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	<title>vacina &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>vacina &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Caixa inicia campanha de vacinação contra a gripe para empregados</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-inicia-campanha-de-vacinacao-contra-a-gripe-para-empregados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 12:55:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Início da imunização foi uma das cobranças do movimento sindical; campanha será realizada de forma escalonada em todo o país A Caixa Econômica Federal iniciou, nesta quarta-feira (22), a Campanha Anual de Vacinação Antigripal destinada às empregadas e aos empregados do banco. A imunização será realizada de forma escalonada em todo o país, conforme cronograma [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-0648008c93980aa507a719f1ee0ecd2f"><strong>Início da imunização foi uma das cobranças do movimento sindical; campanha será realizada de forma escalonada em todo o país</strong></h4>



<p>A Caixa Econômica Federal iniciou, nesta quarta-feira (22), a Campanha Anual de Vacinação Antigripal destinada às empregadas e aos empregados do banco. A imunização será realizada de forma escalonada em todo o país, conforme cronograma definido pela empresa.</p>



<p>A retomada da campanha atende a&nbsp;<a target="_blank" href="https://contrafcut.com.br/noticias/cee-e-caixa-debatem-melhorias-no-canal-de-atendimento-as-vitimas-de-violencia-domestica/" rel="noreferrer noopener">uma das reivindicações</a>&nbsp;apresentadas pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) nas mesas de negociação com o banco, especialmente após os atrasos ocorridos em 2025, que geraram preocupação entre os trabalhadores.</p>



<p>Como ocorre tradicionalmente, a Caixa realiza processo de licitação para contratar empresas responsáveis pelo fornecimento e aplicação das doses. Nos locais onde não houve empresas habilitadas, será adotado o sistema de reembolso, garantindo que todos os empregados tenham acesso à vacina. O valor máximo para ressarcimento é de R$ 180 por pessoa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Vacinação e qualidade de vida</strong></h3>



<p>A vacinação também está inserida nas ações de promoção à saúde e qualidade de vida no trabalho. Em 2025, a participação em iniciativas desse tipo foi considerada critério para o pagamento do primeiro delta da promoção por mérito, sendo exigidas duas ações para o segundo delta. A imunização pode ser contabilizada como uma dessas ações.</p>



<p>Para 2026, os critérios ainda não foram definidos pelo banco.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Calendário escalonado</strong></h3>



<p>O início da campanha ocorre de forma gradual, com aplicação por empresas contratadas em diversas regiões a partir de 22 de abril, incluindo estados como Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Norte. Outras localidades seguem cronograma específico ao longo das semanas seguintes, com previsão de expansão até maio.</p>



<p>Já em algumas regiões, a vacinação será viabilizada exclusivamente por meio de reembolso, em função da ausência de prestadores contratados.</p>



<p>A campanha reforça a importância da prevenção e do cuidado com a saúde das empregadas e empregados, além de evidenciar a necessidade de manutenção de políticas permanentes de qualidade de vida no ambiente de trabalho.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Veja abaixo o calendário de vacinação</strong></h3>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="677" height="567" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Tabela-de-vacinacao-Caixa-2026.jpeg" alt="" class="wp-image-67774" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Tabela-de-vacinacao-Caixa-2026.jpeg 677w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Tabela-de-vacinacao-Caixa-2026-300x251.jpeg 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Tabela-de-vacinacao-Caixa-2026-150x126.jpeg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Tabela-de-vacinacao-Caixa-2026-600x503.jpeg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Tabela-de-vacinacao-Caixa-2026-20x17.jpeg 20w" sizes="(max-width: 677px) 100vw, 677px" /></figure>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Não existe relação entre câncer e vacina contra a covid-19</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/nao-existe-relacao-entre-cancer-e-vacina-contra-a-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Feb 2026 07:52:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
		<category><![CDATA[Imunização]]></category>
		<category><![CDATA[Mentiras]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas científicas]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados e pesquisas científicas confirmam que não há evidências ligando imunização ao câncer. Boatos que voltaram a circular nas redes sociais afirmam que os casos de câncer teriam aumentado após a vacinação contra a covid-19. A alegação é falsa. Não há dados, estudos ou qualquer evidência científica que sustentem essa narrativa. A divulgação desse tipo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-fbf02dc95ab76ce977878d56504648fb">Dados e pesquisas científicas confirmam que não há evidências ligando imunização ao câncer.</h4>



<p>Boatos que voltaram a circular nas redes sociais afirmam que os casos de câncer teriam aumentado após a vacinação contra a covid-19. A alegação é falsa. Não há dados, estudos ou qualquer evidência científica que sustentem essa narrativa.</p>



<p>A divulgação desse tipo de conteúdo tem provocado dúvidas e insegurança na população. Para esclarecer, é preciso olhar para o que mostram os dados oficiais e o que diz a comunidade científica.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Não existe relação entre vacina e câncer</h4>



<p>Instituições de referência, como o Instituto Nacional do Câncer (INCA) e o National Cancer Institute, dos Estados Unidos, já descartaram qualquer ligação entre as vacinas contra a covid-19 e o desenvolvimento da doença.</p>



