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	<title>vigilantes &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>vigilantes &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>COE Mercantil cobra mais segurança nos PAAs em reunião com a nova gerência de RH do banco</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/coe-mercantil-cobra-mais-seguranca-nos-paas-em-reuniao-com-a-nova-gerencia-de-rh-do-banco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 08:20:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercantil do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio moral]]></category>
		<category><![CDATA[Cobranças por Metas]]></category>
		<category><![CDATA[COE Mercantil cobra mais segurança nos PAAs em reunião com a nova gerência de RH do banco]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Organização dos Empregados do Mercantil (COEBMB)]]></category>
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					<description><![CDATA[Representantes dos trabalhadores também cobraram mais transparência nas campanhas de premiação do Mercantil Na última semana, 19/3, a Comissão de Organização dos Empregados do Mercantil (COEBMB) se reuniu com o banco, por videoconferência, para conhecer a nova Gerência de RH. A representação dos trabalhadores aproveitou a oportunidade para cobrar do banco mais segurança nos postos [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-84fde52e35efcc3ee7b5e917cf480bf1">Representantes dos trabalhadores também cobraram mais transparência nas campanhas de premiação do Mercantil</h4>



<p>Na última semana, 19/3, a Comissão de Organização dos Empregados do Mercantil (COEBMB) se reuniu com o banco, por videoconferência, para conhecer a nova Gerência de RH. A representação dos trabalhadores aproveitou a oportunidade para cobrar do banco mais segurança nos postos de atendimento avançado (PAAs).</p>



<p>Além dos integrantes da COE, representando o banco, participaram a gerente de RH, Ângela Machado, e suas assistentes, Grace e Gabriela.</p>



<p>Após a apresentação da nova Gerência de RH, a COE reforçou a necessidade de maior responsabilidade do <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/mercantil-do-brasil/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/mercantil-do-brasil/">Mercantil</a> quanto à segurança de trabalhadores e clientes nos PAAs que, desde 2024, operam sem vigilantes.</p>



<p>&#8220;Apesar da legalidade da ausência dos vigilantes armados nos PAAs, a direção do banco precisa entender que a vida vale mais que o lucro! Garantir um ambiente de trabalho seguro é essencial&#8221;, destacou Vanderci Antônio, funcionário do Mercantil e coordenador nacional da COE Mercantil.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sindicalize-se!</h4>



<p>A sindicalização é um direito do trabalhador e um verdadeiro exercício de cidadania. Os sindicatos são os representantes dos funcionários junto ao banco Mercantil e&nbsp;<a href="https://santosbancarios.com.br/sindicaliza-formulario/">sindicalizar-se</a>&nbsp;significa participar de ações que valorizam o ofício de cada funcionária e funcionário dentro e fora da empresa.</p>



<p>Para que a atuação do Sindicato seja cada vez mais ampla, é fundamental que os trabalhadores bancários se&nbsp;<a href="https://santosbancarios.com.br/sindicaliza-formulario/">sindicalizem</a>&nbsp;e mobilizem seus colegas para se&nbsp;<a href="https://santosbancarios.com.br/sindicaliza-formulario/">associarem ao Sindicato</a>. Além de fortalecer as ações, os sindicalizados também contam com vários benefícios como convênios, assistências jurídica, previdenciária e odontológica, entre outras vantagens.&nbsp;<a href="https://santosbancarios.com.br/sindicaliza-formulario/">Acesse aqui a ficha de sindicalização</a>.</p>
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		<title>Bancária do Itaú morta durante assalto em agência de Poá/SP</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bancaria-do-itau-morta-durante-assalto-em-agencia-de-poa-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 15:15:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[Aline bancária do Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[Bancária assassinada Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Falta de segurança nas agências]]></category>
		<category><![CDATA[Morte de bancária Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[portas giratórias]]></category>
		<category><![CDATA[vigilantes]]></category>
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					<description><![CDATA[Aline Souza Lira trabalhava há 15 anos no banco Itaú. Bancária foi baleada e morreu ainda no local do assalto. Suspeito do crime também morreu. A segurança bancária sempre foi necessária. Mas os bancos insistem em retirar portas giratórias e vigilantes O Sindicato dos Bancários de Santos e Região luta historicamente por mais segurança nas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Aline Souza Lira trabalhava há 15 anos no banco Itaú. Bancária foi baleada e morreu ainda no local do assalto. Suspeito do crime também morreu. A segurança bancária sempre foi necessária. Mas os bancos insistem em retirar portas giratórias e vigilantes</h4>



