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	<title>violência de gênero &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>violência de gênero &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Ministério das Mulheres lança guia sobre prevenção a feminicídios</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ministerio-das-mulheres-lanca-guia-sobre-prevencao-a-feminicidios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Dec 2024 07:08:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Pasta busca mais diálogo com homens para erradicar violência de gênero O Ministério das Mulheres está divulgando uma cartilha do Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, produzida em parceria com a ONU Mulheres, com o objetivo de prevenir todas as formas de violência de gênero, discriminação e misoginia contra meninas e mulheres, por meio da [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4bc329a5decdb5b2084d469f60b0ac5a">Pasta busca mais diálogo com homens para erradicar violência de gênero</h4>



<p>O <a href="https://www.gov.br/mulheres/pt-br" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/mulheres/pt-br">Ministério das Mulheres</a> está divulgando uma cartilha do Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, produzida em parceria com a <a href="https://www.onumulheres.org.br/" data-type="link" data-id="https://www.onumulheres.org.br/">ONU Mulheres</a>, com o objetivo de prevenir todas as formas de violência de gênero, discriminação e misoginia contra meninas e mulheres, por meio da implementação de ações governamentais em diferentes setores.</p>



<p>Dividido em quatro partes, o guia mostra o cenário da violência contra as mulheres no Brasil, relatando o histórico das políticas de enfrentamento ao problema e traz explicações sobre estereótipos de gênero, empoderamento e características da violência baseada em gênero.</p>



<p>A cartilha também identifica e explica quais os tipos mais frequentes de violência contra mulheres, quais são as características primárias e secundárias das agressões baseadas em gênero e quais as diferenças entre os tipos de feminicídio.</p>



<p>O guia <a href="https://www.google.com/search?client=firefox-b-d&amp;q=minist%C3%A9rio+das+mulheres" data-type="link" data-id="https://www.google.com/search?client=firefox-b-d&amp;q=minist%C3%A9rio+das+mulheres">pode ser baixado no site</a> do Ministério das Mulheres.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Laço Branco</h4>



<p>Na última sexta-feira (6/12), foi celebrado o Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres. Instituída no país pela <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/lei/l11489.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/lei/l11489.htm">Lei nº 11.489/2007</a>, a data é conhecida como Campanha do Laço Braço e faz parte da jornada dos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher, e destaca que o engajamento dos homens é um passo fundamental rumo à erradicação da violência de gênero.</p>



<p>O Ministério das Mulheres tem buscado mais diálogo com os homens por meio da mobilização nacional permanente pelo Feminicídio Zero, que busca conscientizar e engajar os diversos setores da sociedade brasileira no compromisso de por fim a todas as formas de violência contra as mulheres. Entre os principais parceiros da ação estão os clubes de futebol, visto que os registros de ameaça contra mulheres aumentaram 23,7% nos dias em que um dos times da cidade joga, segundo pesquisa realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.</p>



<p>Em novembro deste ano, <a href="https://www.gov.br/mulheres/pt-br/central-de-conteudos/noticias/2024/novembro/ministerio-das-mulheres-e-cbf-firmam-parceria-pelo-feminicidio-zero-e-protocolo-nao-e-nao" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/mulheres/pt-br/central-de-conteudos/noticias/2024/novembro/ministerio-das-mulheres-e-cbf-firmam-parceria-pelo-feminicidio-zero-e-protocolo-nao-e-nao">o Ministério das Mulheres e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) assinaram a Carta-Compromisso pelo Feminicídio Zero</a> formalizando a adesão da entidade à mobilização nacional, e o Acordo de Cooperação Técnica para a implementação do Protocolo Não é Não em arenas esportivas.</p>
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		<title>Lei Maria da Penha completa 17 anos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/lei-maria-da-penha-completa-17-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2023 08:53:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[lei maria da penha]]></category>
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					<description><![CDATA[A lei é considerada um marco na defesa dos direitos humanos das mulheres no Brasil A Lei Maria da Penha completa na segunda-feira (7/8) 17 anos e, nesse período, tem contribuído para muitas mulheres romperem com o ciclo de violência doméstica e familiar. Em 2022, mais de 18 milhões de mulheres sofreram alguma forma de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">A lei é considerada um marco na defesa dos direitos humanos das mulheres no Brasil</h4>



