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	<title>vacinação de adolescentes &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Ministério da Saúde volta atrás e deixa jovens sem vacinação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes sem vacinas]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro retira vacina de jovens]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação de adolescentes]]></category>
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					<description><![CDATA[Nota publicada pelo ministério no início de setembro previa vacinação de adolescentes sem comorbidades a partir do dia 15. Ao voltar atrás, pasta justificou que maioria dos adolescentes com Covid tem sintomas leves ou são assintomáticos O Ministério da Saúde publicou uma nota informativa nesta quarta-feira (15) em que volta atrás sobre a vacinação de adolescentes de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nota publicada pelo ministério no início de setembro previa vacinação de adolescentes sem comorbidades a partir do dia 15. Ao voltar atrás, pasta justificou que maioria dos adolescentes com Covid tem sintomas leves ou são assintomáticos</p>
<p></p>
<p>O Ministério da Saúde publicou uma nota informativa nesta quarta-feira (15) em que volta atrás sobre a vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos sem comorbidades. Agora, a orientação do ministério é que não seja feita a vacinação deste grupo.</p>
<p><strong>A vacinação deve ficar restrita a três perfis específicos:</strong></p>
<p>·         adolescentes com deficiência permanente,</p>
<p>·         adolescentes com comorbidades,</p>
<p>·         e adolescentes que estejam privados de liberdade.</p>
<p> </p>
<p>A nota informativa desta quarta contraria uma outra publicada pela pasta em 2 de setembro, que recomendava a vacinação para esses adolescentes a partir do dia 15.</p>
<p> </p>
<p>Em ofício, o Conselho Nacional de Secretarias de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) pediram na manhã desta quinta um posicionamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre a aplicação da vacina em adolescentes de 12 a 17 anos.</p>
<p> </p>
<p>A decisão do Ministério da Saúde foi tomada dentro de um contexto de aumento dos relatos de falta de vacinas no país, sobretudo para a segunda dose.</p>
<p> </p>
<p>Além disso, o recuo é o segundo na semana: na quarta-feira, após o ministro Marcelo Queiroga dizer que há &#8220;excesso de vacinas&#8221;, o governo voltou atrás e manteve o intervalo de 12 semanas para a segunda dose da vacina AstraZeneca. A previsão era reduzir para 8 semanas neste mês.</p>
<p> </p>
<p><strong>Ministério x OMS</strong></p>
<p>O ministério ressalta que os adolescentes sem comorbidades formariam o &#8220;último subgrupo elegível para vacinação e somente vigoraria a partir do dia 15 de setembro&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>Em uma das suas justificativas para deixar de prever o público amplo, a nota argumenta que a &#8220;Organização Mundial de Saúde não recomenda a imunização de criança e adolescente, com ou sem comorbidades&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>Entretanto, a afirmação não corresponde ao posicionamento da entidade. A OMS afirma que &#8220;crianças e adolescentes são menos propensos a ter complicações por causa da doença&#8221;, mas na sequência não traz indicação contrária: diz apenas que a vacinação ampla deste público é &#8220;menos urgente&#8221; do que vacinar outros grupos, como pessoas mais velhas, com comorbidades e trabalhadores da saúde.</p>
<p> </p>
<p>No Brasil, o imunizante da Pfizer já tem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser aplicado nesta faixa etária; e, pelo mundo, outras vacinas já são aplicadas em menores de 18 anos.</p>
<p> </p>
<p>O próprio Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), que participa das decisões sobre os rumos do Plano Nacional de Imunizações, divulgou nota na quarta afirmando que a &#8220;vacinação de todos os adolescentes é segura e será necessária&#8221;.</p>
<p> </p>
<p><strong>Plano Nacional mantém previsão</strong><strong> </strong></p>
<p>A 10ª edição do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra Covid-19, ainda disponível no site da pasta, ainda prevê a possibilidade de imunização deste público após a vacinação dos adolescentes considerados prioritários.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Em discussões na Câmara Técnica Assessora do PNI e em reuniões tripartite decidiu-se a vacinação de adolescentes com comorbidade e após a vacinação com a primeira dose da população acima de 18 anos, proceder-se-á a imunização do grupo etário de 12 a 17 anos sem comorbidade.&#8221; &#8211; 10ª edição do Plano Nacional</p>
<p> </p>
<p><strong>Autonomia de estados e municípios</strong></p>
<p>Ao menos duas capitais já suspenderam a vacinação nos adolescentes sem comorbidades em razão da nota da Saúde: Natal e Salvador. Por sua vez, a cidade de São Paulo manteve a vacinação contra Covid de adolescentes sem comorbidades mesmo após a nova recomentação do ministério.</p>
<p> </p>
<p>Durante a campanha de vacinação contra a Covid-19, o Plano Nacional de Imunizações previa que estados e municípios tinham autonomia para organizar a fila de vacinação conforme os públicos-alvo definidos pelo documento.</p>
<p> </p>
<p>Entretanto, recentemente, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, vem criticando estados que deixaram de seguir as mais recentes decisões da pasta. Entre elas estavam, por exemplo, a decisão de adiantar a vacinação de adolescentes, a redução do intervalo entre doses e a aplicação da dose de reforço em público mais amplo do que o definido pela pasta em conjunto com os conselhos de secretários estaduais e municipais de saúde.</p>
<p>Crédito: Thiago Gaspar/Prefeitura de Fortaleza<br />Fonte: g1.globo.com</p>
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