<p>Segundo o Ministério da Saúde, todas as vacinas aplicadas no país passam por rigorosos testes antes de serem autorizadas e são monitoradas continuamente. Não existe comprovação de que a imunização cause câncer, provoque recorrência ou acelere a evolução de tumores.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Exames na pandemia</h4>



<p>Queda nos exames diagnósticos de rotina e de rastreamento durante a pandemia explica diagnósticos tardios. Algumas postagens usam números isolados para tentar criar falsas associações. Mas especialistas explicam que correlação não é causalidade.</p>



<p><strong>Durante a pandemia, consultas e exames preventivos foram interrompidos. Um relatório publicado pela The Lancet Oncology estimou que:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cerca de 100 milhões de exames oncológicos deixaram de ser realizados;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Menos de 1,5 milhão de pacientes com câncer foi atendido;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>50% não recebeu tratamento no prazo adequado;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Até 1 milhão de casos pode ter ficado sem diagnóstico.</li>
</ul>



<p>Com menos exames e atendimentos, muitos tumores só foram identificados em estágios mais avançados. Esse atraso é a principal explicação para o aumento de casos graves detectados posteriormente — não as vacinas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Dados do DataSUS confirmam: números seguem dentro do esperado</h4>



<p>Os registros do Painel de Oncologia do Datasus reforçam que não houve aumento incomum de casos após o início da vacinação contra a covid-19. <strong>Nos últimos anos, o Brasil historicamente registra cerca de 600 mil casos por ano, e os números recentes seguem essa tendência:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>2025 (até novembro): 348.800</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>2024: 637.729</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>2023: 678.039</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>2022: 635.056</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>2021: 573.174</li>
</ul>



<p>O Instituto Nacional do Câncer (Inca) já se manifestou afirmando não ter identificado qualquer alta anormal associada à imunização. Além do Inca, outros órgãos de saúde desmentiram esta narrativa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como funcionam as vacinas de RNAm</h4>



<p>Parte das publicações enganosas cita as vacinas de RNA mensageiro para justificar teorias sem base científica. <strong>Mas o funcionamento desses imunizantes é amplamente conhecido:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O RNAm não entra no núcleo da célula, onde fica o DNA, logo, não interage nem modifica o material genético do indivíduo;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ele apenas orienta o corpo a produzir proteínas que estimulam a resposta imune;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Depois de cumprir sua função, é degradado e eliminado rapidamente.</li>
</ul>



<p>Não há mecanismo biológico que sustente a ideia de que esse tipo de vacina poderia provocar alterações cancerígenas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desinformação compromete a saúde pública</h4>



<p>A propagação de conteúdos falsos sobre vacinas alimenta o medo, reduz a adesão às campanhas e deixa a população mais vulnerável a doenças evitáveis. Especialistas reforçam que a hesitação vacinal está ligada à queda na cobertura e ao retorno de enfermidades antes controladas.</p>



<p>As vacinas contra a covid-19 são seguras, eficazes e essenciais para a proteção coletiva. Antes de compartilhar conteúdos alarmistas, é fundamental verificar a fonte e buscar informações em órgãos oficiais.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Negacionismo persiste e atrasa campanha contra a dengue</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/vacina-nunca-mais-negacionismo-persiste-e-atrasa-campanha-contra-a-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2024 12:33:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[Baixa adesão à vacina (“Mosquitos do Bill Gates”) tem raízes bolsonaristas. Mas governo intensifica campanha pelo país e defende esforço conjunto O Brasil superou, no início de março, a marca de 1 milhão de casos de dengue, número atingido em apenas oito semanas. Enquanto isso, o governo federal amplia as campanhas de conscientização sobre o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-572eb90c3929db9be319f0eca7e7305f">Baixa adesão à vacina (“Mosquitos do Bill Gates”) tem raízes bolsonaristas. Mas governo intensifica campanha pelo país e defende esforço conjunto</h4>



<p>O Brasil superou, no início de março, a marca de 1 milhão de casos de dengue, número atingido em apenas oito semanas. Enquanto isso, o governo federal amplia as campanhas de conscientização sobre o mosquito e também vacina com o máximo de doses disponíveis no mercado. Contudo, a adesão da população ao imunizante é baixa. Apenas 11% das doses disponíveis já chegaram em braços de brasileiros. Entre as justificativas, negacionismo e teorias da conspiração contra imunizantes.</p>



<p>O público-alvo inicial do Ministério da Saúde é o da faixa de 10 a 14 anos. De acordo com a pasta, até o início do mês 1.235.236 vacinas já estavam disponíveis em 521 municípios onde a situação da epidemia é mais crítica. Destas, os profissionais de saúde aplicaram apenas 135.599. O esquema vacinal do imunizante Qdenga é composto por duas doses, separadas por três meses.</p>



<p>A primeira cidade a receber vacinas em massa, Dourados (MS), conseguiu vacinar apenas 20% do público esperado em dois meses do programa. A prefeitura tenta abordagens mais diretas. Chegou a montar postos de vacinação em shoppings e ampliar horários em unidades de saúde. Contudo, o público não parece aderir aos imunizantes da forma adequada. Já no Distrito Federal, região em estado de emergência mais afetada do país, apenas 32% das crianças tomaram a vacina.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Vacina e herança bolsonarista</h4>



