma pauta forte, representativa e conectada com o dia a dia das unidades. Cada empregada e cada empregado vai se enxergar nessa pauta, porque ela nasce das demandas concretas da categoria”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Felipe também destacou que a força da campanha dependerá da capacidade de mobilização nos locais de trabalho. “A aprovação da minuta é uma etapa fundamental, mas a negociação só avança com organização e pressão da categoria. A Caixa precisa respeitar a CEE, valorizar a mesa de negociação e responder às reivindicações apresentadas pelas empregadas e empregados. Vamos para a campanha com unidade, disposição de luta e clareza de que defender os direitos dos trabalhadores é também defender a Caixa pública e seu papel social”, completou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Defesa da Caixa pública e valorização dos empregados</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa da Caixa 100% pública esteve entre os eixos centrais do congresso. As delegadas e os delegados reafirmaram que o banco deve ser fortalecido como instrumento de desenvolvimento econômico e social, responsável por políticas públicas fundamentais para a população brasileira, como habitação, crédito popular, saneamento, infraestrutura, programas sociais, gestão do FGTS, loterias e inclusão bancária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As propostas aprovadas também apontam para a necessidade de recomposição do quadro de pessoal, fim do fechamento de unidades, melhoria das condições de atendimento, fortalecimento da rede física e respeito à missão pública da Caixa. Para o movimento sindical, não há Caixa forte sem valorização de quem trabalha no banco.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Coletivo Caixa Preta apresenta manifesto por equidade racial</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o 41º Conecef, o Coletivo Caixa Preta apresentou o <a href="https://contrafcut.com.br/data/files/E6/21/1C/F2/741EE910CFB03DE9820808A8/Manifesto%20Movimento%20Caixa%20Preta.pdf" data-type="link" data-id="https://contrafcut.com.br/data/files/E6/21/1C/F2/741EE910CFB03DE9820808A8/Manifesto%20Movimento%20Caixa%20Preta.pdf">manifesto</a> “Movimento Caixa Preta: um manifesto dos empregados negros da Caixa Econômica Federal”, <a href="https://contrafcut.com.br/data/files/BD/21/ED/D5/841EE910CFB03DE9820808A8/Proposta%20de%20Inclusao%20de%20Clausulas%20-%20Equidade%20Racial.pdf" data-type="link" data-id="https://contrafcut.com.br/data/files/BD/21/ED/D5/841EE910CFB03DE9820808A8/Proposta%20de%20Inclusao%20de%20Clausulas%20-%20Equidade%20Racial.pdf">com propostas para enfrentar o racismo estrutural</a>, ampliar a representatividade negra e garantir igualdade de oportunidades dentro do banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento afirma que a presença negra na Caixa ainda não reflete a composição da sociedade brasileira e denuncia a baixa representatividade de trabalhadoras e trabalhadores negros em cargos de liderança e nos espaços de tomada de decisão. Para o coletivo, uma instituição pública como a Caixa deve refletir a diversidade do povo brasileiro, tanto no atendimento à população quanto na estrutura interna de gestão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O manifesto reivindica a adoção de políticas efetivas de promoção da diversidade racial, com plano estratégico, divulgação de resultados, programas de mentoria e formação para preparar empregados negros para progressão na carreira e assunção de cargos de liderança. Também cobra transparência nos processos de promoção e ascensão, com critérios justos que reconheçam o talento e a competência dos profissionais negros em igualdade de condições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto defendido pelo Coletivo Caixa Preta é o monitoramento permanente das políticas afirmativas, com representação negra nos comitês de diversidade, acompanhamento das metas e apresentação periódica dos resultados à direção do banco e ao conjunto dos empregados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O manifesto também propõe capacitação antirracista regular e obrigatória para todos os níveis da instituição, da base à alta gestão, com formação sobre racismo estrutural, cultura afro-brasileira e inclusão. Além disso, reivindica política de consequência no âmbito administrativo para a responsabilização de praticantes de atos discriminatórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as delegadas e os delegados do Conecef, a pauta da equidade racial precisa ser tratada como compromisso concreto da Caixa, com negociação, metas, transparência e acompanhamento pela representação dos trabalhadores. A defesa de uma Caixa pública, inclusiva e socialmente comprometida passa, necessariamente, pelo enfrentamento ao racismo institucional e pela valorização das empregadas e empregados negros.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Saúde, condições de trabalho e combate ao assédio</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As condições de trabalho também ocuparam lugar central nos debates. As propostas aprovadas tratam da sobrecarga nas unidades, da falta de empregados, das metas abusivas, das mudanças unilaterais nos modelos de atendimento, da pressão por resultados, do adoecimento físico e mental e da necessidade de combater o assédio moral, sexual e organizacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O congresso reforçou a cobrança por ambientes de trabalho saudáveis, com respeito, estrutura adequada, dimensionamento de pessoal, transparência nos processos de gestão e políticas efetivas de prevenção ao adoecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As empregadas e empregados também reafirmaram a defesa de medidas concretas contra todas as formas de violência e assédio, com acolhimento às vítimas, responsabilização dos agressores e atuação permanente da Caixa para garantir locais de trabalho seguros e livres de discriminação.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Remuneração variável, carreira e transparência</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A remuneração variável foi outro ponto de forte debate. As propostas aprovadas cobram que qualquer programa de bonificação ou remuneração variável seja previamente debatido e negociado com a representação dos trabalhadores, com regras claras, critérios objetivos, acompanhamento transparente e pagamento justo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Super Caixa foi alvo de críticas pela falta de transparência, pelas mudanças constantes nas regras e por critérios que podem penalizar trabalhadores por fatores que não dependem de sua atuação direta. Para o movimento sindical, a lógica deve ser simples: vendeu, recebeu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As deliberações também apontam para a necessidade de valorização da carreira, respeito às funções, preservação da renda, fim das mudanças unilaterais e construção de políticas de desenvolvimento profissional que reconheçam a contribuição dos empregados para os resultados da Caixa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Plenária aprova moções políticas e resolução em defesa da democracia</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A plenária final do 41º Conecef também aprovou cinco moções e uma resolução política.