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	<title>vacina da covid &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>vacina da covid &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Governo Bolsonaro desperdiçou pelo menos 1,9 milhão de vacinas contra a covid</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/governo-bolsonaro-desperdicou-pelo-menos-19-milhao-de-vacinas-contra-a-covid/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 14:36:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Negligência]]></category>
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					<description><![CDATA[Levantamento do TCU aponta que, de 2 milhões de doses de vacinas doadas pelos Estados Unidos, 1,9 milhão foi incinerada por negligência O Tribunal de Contas da União (TCU) apurou que o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) incinerou 1,9 milhão de doses de vacinas contra a covid-19. Isso porque o governo negligenciou a logística [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Levantamento do TCU aponta que, de 2 milhões de doses de vacinas doadas pelos Estados Unidos, 1,9 milhão foi incinerada por negligência</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal de Contas da União (TCU) apurou que o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) incinerou 1,9 milhão de doses de vacinas contra a covid-19. Isso porque o governo negligenciou a logística de distribuição dos imunizantes. A falta de ação é correlata ao negacionismo do grupo político bolsonarista. Desde o início da pandemia de covid-19, a cúpula do governo negou a ciência, desconsiderou medidas preventivas e, inclusive, atacou vacinas com mentiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as mentiras do governo Bolsonaro contra os imunizantes, estão as de que eles não seriam eficazes, nem seguros. O presidente chegou a dizer que as vacinas transformariam quem a tomasse em “jacaré” e cruzou, em muito, a linha do aceitável ao relacionar vacinas com a transmissão do HIV. De acordo com o TCU, o 1,9 milhão de imunizantes perdidos foi desperdiçado pelo Ministério da Saúde em um momento em que a pandemia deixava mais de mil mortos por dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À época, o então ministro Marcelo Queiroga, atuou, segundo o TCU, com falta de planejamento e cuidado. “Ocasionando descarte da quase totalidade dos imunizantes, gerando despesas de quase R$ 1 milhão, com transporte, desembaraço aduaneiro, armazenagem e incineração, sem trazer benefícios à população”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Doação de vacinas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Estes imunizantes chegaram ao Brasil no dia 21 de novembro de 2021. O prazo de validade era 31 de dezembro. O recebimento das doses foi fruto de uma doação do governo dos Estados Unidos. “Chegaram agora pela manhã mais de 2 milhões de doses de vacina Covid-19 doadas pelos Estados Unidos. Agradeço pela parceria. Juntos, vamos vencer esta pandemia”, disse o ministro na ocasião.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As doses enviadas pelos Estados Unidos faziam parte do consórcio Covax Facility, da Organização Mundial da Saúde (OMS). A iniciativa global buscou enfrentar a pandemia através do redirecionamento de vacinas de países com sobra para economias mais frágeis. O argumento do governo para o descaso foi de que a imunização já avançava no país. Contudo, a irresponsabilidade persiste, já que muitos países da comunidade internacional até hoje carecem de imunizantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, para entender o tamanho do desperdício de imunizantes durante o governo Bolsonaro, o TCU pediu esclarecimentos para a atual administração. O órgão exigiu, em 10 dias, que o Ministério da Saúde levante um histórico da “quantidade de vacinas contra covid-19 em estoque, data de validade, quantidade de produto já descartado, entre outras questões”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Inimigo da ciência</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde os primeiros casos da covid-19 no Brasil, em março de 2020, Bolsonaro atuou como inimigo da ciência. Acompanhe um breve histórico do negacionismo durante a pandemia:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Bolsonaro isolado após pronunciamento em que desdenhou do coronavírus</li>



<li>O Brasil já vinha mal. Com Bolsonaro, consequências do coronavírus serão mais graves</li>



<li>Casos confirmados no país crescem 68% em um dia. Entre eles, 17 viajaram com Bolsonaro</li>



<li>Bolsonaro é irresponsável com a saúde pública ao estimular atos: ‘Não está à altura do cargo’</li>



<li>Cientistas mostram espanto e desmontam negacionismo de Bolsonaro e Queiroga</li>



<li>É hoje, Diário! Eu acima de tudo e coronavírus pra cima de todos</li>



<li>Má gestão da pandemia tornou o Brasil ‘celeiro’ de mutações do coronavírus</li>



<li>Em colapso na saúde, Brasil registra 2.724 mortos por covid-19 em 24 horas</li>



<li>‘Os que morrerem a partir de maio têm o endereço de quem os matou: o Planalto’, diz Gonzalo Vecina</li>



<li>Vacinação contra a covid-19 em 2021 foi marcada pela desigualdade</li>



<li>Atraso do governo Bolsonaro na vacinação causou morte de 47 mil idosos</li>



<li>Os sete erros de Bolsonaro que permitiram 75% das 690 mil mortes por covid no Brasil</li>