<p>Entre as razões para a baixa adesão ainda está o persistente negacionismo científico. Com herança do radicalismo apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), circulam mentiras sobre vacinas por grupos de apoiadores em aplicativos de mensagens e outras redes sociais.</p>



<p>“Estão fazendo um experimento com controle de cobaias”, afirma um internauta conspiracionista. “É outro veneno”, afirma outro usuário da rede social X, que se intitula “cristão”. “Vacina nunca mais”, apela outra usuária ligada a esses grupos.</p>



<p>“Não autorizo minha filha a tomar nenhuma vacina”, disse uma internauta cuja descrição do perfil afirma “apoiadora do presidente Bolsonaro”. “Minha filha não vai tomar”, diz outra mãe que se define como “conservadora, cristã e apoiadora de Bolsonaro”. “Eles não falam que esses mosquitos foram modificados geneticamente e vem direto da fabrica de mosquitos do velho Bill Gates”, afirma outro internauta.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Nísia reforça participação do governo e da sociedade</h4>



<p>No último sábado (2), “Dia D” do combate à doença, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, esteve em Serra (ES) e em Salvador. E enfatizou a importância da união entre governos federal, estadual e municipais, além de profissionais da saúde e da população. “Nesse momento, é importante pensarmos no controle e na eliminação dos focos do mosquito, na proteção de cada um e também no cuidado com os sintomas de alerta. É importante não tomar medicamentos por conta própria e sempre consultar um profissional da saúde para diagnóstico.”</p>



<p>“Cada um tem que fazer a sua parte, governo e sociedade. Já sabemos que 75% dos focos estão dentro das nossas casas e no entorno”, lembrou Nísia. “Os agentes de combate às endemias que cumprem o papel de nos orientar, de olhar os focos, de colocar o remédio para as larvas do mosquito, eles precisam ser acolhidos, assim como os agentes de saúde que ajudam no trabalho de orientar as pessoas a procurar a unidade de saúde nos casos mais graves”, acrescentou.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Funcionário deve aderir a campanha de vacinação do Santander contra gripe</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/funcionario-deve-aderir-campanha-de-vacinacao-do-santander-contra-gripe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2024 12:03:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Gripe]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[Ação faz parte de pauta permanente do movimento sindical, como elemento central na promoção da saúde O Santander anunciou que fará campanha de vacinação contra a gripe, para todas as funcionárias e funcionários. A ação faz parte da pauta permanente do movimento sindical para a saúde dos trabalhadores. No comunicado da última sexta-feira (1), o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-e8c316a05523c0d693ca4f701ccb4856">Ação faz parte de pauta permanente do movimento sindical, como elemento central na promoção da saúde</h4>



<p>O Santander anunciou que fará campanha de vacinação contra a gripe, para todas as funcionárias e funcionários. A ação faz parte da pauta permanente do movimento sindical para a saúde dos trabalhadores. No comunicado da última sexta-feira (1), o banco informou que os interessados devem aderir à campanha até o dia 22 de março pelo portal interno, para obedecer às normas da lei LGPD.</p>



<p>Para fazer a adesão os empregados da ativa podem acessar: Portal Pessoas-Nossa Oferta para você – seu equilíbrio de vacinação – e clicar no botão “quero me vacinar”.</p>



<p>Já os funcionários afastados, recém-contratados e os dirigentes sindicais receberam um e-mail, com o link para adesão.</p>



<p>O calendário de aplicações será divulgado em abril, com as clínicas credenciadas e demais locais para vacinação.</p>



<p>“Para nós, a campanha de vacinação é um elemento central na pauta de saúde das trabalhadoras e trabalhadores do Santander. Nós estimulamos que todos se vacinem e incentivem também a imunização de seus familiares. Vacina salva vidas e é um dever coletivo”, afirmou Wanessa Queiroz, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brasil pode dobrar casos de dengue neste ano em relação a 2023</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/brasil-pode-dobrar-casos-de-dengue-neste-ano-em-relacao-a-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2024 13:21:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina contra dengue]]></category>
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					<description><![CDATA[Número de casos já superou pico do ano passado O Brasil poderá ter neste ano o dobro de casos de dengue que foi registrado em 2023. No total, o país já registrou 973.347 casos prováveis da doença em 2024, sendo 7.771 considerados grave e com sinais de alarme. Em 2023, a soma de casos no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-9586cb53348a95ae20accd800dda5030">Número de casos já superou pico do ano passado</h4>



<p>O Brasil poderá ter neste ano o dobro de casos de dengue que foi registrado em 2023. No total, o país já registrou 973.347 casos prováveis da doença em 2024, sendo 7.771 considerados grave e com sinais de alarme. Em 2023, a soma de casos no ano foi de 1.658.816.</p>



<p>“Há um aumento efetivo do número de casos muito elevado, há um padrão atípico nesse início de ano. A gente já tem uma avaliação de que é possível que nós venhamos a ter o dobro de casos do ano passado por esse histórico de já ter tido um aumento em 2023 e pelos fatores de mudança climática e a circulação de mais de um sorotipo de dengue”, disse nesta terça-feira (27) a ministra da Saúde, Nísia Trindade.</p>