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira foi uma <a href="https://contrafcut.com.br/data/files/CF/B1/7C/A3/161EE910CFB03DE9820808A8/Mocao%20em%20Solidariedade%20ao%20Ze%20Maria.pdf" data-type="link" data-id="https://contrafcut.com.br/data/files/CF/B1/7C/A3/161EE910CFB03DE9820808A8/Mocao%20em%20Solidariedade%20ao%20Ze%20Maria.pdf">moção em solidariedade a Zé Maria</a>, presidente do PSTU, condenado a dois anos de reclusão por declarações feitas em defesa do povo palestino durante manifestação realizada na Avenida Paulista, em São Paulo. A moção repudia a condenação e afirma que a defesa do Estado palestino, o repúdio ao genocídio e a crítica política não podem ser criminalizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foi aprovada a <a href="https://contrafcut.com.br/data/files/1F/71/3A/14/751EE910CFB03DE9820808A8/Mocao%20Contra%20a%20Fragmentacao%20da%20Caixa.pdf" data-type="link" data-id="https://contrafcut.com.br/data/files/1F/71/3A/14/751EE910CFB03DE9820808A8/Mocao%20Contra%20a%20Fragmentacao%20da%20Caixa.pdf">moção contra a fragmentação da Caixa Econômica Federal</a>. O texto reafirma a defesa da Caixa como banco público, 100% estatal, preservado em sua unidade institucional, sem desmembramentos, abertura de capital, criação de subsidiárias que fragilizem o banco ou terceirização de atividades permanentes e estratégicas. A moção alerta que a fragmentação enfraquece a função social da Caixa, precariza empregos, reduz o controle público e amplia a mercantilização de serviços essenciais à população. O documento encerra com a palavra de ordem: “Nenhum pedaço a menos. Caixa 100% pública”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A terceira moção aprovada trata da valorização e da <a href="https://contrafcut.com.br/data/files/8A/C1/61/A2/661EE910CFB03DE9820808A8/Atribuicao%20automatica%20de%20funcao%20Vitec.pdf" data-type="link" data-id="https://contrafcut.com.br/data/files/8A/C1/61/A2/661EE910CFB03DE9820808A8/Atribuicao%20automatica%20de%20funcao%20Vitec.pdf">atribuição automática de função</a> para empregadas e empregados da área de Tecnologia da Informação, especialmente lotados na Vitec. O documento denuncia a defasagem entre a complexidade das atividades desempenhadas pelos trabalhadores de TI e a remuneração atualmente recebida por parte dos novos empregados admitidos em concurso específico para a área. A moção reivindica o reconhecimento da especificidade do trabalho em tecnologia, o fim do desvio de função velado e a adoção de medidas para evitar a evasão de talentos e garantir a sustentabilidade tecnológica da Caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A plenária também aprovou uma <a href="https://contrafcut.com.br/data/files/B9/12/D3/C5/A61EE910CFB03DE9820808A8/MOCAO%20DE%20REPUDIO%20a%20criacao%20de%2055%20cargos%20de%20alto%20escalao.pdf" data-type="link" data-id="https://contrafcut.com.br/data/files/B9/12/D3/C5/A61EE910CFB03DE9820808A8/MOCAO%20DE%20REPUDIO%20a%20criacao%20de%2055%20cargos%20de%20alto%20escalao.pdf">moção de repúdio à decisão da Caixa de solicitar a criação de 55 novos cargos</a> de alto e médio escalão, incluindo diretorias, superintendências e gerências nacionais, com elevado impacto financeiro para a instituição. Para os delegados e delegadas, a medida precisa ser revista e explicada com transparência, especialmente diante da necessidade de priorizar investimentos no atendimento à população, na contratação de empregados por concurso público, na valorização dos trabalhadores e na melhoria das condições de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foi incorporada ao debate a <a href="https://contrafcut.com.br/data/files/E6/60/F6/89/031EE910CFB03DE9820808A8/Mocao%20aprovada%20na%2028%20Conferencia%20Interestadual%20dos%20Bancarios%20da%20FETRAF%20RJES%20-%202026.pdf" data-type="link" data-id="https://contrafcut.com.br/data/files/E6/60/F6/89/031EE910CFB03DE9820808A8/Mocao%20aprovada%20na%2028%20Conferencia%20Interestadual%20dos%20Bancarios%20da%20FETRAF%20RJES%20-%202026.pdf">moção em defesa da dignidade, da saúde e da valorização das trabalhadoras e trabalhadores aposentados e idosos no setor bancário</a>, aprovada na 28ª Conferência Interestadual dos Bancários da Fetraf-RJ/ES. O documento alerta para os impactos das transformações no setor financeiro, como digitalização, automação e reestruturações, sobre o emprego, as condições de trabalho, a renda e a segurança econômica dos trabalhadores. A moção defende a inclusão, na minuta de reivindicações, de artigo específico de combate ao etarismo e de valorização da bancária e do bancário idoso, além de reivindicar a manutenção e o subsídio dos planos de saúde para aposentadas e aposentados, com participação das instituições financeiras, como forma de garantir proteção, dignidade e respeito aos trabalhadores em todas as fases da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das moções, o 41º Conecef aprovou resolução de apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República. A resolução destaca a importância da defesa da democracia, dos direitos sociais e trabalhistas, da soberania nacional, do fortalecimento dos bancos públicos e da preservação do papel estratégico da Caixa para o desenvolvimento do país.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Saúde Caixa Sem Teto</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final da votação, foi apresentada a campanha Saúde Caixa Sem Teto, em defesa da sustentabilidade do plano e do fim do limite de custeio de 6,5% da folha salarial imposto pela Caixa em seu estatuto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Saúde Caixa foi um dos temas prioritários do 41º Conecef. A plenária aprovou reivindicações em defesa da sustentabilidade do plano, da preservação do mutualismo, da solidariedade e do pacto intergeracional, além da garantia de acesso ao plano para todos os empregados, inclusive os admitidos após 2018, no pós-emprego.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as entidades representativas, o teto de 6,5% limita a participação do banco no financiamento do Saúde Caixa, transfere custos para os usuários e ameaça a sustentabilidade do plano no médio e longo prazo.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Remuneração variável e Super Caixa são alvo de críticas em debate do 41º Conecef</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/remuneracao-variavel-e-super-caixa-sao-alvo-de-criticas-em-debate-do-41o-conecef/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 12:40:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa 41 Conecef 26]]></category>
		<category><![CDATA[Conecef 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Conecef super caixa 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Mesa reuniu representantes do Dieese e movimento sindical para discutir os impactos dos programas de remuneração variável sobre as condições de trabalho, a saúde dos empregados e a valorização dos resultados da Caixa A remuneração variável, os programas de metas e seus impactos sobre a saúde dos trabalhadores foram tema da terceira mesa de debates [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-836f36f44185e6c16a2fcee3dc09aac8">Mesa reuniu representantes do Dieese e movimento sindical para discutir os impactos dos programas de remuneração variável sobre as condições de trabalho, a saúde dos empregados e a valorização dos resultados da Caixa</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A remuneração variável, os programas de metas e seus impactos sobre a saúde dos trabalhadores foram tema da terceira mesa de debates do 41º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa (Conecef), quinta-feira (18).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O debate ocorreu em um momento em que os empregados da Caixa acompanham as mudanças promovidas pelo banco nos programas de remuneração variável, especialmente após a implantação do Super Caixa, que substituiu mecanismos anteriores de premiação e passou a vincular parte da remuneração a indicadores corporativos e resultados das unidades.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>PLR é conquista histórica e difere de programas de remuneração variável</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://contrafcut.com.br/data/files/0A/64/2F/93/ACBDE910CFB03DE9820808A8/Palestrante%20Catia%20Uehara%20I%20Remuneracao%20Variavel%20e%20dados%20da%20Caixa.