<p></p>



<p>O Sindicato dos Bancários de Santos e Região luta historicamente por mais segurança nas agências da Baixada Santista, contra diminuição de vigilantes, retirada de portas giratórias.</p>



<p>Inclusive a Lei 168/95, de autoria do ex-vereador e atual secretário geral do Sindicato, Ricardo Saraiva Big, desde 1995, obriga agências bancárias de Santos a ter PORTA GIRATÓRIA detectora de metais, circuito de tv, cabine blindada e alarme. Esta lei deu origem a outras similares em outras cidades da região.</p>



<p>Segundo a diretoria, infelizmente, atualmente, sob a argumentação das instituições financeiras de que não trabalham mais com numerário, o que não é real na maioria dos casos, as leis de obrigatoriedade estão sendo afrouxadas. Os bancos colocam o &#8220;Lucro Acima da Vida&#8221; e retiram vigilantes e portas giratórias em algumas agências de cidades da Baixada Santista, assim como já retiraram em milhares de outras Brasil a fora. “Aqui ainda sofrem resistência por conta das leis”, relata Élcio Quinta, presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e bancário do Itaú.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Aline a vítima</h4>



<p>A gerente de banco Aline Souza Lira&nbsp;morreu após ser baleada durante um assalto a uma agência bancária em Poá, nesta quinta-feira (28). Segundo um perfil de uma rede social, Aline, de 34 anos, trabalhava no banco Itaú desde 2008 e atuava como gerente de atendimento ao cliente desde 2021.</p>



<p>Aline já havia atuado como operadora, agente de atendimento, caixa de banco e supervisora de tesouraria. Antes, a bancária havia trabalhado como vendedora em uma loja de varejo.</p>



<p>Além de atuar como bancária, Aline era graduada em Letras e Pedagogia. Segundo informações da polícia, a gerente foi usada como escudo durante o assalto.</p>



<p>De acordo com informações da Polícia Civil, um homem entrou na agência pouco antes das 11h, tomou a arma de um vigilante e usou a funcionária como escudo. Em seguida, houve troca de tiros que resultou na morte da funcionária e do assaltante.</p>