<p>No entanto, os indicadores de letalidade estão mais baixos neste ano do que em 2023, segundo dados apresentados pelo Ministério da Saúde. “Em 2023 houve menos casos graves, mas mais óbitos até este momento”, explicou a secretária de Vigilância em Saúde, Ethel Maciel.</p>



<p>O grupo que mais está adoecendo em 2024 é na faixa etária entre 20 e 49 anos. Os casos graves se concentram na faixa acima de 70 anos.</p>



<p>Em 2023, apenas o Rio de Janeiro decretou situação de emergência, e neste ano já são sete estados (Acre, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Distrito Federal), além de 154 decretos municipais de emergência.</p>



<p>O maior número de casos de dengue no Brasil até agora já superou o pico de 2023, que foi entre o final de março e o começo de abril. Enquanto o pico em 2023 foi de 111,8 mil casos na semana epidemiológica 15, neste ano o país já teve 182,2 mil casos na semana 6 (de 4 a 10 de fevereiro).</p>



<p>“Não sabemos ainda se vai haver uma descida agora, se essa descida vai ser sustentada, se vai ser tão rápida como a subida”, disse a secretária.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mudança climática</h4>



<p>De acordo com a ministra Nísia Trindade, a mudança climática é um fator importante para o aumento da disseminação da dengue, já que neste ano o clima quente e úmido tem favorecido a propagação do mosquito. “Em 2024, há esse elemento atípico porque foge do padrão do que já conhecemos nos 40 anos em que temos epidemia de dengue”, disse.</p>



<p>Outra mudança importante neste ano é a circulação dos quatro sorotipos de dengue. Em muitos estados, onde havia a prevalência do sorotipo 1 já está aumentando para o sorotipo 2, pois as pessoas já têm a imunidade para o primeiro sorotipo. É o caso do Distrito Federal, onde 40% dos casos são provocados pelo sorotipo 2.</p>



<p>Além disso, este ano a doença está sendo registrada em cidades médias e pequenas, locais onde não havia antes a infecção por dengue nessa proporção.</p>



<p>“Há fatores ambientais, há fatores sociocomportamentais, que é a atenção de toda a sociedade no combate e há também fatores ligados à dinâmica do vírus, a sua variabilidade, ou seja as pessoas que ainda não estavam sujeitas à exposição a determinados tipos de vírus”, explicou a ministra.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Dia D</h4>



<p>No próximo sábado (2), o Ministério da Saúde, em parceria com estados e municípios, vai realizar o Dia D de combate à doença. Com o tema Brasil Unido Contra a Dengue, serão realizadas ações de orientação para a população sobre os cuidados para evitar a disseminação da doença.</p>



<p>“É um momento de atenção do país, das autoridades sanitárias, do Ministério da Saúde, de um monitoramento muito próximo ao que está acontecendo nas diferentes regiões, estados e municípios, mas é também um momento que requer uma união não só de governos mas também da sociedade”, disse.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Vacinas</h4>



<p>A ministra esclareceu que a vacina contra a dengue continuará a ser disponibilizada para os municípios selecionados pelo Ministério da Saúde para a faixa etária entre 10 e 14 anos. Os imunizantes para as idades de 10 e 11 anos já foram distribuídos.</p>



<p>Segundo ela, o quadro atual da vacinação no país não é uma resposta para a situação de surto epidêmico, especialmente porque a vacina contra a dengue é composta por duas doses, com três meses de intervalo entre elas. “Mesmo quem se vacinou [com a primeira dose] não está protegido, a vacina se torna efetiva quando todo o regime de doses é seguido”, disse, reforçando a importância das medidas de prevenção para a proliferação do mosquito Aedes aegypti.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Anvisa dá registro definitivo para vacina bivalente contra covid-19</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/anvisa-da-registro-definitivo-para-vacina-bivalente-contra-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jul 2023 09:35:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Bivalente]]></category>
		<category><![CDATA[covid19]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[Público a partir de cinco anos de idade poderá usar o imunizante A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta segunda-feira (24), o registro definitivo da vacina Comirnaty bivalente contra a covid-19 da Pfizer. O imunizante está indicado para a prevenção da covid-19 e pode ser utilizada por pessoas a partir de 5 anos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Público a partir de cinco anos de idade poderá usar o imunizante</h4>



<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta segunda-feira (24), o registro definitivo da vacina Comirnaty bivalente contra a covid-19 da Pfizer.</p>



<p>O imunizante está indicado para a prevenção da <a href="https://santosbancarios.com.br/?s=covid+19" data-type="URL" data-id="https://santosbancarios.com.br/?s=covid+19">covid-19</a> e pode ser utilizada por pessoas a partir de 5 anos de idade. A indicação é que o uso seja apenas como dose de reforço, ou seja, só pode ser aplicada em quem já se vacinou contra a doença, com aplicação pelo menos três meses após a última dose tomada.</p>



<p>A vacina já estava sendo utilizada no Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde (MS) de forma emergencial. Antes do registro definitivo, o produto era usado como dose de reforço para o público acima de 12 anos de idade com comorbidades e para maiores de 18 anos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Bivalente</h4>



