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	<title>Vacinação incompleta &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Esquema vacinal incompleto aumenta risco de desenvolver Covid longa, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Dec 2023 14:04:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Covid longa]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação covid]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação incompleta]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa mostra que três em cada quatro pacientes infectados pelo coronavírus relataram sintomas persistentes da doença Não se imunizar com todas as doses da vacina contra a Covid-19&#160;aumenta as chances de desenvolvimento da Covid longa. De acordo com um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e da Universidade Federal do Rio [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Pesquisa mostra que três em cada quatro pacientes infectados pelo coronavírus relataram sintomas persistentes da doença</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não se imunizar com todas as doses da vacina contra a Covid-19&nbsp;<strong>aumenta as chances de desenvolvimento da Covid longa</strong>. De acordo com um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS),<strong>&nbsp;três em cada quatro pacientes</strong>&nbsp;infectados pelo coronavírus relataram&nbsp;<strong>sintomas persistentes</strong>&nbsp;da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa, divulgada nesta segunda-feira (4), aponta que<strong>&nbsp;aqueles que não se vacinaram apresentaram 23% mais chance de ter Covid longa</strong>&nbsp;se comparados às pessoas que se imunizaram com três ou quatro doses. Entre os que tomaram até duas doses, a probabilidade de desenvolvimento de sintomas persistentes é 8% maior.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Consequências a longo prazo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os pesquisadores acompanharam mil pacientes entre 2020 e 2023 para monitorar os efeitos da pandemia a longo prazo. Natan Feter, pesquisador da UFRGS e um dos autores do estudo, explica que os resultados alertam para as <a href="https://g1.globo.com/saude/noticia/2023/11/10/uso-da-ivermectina-contra-covid-segue-vetado-pela-oms-em-novas-diretrizes-para-tratamento-da-doenca.ghtml">consequências da Covid-19</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;No início, se acreditava que os efeitos da pandemia seriam só indiretos, com o aumento nos casos de ansiedade, depressão e sedentarismo. Mas a pesquisa mostra os efeitos diretos na saúde&#8221;, alerta Natar Feter.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Covid longa é caracterizada pela permanência de sintomas da Covid-19 por três meses ou mais. Entre as queixas mais comuns estão: dores de cabeça, fadiga, perda de olfato e paladar, tosse, queda de cabelo e complicações neurológicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das queixas relatadas pelos entrevistados, Feter também destaca que a alta prevalência dos sintomas a longo prazo acarreta a sobrecarga do Sistema Único de Saúde (SUS). &#8220;A Covid longa se revelou um problema relevante para a saúde pública, tanto pela carga como pela prevalência dos sintomas&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o pesquisador, essa condição persistente pode ser considerada como uma nova fase pós-pandemia. O estudo mostra que a condição crônica está associada à perda de produtividade e a maiores gastos do sistema público de saúde.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Índices de vacinação no Brasil</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos altos índices de vacinação da população no Brasil, com mais de <strong>518 milhões de doses aplicadas</strong> contra a Covid-19, a cobertura da vacina bivalente é baixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com dados do Ministério da Saúde, apenas <strong>17% da população </strong>foi imunizada com a<strong> dose bivalente</strong>. A vacina serve como um reforço para a imunização realizada com as demais vacinas monovalentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a baixa imunização das doses de reforço, alguns estados registram tendência de alta nos casos da doença. Segundo o boletim mais recente da&nbsp;<strong>Fiocruz</strong>, Alagoas, Amazonas, Amapá, Maranhão, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Santa Catarina devem observar aumento no número casos de Covid-19 nas próximas semanas.</p>
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