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	<title>Violação &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Violação &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Itaú indenizará por impor reza e incentivar jejum para alcance de metas</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/itau-indenizara-por-impor-reza-e-incentivar-jejum-para-alcance-de-metas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 07:29:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio moral]]></category>
		<category><![CDATA[Cobrança por Metas]]></category>
		<category><![CDATA[Constrangimento]]></category>
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		<category><![CDATA[Itaú Unibanco]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade de crença]]></category>
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					<description><![CDATA[TRT reconheceu assédio moral e violação à liberdade de crença de bancária. O banco Itaú deverá indenizar bancária em R$ 15 mil por danos morais após gerente impor práticas religiosas como orações coletivas e sugerir jejuns para cumprimento de metas. A decisão é da 2ª turma do TRT 18ª (Tribunal Regional do Trabalho da 18ª [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">TRT reconheceu assédio moral e violação à liberdade de crença de bancária.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O banco <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/itau-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/itau-noticias/">Itaú</a> deverá indenizar bancária em R$ 15 mil por danos morais após gerente impor práticas religiosas como orações coletivas e sugerir jejuns para cumprimento de metas. A decisão é da <a href="https://www.trt18.jus.br/portal/" data-type="link" data-id="https://www.trt18.jus.br/portal/">2ª turma do TRT 18ª (Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região)</a>, por entender que a conduta configurou assédio moral e violou a liberdade de crença da trabalhadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os autos, a bancária relatou que era constrangida a aderir a rituais religiosos no ambiente de trabalho, inclusive com reuniões antecipadas para rezas coletivas e incentivo à prática de jejum como condição para atingir objetivos de produtividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Testemunhas confirmaram que músicas de cunho religioso eram tocadas na agência e que mensagens em grupos de WhatsApp reforçavam a exigência de condutas ligadas à crença da gerente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a relatora, juíza convocada Eneida Martins Pereira de Souza, a conduta ultrapassou os limites do poder diretivo do empregador e configurou violação a direitos fundamentais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A imposição de rituais religiosos configura assédio moral, pois fere a dignidade e a intimidade do trabalhador&#8221;, registrou a magistrada, ao fundamentar que tais práticas contrariaram o art. 5º, VI, da Constituição, que assegura a liberdade de crença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relatora ainda salientou que a cobrança de resultados associada à fé pessoal da gerente criava situação de constrangimento coletivo, pois os empregados se viam obrigados a participar de rituais que não refletiam suas próprias convicções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ressaltou que o Itaú deve responder pelos atos de sua representante e votou pela manutenção da indenização de R$ 15 mil por danos morais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://pje.trt18.jus.br/consultaprocessual/" data-type="link" data-id="https://pje.trt18.jus.br/consultaprocessual/">0010438-80.2024.5.18.0014</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/9/F2FAE288944BAE_Documento_496e1b9.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/9/F2FAE288944BAE_Documento_496e1b9.pdf">Leia a decisão</a>.</h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Operador que acessou conta bancária de Neymar tem justa causa mantida</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/operador-que-acessou-conta-bancaria-de-neymar-tem-justa-causa-mantida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 07:49:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acesso indevido]]></category>
		<category><![CDATA[CLT (Consolidação das Leis do Trabalho)]]></category>
		<category><![CDATA[confidencialidade de dados]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Instituição Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[lei 13.709/2018 (LGPD)]]></category>
		<category><![CDATA[LGPD]]></category>
		<category><![CDATA[Monitoramento]]></category>
		<category><![CDATA[Neymar Jr]]></category>
		<category><![CDATA[política de segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[quebra de confiança]]></category>
		<category><![CDATA[teleatendimento]]></category>