<p>De acordo com a Anvisa, vacinas bivalentes dão maior proteção contra a doença, pois contêm uma mistura de cepas do vírus Sars-CoV-2. A Comirnaty bivalente é elaborada com a variante original, que é a cepa Wuhan, somada a uma variante de circulação mais recente, a cepa Ômicron.</p>



<p>No cenário internacional de regulação, a Comirnaty bivalente já tem uso autorizado pela Agência Europeia de Medicamentos (European Medicines Agency – EMA) e pela agência reguladora dos Estados Unidos (Food and Drug Administration – FDA).</p>
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		<title>Campanha nacional de vacinação contra a gripe começa nesta segunda (10)</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/campanha-nacional-de-vacinacao-contra-a-gripe-comeca-nesta-segunda-10/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2023 11:38:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[campanha de vacinação 2023]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação contra gripe]]></category>
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					<description><![CDATA[A campanha deve se estender até o dia 31 de maio e pretende vacinar 90% das pessoas incluídas nos grupos prioritários Começa nesta segunda-feira (10) a campanha de vacinação contra a gripe no Brasil inteiro. Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Saúde, a campanha deve se estender até o dia 31 de maio e pretende vacinar 90% [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">A campanha deve se estender até o dia 31 de maio e pretende vacinar 90% das pessoas incluídas nos grupos prioritários</h4>



<p></p>



<p>Começa nesta segunda-feira (10) a campanha de vacinação contra a gripe no Brasil inteiro. Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Saúde, a campanha deve se estender até o dia 31 de maio e pretende vacinar 90% das pessoas incluídas nos grupos prioritários.</p>



<p>A gestão da aplicação das vacinas é de responsabilidade dos governos locais e pode se alterar conforme oferta e demanda de doses de vacina, assim como com base em condições climáticas que podem gerar surtos da doença.</p>



<p>Os grupos prioritários para o recebimento da vacina em 2023 são crianças com idade entre seis meses e seis anos, idosos acima dos 60 anos, povos indígenas, gestantes, puérperas, pessoas com doenças crônicas e com deficiência permanente.</p>



<p>Além destes, trabalhadores da saúde, professores das escolas públicas e privadas, profissionais das forças de segurança, salvamento e forças armadas, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens que estejam sob medidas socioeducativas e a população privada de liberdade também pertencem ao grupo prioritário.</p>



<p>Se você não está contemplado dentre os grupos prioritários deve ficar atento ao calendário de vacinação da sua região. É comum que anualmente, assim que os grupos prioritários já tenham se vacinado, as doses remanescentes sejam redistribuídas para o restante da população.</p>



<p>Para se vacinar basta levar a sua carteira de vacinação, o cartão do SUS e um documento de identidade em qualquer Unidade Básica de Saúde (UBS) do Sistema Único de Saúde.</p>



<p>A vacina contra o vírus da Influenza, que causa gripe, é um imunizante trivalente produzido pelo Instituto Butantan com duas cepas de Influenza A e uma de Influenza B. Segundo estudos divulgados, o imunizante demora no mínimo uma semana para surtir efeito no organismo humano, tendo na quarta semana o pico de produção de anticorpos.</p>



<p>Quanto aos efeitos colaterais, eles poderão ser sentidos em no máximo até 62 horas após a aplicação e em geral se manifestam como dor no local onde a vacina foi aplicada, cansaço, dor muscular, dor de cabeça e possibilidade de febre baixa. Vale ressaltar que é possível tomar no mesmo dia, além da vacina contra a gripe, qualquer outra vacina que esteja prevista no Calendário Nacional de Vacinação, inclusive a vacina contra a covid-19.</p>
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		<title>Governo Bolsonaro incinerou R$ 13,5 mi em remédios para doenças raras</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/governo-bolsonaro-incinerou-r-135-mi-em-remedios-para-doencas-raras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Mar 2023 15:26:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[Medicamentos descartados seriam destinados ao tratamento de doenças raras de alto custo, uma das bandeiras da gestão Bolsonaro O governo de Jair Bolsonaro (PL) incinerou medicamentos de alto custo e usados no tratamento de doenças raras. Ao todo, os remédios são avaliados em R$ 13,5 milhões. A informação foi obtida pelo jornal Folha de S.Paulo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Medicamentos descartados seriam destinados ao tratamento de doenças raras de alto custo, uma das bandeiras da gestão Bolsonaro</h4>



<p>O governo de Jair Bolsonaro (PL) incinerou medicamentos de alto custo e usados no tratamento de doenças raras. Ao todo, os remédios são avaliados em R$ 13,5 milhões. A informação foi obtida pelo jornal Folha de S.Paulo, por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI).</p>



<p>De acordo com o jornal, na relação de itens perdidos, há duas doses do Spinraza, cada uma comprada por R$ 160 mil pelo governo federal. Usada para pacientes com Atrofia Muscular Espinhal (AME), a terapia é uma das mais caras do mundo.</p>



<p>Também foram inutilizados testes e medicamentos destinados a pessoas com HIV, avaliados em R$ 8,5 milhões.</p>



