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	<title>Banco do Brasil &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Banco do Brasil &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Funcionários do Banco do Brasil entregam minuta de reivindicações à direção do banco</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/funcionarios-do-banco-do-brasil-entregam-minuta-de-reivindicacoes-a-direcao-do-banco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Bb entrega reivindicações]]></category>
		<category><![CDATA[BB minuta entregue 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Documento aprovado no 36º CNFBB foi protocolado quarta-feira (24), na sede da Fenaban, em São Paulo, e servirá de base para as negociações da Campanha Nacional 2026 Representantes das funcionárias e dos funcionários do Banco do Brasil entregaram, nesta quarta-feira (24), a minuta de reivindicações da categoria à direção do banco. O documento foi protocolado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-13f74a51ae50ced48d1c907638fc8f3e">Documento aprovado no 36º CNFBB foi protocolado quarta-feira (24), na sede da Fenaban, em São Paulo, e servirá de base para as negociações da Campanha Nacional 2026</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Representantes das funcionárias e dos funcionários do Banco do Brasil entregaram, nesta quarta-feira (24), a minuta de reivindicações da categoria à direção do banco. O documento foi protocolado na sede da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), em São Paulo, e reúne as principais demandas aprovadas durante o 36º Congresso Nacional dos Funcionários e das Funcionárias do Banco do Brasil (CNFBB).<br><br>Realizado entre os dias 21 e 23 de junho, o congresso reuniu cerca de 280 delegados e delegadas de todo o país, que debateram e aprovaram os eixos que irão nortear a Campanha Nacional dos Bancários 2026 no Banco do Brasil. As reivindicações estão organizadas em quatro grandes temas: condições de trabalho, previdência, remuneração e saúde.<br><br>Entre as prioridades aprovadas pelos delegados e delegadas está a ampliação do quadro de funcionários por meio da realização de novos concursos públicos. A medida é considerada fundamental para fortalecer o papel público do Banco do Brasil, melhorar o atendimento à população e reduzir a sobrecarga de trabalho enfrentada pelos trabalhadores nas unidades em todo o país.<br><br>A defesa do papel público do Banco do Brasil também passa pela manutenção e pelo fortalecimento do atendimento presencial à população. Os representantes dos trabalhadores defendem a preservação da estrutura de atendimento bancário nas agências e a garantia de caixas em todas as unidades. Para a categoria, o banco não pode abrir mão de sua função social nem transformar suas agências em espaços voltados exclusivamente para a comercialização de produtos e serviços financeiros.<br><br>Para a coordenadora da Comissão de Empresa das Funcionárias e dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, a defesa da saúde dos trabalhadores e do papel público do banco estão entre as prioridades da campanha. “Os principais pontos da minuta de reivindicações que aprovamos foram em torno dos quatro eixos: condições de trabalho, previdência, remuneração e saúde, com foco na defesa do Banco do Brasil como banco público. Isso passa pela realização de novos concursos, pela melhoria das condições de trabalho e também pela manutenção do atendimento à população. Vamos cobrar que o banco pare de transformar agências em lojas e preserve a presença de caixas em todas as unidades, garantindo que a população continue tendo acesso aos serviços bancários de forma adequada. Também defendemos mais contratações por meio de concurso público, tanto para melhorar o atendimento quanto para reduzir a sobrecarga de trabalho. A gente não pode permitir que colegas adoeçam no ambiente de trabalho”, destacou.<br><br>Segundo a dirigente, os debates realizados ao longo dos três dias de congresso fortaleceram o funcionalismo para enfrentar uma campanha que exigirá unidade e mobilização. “Foram três dias muito importantes, ricos em debates sobre condições de trabalho, saúde e previdência. O funcionalismo do BB sai daqui bem mais fortalecido para esta campanha, que será especialmente desafiadora neste ano”, completou.<br><br>A entrega da minuta marca o início do processo de negociação entre a representação dos trabalhadores e a direção do Banco do Brasil para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e a discussão das principais demandas específicas do funcionalismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Banco do Brasil abonará horas dos jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-do-brasil-abonara-horas-dos-jogos-da-selecao-brasileira-na-copa-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:48:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[BB abona horas da Copa]]></category>
		<category><![CDATA[BB libera para a Copa]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Após solicitação do movimento sindical, banco informa que funcionários liberados para acompanhar as partidas não precisarão compensar as horas não trabalhadas Os funcionários do Banco do Brasil não precisarão compensar as horas referentes aos períodos de liberação para acompanhar os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. A decisão foi comunicada pelo banco nesta [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-3312c53f7092ad4832526feb832757fc">Após solicitação do movimento sindical, banco informa que funcionários liberados para acompanhar as partidas não precisarão compensar as horas não trabalhadas</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os funcionários do Banco do Brasil não precisarão compensar as horas referentes aos períodos de liberação para acompanhar os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. A decisão foi comunicada pelo banco nesta segunda-feira (23), após solicitação apresentada pelo movimento sindical.<br><br>Além de seguir as orientações da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para o funcionamento das agências nos dias de jogos do Brasil, o BB informou que irá abonar as horas não trabalhadas dos funcionários, garantindo que não haja necessidade de compensação posterior.