		<category><![CDATA[Violação]]></category>
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					<description><![CDATA[Magistrado destacou quebra de confiança e violação à LGPD por parte do trabalhador O juiz do Trabalho&#160;Marco Antônio dos Santos,&#160;da 27ª vara de São Paulo/SP, manteve justa causa aplicada a operador de teleatendimento que acessou indevidamente contas bancárias de clientes, dentre eles o jogador Neymar Jr. Para o magistrado, a conduta representou quebra de confiança [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">Magistrado destacou quebra de confiança e violação à LGPD por parte do trabalhador</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz do Trabalho&nbsp;Marco Antônio dos Santos,&nbsp;da 27ª vara de São Paulo/SP, manteve justa causa aplicada a operador de teleatendimento que acessou indevidamente contas bancárias de clientes, dentre eles o jogador Neymar Jr.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o magistrado, a conduta representou quebra de confiança e violação à LGPD, justificando a rescisão imediata do contrato.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O caso</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os autos, o operador realizou as consultas sem solicitação, autorização ou consentimento dos titulares, desrespeitando a política de segurança da empresa e comprometendo a privacidade e a confidencialidade dos dados dos clientes do banco contratante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acesso indevido foi identificado pelo sistema de monitoramento da instituição financeira e comunicado à empregadora, que confirmou a irregularidade após apuração interna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa relatou que o operador admitiu não ter um motivo específico para o acesso, apenas &#8220;curiosidade&#8221;, e que tinha ciência da proibição de consultar dados de clientes fora do atendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O depoimento de uma testemunha que presenciou a reunião de desligamento corroborou as alegações da empregadora.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Provas robustas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na sentença, o magistrado ressaltou que a empresa conseguiu demonstrar a irregularidade do acesso por meio de prova documental e testemunhal.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A gravidade do fato é inegável e houve inegável quebra da fidúcia, que deve existir em qualquer contrato de trabalho, e com maior razão no contrato de trabalho pois o reclamante desrespeitou Lei de proteção aos dados pessoais e expôs a reclamada junto ao seu cliente (Banco &#8212;&#8212;&#8211;), que podem ensejar consequências jurídicas contra essa e face a observância da lei 13.709/2018 (LGPD) e, portanto, a justificar a imediata rescisão do contrato de trabalho.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, o juiz concluiu que mediante as provas robustas contidas nos autos, fica &#8220;evidente que as punições aplicadas ao reclamante (suspensões), alinhada a conduta faltosa (ato de improbidade) de 26/08/2022, ensejaram a justa causa aplicada pela reclamada, nos termos do artigo 482, alínea &#8220;a&#8221; da CLT, prevalecendo a tese defensiva&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, o magistrado negou o pedido do operador, validando a justa causa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://pje.trt2.jus.br/consultaprocessual/detalhe-processo/1001023-66.2023.5.02.0069/1#e92a8a4" data-type="link" data-id="https://pje.trt2.jus.br/consultaprocessual/detalhe-processo/1001023-66.2023.5.02.0069/1#e92a8a4">0968466-13.2023.8.19.0001</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/2/D4ADB7D1DFC6AE_Juizvalidajustacausadeoperador.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/2/D4ADB7D1DFC6AE_Juizvalidajustacausadeoperador.pdf">Leia a decisão</a></h4>



<h5 class="wp-block-heading">Se Liga <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/curso-cpa-20-com-otimo-desconto-para-sindicalizados-e-seus-dependentes-aulas-presenciais/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/curso-cpa-20-com-otimo-desconto-para-sindicalizados-e-seus-dependentes-aulas-presenciais/">Curso CPA 20 com ótimo desconto para sindicalizados e seus dependentes. Aulas presenciais!</a></h5>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Santander viola direitos convocando trabalhadores afastados</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-viola-direitos-convocando-trabalhadores-afastados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Violação]]></category>