<p>Foram descartadas também 949 unidades do Translarna. O medicamento é usado em pacientes com distrofia muscular de Duchenne, que causa degeneração muscular progressiva – os lotes custaram R$ 2,74 milhões aos cofres públicos.</p>



<p>O governo Bolsonaro apresentava como uma de suas bandeiras o cuidado com as doenças raras. Em 2021, o Ministério da Saúde lançou a nova mascote do SUS, identificada como Rarinha, em cerimônia com a então primeira-dama, Michelle Bolsonaro.</p>



<p><strong>Vacinas</strong></p>



<p>O material obtido pelo jornal também mostra que, até o começo deste ano, a pasta deixou vencer 39 milhões de vacinas contra a Covid-19.</p>



<p>Excluindo as vacinas contra o coronavírus, os dados apontam que já foram descartados produtos avaliados em R$ 214,2 milhões desde 2019 (valor que inclui imunizantes contra outras doenças).</p>



<p>Outros insumos, de mais de R$ 38 milhões, estão na fila da incineração. Entre os itens, estão vacinas contra sarampo e rubéola, pentavalente, hepatites e tríplice viral, além de medicamentos contra câncer, hepatite C e outras doenças.</p>



<p><strong>Veja a lista dos remédios de alto custo que foram descartados:</strong></p>