<br><br><strong>Horários de atendimento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme orientação da Fenaban aos bancos, quando as partidas da Seleção Brasileira tiverem início às 14h, as agências funcionarão das 9h às 12h. Nos jogos com início às 16h, o atendimento ao público será realizado das 10h às 14h. Já nas partidas marcadas para as 17h, as unidades abrirão às 10h e encerrarão o expediente às 15h.<br><br>Para os empregados que atuam em agências e postos de atendimento, a recomendação é que sejam dispensados do trabalho com pelo menos uma hora de antecedência em relação ao início dos jogos.<br><br>No caso dos trabalhadores em regime de teletrabalho, a orientação da Fenaban prevê o direito à desconexão entre, no mínimo, 30 minutos antes do início das partidas e até 15 minutos após o término dos jogos.<br><br>Já os trabalhadores escalados para atividades presenciais nos dias das partidas poderão, sempre que possível, ser transferidos para o regime de teletrabalho ou ter garantida a mesma regra de liberação antecipada aplicada aos empregados das agências.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Plenária final do 36º CNFBB: trabalhadores definem eixos de luta em defesa do BB, da Cassi e da Previ</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/plenaria-final-do-36o-cnfbb-trabalhadores-definem-eixos-de-luta-em-defesa-do-bb-da-cassi-e-da-previ/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 09:13:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[36º CNFBB]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brasil (BB)]]></category>
		<category><![CDATA[Cassi]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa do BB]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[eixos de luta]]></category>
		<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
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					<description><![CDATA[‘Funcionalismo do BB sai desses três dias de debates fortalecido para a campanha por melhores condições de trabalho, que será especialmente desafiadora neste ano’, destaca coordenadora da CEBB. Na sexta-feira (19/6), último e terceiro dia atividades do 36º Congresso Nacional dos Funcionários e das Funcionárias do Banco do Brasil (CNFBB), cerca de 280 delegados e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-48d11d10646ee8951cf6608167c1875f">‘Funcionalismo do BB sai desses três dias de debates fortalecido para a campanha por melhores condições de trabalho, que será especialmente desafiadora neste ano’, destaca coordenadora da CEBB.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na sexta-feira (19/6), último e terceiro dia atividades do 36º Congresso Nacional dos Funcionários e das Funcionárias do Banco do Brasil (CNFBB), cerca de 280 delegados e delegadas, representantes de trabalhadores do BB de todo o país, aprovaram os eixos temáticos que irão nortear a pauta de reivindicações na campanha deste ano por melhores condições de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os principais pontos da minuta de reivindicações que aprovamos hoje foram em torno dos quatro eixos condições de trabalho, previdência, remuneração e saúde, com o foco na defesa da Cassi para todos e todas e na defesa do papel do Banco do Brasil como banco público. A gente não pode permitir colegas adoecendo no ambiente de trabalho&#8221;, destacou Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de Empresa das Funcionárias e dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB).</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Foram três dias muito importantes, ricos em debates sobre condições de trabalho, saúde e previdência. O funcionalismo do BB sai daqui bem mais fortalecido para esta campanha, que será especialmente desafiadora neste ano&#8221;, completou a dirigente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mesa da plenária final para a votação dos eixos da pauta de reivindicações, foi coordenada por pelo secretário-geral da Contraf, Gustavo Tabatinga Jr., e pelo representante da FEEB-Bahia e Sergipe na CEBB, Fabio Santana Santos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mesa foi formada pela representante da Fetraf Rio de Janeiro e Espírito Santo na CEBB, Bethania Franco Emerick, do representante da Fetrafi Santa Catarina na CEBB, Marcelo Reclinde de Souza Peres, e da representante da FEEB São Paulo e Mato Grosso do Sul na CEBB, Maria Aparecida da Silva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A minuta de reivindicações será entregue no dia 24 de junho, pela CEBB, ao Banco do Brasil. Em seguida, as duas partes irão definir o calendário de início das mesas de negociação.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Moções aprovadas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os cerca de 280 delegados e delegadas presentes também aprovaram hoje três moções. A primeira foi pela abertura de uma unidade de atendimento ambulatorial da Cassi no Edifício Sedan, destinada ao atendimento de associados do Banco do Brasil na região central da capital carioca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A abertura desta unidade se faz necessária, uma vez que fechamento da CliniCassi Centro, além de deixar desassistidos os que a utilizavam, sobrecarregou o atendimento da CliniCassi Tijuca”, destaca trecho do texto aprovado no Congresso e que será encaminhado à administração da Cassi.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A segunda moção foi em solidariedade a Zé Maria, condenado injustamente a dois anos de prisão pelo crime de &#8220;racismo&#8221; por um discurso que fez em defesa do povo palestino. &#8220;Uma série de entidades já fizeram moções e se pronunciaram em solidariedade a Zé Maria, como CUT, CTB, <a href="https://intersindicalcentral.com.br/" data-type="link" data-id="https://intersindicalcentral.com.br/"><strong>Intersindical</strong></a>, CSPConlutas, Fundação Perseu Abramo, Fundação Lauro Campos, entre outras entidades e centrais sindicais&#8221;, destaca um dos trechos do texto aprovado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a terceira moção aprovada foi em solidariedade ao povo boliviano e à Cuba, em decorrência das intervenções norte-americanas em ambos os países.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Sindicalize-se e lute por você!</a></h2>
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			</item>
		<item>