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ao apresentar a evolução dos modelos de remuneração utilizados</a>&nbsp;pelo setor financeiro, Catia Uehara destacou que a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) da categoria bancária é resultado de décadas de organização e negociação coletiva, possuindo regras específicas previstas em lei e na Convenção Coletiva de Trabalho dos bancários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ela, é importante diferenciar a PLR das demais formas de remuneração variável adotadas pelos bancos. “A PLR é uma conquista histórica dos trabalhadores bancários e possui regras negociadas coletivamente. Já os programas de remuneração variável e de premiação atendem a outras lógicas, normalmente vinculadas ao desempenho, às metas e a resultados definidos pelas empresas”, explicou Catia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A economista ressaltou ainda que os programas de remuneração variável se expandiram no sistema financeiro a partir dos processos de reestruturação produtiva ocorridos nas últimas décadas, acompanhando mudanças na gestão das empresas e na organização do trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Catia, a principal preocupação dos trabalhadores deve ser garantir que eventuais programas de resultados tenham critérios transparentes, negociados e capazes de distribuir os ganhos produzidos coletivamente pelos empregados.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Metas e remuneração variável ampliam pressão sobre os trabalhadores</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência, Mauro Salles abordou os impactos dos modelos de gestão baseados em metas, avaliação permanente e remuneração variável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o dirigente da Contraf, os programas não podem ser analisados isoladamente, pois fazem parte de um sistema que conecta metas, avaliação de desempenho, carreira, reconhecimento e punição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando a remuneração variável é associada a metas cada vez mais elevadas, avaliações permanentes e mecanismos de vigilância, o resultado é o aumento da pressão sobre os trabalhadores. Isso intensifica o ritmo de trabalho, amplia situações de assédio e contribui para o adoecimento”, afirmou Mauro Salles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante&nbsp;<a href="https://contrafcut.com.br/data/files/E0/74/F2/53/BCBDE910CFB03DE9820808A8/Palestrante%20Mauro%20Salles%20I%2041%20CONECEF.pptx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a apresentação</a>, ele destacou que os bancários normalmente não participam da definição dos objetivos que precisam cumprir e que o modelo transfere para o trabalhador responsabilidades relacionadas às condições de mercado, à estrutura das equipes, sendo que as decisões são impostas por decisões superiores, da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mauro também alertou para situações consideradas abusivas, como metas excessivas, vigilância permanente, avaliações injustas e mecanismos que penalizam trabalhadores por fatores que não estão sob seu controle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não é apenas o excesso de trabalho que adoece. O problema está na forma como o trabalho é organizado, medido e controlado. O adoecimento não é um acidente. Ele pode ser consequência previsível de determinados modelos de gestão”, observou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Movimento sindical cobra transparência e negociação</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">As discussões realizadas no Conecef dialogam com&nbsp;<a href="https://contrafcut.com.br/busca.htm?query=super+caixa+%7C+super+caixa+%7C+super+caixa*+%7C+super+caixa*&amp;resultListPagination=1&amp;sortCriteria=lum_publishStartDate+desc&amp;resultListPagination=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">críticas que vêm sendo apresentadas</a>&nbsp;pela representação dos empregados da Caixa desde a implantação do Super Caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais pontos levantados pelas entidades estão a falta de transparência em alguns indicadores, a utilização de critérios considerados punitivos, a existência de fatores de difícil controle pelos trabalhadores e a necessidade de regras mais simples e previsíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa das entidades é que programas de remuneração variável sejam construídos por meio da negociação com a representação dos empregados, com critérios claros, respeito ao princípio de “vendeu, recebeu”, previsibilidade dos resultados e valorização do trabalho realizado pelos empregados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os participantes da mesa, o debate sobre remuneração variável não pode ser dissociado da discussão sobre condições de trabalho, saúde dos trabalhadores e papel estratégico da Caixa para o desenvolvimento do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O desafio é construir mecanismos de reconhecimento dos resultados sem transformar a remuneração em instrumento de pressão permanente. A valorização dos empregados passa por condições dignas de trabalho, transparência e participação nas decisões que afetam seu cotidiano”, concluiu Mauro Salles.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>41º Conecef é aberto com manifesto de tolerância zero à violência e ao assédio</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/41o-conecef-e-aberto-com-manifesto-de-tolerancia-zero-a-violencia-e-ao-assedio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 13:37:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[41 Conecef 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Documento reforça compromisso dos sindicatos com ambientes seguros, respeitosos e livres de qualquer forma de violência ou assédio A abertura do 41º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa (Conecef), realizada nesta quarta-feira (17), em São Paulo, foi marcada pela leitura do Manifesto de Tolerância Zero para Casos de Violência e Assédio, reafirmando o compromisso dos sindicatos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-5f447230a76a18fb4355b678029e9d51">Documento reforça compromisso dos sindicatos com ambientes seguros, respeitosos e livres de qualquer forma de violência ou assédio</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A abertura do 41º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa (Conecef), realizada nesta quarta-feira (17), em São Paulo, foi marcada pela leitura do Manifesto de Tolerância Zero para Casos de Violência e Assédio, reafirmando o compromisso dos sindicatos com a construção de ambientes seguros, acolhedores e respeitosos para todas as pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento destaca que todas as pessoas têm o direito de ser tratadas com dignidade, respeito e justiça, além de viver uma vida livre de violência e assédio, independentemente de idade, gênero, sexo, orientação e identidade sexual, deficiência, religião ou origem étnica. A manifestação também ressalta que o enfrentamento dessas práticas deve começar dentro das próprias organizações e espaços de representação dos trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a leitura, foi reforçado que a violência e o assédio compreendem um conjunto de comportamentos, práticas ou ameaças inaceitáveis, capazes de causar danos físicos, psicológicos, sexuais ou econômicos, incluindo situações motivadas por questões de gênero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O manifesto também deixa claro que todas as atividades, eventos e reuniões promovidos pelos sindicatos são espaços onde não haverá tolerância para qualquer forma de violência ou assédio. Em caso de denúncias ou ocorrências, as entidades assumem o compromisso de apurar os fatos com responsabilidade, sigilo e respeito ao devido processo, buscando garantir proteção e justiça às pessoas envolvidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa integra os esforços permanentes do movimento sindical bancário para fortalecer uma cultura de respeito, igualdade e proteção dos direitos humanos, garantindo que os espaços de debate e construção coletiva sejam livres de qualquer forma de discriminação, intimidação ou violência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 41º Conecef reúne representantes dos empregados da Caixa de todo o país para debater os principais desafios da categoria e definir estratégias de atuação em defesa dos direitos dos trabalhadores, do fortalecimento da Caixa como banco público e da ampliação de conquistas para os empregados.