<p>-Translarna<br>Tratamento: distrofia muscular de Duchenne</p>



<p>Unidades incineradas: 949</p>



<p>Valor: R$ 2,74 milhões</p>



<p>-Betagalsidase<br>Tratamento: doença de Fabry</p>



<p>Unidades incineradas: 259</p>



<p>Valor: R$ 2,46 milhões</p>



<p>-Eculizumabe<br>Tratamento: hemoglobinúria paroxística noturna</p>



<p>Unidades incineradas: 127</p>



<p>Valor: R$ 1,73 milhão</p>



<p>-Vimizim<br>Tratamento: mucopolissacaridose IVA</p>



<p>Unidades incineradas: 632</p>



<p>Valor: R$ 1,61 milhão</p>



<p>-Galsulfase<br>Tratamento: mucopolissacaridose VI</p>



<p>Unidades incineradas: 283</p>



<p>Valor: R$ 1,24 milhão</p>



<p>-Alfagalsidase<br>Tratamento: doença de Fabry</p>



<p>Unidades incineradas: 272</p>



<p>Valor: R$ 1 milhão</p>



<p>-Metreleptina<br>Tratamento: síndrome de Berardinelli-Seip</p>



<p>Unidades incineradas: 47</p>



<p>Valor: R$ 1,1 milhão</p>



<p>-Idursulfase<br>Tratamento: síndrome de Huner</p>



<p>Unidades incineradas: 186</p>



<p>Valor: R$ 985 mil</p>



<p>-Nusinersen (Spinraza)<br>Tratamento: atrofia muscular espinhal (AME)</p>



<p>Unidades incineradas: 2</p>



<p>Valor: R$ 319 mil</p>



<p>-Nitisinona<br>Tratamento: tirosinemia hereditária do tipo 1</p>



<p>Unidades incineradas: 1.200</p>



<p>Valor: R$ 229 mil</p>



<p>-Alentuzumabe<br>Tratamento: esclerose múltipla</p>



<p>Unidades incineradas: 2</p>



<p>Valor: R$ 56 mil</p>



<p>-Kanuma<br>Tratamento: deficiência de lipase ácida</p>



<p>Unidades incineradas: 1</p>



<p>Valor: R$ 23 mil</p>



<p>Total: R$ 13,5 milhões</p>
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		<title>Vacina do Butantã é segura, mas aval fica para o fim do ano</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/vacina-do-butanta-e-segura-mas-aval-fica-para-o-fim-do-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[butantan]]></category>
		<category><![CDATA[coronavac]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[Governo de São Paulo deve anunciar nesta segunda que a Coronavac se mostrou segura também em testes com 9 mil voluntários brasileiros   O governo de São Paulo anuncia nesta segunda-feira, 19, que a vacina Coronavac, desenvolvida pelo Instituto Butantã em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, se mostrou segura também em testes com 9 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Governo de São Paulo deve anunciar nesta segunda que a Coronavac se mostrou segura também em testes com 9 mil voluntários brasileiros</p>
<p> </p>
<p></p>
<p>O governo de São Paulo anuncia nesta segunda-feira, 19, que a vacina Coronavac, desenvolvida pelo Instituto Butantã em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, se mostrou segura também em testes com 9 mil voluntários brasileiros, reafirmando os resultados de pesquisa anterior com 50 mil participantes chineses. Os dados de eficácia, porém, devem ser divulgados somente entre novembro e dezembro, o que deve atrasar a previsão do governador João Doria (PSDB) de iniciar a imunização ainda neste ano.</p>
<p> </p>
<p>De acordo com Dimas Covas, diretor do Butantã, os testes com os 13 mil voluntários não foram finalizados e a análise de eficácia ainda não pode ser feita. O pesquisador afirmou que foi concluída nesta semana só a primeira etapa do estudo, com 9 mil pessoas. Mesmo nesse grupo, nem todos tomaram as duas doses ainda, o que deve ocorrer até o fim do mês. &#8220;Já temos os dados de segurança dessa etapa, eles são muito parecidos com os chineses (estudo em que mais de 90% dos voluntários não tiveram eventos adversos).</p>
<p> </p>
<p>&#8220;São esses dados que vou detalhar na segunda. Eficácia ainda não dá para falar porque temos de esperar as pessoas terem contato com o vírus. Pela minha impressão, acho que teremos dados conclusivos mais para o fim do ano, entre novembro e dezembro&#8221;, disse ao Estadão.</p>
<p> </p>
<p><strong>Eficácia da vacina</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Covas explicou que as conclusões sobre eficácia dependem da ocorrência de um número mínimo de infecções por covid-19 entre os voluntários. Esse índice, definido por cálculos estatísticos, é necessário para que os pesquisadores comparem quantos dos contaminados estavam no grupo vacinado e quantos faziam parte do grupo que recebeu o placebo. Se o total no segundo grupo for significativamente superior ao do primeiro, haverá evidência de que a vacina foi capaz de proteger contra a covid.</p>
<p> </p>
<p>No caso do estudo da Coronavac, o número mínimo para uma primeira análise é de 61 contaminados, o que, de acordo com o diretor do Butantã, ainda não foi atingido. &#8220;Esse é o número necessário para que possamos fazer a análise interina (tipo de avaliação feita antes da conclusão da pesquisa). Se com 61 casos não for possível demonstrar a eficácia, vamos esperar ter 151 casos. Aí certamente conseguiremos concluir.&#8221;</p>
<p> </p>
<p>Com resultados de eficácia esperados somente para novembro ou dezembro, é improvável que o início da vacinação aconteça ainda em 2020 não só pelo tempo que falta para os testes serem concluídos, mas também pelo prazo para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) analise as informações e emita o registro do produto.</p>
<p> </p>
<p><strong>A análise da vacina</strong></p>
<p> </p>
<p>Embora o órgão tenha criado um novo fluxo de análise, que permite aos pesquisadores enviarem de forma contínua os dados da pesquisa assim que eles são produzidos, só informações das fases pré-clínicas (testes feitos em laboratório ou animais) da Coronavac já estão com a agência, como afirmou ao Estadão Gustavo Mendes, gerente geral de medicamentos da Anvisa. &#8220;Ainda não recebemos os dados de fase 1 e 2, por exemplo, mas alguns pesquisadores preferem enviar os dados de todas as fases clínicas de uma vez só&#8221;, afirmou.</p>
<p> </p>
<p>Ele conta que, mesmo diante de um momento de emergência como o da pandemia, a análise dos estudos precisa seguir alguns trâmites e destaca que análises interinas nem sempre apresentam dados suficientes para a liberação do registro. &#8220;A grande questão da análise interina é que, dependendo do porcentual de voluntários infectados, ela pode não ter um poder estatístico para confirmar a eficácia. Para subsidiar registro, a análise interina precisa ter evidência muito robusta&#8221;, explica.</p>
<p> </p>
<p>Mendes destaca que o prazo máximo para a agência avaliar um pedido de registro de um medicamento ou vacina contra covid é menor do que o adotado para situações normais &#8211; dois meses, ante um ano. Mas a análise não é simples. &#8220;Um pedido de registro inclui aproximadamente 10 mil páginas de documentos. A gente avalia informações de eficácia e segurança, mas também de qualidade da produção. Precisamos emitir uma certificação para a fábrica na China que vai produzir as doses&#8221;, detalha.</p>