		<title>CNFBB encerra programação de quinta-feira com apresentação das estratégias da Cassi para expansão e sustentabilidade</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/cnfbb-encerra-programacao-de-quinta-feira-com-apresentacao-das-estrategias-da-cassi-para-expansao-e-sustentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 11:57:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[BB Campanha Salarial cassi 2026]]></category>
		<category><![CDATA[BB conferência 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Exposições de Luciana Bagno, Alberto Alves Junior e Renata Cabral destacam ampliação da rede, novo modelo de gestão em saúde e perspectivas para os associados A programação desta quinta-feira (18) do 36º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (CNFBB) foi encerrada com uma mesa sobre os desafios e perspectivas da Caixa de Assistência [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-595c442d8426694978fd915c39a72159">Exposições de Luciana Bagno, Alberto Alves Junior e Renata Cabral destacam ampliação da rede, novo modelo de gestão em saúde e perspectivas para os associados</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação desta quinta-feira (18) do 36º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (CNFBB) foi encerrada com uma mesa sobre os desafios e perspectivas da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi). As apresentações de Luciana Bagno, diretora de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento da Cassi; Alberto Alves Junior, diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes da entidade; e Renata Cabral, advogada sócia da LBS Advogadas e Advogados e assessora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), abordaram as estratégias do Plano de Gestão 2024-2028, voltadas à sustentabilidade, à ampliação da rede credenciada e ao fortalecimento da assistência aos associados.<br><br>Luciana Bagno apresentou as propostas construídas a partir das demandas dos participantes e incorporadas ao planejamento da nova gestão. Segundo ela, todas as iniciativas têm como eixo central o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde. “Todas as nossas ações buscam fortalecer e expandir a Atenção Primária à Saúde, e isso vai muito além da ampliação das estruturas físicas. Não para por aí. Vai muito além. Queremos que os associados tenham uma experiência cada vez melhor. A expansão da rede e a qualificação do atendimento caminham juntas para garantir mais acesso, mais resolutividade e mais cuidado em todas as regiões do país”, afirmou.<br><br>A diretora ressaltou que a proximidade com os usuários é um dos pilares da gestão. “Essas ações que estamos trazendo não são apenas ideias que nascem da diretoria. São propostas que vêm da base, dos conselhos de usuários, e é nosso compromisso manter essa proximidade com os associados e os funcionários. É com base no que vocês trazem para nós que vamos conseguir melhorar a nossa Cassi”, disse.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Saúde baseada em valor e eficiência na gestão</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Alberto Alves Junior detalhou as nove estratégias do Plano de Gestão 2024-2028, que tem como objetivo alcançar a chamada &#8220;Sustentabilidade com Satisfação&#8221;, conciliando equilíbrio econômico-financeiro e melhoria da experiência dos participantes.<br><br>Entre os resultados apresentados, destacou-se a expansão da rede credenciada entre 2024 e 2025. O número de prestadores passou de 844 para 1.757, um crescimento de 108,18%. No interior do país, a ampliação foi ainda mais expressiva, alcançando 123,55%. Os índices de satisfação acompanharam esse movimento: a qualidade dos profissionais recebeu nota média de 4,80, em uma escala de até 5, enquanto a avaliação geral da rede chegou a 4,76. A meta é elevar a satisfação global dos participantes de 69% para 75%.<br><br>O diretor também apresentou a migração para um modelo de Governança de Saúde Baseada em Valor (VBHC), que prioriza os resultados para os pacientes e a utilização mais eficiente dos recursos. “O foco é oferecer um cuidado cada vez mais personalizado, com eficiência e sustentabilidade, atuando também na prevenção e na redução de desperdícios”, explicou.<br><br>Outro avanço destacado foi o novo processo de regulação. Dados de abril de 2026 mostram que 96% dos pedidos de autorização são analisados em até três dias, além da redução significativa do estoque de solicitações pendentes.<br><br>A entidade também promoveu ajustes em seu portfólio de produtos para garantir maior equilíbrio econômico-financeiro. Alguns planos comerciais, como o PCF e o Vida, foram descontinuados, enquanto o plano Essencial tornou-se referência para o novo modelo implantado desde maio de 2025.<br><br>Para Alberto, as mudanças em curso preparam a Cassi para os desafios futuros da saúde suplementar. “Estamos construindo uma Cassi mais eficiente, mais moderna e mais sustentável. O uso inteligente dos dados e a gestão baseada em valor são instrumentos essenciais para garantir a perenidade do nosso modelo e a melhor utilização dos recursos dos associados”, afirmou.<br><br>Ele também destacou a importância das alianças estratégicas e da criação de uma Unidade de Inteligência. “Precisamos compartilhar conhecimento e buscar soluções em conjunto com outras autogestões. O futuro exige inovação, capacidade analítica e cooperação para enfrentarmos os desafios cada vez mais complexos da assistência à saúde”, acrescentou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Segurança jurídica e defesa dos associados</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Encerrando a mesa, Renata Cabral abordou os aspectos jurídicos relacionados à Cassi e chamou a atenção para a necessidade de garantir segurança aos associados em um cenário de constantes mudanças no setor de saúde suplementar. A advogada também fez um alerta sobre o avanço dos transtornos mentais e a necessidade de encarar a saúde do trabalhador como um direito fundamental.<br><br>Segundo ela, a própria definição da Organização Mundial da Saúde (OMS) estabelece que saúde é um estado de bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças. No Brasil, lembrou, a Constituição Federal de 1988 assegura a saúde do trabalhador como um direito fundamental, previsto nos artigos 7º e 196.