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empregados Caixa vão às ruas em defesa do Saúde Caixa e melhores condições de trabalho!</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/empregados-caixa-vao-as-ruas-em-defesa-do-saude-caixa-e-melhores-condicoes-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 12:26:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Dia Nacional de Luta 090626]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa manifestação 090626]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Caixa manifestação SV]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje (09), terça-feira, é Dia Nacional de Luta Nacional. Sindicatos e empregados em todo o país protestam pelo fim do teto de custeio do Saúde Caixa e contra problemas que afetam a saúde e a qualidade de vida dos trabalhadores Empregadas e empregados da Caixa de todo o país realizam nesta terça-feira (9) o Dia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-12dc6f861032295372d900aac23ebe07">Hoje (09), terça-feira, é Dia Nacional de Luta Nacional. Sindicatos e empregados em todo o país protestam pelo fim do teto de custeio do Saúde Caixa e contra problemas que afetam a saúde e a qualidade de vida dos trabalhadores</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Empregadas e empregados da Caixa de todo o país realizam nesta terça-feira (9) o Dia Nacional de Luta “Saúde Caixa Sem Teto”, com atividades nas unidades do banco, reuniões com trabalhadores antes do expediente e manifestações nas portas das agências e unidades administrativas da Caixa.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Caixa-manifestacao-090626-com-4-da-diretoria-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-68567" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Caixa-manifestacao-090626-com-4-da-diretoria-1024x768.jpg 1024w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Caixa-manifestacao-090626-com-4-da-diretoria-300x225.jpg 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Caixa-manifestacao-090626-com-4-da-diretoria-150x113.jpg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Caixa-manifestacao-090626-com-4-da-diretoria-768x576.jpg 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Caixa-manifestacao-090626-com-4-da-diretoria-1536x1152.jpg 1536w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Caixa-manifestacao-090626-com-4-da-diretoria-1100x825.jpg 1100w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Caixa-manifestacao-090626-com-4-da-diretoria-600x450.jpg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Caixa-manifestacao-090626-com-4-da-diretoria-20x15.jpg 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Caixa-manifestacao-090626-com-4-da-diretoria.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A diretoria do Sindicato dos Bancários de Santos e Região realiza entrega de panfletos e dialoga com os bancários, na agência São Vicente/ R. Jacob Emmerich, 215.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é ampliar o debate sobre o futuro do Saúde Caixa e pressionar a empresa a discutir o fim do teto de 6,5% da folha salarial imposto pelo estatuto da Caixa para os gastos com a saúde de seus empregados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mobilização é necessária porque o banco já sinalizou que pretende apresentar propostas que podem aumentar ainda mais os custos para os usuários do plano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E os desafios não param por aí. Sobrecarga de trabalho, falta de pessoal, fechamento de unidades e modelos de gestão que desconsideram a realidade da Caixa também impactam a saúde física e mental dos empregados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, estamos mobilizados em defesa de um Saúde Caixa forte, sustentável e acessível para todos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Boletim</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<a href="https://contrafcut.com.br/publicacoes/avante-junho-de-2026/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">boletim distribuído</a>&nbsp;hoje explica de forma simples como o teto prejudica o Saúde Caixa. Entre os impactos apontados estão o aumento das mensalidades, dificuldades para manter a qualidade da assistência, ameaças aos direitos dos aposentados e restrições ao benefício pós-emprego para trabalhadores admitidos a partir de setembro de 2018.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da defesa do plano de saúde, o material também denuncia outros fatores que vêm prejudicando a saúde dos empregados, como a falta de pessoal, o fechamento de unidades, a cobrança excessiva por metas, os problemas de infraestrutura e os critérios considerados injustos do programa de remuneração variável da Caixa, o Super Caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Caixa mantém critérios contestados no Super Caixa</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-mantem-criterios-contestados-no-super-caixa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 11:43:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa super caixa]]></category>
		<category><![CDATA[criticas ao super caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Super Caixa]]></category>
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					<description><![CDATA[Mudanças anunciadas após pressão dos sindicatos flexibilizam parte das regras, mas preservam exigências criticadas pelos empregados, como CSAT, integridade e modelo de premiação que continua sendo alvo de questionamentos; empregados somente têm acesso às informações de desempenho se aceitarem termo de adesão A Caixa apresentou, em live realizada na segunda-feira (2), alterações no regulamento do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-b38112dc68896cbfef0e7153f2fa51d2">Mudanças anunciadas após pressão dos sindicatos flexibilizam parte das regras, mas preservam exigências criticadas pelos empregados, como CSAT, integridade e modelo de premiação que continua sendo alvo de questionamentos; empregados somente têm acesso às informações de desempenho se aceitarem termo de adesão</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Caixa apresentou, em live realizada na segunda-feira (2), alterações no regulamento do programa de remuneração variável Super Caixa. As mudanças foram divulgadas faltando apenas 19 dias úteis para o fechamento do ciclo e, embora tragam alguns ajustes na forma de cálculo dos valores a pagar, mantêm critérios que vêm sendo duramente criticados pelas entidades representativas dos empregados desde a implantação do programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os pontos que permanecem inalterados estão os indicadores de CSAT (<em>Customer Satisfaction Score</em>&nbsp;– Pontuação de Satisfação do Cliente) e NS, apontados pelos trabalhadores como fatores excludentes e desproporcionais para o acesso ao programa. Durante a apresentação, representantes do banco afirmaram que a Caixa não abrirá mão desses critérios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro aspecto que chamou a atenção das entidades é a exigência de assinatura de diversos termos de ciência para que os empregados possam acessar o sistema de acompanhamento do desempenho. O trabalhador só tem acesso ao sistema Super Caixa, para consultar seus resultados, se concordar com todos os itens dos termos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os termos também estabelecem que os valores pagos pelo programa possuem natureza de premiação, sem incorporação à remuneração, sem reflexos trabalhistas, previdenciários ou fundiários. Além disso, o empregado precisa declarar ciência de que as simulações apresentadas no portal não representam expectativa de pagamento e que os valores dependem de regras, gatilhos e repasses definidos pela empresa.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que mudou</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a apresentação feita pela Caixa, o modelo deixa de operar exclusivamente na lógica do “tudo ou nada” e passa a prever faixas intermediárias de &#8220;premiação&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelas novas regras, a habilitação inicial passa a ser de 25% do valor da remuneração devida, desde que se atinja os marcos de liderança na dimensão Integridade do Alcance.Caixa e em pelo menos mais uma dimensão Core, além de CSAT e NS igual ou superior a 100.