<p> </p>
<p>Por causa da pandemia, a agência reviu suas regras também quanto à eficácia mínima exigida para a concessão do registro para a vacina. Geralmente, imunizantes só são aprovados se conferirem a partir de 70% de proteção. Para vacinas contra covid, a Anvisa já admite que poderá conceder a licença com 50%.</p>
<p> </p>
<p>Caso a Coronavac seja aprovada, já há acordo entre o governo paulista e a farmacêutica chinesa para o fornecimento de 46 milhões de doses ainda este ano.</p>
<p> </p>
<p>Presidente da Sociedade Brasileira de Imunologia, Ricardo Gazzinelli defende que haja um tempo maior de seguimento dos voluntários antes de ser solicitado o registro. &#8220;O ideal é que fossem pelo menos dez meses para medir eficácia&#8221;, afirma.</p>
<p> </p>
<p><strong>Análise medirá também ação da vacina na redução de casos graves</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>As análises de eficácia em um estudo de vacina podem medir não só quanto o produto é capaz de reduzir infecções, mas também outros resultados associados à prevenção da doença. &#8220;Os pesquisadores podem querer medir o número de infecções, mas podem também verificar se houve redução de mortalidade, se houve redução de casos graves&#8221;, explica Gustavo Mendes, gerente geral de medicamentos da Anvisa.</p>
<p> </p>
<p>De acordo com informações do site Clinicaltrials.gov, portal do governo americano que reúne informações de ensaios clínicos, os dois desfechos primários que serão medidos no estudo da Coronavac são a incidência de covid nos voluntários duas semanas após a aplicação das duas doses e a ocorrência de eventos adversos. Mas a pesquisa prevê ainda monitorar outros sete desfechos secundários, entre eles a incidência de casos graves de covid, a incidência da doença com apenas uma dose do imunizante, a taxa de soroconversão (quando os anticorpos contra a doença passam a ser detectáveis por exames), entre outros.</p>
<p> </p>
<p>A Coronavac é hoje a vacina com pesquisas em estágio mais avançado no Brasil, com 9 mil voluntários já imunizados. O imunizante desenvolvido por Oxford em parceria com a Astrazeneca está em etapa similar, com 6 mil dos 10 mil voluntários já vacinados com ao menos uma dose.</p>
<p> </p>
<p><strong>‘Plantão extra’ na corrida por voluntários</strong></p>
<p> </p>
<p>Na corrida pela vacina contra a covid-19, os 16 centros de estudo da Coronavac espalhados pelo País estão sendo estimulados pelo Instituto Butantã a acelerar o recrutamento de voluntários. No Instituto de Infectologia Emílio Ribas, um dos hospitais que participa da pesquisa, foi montada uma força-tarefa para atingir o número esperado de participantes ainda neste mês.</p>
<p> </p>
<p>A unidade, que iniciou a imunização de voluntários no final de julho, passou, em setembro, a funcionar também aos sábados. Na mesma época, a equipe que trabalha no estudo foi ampliada de 24 para 40 profissionais. Até o diretor do Emílio Ribas, Luiz Carlos Pereira Júnior, entrou na escala para fazer triagem e consultas com os inscritos. &#8220;Particularmente, me motivei demais porque sou médico e não poderia me furtar em contribuir com o time nesse projeto que tem uma finalidade tão nobre.</p>
<p> </p>
<p>Após a perda de mais de 1 milhão de pessoas no mundo, sendo 150 mil brasileiros, ajudar a parar essa trágica estatística é o que nos dá todo esse entusiasmo, não só a mim, mas a toda a equipe&#8221;, disse Pereira Júnior.</p>
<p> </p>
<p>Há seis semanas, o diretor, que também é infectologista, concilia as atividades administrativas nos dias úteis com o atendimento de voluntários nos fins de semana.</p>
<p> </p>
<p>O esforço se repete entre outros profissionais, que cancelaram férias e trabalham até 14 horas por dia para atender o maior número possível de voluntários. O Estadão esteve na sexta-feira no centro e acompanhou a rotina de pesquisadores e voluntários, desde o primeiro atendimento até a imunização de fato.</p>
<p> </p>
<p>De acordo com Ana Paula Rocha Veiga, infectologista e coordenadora do estudo de campo da Coronavac no Emílio Ribas, a força-tarefa teve resultados. &#8220;Nos dois primeiros meses de atendimento (julho e agosto), fizemos a imunização de 190 voluntários. Com a ampliação dos atendimentos em setembro, chegamos a 550 e agora estamos com 750 participantes com pelo menos uma dose tomada&#8221;, conta ela, entusiasmada. No Emílio, participarão mil voluntários. Somados todos os centros, serão 13 mil &#8211; metade receberá a vacina e a outra metade, placebo.</p>
<p> </p>
<p>Cada participante inscrito, antes de tomar o imunizante ou o placebo, precisa passar por consulta médica, exames de sangue, de urina e PCR, para descartar uma infecção pelo coronavírus. Após o resultado dos testes, o participante é liberado para ser vacinado. Todos esses procedimentos são feitos na primeira visita ao centro. Catorze dias depois, o participante volta ao Emílio Ribas para tomar a segunda dose do imunizante ou placebo. Na ocasião, ele passa novamente por consulta e exames. Depois das duas visitas para a aplicação do produto, o paciente passa ainda por mais seis consultas presenciais mensais e acompanhamento semanal por telefone ou mensagem.</p>
<p> </p>
<p>Tanto as doses da Coronavac quanto as de placebo ficam guardadas na sala secreta ou sala do sigilo. Somente duas enfermeiras têm acesso ao local. Após receber a primeira dose, o participante ganha um diário em que deve anotar a temperatura dos dias seguintes e outros sintomas que possam aparecer, como dor, enjoo, inchaço no local da aplicação, entre outros. A primeira dose é sempre aplicada no braço direito. A segunda, no braço esquerdo.</p>
<p> </p>
<p>Entre os voluntários, a maior ansiedade é saber quando serão informados se tomaram placebo ou a vacina. &#8220;Me inscrevi porque queria ajudar na pesquisa, mas também porque tenho esperança de ter tomado a vacina verdadeira e ela ser efetiva&#8221;, conta a dentista Elizabeth Paisana Yshay, de 50 anos, que já tomou as duas doses.</p>
<p> </p>
<p>A enfermeira Silvana Morais, de 53 anos, tomou a primeira dose nesta semana depois de ser estimulada por um colega médico. &#8220;Ele disse que era segura a vacina e me inscrevi por solidariedade. Quanto mais pessoas se dispuserem, mais rápido teremos uma vacina para todos, inclusive no SUS.&#8221;</p>
<p> </p>
<p>As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p>
<p>Fonte: www.diariodolitoral.com.br</p>
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