<br><br>Renata apresentou dados da OMS que mostram que mais de 1 bilhão de pessoas vivem com transtornos mentais no mundo. Ansiedade e depressão são as condições mais prevalentes, com maior incidência entre as mulheres. A advogada destacou ainda que, nos países de baixa renda, menos de 10% das pessoas que necessitam de atendimento conseguem acesso aos serviços de saúde mental, enquanto nos países de alta renda esse índice supera 50%.<br><br>Ao tratar da realidade brasileira, ela ressaltou que, em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária decorrentes de transtornos mentais e comportamentais. As mulheres responderam por 63,46% dos afastamentos, situação que, segundo a advogada, está relacionada à divisão sexual do trabalho, à tripla jornada e à desigualdade salarial. O CID F-41, referente a outros transtornos ansiosos, foi a principal causa dos afastamentos.<br><br>“É fundamental que qualquer debate sobre o futuro da Cassi tenha como prioridade a preservação dos direitos dos associados e a sustentabilidade do sistema, garantindo segurança jurídica e qualidade da assistência”, afirmou.<br><br>Renata também destacou que a defesa da Caixa de Assistência depende da participação ativa dos trabalhadores e da construção coletiva de soluções. “Estamos falando de uma conquista histórica dos funcionários do Banco do Brasil. É necessário que os associados acompanhem os debates e participem das decisões, porque a defesa da Cassi é, antes de tudo, a defesa de um patrimônio construído por gerações de trabalhadores”, disse.<br><br>Segundo ela, os desafios jurídicos e regulatórios da saúde suplementar exigem atenção permanente e atuação responsável. “Os desafios jurídicos e regulatórios são constantes. Por isso, é fundamental atuar com responsabilidade e planejamento, garantindo que as mudanças necessárias sejam implementadas sem perder de vista os princípios da solidariedade e da proteção aos associados”, concluiu.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>BB: negociação sobre a Cassi avança, mas sindicatos cobram respostas para questões estruturais</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bb-negociacao-sobre-a-cassi-avanca-mas-sindicatos-cobram-respostas-para-questoes-estruturais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 11:05:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cassi 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Representação dos funcionários defende modelo híbrido de financiamento e reforça necessidade de solução para o pós-laboral e para os egressos de bancos incorporados Representantes dos funcionários e do Banco do Brasil se reuniram nesta quarta-feira (3) para mais uma rodada de negociações sobre o custeio da Cassi. O encontro teve como objetivo discutir alternativas para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-a3da1ea2b15618ae2184bf3ff22e5a5c">Representação dos funcionários defende modelo híbrido de financiamento e reforça necessidade de solução para o pós-laboral e para os egressos de bancos incorporados</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Representantes dos funcionários e do Banco do Brasil se reuniram nesta quarta-feira (3) para mais uma rodada de negociações sobre o custeio da Cassi. O encontro teve como objetivo discutir alternativas para garantir a sustentabilidade da Caixa de Assistência e avançar na construção de um modelo de financiamento capaz de atender às demandas dos associados.<br><br>Durante a reunião, o Banco do Brasil propôs aprofundar o debate técnico sobre cenários elaborados a partir de uma proposta de modelo híbrido de custeio, sob o argumento de que existiriam divergências em relação ao formato apresentado.<br><br>Os sindicalistas afirmaram ter recebido a posição com surpresa. Conforme o movimento sindical, a expectativa era obter um retorno sobre as críticas e os apontamentos feitos na reunião anterior, uma vez que há consenso quanto à necessidade de buscar uma alternativa que não esteja vinculada exclusivamente à remuneração dos funcionários.<br><br>As entidades reiteraram que é necessário aprofundar os estudos e as simulações para avaliar os impactos de cada proposta e construir uma solução equilibrada para a Cassi.<br><br>A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, ressaltou que o debate precisa contemplar temas que seguem sem definição. “As entidades já manifestaram concordância com a busca de um modelo híbrido de custeio. O que precisamos agora é analisar com profundidade os cenários apresentados e seus impactos para os associados. Mas também é fundamental avançar em questões que seguem sem solução, como o custeio da assistência à saúde no período pós-laboral dos funcionários admitidos após 2018 e o direito definitivo de filiação à Cassi para os colegas egressos de bancos incorporados”, afirmou.<br><br>Outro ponto destacado pela representação dos trabalhadores foi a necessidade de garantir uma solução permanente para os funcionários oriundos de bancos incorporados pelo Banco do Brasil, assegurando seu acesso ao Plano de Associados da Cassi.<br><br>Ao final do encontro, ficou definida uma nova rodada de negociações para a próxima terça-feira (9), quando as partes darão continuidade às discussões.<br><br>Para as entidades, a construção de uma saída duradoura para a Cassi passa pelo diálogo e pelo compromisso do Banco do Brasil com a manutenção da assistência à saúde dos funcionários da ativa e aposentados.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sindicatos e entidades cobram solução para a Cassi e pressionam BB para o custeio</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/sindicatos-e-entidades-cobram-solucao-para-a-cassi-e-pressionam-bb-para-o-custeio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 11:39:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cassi]]></category>
