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	<title>Vacinas contra P1 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Vacinas Oxford e Pfizer são eficazes contra variante brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinas contra P1]]></category>
		<category><![CDATA[vacinas oxford e pfizer]]></category>
		<category><![CDATA[variante brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa ainda está em versão prévia, mas aponta que a variante, chamada P.1, é menos resistente às vacinas do que a identificada pela primeira vez na África do Sul Um estudo preliminar feito por pesquisadores brasileiros e da Universidade de Oxford aponta que as vacinas desenvolvidas pela universidade e pela Pfizer são eficazes contra a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa ainda está em versão prévia, mas aponta que a variante, chamada P.1, é menos resistente às vacinas do que a identificada pela primeira vez na África do Sul</p>
<p></p>
<p>Um estudo preliminar feito por pesquisadores brasileiros e da Universidade de Oxford aponta que as vacinas desenvolvidas pela universidade e pela Pfizer são eficazes contra a variante brasileira do coronavírus identificada pela primeira vez em Manaus, a P.1.</p>
<p> </p>
<p>A pesquisa ainda não foi revisada por outros cientistas nem publicada em revista, mas está disponível on-line.</p>
<p> </p>
<p>O estudo aponta que a P.1 foi menos resistente às duas vacinas do que a variante identificada pela primeira vez na África do Sul, a B.1351, que também já circula no Brasil. A P.1 também foi menos resistente aos anticorpos surgidos depois de uma infecção natural pelo coronavírus.</p>
<p> </p>
<p>Assim como a B.1351, a P.1 já circula em vários estados brasileiros. Desde que surgiram, ambas vêm sendo apontadas por cientistas como potencialmente mais transmissíveis e com potencial de enfraquecer a ação de anticorpos humanos contra o vírus. Isso preocupava cientistas porque abria a possibilidade de reinfecção e de que as atuais vacinas não funcionassem contra essas variantes.</p>
<p>Fonte: g1.globo.com</p>
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