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					<description><![CDATA[Os trabalhadores do Santander afastados das fun&#231;&#245;es profissionais por mais de 15&#160;dias por doen&#231;a ocupacional est&#227;o sendo convocados para uma nova avalia&#231;&#227;o cl&#237;nica. O Sindicato orienta ao banc&#225;rio para que n&#227;o compare&#231;a, que encaminhe ao banco novamente o relat&#243;rio do seu m&#233;dico e denuncie no nosso Fale Conosco. O sigilo do denunciante &#233; absoluto. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>Os trabalhadores do Santander afastados das fun&ccedil;&otilde;es profissionais por mais de 15&nbsp;dias por doen&ccedil;a ocupacional est&atilde;o sendo convocados para uma nova avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica. O Sindicato orienta ao banc&aacute;rio para que n&atilde;o compare&ccedil;a, que encaminhe ao banco novamente o relat&oacute;rio do seu m&eacute;dico e denuncie no nosso <strong><a href="http://www.santosbancarios.com.br/index.php?det=fale_conosco">Fale Conosco</a></strong>. O sigilo do denunciante &eacute; absoluto.</p>
<p>A advogada especializada em Sa&uacute;de do Trabalho Maria Leonor Po&ccedil;o Jakobsen destaca que essa convoca&ccedil;&atilde;o &eacute; ilegal. &ldquo;O banco viola direitos elementares de cidadania e direitos humanos previstos na Constitui&ccedil;&atilde;o e nas leis trabalhistas. Os funcion&aacute;rios nessas condi&ccedil;&otilde;es est&atilde;o com contrato de trabalho suspenso, por isso o empregador n&atilde;o pode chamar o empregado, ele tem que respeitar esse per&iacute;odo de repouso para que o trabalhador possa se recuperar.&rdquo;</p>
<p><span style="color:#FF0000"><em><strong>Amea&ccedil;a</strong></em></span><br />
O tom da convoca&ccedil;&atilde;o &eacute; de amea&ccedil;a. &ldquo;Destacamos que o comparecimento &eacute; obrigat&oacute;rio, e o descumprimento poder&aacute; acarretar na aplica&ccedil;&atilde;o de medidas administrativas pertinentes&rdquo;, diz trecho do comunicado enviado aos banc&aacute;rios.</p>
<p>&ldquo;No meu ponto de vista est&aacute; mais parecendo uma desconfian&ccedil;a da minha doen&ccedil;a e tratamento, juntamente com um tom de amea&ccedil;a caso eu n&atilde;o compare&ccedil;a para avalia&ccedil;&atilde;o&rdquo;, refor&ccedil;a uma banc&aacute;ria que teve de pedir afastamento. Ela se encontra com grave quadro de depress&atilde;o e s&iacute;ndrome do p&acirc;nico por causa das cobran&ccedil;as exageradas por metas. Ficou afastada por um ano, mas no retorno, n&atilde;o conseguiu retomar suas fun&ccedil;&otilde;es. &ldquo;N&atilde;o tive condi&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas de chegar at&eacute; o banco. Entrei em p&acirc;nico e voltei na metade do caminho. Marquei uma consulta com o meu psiquiatra e ficou n&iacute;tida a minha falta de capacidade psicol&oacute;gica. Estou tomando medicamentos fort&iacute;ssimos (tarja preta) para controlar meu sistema nervoso, depress&atilde;o e ansiedade.&rdquo;</p>
<p>O m&eacute;dico da banc&aacute;ria concedeu-lhe afastamento por 30 dias. Ela conta que enviou o atestado m&eacute;dico para sua gestora. &ldquo;Para minha surpresa recebi um e-mail solicitando a minha presen&ccedil;a na torre do Santander para uma avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica complementar&rdquo;, relata.</p>
<p><span style="color:#FF0000"><em><strong>CAT</strong></em></span><br />
Os banc&aacute;rios que compareceram &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o do banco denunciam que n&atilde;o lhes foi concedida a Comunica&ccedil;&atilde;o de Acidente de Trabalho (CAT), que tem a finalidade de informar um acidente de trabalho ou uma doen&ccedil;a ocupacional. O documento &eacute; importante para que o INSS reconhe&ccedil;a que uma eventual doen&ccedil;a ocasionada pelo trauma &ndash; como uma s&iacute;ndrome do p&acirc;nico ou uma depress&atilde;o, ambas de grande incid&ecirc;ncia nos banc&aacute;rios &ndash; tenha sido originada no desempenho das fun&ccedil;&otilde;es laborais.</p>
<p>&ldquo;Infelizmente nos parece que essa avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica existe mais para respaldar e subsidiar o banco na descaracteriza&ccedil;&atilde;o do acidente de trabalho, j&aacute; que o Santander vem recorrendo junto ao INSS questionando a concess&atilde;o do aux&iacute;lio acidente B-91 [concedido ao trabalhador em caso de les&atilde;o ocupacional ou acidente de trabalho], do que realmente cumprir o papel de apoiar o trabalhador&rdquo;, critica a Dirigente do&nbsp;SEEB S&atilde;o Paulo e Intergrante da <strong><a href="http://www.intersindicalcentral.com.br/">Intersindical &#8211; Central da Classe Trabalhadora</a></strong>, Vera Marchioni. &ldquo;At&eacute; porque todos os trabalhadores atendidos nesta avalia&ccedil;&atilde;o, que procuraram o movimento sindical, mesmo relatando o nexo entre a doen&ccedil;a e o trabalho, nenhum teve a CAT emitida pelo banco&rdquo;, refor&ccedil;a a dirigente.</p>
<p>Fonte: Seeb-SP<br />Escrito por: Imprensa Seeb-SP</p>
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