		<category><![CDATA[Cassi custeio]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Movimento sindical cobrou maior comprometimento da patrocinadora com a sustentabilidade da Cassi Sindicatos e outras entidades representativas dos bancários do BB reuniram-se na sede da ANABB, em Brasília, quarta-feira 27/05, para analisar a situação econômica e financeira da Cassi antes do encontro com os representantes do Banco do Brasil, realizado em seguida no período da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-269177821f8d75fc16f6c0af5ad3f343">Movimento sindical cobrou maior comprometimento da patrocinadora com a sustentabilidade da Cassi</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sindicatos e outras entidades representativas dos bancários do BB reuniram-se na sede da ANABB, em Brasília, quarta-feira 27/05, para analisar a situação econômica e financeira da Cassi antes do encontro com os representantes do Banco do Brasil, realizado em seguida no período da tarde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a reunião, houve consenso entre as entidades de que a Cassi necessita de medidas imediatas para fortalecer seu caixa e recompor suas reservas garantidoras, que atingiram o patamar mínimo neste mês de maio de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As entidades também acordaram uma estratégia conjunta para a negociação com o banco. Inicialmente, seria apresentada a proposta do Banco do Brasil e, caso fosse totalmente insuficiente diante das necessidades da Caixa de Assistência, ela seria recusada imediatamente. Por outro lado, se apresentasse avanços concretos, ainda que parciais, haveria uma interrupção temporária da reunião para análise preliminar da Comissão de Representantes das Entidades. Foi exatamente o que ocorreu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Banco do Brasil apresentou uma proposta que contempla mudanças no modelo de custeio, dentro da linha defendida pelas entidades, com a adoção de um modelo híbrido. A proposta preserva o percentual de contribuição dos associados sobre a folha de pagamento e cria uma nova fonte de financiamento para a Cassi, utilizando como referência a tabela de custos assistenciais já existente na Caixa de Assistência, prevendo participação da patrocinadora e contribuição adicional dos associados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar disso, a proposta ainda não apresenta solução adequada para os colegas admitidos após 2018, para os funcionários egressos dos bancos incorporados e fragiliza ainda mais a situação dos associados auto patrocinados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB),&nbsp;<a href="https://spbancarios.com.br/tag/fernanda-lopes-0">Fernanda Lopes</a>, criticou a postura do banco e cobrou maior comprometimento da patrocinadora com a sustentabilidade da Cassi.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não é possível que, mais uma vez, o Banco do Brasil tente transferir aos associados o maior peso da solução, enquanto mantém uma participação aquém da responsabilidade que possui como patrocinador. A Cassi é patrimônio dos associados do banco e exige uma resposta à altura da gravidade do momento. O banco precisa assumir seu papel de forma efetiva e apresentar uma proposta que garanta sustentabilidade sem penalizar ainda mais os trabalhadores”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fernanda também reforçou que uma solução que não contemple os funcionários admitidos após 2018 e os egressos de bancos incorporados não terá respaldo do movimento sindical.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não é passível de defesa pelo movimento sindical qualquer proposta que deixe de fora os colegas pós-2018 e os funcionários oriundos dos bancos incorporados. Não aceitaremos uma solução que aprofunde desigualdades dentro da própria Cassi”, completou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da complexidade do tema e da necessidade de uma avaliação mais aprofundada, a Comissão de Negociação e o Banco acordaram um novo calendário de negociações: uma reunião virtual no dia 29 de maio e uma nova reunião presencial no dia 3 de junho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Comissão de Representantes das Entidades também antecipou ao Banco do Brasil a necessidade de análise de um aporte extraordinário e imediato para recompor os déficits acumulados até o momento no Plano de Associados, mantendo-se o compromisso de discutir eventual participação financeira adicional dos associados. As entidades reforçaram, contudo, que qualquer decisão neste sentido deverá ser submetida à aprovação do Corpo Social da Cassi.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação das entidades, a proposta apresentada pela patrocinadora sinaliza um caminho que pode contribuir para maior perenidade do custeio da Cassi. No entanto, ainda impõe um peso excessivo aos associados e não assegura o aumento percentual esperado na participação financeira do Banco do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As entidades reafirmaram que seguirão negociando com responsabilidade, equilíbrio e firme compromisso com a defesa da Cassi e dos seus associados, mantendo o Corpo Social permanentemente informado sobre os desdobramentos das discussões.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lucro do Banco do Brasil despenca 53,5% no 1º trimestre de 2026</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/lucro-do-banco-do-brasil-despenca-535-no-1o-trimestre-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 11:21:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[BB lucro 1 tri 2026]]></category>
		<category><![CDATA[BB lucro cai 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=68144</guid>

					<description><![CDATA[Resultado é pressionado pela alta da inadimplência, aumento do custo do crédito e redução do quadro de funcionários, aponta análise do Dieese A análise do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) sobre o balanço do Banco do Brasil mostra uma forte queda no desempenho da instituição no início de 2026. No primeiro trimestre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-88757294e1f3a556ff3679a362315c8b">Resultado é pressionado pela alta da inadimplência, aumento do custo do crédito e redução do quadro de funcionários, aponta análise do Dieese</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) sobre o balanço do Banco do Brasil mostra uma forte queda no desempenho da instituição no início de 2026. No primeiro trimestre do ano, o lucro líquido ajustado do banco somou R$ 3,431 bilhões, retração de 53,5% em relação ao mesmo período de 2025, quando o resultado havia alcançado R$ 7,374 bilhões. Na comparação com o trimestre anterior, a queda foi de 40,2%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, o resultado reforça a necessidade de debate sobre a estratégia do banco e seus impactos sobre trabalhadores e clientes.