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a habilitação, o empregado passa a acumular percentuais de premiação conforme seu desempenho nas dimensões Core e nas demais dimensões do Alcance.Caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso significa que um trabalhador poderá receber percentuais intermediários, mesmo sem atingir o nível máximo em todas as dimensões, situação que não ocorria no formato anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da mudança, as entidades observam que a estrutura continua baseada em uma série de condicionantes, gatilhos e classificações que tornam o programa complexo e de difícil compreensão para os empregados.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Críticas permanecem</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco, as alterações anunciadas são resultado direto da mobilização dos trabalhadores e da pressão exercida pelas entidades representativas, mas ainda estão longe de resolver os principais problemas do programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Se houve mudanças, elas aconteceram porque os empregados se mobilizaram, denunciaram as injustiças do programa e cobraram a Caixa de forma permanente. Mas a principal crítica continua válida. O banco manteve critérios que podem excluir trabalhadores, mesmo quando eles contribuem efetivamente para os resultados da unidade. O reconhecimento não pode depender de indicadores que muitas vezes fogem ao controle do empregado”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Felipe também criticou o momento escolhido pela empresa para anunciar as mudanças. “Não é razoável alterar regras de um programa dessa relevância quando o semestre já está praticamente encerrado. Isso gera insegurança, dificulta o acompanhamento dos resultados e compromete a transparência que deveria existir em qualquer política de remuneração variável”, acrescentou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Falta de transparência</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A representante da Fetec/CN e presidenta do Sindicato dos Bancários do Pará, Tatiana Oliveira, destacou que a exigência de assinatura dos termos para acesso ao sistema amplia as preocupações sobre a condução do programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É muito grave que o empregado seja obrigado a concordar integralmente com uma série de condições para simplesmente acessar informações sobre o seu desempenho. Transparência não pode ser tratada como concessão da empresa. O trabalhador tem o direito de saber como está sendo avaliado e como está sendo calculada sua remuneração variável”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Tatiana, o modelo continua excessivamente complexo. “A Caixa fala em simplificação, mas o que vemos é a manutenção de uma estrutura difícil de compreender, com vários gatilhos, módulos, dimensões e critérios que acabam dificultando o acompanhamento pelos empregados. Quanto mais complexo é o sistema, menor é a transparência”, observou. &#8220;Se a Caixa quer simplificar, basta implementar o &#8216;Vendeu, recebeu&#8217; que o movimento sindical defende&#8221;, acrescentou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Programa continua excludente</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para o diretor executivo da Contraf, Lívio Santos e Assis, o banco deixou de enfrentar a principal reclamação apresentada pelos trabalhadores desde o lançamento do Super Caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O problema central continua existindo. A categoria sempre defendeu que quem gera resultado precisa ser reconhecido. As alterações criam algumas faixas intermediárias, mas não eliminam mecanismos que continuam excluindo colegas que ajudaram a construir os resultados da unidade. A lógica do programa segue distante daquilo que os empregados reivindicam”, avaliou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele também ressaltou que as mudanças foram anunciadas sem negociação prévia com as representações dos trabalhadores. “Mais uma vez a Caixa comunica decisões já tomadas e espera que os empregados simplesmente se adaptem às novas regras. Esse não é o caminho para construir um programa justo e legítimo.”</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Mobilização continuará</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">As entidades representativas dos empregados informaram que continuarão acompanhando a implementação das novas regras e cobrando mudanças que garantam maior transparência, previsibilidade e justiça no programa de remuneração variável da Caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 2025, o Super Caixa tem sido alvo de críticas relacionadas à falta de transparência dos critérios, à utilização de indicadores considerados punitivos, à dificuldade de acompanhamento dos resultados durante o ciclo e à possibilidade de exclusão de trabalhadores que contribuíram para o desempenho das unidades, pautas que continuam presentes mesmo após as alterações anunciadas pelo banco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Parceria entre Ministério da Saúde e Caixa garante cerca de R$ 1 bilhão para instituições filantrópicas</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/parceria-entre-ministerio-da-saude-e-caixa-garante-cerca-de-r-1-bilhao-para-instituicoes-filantropicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 07:21:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Santas Casas e hospitais]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Único de Saúde (SUS)]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=68507</guid>

					<description><![CDATA[Liberação de recurso vai contemplar oito Santas Casas e hospitais do Brasil para reforçar o atendimento prestado ao SUS. O Ministério da Saúde e a Caixa Econômica Federal firmaram, na quarta-feira (3/6), contratos que viabilizam a liberação de aproximadamente R$ 1 bilhão para oito instituições hospitalares filantrópicas do país. As unidades integram a rede complementar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6f4682bf8de9abdf1170c1ec88abc9f6">Liberação de recurso vai contemplar oito Santas Casas e hospitais do Brasil para reforçar o atendimento prestado ao SUS.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde e a <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/">Caixa Econômica Federal</a> firmaram, na quarta-feira (3/6), contratos que viabilizam a liberação de aproximadamente R$ 1 bilhão para oito instituições hospitalares filantrópicas do país. As unidades integram a rede complementar do Sistema Único de Saúde (SUS) e são referência na oferta de atendimentos especializados. Os recursos serão destinados por meio da linha de crédito &#8220;Caixa Hospitais FGTS&#8221;, que oferece condições facilitadas de financiamento, contribuindo para o equilíbrio financeiro dos hospitais e Santas Casas para a continuidade da assistência para pacientes da rede pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos a expectativa de chegar, nos próximos dias, a R$ 2 bilhões em contratos de financiamento da Caixa para essas instituições. Essas instituições têm um papel importante para a população atendida pelo SUS. Para se ter uma ideia, em 2025, nós realizamos 14,9 milhões de cirurgias, 42% a mais do que foi feito em 2022. A maior parte dessas cirurgias foram feitas pelos hospitais filantrópicos e pelas Santas Casas”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Os contratos assinados contemplam:</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Associação de Combate ao Câncer de Goiás (GO)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Santa Casa da Misericórdia de São Paulo (SP)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Santa Casa de Porto Alegre (RS)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Hospital José Silveira (BA)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Instituto de Câncer de Londrina (PR)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Associação Hospitalar Vila Nova (RS)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos (RJ)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fundação Assistencial da Paraíba (PB)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além das contemplações desta etapa, outras 115 instituições já receberam aval para apresentar propostas de financiamento à linha CAIXA Hospitais FGTS. São unidades hospitalares habilitadas pelo programa Agora Tem Especialistas na modalidade crédito financeiro.