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	<title>Valorização do Salário &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Valorização do Salário &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Centrais propõem política de valorização do salário mínimo para os próximos 25 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2023 12:52:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[25 anos de aumentos]]></category>
		<category><![CDATA[aumento do Salário mínimo]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento real do mínimo]]></category>
		<category><![CDATA[Centrais pedem aumento do mínimo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Documento foi entregue ontem segunda-feira (3) ao governo. Entidades ressaltam papel do mínimo para o aumento da renda da população mais pobre As centrais sindicais formalizaram, segunda-feira (3), ao governo sua proposta para uma política de longo prazo – 25 anos – para valorização do salário mínimo. Ou seja, não apenas para o atual governo, [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Documento foi entregue ontem segunda-feira (3) ao governo. Entidades ressaltam papel do mínimo para o aumento da renda da população mais pobre</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">As centrais sindicais formalizaram, segunda-feira (3), ao governo sua proposta para uma política de longo prazo – 25 anos – para valorização do salário mínimo. Ou seja, não apenas para o atual governo, mas até 2053. Com reajuste pelo INPC, aumento real equivalente ao PIB mais um “piso” e revisão da aplicação das medidas a cada 10 anos. O documento foi entregue ao ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas para os três próximos anos, até o final do mandato do governo Lula, a proposta das centrais preserva fórmula utilizada nos governos Lula e Dilma, com acréscimo no ganho real (acima da inflação). Assim, em 2024, 2025 e 2026 o salário mínimo seria reajustado pelo INPC do ano anterior e o percentual do PIB de dois anos antes mais 2,40%.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Aumento da renda</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">“É reconhecida como um dos fatores mais importantes para o aumento da renda da população mais pobre e marca o sucesso de uma luta que promoveu um grande acordo salarial na história do país”, afirmam as centrais sobre a política de valorização do salário mínimo, implementada no primeiro governo Lula. “A política estabeleceu, ao mesmo tempo, regra permanente e previsível, promovendo a recuperação gradativa e diferida no tempo, com referência, para os aumentos reais, no crescimento da economia. A valorização do SM induz a ampliação do mercado consumidor interno e, consequentemente, fortalece a economia brasileira.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos governos Lula/Dilma, de 2003 a 2016, o salário mínimo teve reajuste acumulado de 340%, enquanto o INPC-IBGE somou 148,34%. Assim, houve aumento real de 77,18%. A política de valorização foi aplicada apenas até 2019.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Metade do valor original</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">No documento, as entidades sindicais, com assessoria do&nbsp;<a href="http://dieese.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dieese</a>, observa que o mínimo atual corresponde a apenas metade do valor real do período de sua criação, em 1940. Atualizado para valores de dezembro último, o piso estaria em R$ 2.441,38, diferença de 87,51% em relação ao valor atual, de R$ 1.302. O mínimo subirá para R$ 1.320 em maio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Dessa forma, um primeiro objetivo deve ser que ele recupere seus valores, em termos reais, do que era em sua implementação, dada sua importância para as famílias de menor renda – garantiria ser ação anticíclica e com considerável retorno via arrecadação de impostos”, afirmam. Os sindicalistas criticam a atuação do Banco Central e a “herança problemática” do governo anterior.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Aumento de longo prazo</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, as centrais estimam que, pelas projeções de momento, haveria aumento real médio de 3,85% ao ano de 2023 a 2026. E de 4,2% considerando apenas o período 2024-2026. A variação média desde o Plano Real, de 1994 a 2022, é de 2,4% ao ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com essa política de valorização e supondo que o PIB cresça igual ou abaixo da média histórica desde o Plano Real (2,4% aa), seriam necessários 28 anos para que se retornasse ao valor real do salário mínimo no ano de sua criação (R$ 2.441,38) e 34 anos para que seu valor atingisse 50% do Salário Mínimo Necessário do DIEESE (R$ 3.273,89)”, concluem as centrais. “Desse modo, garante-se que ao final do período da política, independente dos ciclos econômicos, se chegará ao valor definido, o que ocorrerá mas rapidamente com a aplicação do aumento real do PIB nos anos em que ele crescer acima dos 2,4% a.a.”</p>