<br><br>“Os números mostram que não é possível sustentar resultados apenas com cortes de custos e redução de estruturas. A diminuição do quadro de funcionários e o fechamento de unidades afetam o atendimento à população e aumentam a sobrecarga de trabalho. É fundamental discutir o papel do Banco do Brasil como instituição pública comprometida com o desenvolvimento do país e com condições dignas para seus trabalhadores”, afirma.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Uso de créditos tributários ameniza resultado</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O banco utilizou créditos tributários nos três períodos comparados. Apenas no primeiro trimestre de 2026, o valor chegou a R$ 2,1 bilhões. Sem esse recurso contábil, o lucro teria sido de aproximadamente R$ 1,3 bilhão, evidenciando uma queda ainda mais acentuada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O retorno sobre o patrimônio líquido (RPSL) ajustado anualizado recuou 9,4 pontos percentuais em 12 meses, ficando em 7,3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o banco, o desempenho foi impactado principalmente por:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>aumento de 85,8% no custo do crédito, que totalizou R$ 18,9 bilhões, ainda refletindo problemas de inadimplência na carteira do agronegócio;</li>



<li>redução das despesas de captação, associada a menores volumes de LCA e ao efeito calendário (três dias úteis a menos);</li>



<li>crescimento de 5,5% nas despesas administrativas, influenciado pelo reajuste salarial de 2025 e investimentos em tecnologia e cibersegurança.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://contrafcut.com.br/data/files/59/23/11/7E/EB72E91032CB6DD9820808A8/DIEESE%20Destaques%20do%20Banco%20do%20Brasil%20-%201tri2026_final.pdf">Veja os destaques completos do Dieese</a></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Crédito cresce, mas inadimplência preocupa</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A carteira de crédito expandida do banco atingiu R$ 1,306 trilhão, com crescimento de 2,2% em 12 meses e 0,7% no trimestre.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pessoa Física: R$ 361,8 bilhões (+7,8% em 12 meses);</li>



<li>Pessoa Jurídica: R$ 449,0 bilhões (-2,4%);</li>



<li>Agronegócio: R$ 418,4 bilhões (+3,0%).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">No agronegócio, as operações vinculadas ao programa BB Regulariza Agro alcançaram R$ 37,9 bilhões, com expansão de 68% no trimestre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As chamadas “perdas esperadas” — antigas provisões para créditos de liquidação duvidosa (PCLD) — cresceram 46,6% em 12 meses, somando R$ 16,8 bilhões. O índice de inadimplência superior a 90 dias chegou a 5,05%, alta de 1,42 ponto percentual em um ano.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Tarifas seguem cobrindo despesas com pessoal</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">As receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias cresceram 5,5% em 12 meses, alcançando R$ 8,8 bilhões no período. Já as despesas com pessoal, incluindo o pagamento da PLR, ficaram próximas de R$ 7,2 bilhões, praticamente estáveis (-0,1%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, as receitas secundárias do banco passaram a cobrir 122,75% das despesas de pessoal, aumento de 6,48 pontos percentuais em 12 meses.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Menos trabalhadores e menos agências</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com a ampliação da base de clientes — que cresceu em 1 milhão de pessoas e chegou a 83 milhões em março de 2026 —, o banco seguiu reduzindo sua estrutura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final do trimestre, o Banco do Brasil contava com 84.619 funcionários, após:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>fechamento de 1.498 postos de trabalho em 12 meses (-1,7%);</li>



<li>redução de 587 empregos apenas no trimestre (-0,7%);</li>



<li>encerramento de 56 agências tradicionais e 113 postos de atendimento em um ano;</li>



<li>abertura de apenas uma agência digital e especializada.</li>



<li>Para o movimento sindical, os dados reforçam a preocupação com o impacto das reestruturações sobre o atendimento à sociedade e as condições de trabalho nas unidades do banco.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Após cobrança, reunião sobre a Cassi é marcada para esta quinta-feira (14)</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/apos-cobranca-reuniao-sobre-a-cassi-e-marcada-para-esta-quinta-feira-14/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 12:11:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cassi 140526]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Reunião cassi 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Entidades voltam à mesa de negociação após meses de paralisação nas discussões sobre o custeio do plano de saúde dos funcionários do Banco do Brasil A pressão do movimento sindical e das entidades representativas dos funcionários do Banco do Brasil deu resultado. Após cobranças pela retomada urgente das negociações, foi confirmada uma nova reunião sobre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-45a348256c63008784d4c7933c223082">Entidades voltam à mesa de negociação após meses de paralisação nas discussões sobre o custeio do plano de saúde dos funcionários do Banco do Brasil</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A pressão do movimento sindical e das entidades representativas dos funcionários do Banco do Brasil deu resultado. Após cobranças pela retomada urgente das negociações, foi confirmada uma nova reunião sobre a Cassi para esta quinta-feira (14), marcando a reabertura do diálogo após meses sem avanços efetivos.<br><br>Desde a última rodada de negociações, realizada em 11 de dezembro de 2025, não havia progresso na construção de uma solução estrutural para o custeio do plano de saúde, situação que vinha gerando forte preocupação entre trabalhadores e entidades sindicais.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Impasse após propostas rejeitadas</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na reunião de dezembro, a representação dos funcionários apresentou alternativas para reforçar o caixa e o capital regulatório da Cassi, entre elas o adiantamento de dez valores referentes ao 13º salário e a antecipação das despesas administrativas previstas para 2026.