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/0d7a5411.webp" alt="" class="wp-image-68509" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/0d7a5411.webp 1024w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/0d7a5411-300x225.webp 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/0d7a5411-150x113.webp 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/0d7a5411-768x576.webp 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/0d7a5411-600x450.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/0d7a5411-20x15.webp 20w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto: Valter Campanato/Agência Brasil</em></figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Hospitais filantrópicos e Santas Casas no Brasil</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No total, existem 1.959 instituições filantrópicas no país, sendo 324 Santas Casas. As unidades oferecem uma ampla variedade de especialidades e serviços, incluindo clínica médica, cirurgia geral, ortopedia, cardiologia, oncologia, pediatria, ginecologia e obstetrícia, além de leitos de terapia intensiva e atendimento de urgência e emergência. Com essa estrutura, as instituições contribuem diretamente para a redução do tempo de espera, ampliação do acesso a tratamentos especializados e o fortalecimento da assistência hospitalar em municípios de diferentes localidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Toda essa rede assistencial registrou nos últimos três anos (2023-2025), um total de 839,6 milhões de atendimentos ambulatoriais e 17,3 milhões de internações. O custo desses procedimentos para o Governo do Brasil foi de R$ 56,3 bilhões. Os números refletem a dimensão da rede filantrópica no atendimento à população brasileira e sua importância para a garantia do acesso aos serviços de saúde em todo o país.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/somente-a-mobilizacao-dos-empregados-podera-trazer-avancos-nas-negociacoes-com-a-caixa/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/somente-a-mobilizacao-dos-empregados-podera-trazer-avancos-nas-negociacoes-com-a-caixa/">Somente a mobilização dos empregados poderá trazer avanços nas negociações com a Caixa</a></h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Somente a mobilização dos empregados poderá trazer avanços nas negociações com a Caixa</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/somente-a-mobilizacao-dos-empregados-podera-trazer-avancos-nas-negociacoes-com-a-caixa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 11:42:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa campanha 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa não responde a problemas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Problemas na Caixa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=68420</guid>

					<description><![CDATA[Direção da estatal não apresenta propostas sobre o Saúde Caixa, Super Caixa e sobrecarga na rede A direção da Caixa Econômica Federal voltou a frustrar os empregados e empregadas durante a rodada de reuniões com a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), realizada terça-feira (26), em Brasília. A empresa não apresentou respostas efetivas para temas que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-54b6ec97fe8efe42ffb5e638fd5472d7">Direção da estatal não apresenta propostas sobre o Saúde Caixa, Super Caixa e sobrecarga na rede</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A direção da Caixa Econômica Federal voltou a frustrar os empregados e empregadas durante a rodada de reuniões com a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), realizada terça-feira (26), em Brasília. A empresa não apresentou respostas efetivas para temas que impactam diretamente a vida dos trabalhadores, como Saúde Caixa, remuneração variável, transformação digital, atendimento remoto e condições de trabalho. O banco limitou-se a prometer estudos, avaliações e imersões técnicas, sem anunciar medidas concretas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Aumento da pressão</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os dirigentes sindicais relataram o agravamento da sobrecarga e da pressão nos locais de trabalho, situação que vem provocando adoecimento entre os trabalhadores. “Os empregados relatam aumento da pressão, sobrecarga operacional, perdas financeiras e crescimento dos casos de adoecimento, ao mesmo tempo em que precisam atender simultaneamente clientes pelos canais presencial e digital”, afirmou o coordenador da CEE/Caixa, Felipe Pacheco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Mostramos ao banco esse cenário em mesa e cobramos respostas concretas, mas a Caixa segue adiando decisões sobre questões que afetam diretamente a saúde, a renda e o futuro dos empregados”, completou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Por conta da omissão da diretoria e superintendentes, a rotina de pressão e adoecimento para o cumprimento de metas, não é levada a sério pelo banco”, afirmam os dirigentes sindicais, que defendem a mobilização dos bancários para que as negociações avancem.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Transformação digital</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A ampliação dos projetos de atendimento remoto e da integração “figital” — que combina atendimento presencial e digital — também preocupa os empregados. A Caixa apresenta o processo como uma “modernização”, mas os sindicatos denunciam que, na verdade, ele tem significado precarização das condições de trabalho, aumento da pressão por resultados e crescimento do adoecimento da categoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gerentes e demais empregados relatam dificuldades para conciliar o atendimento presencial com as demandas digitais, em um ambiente marcado por metas elevadas, insegurança operacional e falta de clareza sobre os indicadores de desempenho. As entidades sindicais cobraram informações sobre os impactos do modelo na saúde mental dos empregados e solicitaram acesso aos dados de afastamentos relacionados ao trabalho.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Críticas ao Super Caixa</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O programa Super Caixa também foi alvo de críticas. Os sindicatos afirmam receber reclamações de empregados de todo o país sobre regras consideradas obscuras, mudanças frequentes nos critérios de avaliação e penalizações decorrentes de fatores que fogem ao controle dos trabalhadores. A CEE/Caixa cobrou ainda transparência, apresentação de simulações comparativas entre os modelos de remuneração variável e abertura de negociação efetiva sobre o programa. Segundo os sindicalistas, a situação enfrentada pelos empregados da rede em decorrência do Super Caixa contrasta com o vídeo institucional da Caixa Vida e Previdência que circulou nas redes sociais, na terça-feira (26/05). Após uma enxurrada de comentários negativos, a publicação foi excluída do perfil da empresa no Instagram. A representação dos trabalhadores voltou a cobrar mais transparência da Caixa e reiterou a exigência de que qualquer reestruturação seja debatida previamente com as entidades sindicais, conforme previsto no acordo coletivo.