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	<title>Viagem Turística &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Viagem Turística &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Revertida justa causa a trabalhador que viajou durante afastamento médico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente Doméstico]]></category>
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		<category><![CDATA[Faltas Injustificadas]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão é da Justiça do Trabalho que determinou a reversão da justa causa aplicada ao trabalhador que fez viagem turística durante período de afastamento médico O juiz do Trabalho Sergio Alexandre Resende Nunes, da vara de Patrocínio/MG, determinou a reversão da justa causa aplicada a trabalhador que fez viagem turística durante período de afastamento médico. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Decisão é da Justiça do Trabalho que determinou a reversão da justa causa aplicada ao trabalhador que fez viagem turística durante período de afastamento médico</p>
<p>O juiz do Trabalho Sergio Alexandre Resende Nunes, da vara de Patrocínio/MG, determinou a reversão da justa causa aplicada a trabalhador que fez viagem turística durante período de afastamento médico.</p>
<p> </p>
<p>O autor alegou que caiu do telhado de sua residência e que, mesmo com dor insuportável, trabalhou nos dois dias seguintes, mas após ir ao pronto socorro, teve constatada uma fratura na costela. Em virtude disso, levou atestado no dia seguinte e ficou de repouso.</p>
<p> </p>
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<p> </p>
<p>Ao retornar para o trabalho, 10 dias após a queda, foi dispensado por justa causa. Isso porque, segundo a empresa, o trabalhador se utilizou da ausência do trabalho para viajar a lazer para Caldas Novas/GO. A empresa afirmou ainda que o autor já havia recebido diversas advertências por causa de faltas injustificadas e apresentou grande número de atestados médicos entre 2016 e 2018. A reclamada também juntou aos autos diversas fotos de redes sociais que comprovavam a viagem do autor.</p>
<p> </p>
<p>Para o juiz, a alegação &#8220;somente poderia configurar justa causa se o reclamante tivesse simulado a enfermidade para obter um atestado médico falso e, assim, usufruir de dias de descanso indevidos&#8221;.</p>
<p> </p>
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<p> </p>
<p>Segundo o magistrado, vez por outra o noticiário informa que médicos inescrupulosos fornecem atestados sem real motivo, e que alguns chegam a fazer disso um comércio, sendo que a lei 8.123/91 dispõe, para evitar essas situações, que a empresa que tem serviço médico, próprio ou conveniado, não está obrigada a aceitar atestado de outra origem, o que dificulta os desvios de conduta.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;No caso dos autos, porém, o prontuário de atendimento no Pronto Socorro não permite dúvida de que, por meio de exame de raio X, foi constatado que o reclamante fraturou a costela. Assim, o autor tinha direito aos dias de afastamento correspondentes ao atestado médico, não havendo dever legal ou ético, nem princípio jurídico que obrigasse o empregado a permanecer em casa, enquanto ocorria a consolidação da fratura.&#8221;</p>
<p> </p>
<p>Em virtude disso, o magistrado julgou procedente o pedido para reverter a justa causa.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Processo:</strong></span> 0010261-08.2019.5.03.0080</p>
<p> </p>
<p><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2020/2/BFB95B71524051_sentenca06-02-20-trt3EDITADO.pdf" target="_blank">Confira a íntegra da sentença</a></p>
<p> </p>
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<p>Fonte: Migalhas &#8211; 06/02/2020</p>
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