<p>A Lei Maria da Penha completa na segunda-feira (7/8) 17 anos e, nesse período, tem contribuído para muitas <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/mulheres-noticias/" data-type="URL" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/mulheres-noticias/">mulheres</a> romperem com o ciclo de violência doméstica e familiar.</p>



<p>Em 2022, mais de 18 milhões de mulheres sofreram alguma forma de violência no país.</p>



<p>Os números do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram ainda o crescimento de crimes, como assédio, estupro e feminicídios.</p>



<p>A lei foi criada para reprimir, prevenir e determinar medidas de assistência e proteção às mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Entre elas: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral.</p>



<p>Sancionada em 7 de agosto de 2006, o nome da lei é uma homenagem à farmacêutica bioquímica Maria da Penha Maia Fernandes, vítima de violência pelo marido, que tentou matá-la duas vezes.</p>



<p>Desde então, ela passou a lutar para impedir, punir e erradicar toda e qualquer forma de violência de gênero.</p>



<p>Como presidente do Instituto Maria da Penha, ela conta que a lei busca informar, prevenir e integrar ações de proteção às mulheres.</p>



<p>Em abril deste ano, a Lei Maria da Penha passou por mudanças importantes, que foram sancionadas pelo presidente Lula.</p>



<p>Foi acrescentada, por exemplo, a possibilidade da concessão de medidas protetivas de urgência a partir do depoimento da vítima, devendo ser aplicada em todas as formas de violência doméstica e familiar contra a mulher.</p>



<p>Essas medidas serão concedidas independentemente do crime, de ação na justiça e de inquérito policial ou do registro de boletim de ocorrência. E vão continuar enquanto houver risco à integridade da mulher.</p>



<p>Além disso, a causa ou a motivação dos atos de violência e a condição do agressor ou da ofendida não excluem a aplicação rápida da lei.</p>



