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	<title>venda da eletrobras &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>venda da eletrobras &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>TCU trava venda da Eletrobras e possivelmente pode ser reestatizada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[reestatização eletrobras]]></category>
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					<description><![CDATA[Relator Aroldo Cedraz quer revogar clausula, a ser votada, que impede possível reestatização da Eletrobras, se ela for vendida. Já Vital do Rego pediu vistas de 60 dias, o que adia todo o processo de venda Na votação da proposta do governo federal para a privatização da Eletrobras, o relator, Aroldo Cedraz, do Tribunal de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Relator Aroldo Cedraz quer revogar clausula, a ser votada, que impede possível reestatização da Eletrobras, se ela for vendida. Já Vital do Rego pediu vistas de 60 dias, o que adia todo o processo de venda</p>
<p></p>
<p>Na votação da proposta do governo federal para a privatização da Eletrobras, o relator, Aroldo Cedraz, do Tribunal de Contas da União (TCU) pede que uma cláusula apresentada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), seja revisada.</p>
<p> </p>
<p>A clausula chamada de “pílula do veneno” (poison pill, no termo original em inglês), que impede que a estatal fique sob o controle de um acionista privado, pode impedir também a prerrogativa do governo federal de, a qualquer tempo, reverter o processo de desestatização da Eletrobras, mediante pagamento de valores justos, mas não exorbitantes aos demais acionistas.</p>
<p> </p>
<p>Em sua tese Cedraz defende que o Estado tem assegurado pela Constituição a prerrogativa de retomar o controle da Eletrobras, caso houver uma necessidade estratégica que justifique essa decisão.</p>
<p> </p>
<p>“Se essa a ‘pílula do veneno’ cair, a possibilidade de num eventual governo Lula, a Eletrobras ser reestatizada é muito grande”, explica a advogada Elisa Oliveira Alves, do escritório Garcez, que representa entidades contrárias à venda da estatal.</p>
<p> </p>
<p>A &#8220;pílula do veneno&#8221; consiste em uma regra que se um acionista venha a ultrapassar determinados limites de participação acionária seria penalizado com a obrigação de realizar oferta pública para a aquisição das quotas dos demais acionistas. O valor dessa oferta seria até três vezes superior à maior cotação histórica das ações no mercado.</p>
<p> </p>
<p><strong>Pedido de vistas atrasa processo de privatização</strong></p>
<p>A votação do TCU nesta quarta-feira (20) também adiou o lançamento de ações na bolsa de valores para que a Eletrobras seja vendida. O governo precisaria que o modelo de privatização fosse aprovado até o dia 27 de abril para comunicar a venda de suas ações até 14 de maio, à SEC – espécie de Comissão de Valores Mobiliário (CVM) dos Estados Unidos- que fiscaliza o mercado.</p>
<p> </p>
<p>O adiamento ocorreu após o pedido de vistas de 60 dias do ministro do TCU, Vital do Rego, que pede mais esclarecimentos sobre o preço da Eletrobras, que segundo ele, não estaria de acordo com o mercado.</p>
<p> </p>
<p>O plenário do TCU permitiu 20 dias de adiamento e mais 40 dias de prorrogação, de acordo com o regimento. A ministra Ana Arraes questionou, inclusive, o departamento jurídico do TCU para que confirme quantos dias o pedido de vistas pode ser prorrogado.</p>
<p> </p>
<p>Para a advogada Elisa Oliveira Alves, o regimento permite sim, a prorrogação do pedido de vistas.</p>
<p> </p>
<p>“Mesmo com apenas 20 dias de prorrogação, a direção da Eletrobras precisa aprovar o balanço do primeiro trimestre deste ano, que não está pronto. Isto deve atrasar o processo até meados de julho, atrapalhando os planos do governo”, explica a advogada.</p>
<p> </p>
<p>Como o processo de privatização só poderá ser concluído com a aprovação do Tribunal, somente depois disso é que o governo poderá vender cerca de 70% das suas ações da empresa. Com a privatização, o governo deixa de ser acionista majoritário e passa a ter 45% da Eletrobras, que ficará sob o controle do capital privado.</p>
<p> </p>
<p>Para a advogada, o adiamento do julgamento e a série de mudanças na metodologia do cálculo de quanto vale a empresa que o ministro-relator Aroldo Cedraz fez, poderão afetar a confiança e credibilidade do mercado financeiro na lisura do processo, dificultando a privatização da estatal.</p>
<p> </p>
<p>Para o ministro Vital do Rego, o processo de venda está cheio de irregularidades que podem dar prejuízos bilionários ao país. Os ministros do TCU têm pedido ao governo federal mais informações sobre como se dará a saída da União como principal acionista da estatal.</p>
<p> </p>
<p>Crédito: Marcello Casal Jr/Agência Brasil<br />Fonte: CUT<br />Escrito por: Rosely Rocha      </p>
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