<br><br>O banco, no entanto, recusou a proposta e apresentou como contraproposta apenas a antecipação de três valores do 13º salário — medida considerada insuficiente pelas entidades.<br><br>Passados vários meses, nenhuma nova proposta estruturante havia sido apresentada. O único movimento concreto foi justamente a antecipação parcial desses três valores, sem avanço nas discussões sobre o financiamento permanente do plano.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Paralisação preocupava trabalhadores</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A mesa de negociação havia sido instalada em 27 de novembro de 2025, já sob alerta das entidades sobre a necessidade de garantir segurança financeira à Cassi e construir uma solução sustentável de longo prazo.<br><br>Na ocasião, o banco comprometeu-se a avaliar as reivindicações e retornar com respostas, o que não ocorreu até a recente cobrança das entidades — fator decisivo para que o encontro desta quinta-feira fosse finalmente agendado.<br><br>Para a representação dos trabalhadores, o prolongamento do impasse aumentou a insegurança entre associados, prestadores de serviço e beneficiários do plano.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Defesa do modelo solidário</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento sindical reafirma que qualquer solução para a Cassi deve preservar o modelo solidário histórico do plano, com custeio na proporção de 70% para o patrocinador e 30% para os participantes, considerado essencial para garantir sustentabilidade e acesso coletivo à assistência à saúde.<br><br>Outro ponto central defendido pelas entidades é a inclusão, em igualdade de condições, dos funcionários oriundos de bancos incorporados e daqueles admitidos no Banco do Brasil após 2018, que atualmente não possuem acesso ao plano nos mesmos moldes dos demais trabalhadores — situação que, segundo as entidades, fragiliza o modelo solidário.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Banco precisa assumir compromisso</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, destacou que a retomada das negociações representa um passo importante, mas reforçou a necessidade de avanços concretos. “O Banco do Brasil precisa se comprometer com uma resolução definitiva para o custeio da Cassi. São os funcionários que constroem o banco diariamente, e a saúde deve ser um compromisso institucional do BB com seus trabalhadores e trabalhadoras”, afirmou.<br><br>Para o movimento sindical, a reunião desta quinta-feira (13) é resultado direto da mobilização e da cobrança permanente das entidades. A expectativa agora é que o banco apresente propostas efetivas capazes de garantir estabilidade financeira à Cassi, preservar um dos principais direitos históricos do funcionalismo e assegurar tranquilidade aos participantes e seus familiares.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tesouro Nacional lança título com aplicação a partir de R$ 1</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/tesouro-nacional-lanca-titulo-com-aplicacao-a-partir-de-r-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 14:59:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicação a partir de 1 real]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Nacional aplicação]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Reserva]]></category>
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					<description><![CDATA[Tesouro Reserva tem rendimento indexado à taxa básica de juros Desde segunda-feira (11), investidores que buscam alternativas mais simples e com previsibilidade de rendimento&#160;poderão utilizar o Tesouro Reserva, que possibilita investimentos a partir de R$ 1.&#160;O&#160;novo título do Programa Tesouro Direto foi lançado na manhã de hoje na Arena B3, na capital paulista. O Tesouro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-523a8a9ddb4b0ff6015603165c77641c">Tesouro Reserva tem rendimento indexado à taxa básica de juros</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desde segunda-feira (11), investidores que buscam alternativas mais simples e com previsibilidade de rendimento&nbsp;poderão utilizar o Tesouro Reserva, que possibilita investimentos a partir de R$ 1.&nbsp;</strong>O&nbsp;novo título do Programa Tesouro Direto foi lançado na manhã de hoje na Arena B3, na capital paulista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Tesouro Reserva é um lançamento da Secretaria do Tesouro Nacional, da B3 e do Banco do Brasil e&nbsp;<strong>prevê rendimento indexado à taxa básica de juros (Selic). Outra novidade desse título é que ele poderá ser negociado em qualquer hora do dia, todos os dias da semana.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O foco do Tesouro Reserva é o pequeno investidor ou quem pretende montar uma reserva de emergência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Na prática, ele é exatamente igual ao investimento de outros títulos. Ele só vai ter um ticket inicial, um investimento mínimo menor, que é de R$ 1. A diferença é que ele funciona 24 horas por dia, sete dias por semana”, explicou Daniel Leal, secretário do Tesouro Nacional. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Inicialmente esse título ficará disponível apenas para a base de 80 milhões de correntistas do Banco do Brasil mas outras instituições também poderão oferecê-lo em breve, após a fase de testes.&nbsp;</strong>Nesta etapa, os investimentos e resgates serão realizados por meio do aplicativo&nbsp;Investimentos BB, utilizando transação via PIX.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contrário do Tesouro Selic, o Tesouro Reserva não terá marcação a mercado, o que quer dizer que não vai oscilar diariamente com as mudanças nas taxas de juros do mercado.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Tributação</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Secretaria do Tesouro Nacional, o Tesouro Reserva seguirá as mesmas regras dos demais títulos do Tesouro Direto. Haverá incidência de Imposto de Renda (IR) apenas sobre os rendimentos, no momento do resgaste ou do vencimento, com alíquotas regressivas: quanto mais tempo o investimento permanecer aplicado, menor o imposto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já para as aplicações que forem resgatadas em até 30 dias, poderá haver cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que também será regressiva e zerada após esse período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cobrança dos impostos, diz a secretaria, será automática, realizada pela própria instituição financeira, sem necessidade de qualquer pagamento adicional por parte do investidor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O limite para aplicação é R$ 500 mil por investidor ao mês, sem restrição para resgates.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TST manda indenizar bancária em R$ 80 mil por lesões de esforço repetitivo</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/tst-manda-indenizar-bancaria-em-r-80-mil-por-lesoes-de-esforco-repetitivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 07:37:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[bancária]]></category>