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Preocupações com o Saúde Caixa</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A representação dos trabalhadores também cobrou a retomada imediata das negociações sobre o Saúde Caixa, tema central da Campanha Nacional dos Bancários 2026. As entidades reforçaram a defesa do plano de saúde e a necessidade de derrubada do teto de custeio imposto pela própria Caixa em seu estatuto. Segundo os sindicatos, o mecanismo aumenta a participação financeira dos empregados e gera insegurança sobre a sustentabilidade do plano. Outro ponto criticado é a ausência de participação da Caixa no custeio do plano de saúde dos empregados admitidos a partir de setembro de 2018, situação que afeta cerca de 15 mil trabalhadores.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Projeto Gênesis</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro tema debatido foi o Projeto Gênesis. Durante a reunião, a Caixa assumiu o compromisso de “não promover ranqueamentos das unidades participantes do projeto”, reivindicação apresentada pela representação dos trabalhadores, que teme o aumento da competição interna e da pressão sobre as equipes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As entidades cobraram transparência nos critérios utilizados para definir as ondas de migração, participação efetiva dos trabalhadores nos projetos-piloto e escuta das equipes diretamente impactadas pelas mudanças.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Saúde Caixa: consultoria da Caixa projeta déficit de R$ 684 mi e sugere faixa etária e restrição da rede credenciada</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/saude-caixa-consultoria-da-caixa-projeta-deficit-de-r-684-mi-e-sugere-faixa-etaria-e-restricao-da-rede-credenciada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 09:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Caixa 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde caixa consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Caixa déficit]]></category>
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					<description><![CDATA[Sindicatos defendem proporção de custeio 70/30 e que não haja reajustes, além da manutenção da solidariedade e do pacto intergeracional As despesas assistenciais do Saúde Caixa tiveram um crescimento de 21,4% em um ano. É o que aponta o relatório atuarial elaborado a pedido da Caixa, após prazo previsto no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-374688511e477534062bab84a6218d5a">Sindicatos defendem proporção de custeio 70/30 e que não haja reajustes, além da manutenção da solidariedade e do pacto intergeracional</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">As despesas assistenciais do Saúde Caixa tiveram um crescimento de 21,4% em um ano. É o que aponta o relatório atuarial elaborado a pedido da Caixa, após prazo previsto no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) ao Conselho de Usuários do Saúde Caixa (CUSC). Enquanto em 2024 as despesas assistenciais do Saúde Caixa foram de R$ 3.537 bilhões, em 2025 somaram R$ 4,294 bilhões. Os dados apresentados, como o crescimento das despesas do plano acenderam o alerta do movimento sindical. O balanço de receitas e despesas do plano em 2025 resultou em um déficit de R$ 627 milhões, que foi quase que totalmente coberto pela Caixa com o aporte de R$ 581 milhões previsto pelo ACT aprovado ano passado, que também garantiu a manutenção das alíquotas e valores de mensalidades até agosto deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As alternativas apontadas pela consultoria contratada pela Caixa para trazer equilíbrio ao plano são totalmente contrárias as reivindicações sindicais. Nas considerações finais do relatório, a assessoria do banco indica a implementação de um modelo de custeio baseado em faixas etárias, e afirma que outra medida eficaz para controlar as despesas assistenciais seria realizar um melhor controle e “restrição da rede credenciada”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última pesquisa de satisfação realizada pela Caixa, uma das perguntas incluídas no formulário indagava os usuários sobre quais seriam os fatores que o fariam sair do Saúde Caixa. Os dois principais motivos assinalados pelos usuários do plano foram exatamente o aumento do custo e a qualidade/abrangência da rede credenciada, apontados respectivamente por 46,8% e 28,5% dos respondentes. A realização desta pesquisa é prevista pelo ACT, e foi aplicada em dezembro de 2025, tendo sido respondida por 15.966 usuários do plano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sindicatos têm lutado para manter a alíquota de mensalidade do titular em 3,5%, e em 2025 manter inalterado também o valor da mensalidade do dependente, em R$ 480,00, e o teto para o grupo familiar, em 7%.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Se aumentar o valor e diminuir a rede não conseguiremos mais custear a manutenção do Saúde Caixa. A mobilização dos empregados é fundamental pelo fim do teto, pela aplicação do modelo 70/30, e pela defesa da solidariedade e do pacto intergeracional”, avalia Mateus Lima, empregado Caixa e dirigente sindical de Santos e Região.</p>
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		<title>Conselho de Usuários do Saúde Caixa lança boletim com orientações aos beneficiários</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/conselho-de-usuarios-do-saude-caixa-lanca-boletim-com-orientacoes-aos-beneficiarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 11:44:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Problemas Saúde Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Caixa 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Caixa boletim do conselho]]></category>
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					<description><![CDATA[Denúncia de problemas no atendimento, defesa de melhorias no plano e da sustentabilidade do Saúde Caixa dão a tônica das matérias Os representantes eleitos para o Conselho de Usuários do Saúde Caixa (CUSC) lançaram a edição de maio de 2026 do boletim Movimento pela Saúde, publicação que apresenta um panorama das primeiras ações do novo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-c2fd57ed94d1ef378f0156bc09bb4136">Denúncia de problemas no atendimento, defesa de melhorias no plano e da sustentabilidade do Saúde Caixa dão a tônica das matérias</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os representantes eleitos para o Conselho de Usuários do Saúde Caixa (CUSC) lançaram a edição de maio de 2026 do boletim Movimento pela Saúde, publicação que apresenta um panorama das primeiras ações do novo mandato, denúncias sobre problemas enfrentados pelos usuários do plano e orientações importantes sobre atendimento e autorizações prévias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais temas estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>reivindicações apresentadas pelos representantes dos usuários para melhorar o Saúde Caixa,</li>



<li>ampliação da rede credenciada,</li>



<li>redução de custos para os empregados,</li>



<li>melhorias na comunicação com os usuários,</li>



<li>aperfeiçoamento dos processos de autorização e reembolso.</li>



<li>Cobrança para que a Caixa apresente relatórios administrativos do plano,</li>



<li>Realização de reunião extraordinária para discutir falhas recorrentes de atendimento e problemas relatados pelos usuários,</li>



<li>Os conselheiros apontam dificuldades em canais de atendimento,</li>



<li>Demora em autorizações,</li>



<li>suspensão de serviços em algumas localidades,</li>



