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	<title>Você não estava aqui &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Cinema: Você não estava aqui,  e a uberização do mercado de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[Cineasta britânico Ken Loach volta a olhar para a tragédia dos anônimos e a desigualdade social no mundo ‘uberizado’ e a precariedade do mercado de trabalho atual “Você não trabalha para nós, você trabalha conosco”. Essa máxima da economia uberizada é o ponto de partida de Você não estava aqui, novo filme do diretor Ken [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cineasta britânico Ken Loach volta a olhar para a tragédia dos anônimos e a desigualdade social no mundo ‘uberizado’ e a precariedade do mercado de trabalho atual<br />
</p>
<p>“Você não trabalha para nós, você trabalha conosco”. Essa máxima da economia uberizada é o ponto de partida de Você não estava aqui, novo filme do diretor <a href="https://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Cinema/Ken-Loach-uberizacao-e-o-trabalho-escravo-moderno/59/45661" target="_blank">Ken Loach</a>, que conta a exaustiva e difícil rotina de uma família —mãe cuidadora de doentes, pai entregador autônomo e dois filhos adolescentes— que tenta sobreviver na selva do livre mercado. Com previsão de estreia para 27 de fevereiro, e distribuído pela Vitrine Filmes, o longa acaba de ganhar um <a href="https://www.youtube.com/watch?v=qqAsnupNKG8&amp;feature=emb_title" target="_blank">trailer</a>. O filme concorreu à Palma de Ouro em Cannes, onde sua exibição causou uma grande comoção, a mesma de quando foi projetado no Festival de San Sebastián (Espanha) onde conquistou o Prêmio do Público de melhor filme europeu.</p>
<p> </p>
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<p> </p>
<p>Abby e Ricky são um casal apaixonado e companheiro que tenta educar os filhos em meio às dificuldades econômicas. Ambos se esforçam para ser bons pais, mas trabalham tanto que, muitas vezes, só conseguem manter contato com a prole por telefone. Ricky é um homem acostumado a trabalhar duro. Com o serviço na construção civil, a família conseguiu economizar para comprar uma casa, mas isso coincidiu com o colapso dos bancos e o casal ficou sem alternativas para pagar a hipoteca.</p>
<p> </p>
<p>É quando ele decide adquirir uma pequena van para trabalhar como motorista de entregas, um trabalho com o qual supostamente se pode ganhar muito dinheiro —ou pelo menos o suficiente para viver com dignidade. A esperança é a de “trabalhar feito como um condenado&#8221; por dois ou três anos, juntar o dinheiro da casa e, assim, voltar a viver uma vida minimamente normal.</p>
<p> </p>
<p>Se em Eu, Daniel Blake (2017), com o qual ganhou sua segunda Palma de Ouro em Cannes, Loach conta a história de um homem bom abandonado pelo sistema mau, em Você não estava aqui o dedo acusador não encontra um alvo tão direto. O algoz não é o governo, a rede de saúde deficitária, o chefe sem empatia. Os vilões agora são os algoritmos que aceleram o ritmo —e a precarização— do trabalho ao ponto do intolerável, seja qual for a plataforma que promete o conforto de alguns às custas do sacrifício de outros.</p>
<p> </p>
<p>É com o olhar voltado para esses profissionais autônomos, submetidos a normas draconianas impostas pelas empresas de comércio digital, que Loach constrói mais um espetáculo da injustiça social. O diretor não quer falar, no entanto, de escravidão —&#8221;A palavra escravidão tem outras conotações&#8221;, disse em entrevista recente ao EL PAÍS—, mas sim de novas e terríveis formas de exploração, consequências da economia de livre mercado.</p>
<p> </p>
<p>O diretor não quer apenas abordar o nível de exploração do trabalhador individual, mas as conseqüências para a sua vida familiar e como essa economia faz as relações pessoais se refratarem. “A classe média fala sobre equilíbrio entre vida profissional e pessoal. A classe trabalhadora está presa à necessidade”, lamenta Loach.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Assista o trailer</strong></span></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/qqAsnupNKG8" width="560" height="314" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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<p>Fonte: El País &#8211; Cultura<br />Escrito por: JOANA OLIVEIRA</p>
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