<p>A diretoria do Sindicato dos Bancários de Santos e Região está consternada e se solidariza com a família de Aline e com todos os funcionários da agência.</p>
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		<title>Pesquisa aponta 66 mortes em assaltos envolvendo bancos em 2014</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/pesquisa-aponta-66-mortes-em-assaltos-envolvendo-bancos-em-2014/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Diegues]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[assassinatos]]></category>
		<category><![CDATA[bancos]]></category>
		<category><![CDATA[corresponde bancário]]></category>
		<category><![CDATA[insegurança]]></category>
		<category><![CDATA[mortes]]></category>
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		<category><![CDATA[saidinha de banco]]></category>
		<category><![CDATA[vigilantes]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa nacional aponta que 66 pessoas foram assassinadas em assaltos envolvendo bancos em 2014, uma m&#233;dia de 5,5 v&#237;timas fatais por m&#234;s, o que representa aumento de 1,5% em rela&#231;&#227;o a 2013, quando foram registradas 65 mortes. O levantamento foi realizado pela Contraf e Confedera&#231;&#227;o Nacional dos Vigilantes (CNTV), com base em not&#237;cias da imprensa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>Pesquisa nacional aponta que 66 pessoas foram assassinadas em assaltos envolvendo bancos em 2014, uma m&eacute;dia de 5,5 v&iacute;timas fatais por m&ecirc;s, o que representa aumento de 1,5% em rela&ccedil;&atilde;o a 2013, quando foram registradas 65 mortes. O levantamento foi realizado pela Contraf e Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Vigilantes (CNTV), com base em not&iacute;cias da imprensa e com apoio t&eacute;cnico do Dieese.</p>
<p>A divulga&ccedil;&atilde;o da pesquisa ocorreu na tarde desta ter&ccedil;a-feira (24). S&atilde;o Paulo (20), Rio de Janeiro (8), Goi&aacute;s (5), Minas Gerais (4), Paran&aacute; (4) e Pernambuco (4) foram os estados com o maior n&uacute;mero de mortes.&nbsp;</p>
<p>As principais ocorr&ecirc;ncias (48,5%) foram o crime de &quot;saidinha de banco&quot;, que provocou 32 mortes; o assalto a correspondentes banc&aacute;rios (24,2%), que matou 16 pessoas; o transporte de valores (13,6%, que vitimou 9 pessoas, e o assalto a ag&ecirc;ncias (10,6%), que tirou a vida de 7 pessoas. Houve tamb&eacute;m 2 mortes em ataques a caixas eletr&ocirc;nicos.</p>
<p>Novamente, as principais v&iacute;timas (54,5%) foram os clientes (36), seguidas de vigilantes (10) e policiais (8). As demais mortes s&atilde;o de transeuntes, donos ou empregados de correspondentes banc&aacute;rios e v&iacute;timas de balas perdidas em tiroteios entre assaltantes de bancos e policiais.&nbsp;</p>
<p>A pesquisa tamb&eacute;m revela a faixa et&aacute;ria das v&iacute;timas, quase sempre identificada nas not&iacute;cias da imprensa. As idades entre 31 a 40 anos e acima de 60 anos foram as mais visadas, com 14 mortes cada (21,2%), seguida pela idade de 41 a 50 anos, com 13 mortes (19,7%), e a idade at&eacute; 30 anos, com 9 mortes (13,6%).</p>
<p>J&aacute; o g&ecirc;nero das v&iacute;timas continua sendo liderado pelos homens (57), o que representa 86% dos casos. Tamb&eacute;m foram assassinadas 9 mulheres (14%).</p>
<p><strong><span style="color:#FF0000">Falta de investimentos dos bancos e tentativa de transferir responsabilidades</span></strong></p>
<p>Para o movimento sindical, essas mortes comprovam outra vez a car&ecirc;ncia de investimentos dos bancos para melhorar a seguran&ccedil;a dos estabelecimentos e garantir um atendimento seguro para os clientes e a popula&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p>Em vez de fazer a sua parte, os bancos vivem empurrando a responsabilidade pela seguran&ccedil;a para os clientes e o Estado, apesar da atividade de risco que exercem e dos seus lucros abundantes.</p>
<p>Segundo dados apurados pelo Dieese com base nos balan&ccedil;os publicados, os cinco maiores bancos (Ita&uacute;, BB, Bradesco, Caixa e Santander) apresentaram lucros de R$ 60,3 bilh&otilde;es em 2014. J&aacute; as despesas com seguran&ccedil;a e vigil&acirc;ncia somaram R$ 3,7 bilh&otilde;es, o que representa m&eacute;dia de 6,1% em compara&ccedil;&atilde;o com os lucros auferidos.&nbsp;</p>
<p>Como se n&atilde;o bastasse essa escassez de investimentos em seguran&ccedil;a, os bancos vivem descumprindo a lei federal n&ordm; 7.102/83, que tem mais de 30 anos e se encontra defasada diante do crescimento da viol&ecirc;ncia e da criminalidade. No ano passado, a Pol&iacute;cia Federal aplicou multas contra 21 bancos, no total de R$ 19 milh&otilde;es, durante as reuni&otilde;es da Comiss&atilde;o Consultiva para Assuntos de Seguran&ccedil;a Privada (CCASP).</p>
<p><span style="color:#FF0000"><strong>Inseguran&ccedil;a nos correspondentes banc&aacute;rios</strong></span></p>
<p>A disparada das mortes em assaltos a correspondentes banc&aacute;rios (lot&eacute;ricas, banco postal, lojas e outros estabelecimentos) n&atilde;o surpreende. Os bancos est&atilde;o elitizando os servi&ccedil;os e empurrando cada vez os clientes de baixa renda para esses estabelecimentos, onde a seguran&ccedil;a &eacute; m&iacute;nima, quando existe, precarizando o atendimento, aumentando o risco e expondo perigosamente a vida das pessoas.</p>
<p>A pesquisa revela tamb&eacute;m o aumento das mortes em opera&ccedil;&otilde;es de dep&oacute;sitos e transporte de valores com ou sem carro-forte.&nbsp;</p>
<p>Fonte: Com informações da Contraf com CNTV e Dieese</p>
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