<li>Problemas relacionados ao credenciamento médico e hospitalar.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O material também volta a defender a retirada do teto de custeio de 6,5% da folha de pagamento da Caixa para o Saúde Caixa, tema considerado central para garantir a sustentabilidade do plano e ampliar a qualidade da assistência oferecida aos empregados e aposentados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O boletim traz uma seção explicativa sobre autorização prévia no Saúde Caixa, detalhando quais procedimentos exigem autorização, os canais de atendimento disponíveis e os prazos máximos previstos para respostas do plano em consultas, exames, internações e procedimentos de alta complexidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://contrafcut.com.br/data/files/3B/D3/FB/C5/D7A6E91033B5E4E9820808A8/boletim%20movimento%20pela%20saude%20grafica.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clique aqui</a>&nbsp;e leia o boletim na íntegra</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Caixa não responde sobre proteção às mulheres vítimas de violência e é cobrada por respeito à negociação</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-nao-responde-sobre-protecao-as-mulheres-vitimas-de-violencia-e-e-cobrada-por-respeito-a-negociacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 12:15:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa e proteção às mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa e violência nas mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres na Caixa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=68318</guid>

					<description><![CDATA[CEE/Caixa cobra respostas para medidas que garantam proteção sem perda de renda às empregadas vítimas de violência, cumprimento da cota de mulheres em cargos de direção e valorização da mesa de negociação Quase dois meses após a reunião de negociação realizada em 31 de março entre a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-0a87e3bb1ad20c4adf349da23f217d79">CEE/Caixa cobra respostas para medidas que garantam proteção sem perda de renda às empregadas vítimas de violência, cumprimento da cota de mulheres em cargos de direção e valorização da mesa de negociação</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quase dois meses após a reunião de negociação realizada em 31 de março entre a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal e a direção do banco, a representação dos trabalhadores segue cobrando respostas da Caixa para propostas destinadas a fortalecer a proteção às mulheres vítimas de violência doméstica, institucional e de assédio no ambiente de trabalho. Em abril já havia sido feita uma cobrança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais pontos apresentados pela CEE está a garantia de que empregadas vítimas de violência que precisem ser transferidas de unidade para preservar sua integridade física e psicológica não sofram prejuízos financeiros ou profissionais. A proposta prevê a manutenção da remuneração de função, da referência salarial e das condições relacionadas ao porte da unidade de origem, evitando que a proteção à vítima resulte em perda de renda ou rebaixamento funcional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As reivindicações foram apresentadas em um contexto de aprofundamento do debate sobre a violência de gênero no país e no próprio ambiente corporativo. Dados recentes mostram que a violência contra as mulheres continua sendo uma grave realidade brasileira. Segundo levantamento citado na publicação “Como conversar com homens sobre violência contra meninas e mulheres”, produzida com apoio da Contraf e da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), cerca de 673 mulheres denunciam episódios de violência doméstica todos os dias no Brasil e quatro mulheres são vítimas de feminicídio diariamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária possui cláusulas específicas voltadas ao enfrentamento à violência contra as mulheres, incluindo mecanismos de acolhimento, proteção e orientação às trabalhadoras vítimas de violência doméstica. Para a representação dos empregados, é preciso avançar para que esses instrumentos sejam efetivos também na realidade da Caixa.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Melhorias no acolhimento e no combate às violências</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">As propostas apresentadas pelos sindicatos dialogam diretamente com os compromissos assumidos pela categoria bancária em âmbito nacional. “A categoria bancária construiu, ao longo dos anos, uma das convenções coletivas mais avançadas do país em relação ao combate à violência contra as mulheres. Mas é preciso que esses instrumentos sejam continuamente aperfeiçoados. A Caixa precisa avançar na proteção das empregadas, garantir acolhimento qualificado e assegurar que as vítimas não sofram qualquer forma de retaliação ou prejuízo na carreira, ou financeiro”, disse a representante da CEE/Caixa, Tatiana Oliveira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Tatiana, o enfrentamento à violência exige não apenas canais de denúncia, mas também medidas concretas de proteção. “Uma mulher que denuncia violência doméstica ou assédio precisa encontrar apoio institucional. Isso inclui mecanismos de transferência, preservação da remuneração, proteção contra represálias e acompanhamento adequado dos casos.”</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Cobrança por respeito à mesa de negociação</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O coordenador da CEE/Caixa, Felipe Pacheco, criticou a demora do banco em responder às propostas apresentadas pelos representantes dos empregados e voltou a cobrar valorização da negociação coletiva. “A Caixa precisa demonstrar respeito à mesa de negociação. As propostas foram apresentadas há semanas e tratam de um tema extremamente sensível, relacionado à proteção da vida e da integridade das empregadas. Não é razoável que o banco continue sem apresentar respostas.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Felipe, a valorização da mesa passa pelo cumprimento dos compromissos assumidos e pelo tratamento sério das pautas apresentadas pelos trabalhadores. “Temos insistido que a negociação não pode ser um espaço apenas de escuta. É preciso haver retorno, encaminhamento e compromisso com a solução dos problemas apresentados. Quando o banco demora a responder ou simplesmente ignora demandas legítimas, enfraquece um processo que deveria ser pautado pelo diálogo e pela construção conjunta de soluções.”</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Mulheres ainda são minoria nos espaços de poder</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A cobrança da representação dos empregados também inclui o cumprimento da política de participação feminina nos espaços de direção da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As entidades lembram que a Caixa assumiu em seu Estatuto Social o compromisso de assegurar a presença mínima de 30% de mulheres nos cargos de direção. A reivindicação é que essa meta seja observada em todos os níveis hierárquicos, incluindo vice-presidências, diretorias e o Conselho de Administração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cobrança ganha ainda mais relevância diante da recente aprovação da legislação que estabelece reserva mínima de 30% das vagas para mulheres nos conselhos de administração das empresas estatais (veja publicação da Lei no <a href="https://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=515&amp;pagina=1&amp;data=24/07/2025" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Diário Oficial da União</a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não basta defender diversidade nos discursos institucionais. É preciso que ela esteja refletida na ocupação dos espaços de decisão. A Caixa ainda está distante do patamar necessário de participação feminina em cargos estratégicos e precisa avançar nesse compromisso”, afirmou Felipe Pacheco.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Avançar da prevenção à proteção efetiva</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para a CEE/Caixa, o fortalecimento dos mecanismos de acolhimento às mulheres vítimas de violência, o cumprimento da participação mínima feminina nos espaços de poder e o respeito às negociações coletivas fazem parte de uma mesma agenda: construir um ambiente de trabalho mais seguro, inclusivo e comprometido com a igualdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As entidades aguardam que a Caixa apresente, nas próximas reuniões, respostas concretas às propostas encaminhadas pela representação dos empregados e empregadas, transformando compromissos institucionais em medidas efetivas de proteção e valorização das mulheres.</p>
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