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		<title>Sem valorização do salário mínimo, desigualdade aumenta</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/sem-valorizacao-do-salario-minimo-desigualdade-aumenta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Valorização do Salário]]></category>
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					<description><![CDATA[“Desde o fim da valorização do salário mínimo, temos apenas o reajuste da inflação. Isso não coloca o piso como ferramenta de distribuição de renda, uma vez que o salário é importante, seja para aposentados ou trabalhadores da iniciativa privada”, analisa diretor do Dieese No mesmo dia que o Brasil caiu cinco posições no ranking [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Desde o fim da valorização do salário mínimo, temos apenas o reajuste da inflação. Isso não coloca o piso como ferramenta de distribuição de renda, uma vez que o salário é importante, seja para aposentados ou trabalhadores da iniciativa privada”, analisa diretor do Dieese</p>
<p></p>
<p>No mesmo dia que o Brasil caiu cinco posições no ranking de Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), ontem (15/12/2020), o governo de Jair Bolsonaro enviou ao Congresso Nacional a previsão de R$ 1.088 para o valor para o salário mínimo em 2021, sem aumento real, apenas com reajuste da inflação.</p>
<p> </p>
<p>O diretor técnico do Dieese, Fausto Augusto Junior, afirma que o Brasil abandonou as políticas de distribuição de renda e valorização do piso nacional, o que ajuda a perpetuar a desigualdade. No ranking do Índice de Desenvolvimento Humano em 2019, divulgado pelo Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (Pnud), o Brasil caiu cinco posições e, agora, ocupa posição 84 entre 189 países.</p>
<p> </p>
<p>“O Brasil está estacionado no índice, diante da melhora de quase todos os países em 2019. Quando olhamos para o IDH, é importante olharmos para políticas sociais, seja educação ou saúde. Não há menor dúvida que algumas medidas do governo contribuíram para essa queda, como o fim da valorização do mínimo e cortes no Bolsa Família”, afirmou Augusto Junior.</p>
<p> </p>
<p>Os três países que lideram o ranking de Desenvolvimento Humano são europeus: em primeiro lugar está a Noruega, com Irlanda e Suíça empatadas em segundo. Quando é feita uma comparação com países da América do Sul, a média brasileira é menor do que a de Chile, Argentina, Uruguai, Peru e Colômbia.</p>
<p> </p>
<p><strong>Sem aumento real do salário mínimo. E sem investimento público</strong></p>
<p>O governo federal fez a estimativa do salário mínimo de 2021 por meio de projeção do Ministério da Economia para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2020, de 4,11%. O piso salarial hoje é de R$ 1.045 e, para o ano que vem, deve aumentar apenas R$ 43.</p>
<p> </p>
<p>Em 2019, o presidente Bolsonaro anunciou o fim da política de valorização do salário mínimo, implantado pelo governo Lula, em 2003, quando o salário mínimo estava na casa dos R$ 200. Com a implantação da fórmula de acrescentar ao benefício o crescimento do PIB de dois anos anteriores junto da inflação, o ex-presidente deixou seu o governo em 2010 com o salário mínimo em R$ 510. Em 2016, Dilma deixou a presidência com o salário em R$ 880.</p>
<p> </p>
<p>Fausto lembra que a correção monetária do salário mínimo, feita por Bolsonaro, não é uma vontade do governo federal, mas apenas uma obrigação legal. “Desde o fim da valorização do salário mínimo, temos apenas o reajuste da inflação. Isso não coloca o piso como ferramenta de distribuição de renda, uma vez que o salário é importante, seja para aposentados ou trabalhadores da iniciativa privada“, disse.</p>
<p> </p>
<p>O diretor técnico do Dieese acrescenta que, para retomar o crescimento do IDH do Brasil, é preciso garantir as políticas públicas de maneira efetiva à população. “No caso da saúde, o SUS é fundamental para contribuir na redução da mortalidade infantil e no aumento da expectativa de vida. O problema é que o governo está transformando os direitos sociais em mercadoria”, criticou.</p>
<p> De acordo com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o salário mínimo serve de referência para 49 milhões de trabalhadores no Brasil.</p>
<p> </p>
<p>Apesar da proposta, o valor do piso para 2021 só deve ser confirmado em janeiro, quando os dados da inflação de 2020 estarão consolidados.</p>
<p>Crédito: Empresa Brasil de Comunicação<br />Fonte: Rede Brasil Atual</p>
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