<p>Outro detalhe importante: a Lei Maria da Penha não distingue orientação sexual nem identidade de gênero das vítimas mulheres. O fato de a ofendida ser transexual feminina não afasta a proteção legal.</p>
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		<title>O aumento da violência de gênero e a lei do feminicídio</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/o-aumento-da-violencia-de-genero-e-a-lei-do-feminicidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Atlas da Violência]]></category>
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		<category><![CDATA[Direito criminal]]></category>
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					<description><![CDATA[Feminicídio é o assassinato de uma mulher pela condição de ser mulher. Suas motivações mais usuais são o ódio, o desprezo ou o sentimento de perda do controle e da propriedade sobre as mulheres, comuns em sociedades marcadas pela associação de papéis discriminatórios ao feminino, como é o caso brasileiro. A violência de gênero, especialmente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Feminicídio é o assassinato de uma mulher pela condição de ser mulher. Suas motivações mais usuais são o ódio, o desprezo ou o sentimento de perda do controle e da propriedade sobre as mulheres, comuns em sociedades marcadas pela associação de papéis discriminatórios ao feminino, como é o caso brasileiro.</p>
<p>A violência de gênero, especialmente nos casos em que é dirigida contra as mulheres, está em todas as classes sociais e tem aumentado em nossa sociedade.</p>
<p> </p>
<p>Com base nessa realidade, o Brasil tem apresentado mecanismos voltados à promoção da igualdade de gênero, como a Lei Maria da Penha e a Lei do Feminicídio com vistas ao combate a esse tipo de violência.</p>
<p> </p>
<p>É esse também o direcionamento que tem sido apontado por órgãos internacionais e por especialistas na área:</p>
<p> </p>
<p>A Organização Mundial de Saúde (OMS), no Relatório Mundial sobre violência e saúde, define o fenômeno como uma ação que resulta em graves danos para os indivíduos e para a coletividade:</p>
<p> </p>
<p>A violência configura-se como uso intencional da força física ou do poder real ou em ameaça, contra si próprio, contra outra pessoa, ou contra um grupo ou uma comunidade, que resulte ou tenha qualquer possibilidade de resultar em lesão, morte, dano psicológico, deficiência de desenvolvimento ou privação.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Sobre a violência de gênero, nas palavras de Teles e Melo</strong></span></p>
<p> </p>
<p>O conceito de violência de gênero demonstra que os papéis impostos às mulheres e aos homens, consolidados ao longo da história e reforçados pelo patriarcado e sua ideologia, induzem relações violentas entre os sexos e indicam que a prática desse tipo de violência não é fruto da natureza, mas sim de um processo de socialização.</p>
<p> </p>
<p>Assim, munidos destes conceitos, vemos que a Lei Maria da Penha se constitui num avanço normativo. Esta lei, em seu artigo 7º, especifica as formas de violência doméstica e familiar contra a mulheres que seriam a violência física, psicológica, sexual, patrimonial e a violência moral.</p>
<p> </p>
<p>Outro avanço significativo é a Lei nº 13.104 de 2015, denominada Lei do Feminicídio, que alterou o artigo 121 do Código Penal de 1940 e o artigo 1º da Lei de Crimes Hediondos, incluindo o feminicídio como crime hediondo. Esta lei entende por feminicídio “aquele [homicídio] cometido contra a mulher por razões da condição de sexo feminino”. A Lei 13.104/2015 também aumentou a pena para o homicídio qualificado pelo feminicídio nos seguintes casos:</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>§ 7o A pena do feminicídio é aumentada de 1/3 (um terço) até a metade se o crime for praticado:</strong></span></p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>I –</strong></span> durante a gestação ou nos 3 (três) meses posteriores ao parto;</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>II –</strong></span> contra pessoa menor de 14 (catorze) anos, maior de 60 (sessenta) anos ou com deficiência;</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>III –</strong></span> na presença de descendente ou de ascendente da vítima.</p>
<p> </p>
<p>Para melhor compreendermos o contexto social em que estas leis estão inseridas, vale estudarmos o Atlas da Violência 2018. Produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), o documento apresenta indicadores para entender o processo de aumento da violência no país.</p>
<p> </p>
<p>Com relação ao quadro geral, o Atlas da Violência indica que “Em 2016, 4.645 mulheres foram assassinadas no país, o que representa uma taxa de 4,5 homicídios para cada 100 mil brasileiras. Em dez anos, observa-se um aumento de 6,4%”.</p>
<p> </p>
<p>Se operarmos um recorte étnico-racial nesta leitura, observamos que o relatório também aponta um maior aumento das violências com relação as mulheres negras. A taxa de homicídios foi maior entre as mulheres negras (5,3) que entre as não negras (3,1) – a diferença foi de 71% na última medição. Em relação aos dez anos da série, a taxa de homicídios para cada 100 mil mulheres negras aumentou 15,4%, enquanto que entre as não negras houve queda de 8%. Em vinte estados, a taxa de homicídios de mulheres negras cresceu no período compreendido entre 2006 e 2016, sendo que em doze deles o aumento foi maior que 50%.</p>
<p> </p>
<p>Para o enfrentamento da violência contra a mulher, além de dar visibilidade aos crimes, é fundamental a ampliação da rede institucional, já prevista na Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006). Essa rede de atendimento deve garantir o acompanhamento às vítimas e desempenhar um papel importante na prevenção da violência contra a mulher.</p>
<p> </p>
<p>Entende-se, nesse processo, a dificuldade de acesso aos equipamentos sociais principalmente por parte das mulheres negras, como mostram os dados. Sobre a condição particular da mulher negra, Djamila Ribeiro menciona, apoiando-se de seu conceito de lugar de fala : “não estamos falando de indivíduos necessariamente, mas das condições sociais que permitem ou não que esses grupos acessem lugares de cidadania”.</p>
<p> </p>
<p>Sendo assim, é com base nestes dados que precisamos criar políticas públicas que levem em conta tais questões de forma interseccional, para que possamos projetar mudanças do ponto de vista social, com vistas a diminuição da violência de gênero em nosso país e uma maior atenção do sistema de justiça com relação ao alarmante número de feminicídios cometidos no Brasil.</p>
<p> </p>
<p><em><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/relatorio-sobre-direitos-humanos-destaca-aumento-de-violacoes-no-brasil" target="_blank"># Relatório sobre direitos humanos destaca aumento de violações no Brasil</a></em></p>
<p>Fonte: Justificando<br />Escrito por: Maciana de Freitas e Souza &#8211; bacharela em Serviço Social pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).</p>
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