		<category><![CDATA[BB]]></category>
		<category><![CDATA[Danos Morais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Doença Ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[LER/DORT]]></category>
		<category><![CDATA[lesão por esforço repetitivo]]></category>
		<category><![CDATA[TST]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=68005</guid>

					<description><![CDATA[Bancária que passou 26 anos em trabalho de digitação contraiu lesões permanentes. O valor arbitrado a título de reparação por dano moral somente pode ser alterado em instância extraordinária quando a quantia fixada violar os preceitos normativos da proporcionalidade e da razoabilidade, revelando-se irrisória ou exorbitante. Com base neste entendimento, a 6ª Turma do Tribunal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-65a8078d45ee93afb3f5883a0dcaafdb">Bancária que passou 26 anos em trabalho de digitação contraiu lesões permanentes.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O valor arbitrado a título de reparação por dano moral somente pode ser alterado em instância extraordinária quando a quantia fixada violar os preceitos normativos da proporcionalidade e da razoabilidade, revelando-se irrisória ou exorbitante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base neste entendimento, a 6ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho decidiu reduzir de R$ 250 mil para R$ 80 mil a indenização devida por um banco a uma ex-funcionária diagnosticada com doença ocupacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A trabalhadora prestou serviços à instituição financeira por 26 anos, atuando em atividades administrativas e funções de caixa. Após trabalhar com digitação contínua por mais de duas décadas sem pausas ergonômicas ou ginástica laboral, ela desenvolveu a Síndrome do Túnel do Carpo, uma lesão por esforço repetitivo (LER/DORT).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exames médicos atestaram que a patologia gerou incapacidade parcial para ofícios que exijam sobrecarga e movimentos frequentes nos membros superiores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em primeira e segunda instâncias, a Justiça do Trabalho reconheceu a responsabilidade objetiva do empregador e o condenou a pagar R$ 250 mil em danos morais, atestando a relação direta entre o trabalho e o adoecimento. Inconformada com a quantia, a instituição financeira recorreu ao TST.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco argumentou que a condenação ofendia os princípios constitucionais e legais da proporcionalidade, alegando que a incapacidade da mulher era apenas parcial e reversível, o que tornaria o valor excessivo e causaria enriquecimento sem causa da outra parte.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Revisão e proporcionalidade</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o litígio, o relator do caso, ministro Augusto César Leite de Carvalho, deu razão ao empregador no que diz respeito à necessidade de reajuste financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O magistrado destacou que a revisão de valores na corte superior é medida excepcional, permitida apenas para resguardar as garantias do parágrafo único do artigo 944 do Código Civil, que trata da correta medição da extensão do dano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esta Corte tem entendimento no sentido de que o valor arbitrado a título de reparação por dano moral somente pode ser revisado na instância extraordinária nos casos em que vulnera os preceitos de lei ou Constituição que emprestam caráter normativo ao princípio da proporcionalidade”, avaliou o ministro.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Fortaleça suas lutas. Sindicalize-se!</a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O julgador ponderou que, embora seja impossível analisar novamente os fatos e provas do processo processual no TST por força da Súmula 126, o montante financeiro determinado nas instâncias inferiores mostrava-se excessivo em comparação com o grau de comprometimento apontado nos laudos médicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No caso concreto, considerando a moldura factual definida pelo Regional e insusceptível de revisão (Súmula 126 do TST), o valor atribuído (R$ 250.000,00) se mostra elevado a ponto de se o conceber desproporcional”, observou o relator.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para adequar a punição, o colegiado levou em consideração a extensão da lesão sofrida pela trabalhadora, as falhas ergonômicas contínuas durante o contrato e a grande capacidade financeira da instituição, limitando o teto reparatório em R$ 80 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Assim, tendo em vista as peculiaridades do caso concreto – gravidade da ofensa (reclamante acometida de síndrome do túnel do carpo) e potencial econômico do reclamado (banco de grande porte), arbitra-se o valor da indenização por danos morais no valor de R$ 80.000,00”, concluiu. Com informações da assessoria de imprensa do TST.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2026/05/RR-733-61_2020_5_05_0531.pdf" data-type="link" data-id="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2026/05/RR-733-61_2020_5_05_0531.pdf">Clique aqui para ler o acórdão</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">RR 733-61.2020.5.05.0531</h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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