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	<title>Ypê &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Bactéria encontrada em produtos da Ypê é resistente a antibióticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 12:09:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[conta]]></category>
		<category><![CDATA[Contaminação Ypê]]></category>
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		<category><![CDATA[Ypê]]></category>
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					<description><![CDATA[Micro-organismo pode causar problemas em imunocomprometidos A bactéria&#160;Pseudomonas aeruginosa, encontrada em diversos produtos da indústria Ypê, é uma bactéria de grande resistência a antibióticos, afirma&#160;o infectologista Celso Ferreira Ramos Filho em entrevista à Agência Brasil. “Agora, excepcionalmente, ela causa doenças de forma espontânea. Ela vai causar doenças dentro de um hospital, em uma pessoa com [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4ae4523083af3dedecbccd8e9f421c07">Micro-organismo pode causar problemas em imunocomprometidos</h4>



<p></p>



<p><strong>A bactéria&nbsp;<em>Pseudomonas aeruginosa</em>, encontrada em diversos produtos da indústria Ypê, é uma bactéria de grande resistência a antibióticos, afirma&nbsp;o infectologista Celso Ferreira Ramos Filho em entrevista à Agência Brasil.</strong></p>



<p>“Agora, excepcionalmente, ela causa doenças de forma espontânea. Ela vai causar doenças dentro de um hospital, em uma pessoa com traqueostomia, com respirador, com cateter venoso”, completou.</p>



<p>Segundo o infectologista, como se trata de uma bactéria ambiental,&nbsp;<strong>esponjas usadas normalmente para lavar louça ou&nbsp;panos de chão podem estar contaminados, já que a bactéria&nbsp;permanece viva na água</strong>.</p>



<p>De acordo com ele, a&nbsp;<em>Pseudomonas aeruginosa</em>&nbsp;é uma bactéria de &#8220;vida livre&#8221;, ou seja, diferente de outras bactérias&nbsp;como a&nbsp;<em>Escherichia coli</em>, que vive dentro do intestino, ou o meningococo, que vive nas fossas nasais das pessoas.</p>



<p>“Nós não vivemos em um ambiente que não tem micro-organismos. Existem outras bactérias de vida livre, como a Burkholderia que, eventualmente, podem causar doenças no homem”.</p>



<p>Celso Ferreira&nbsp;é membro titular da Academia Nacional de Medicina (ANM) e professor aposentado da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>



<p>De acordo com a decisão da Anvisa, divulgada nessa quinta-feira (7), lava-louças (detergente), sabão líquido para roupas e desinfetantes da Ypê com lote de numeração final 1 terão de ser recolhidos e não poderão ser usados pelos consumidores.</p>



<p>Segundo ele, a<strong>&nbsp;bactéria pode causar uma série de problemas em pessoas imunocomprometidas, desde&nbsp;infecção urinária a infecção respiratória em pessoas que têm problemas de pulmão crônicos, como enfisema, ou em pessoas submetidas a tratamento com cateter na veia</strong>.</p>



<p>“Colocam um tubo na traqueia e a bactéria pode entrar por ali. Também pode ocorrer em pessoas que estejam fazendo quimioterapia, o que faz com que haja um comprometimento maior e prévio da saúde da pessoa”, explicou Celso Ferreira.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Pessoas imunocomprometidas</strong></h4>



<p>A médica Raiane Cardoso Chamon, professora do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense (UFF), afirmou à<strong>&nbsp;Agência Brasil</strong>&nbsp;que o maior problema dessa bactéria ocorre quando pessoas imunocomprometidas, que têm o sistema imunológico enfraquecido, entram em contato com ela.</p>



<p>“Ela consegue causar infecções em pessoas que têm o sistema imune debilitado”.</p>



<p>Em pacientes que têm fibrose cística, por exemplo, ela é causa comum de pneumonia. E o tratamento é muito difícil. Advertiu, por outro lado, que ela pode causar também problemas em pessoas saudáveis.</p>



<p><strong>“Dependendo da cepa da Pseudomonas, mesmo a pessoa saudável pode desenvolver uma infecção, como a otite de nadador, em pessoas que nadam em águas recreativas, como piscinas, rios, praias”, ressaltou Chamon.</strong></p>



<p>Para a profissional de saúde, o maior problema é quando a bactéria chega ao ambiente hospitalar, e a porta de entrada, geralmente, são as pessoas que trabalham ali ou entram no hospital, explicou a profissional de saúde.</p>



<p>A médica relatou ainda que, dentro do ambiente hospitalar, onde uma pressão seletiva de antibióticos é muito grande, a bactéria carrega dentro dela uma série de resistências.</p>



<p>Segundo Chamon, isso pode provocar infecções mais graves, associadas a pessoas que usam sonda urinária, têm infecção de corrente sanguínea, estão com pneumonia, pessoas com ventilação mecânica, E o tratamento, por conta da gravidade da infecção, é mais difícil, além da questão de a bactéria aumentar o poder de resistência.</p>



<p>“Esse é o pior cenário de todos”, afirmou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Contaminação</strong></h4>



<p>Como a Pseudomonas aeruginosa é uma bactéria que vive muito bem no solo, na água&nbsp;e em ambientes úmidos,&nbsp;Raiane acredita que a contaminação pode ter ocorrido no momento de produção.</p>



<p>“Não houve um controle microbiológico adequado. Provavelmente, algum reagente na hora de fabricação desses produtos estava contaminado pela Pseudomonas, e acaba que ela consegue se multiplicar nesses ambientes úmidos também”, explicou.</p>



<p>“Na falta do controle microbiológico nas etapas necessárias de fabricação, pode ter tido um crescimento descontrolado de uma cepa específica, que vive melhor em ambientes com detergentes, por exemplo, e a gente acaba detectando, ela, nesses materiais”.</p>



<p>Segundo a médica, existem níveis aceitáveis de contaminação microbiana em todos os produtos. O que não pode é ultrapassar esse nível para não oferecer risco à saúde, principalmente nos indivíduos que estão mais comprometidos em seu sistema imune.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Comunicado</strong></h4>



<p>Em comunicado divulgado na quinta-feira (7), a Ypê esclareceu que está colaborando integralmente com a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) “e conduzindo todas as ações necessárias com máxima prioridade, responsabilidade e transparência”.</p>



<p>A empresa informou ainda que vem realizando análises técnicas e avaliações complementares, incluindo testes e laudos independentes, que estão sendo apresentados à Anvisa, “reforçando o compromisso da empresa com a qualidade, a segurança e a conformidade regulatória dos seus produtos”.</p>



<p>A indústria se compromete ainda a incorporar de forma imediata eventuais aprimoramentos e recomendações regulatórias da Agência ao seu Plano de Ação e Conformidade Regulatória, desenvolvido em conjunto com a própria Anvisa desde dezembro de 2025.</p>



<p>A&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>&nbsp;procurou a Ypê nesta sexta-feira (8), mas não houve resposta por parte da assessoria de imprensa da empresa até a publicação desta matéria.</p>
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