<li>Ministério da Saúde de Bolsonaro força atraso da vacinação de crianças</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brasil começa a aplicar vacinas bivalentes contra a covid-19</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/brasil-comeca-a-aplicar-vacinas-bivalentes-contra-a-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2023 12:01:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[vacina bivalente]]></category>
		<category><![CDATA[vacina da covid]]></category>
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					<description><![CDATA[Governo federal distribuiu 19 milhões de doses das vacinas bivalentes. Elas são mais potentes, especialmente contra a variante ômicron. Campanha será aberta nesta segunda-feira O Brasil começa a aplicar na segunda-feira (27) as vacinas bivalentes contra a covid-19. O Ministério da Saúde já distribuiu 19 milhões de doses aos estados e ao Distrito Federal. Após [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Governo federal distribuiu 19 milhões de doses das vacinas bivalentes. Elas são mais potentes, especialmente contra a variante ômicron. Campanha será aberta nesta segunda-feira</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil começa a aplicar na segunda-feira (27) as vacinas bivalentes contra a covid-19. O Ministério da Saúde já distribuiu 19 milhões de doses aos estados e ao Distrito Federal. Após a gestão anterior, do presidente Jair Bolsonaro (PL), ignorar estes imunizantes, o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) correu para garantir a distribuição. As vacinas bivalentes são mais modernas, preparadas com uma tecnologia específica para a variante ômicron do coronavírus, bem como suas subvariantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao menos por enquanto, são dois imunizantes bivalentes que circularão no Brasil. Ambos da Pfizer. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também avalia a possibilidade da aplicação de uma outra, da farmacêutica Moderna. A autorização da agência para o uso das vacinas da Pfizer veio em novembro do ano passado. Contudo, o governo federal não agiu para distribuí-las. Cientistas consideram este o último ato de negacionismo bolsonarista antes dele sair perdedor nas urnas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente, as vacinas bivalentes serão aplicadas em grupos prioritários. São eles, pessoas com mais de 70 anos; aquelas que vivem em instituições de longa permanência ou trabalham nesses locais; os imunocomprometidos; indígenas e ribeirinhos com mais de 12 anos. Também é importante ressaltar que esta vacina é um reforço. Ou seja, para recebê-las, é necessário a pessoa já ser vacinada com as doses do esquema padrão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Públicos-alvo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para quem é recomendada a bivalente? Só como reforço. Para pessoas que foram plenamente vacinadas com o esquema primário que, em geral, são duas doses ou dose única. Mesmo para aquelas que já fizeram a terceira e a quarta doses, dois reforços”, explica o diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações, Juarez Cunha. “Essas pessoas que têm essa vacinação já feita, desde que tenham se passado quatro meses da última dose, podem receber a bivalente.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros grupos prioritários serão incluídos aos poucos no esquema. Em março, a partir do dia 6, começa a vacinação daqueles entre 60 e 69 anos. Também das grávidas ou puérperas, que foram mães há pouco tempo, a partir do dia 20. Então, depois de 17 de abril, para os trabalhadores de saúde, pessoas acima de 12 anos com deficiência permanente, a população privada de liberdade ou adolescentes cumprindo medidas socioeducativa e os funcionários desses locais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministério reforça que as vacinas monovalentes contra a covid-19 seguem disponíveis em unidades básicas de Saúde (UBS) para a população em geral e são classificadas como “altamente eficazes contra a doença”, garantindo grau elevado de imunidade e evitando casos leves, graves e óbitos pela doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A aplicação da bivalente não significa que as vacinas monovalentes não continuam protegendo. Elas continuam protegendo, mesmo para a variante Ômicron, mas, claro, tendo a possibilidade de uma vacina desenhada mais especificamente para a variante circulante, a tendência é termos melhor resposta.”</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Imunização contra covid entrará no calendário regular de vacinação, diz ministra</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/imunizacao-contra-covid-entrara-no-calendario-regular-de-vacinacao-diz-ministra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2023 11:38:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[calendário de vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[vacina da covid]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação 2023]]></category>
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					<description><![CDATA[Medida faz parte do plano o governo federal para ampliar a cobertura vacinal A ministra da Saúde, Nísia Trindade, afirmou terça-feira, 10, que a imunização contra covid-19 vai entrar no calendário regular de vacinações do Brasil, algo que não ocorre atualmente. A medida faz parte de um plano do governo federal de iniciar, em fevereiro, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading"><strong>Medida faz parte do plano o governo federal para ampliar a cobertura vacinal</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra da Saúde, Nísia Trindade, afirmou terça-feira, 10, que a imunização contra covid-19 vai entrar no calendário regular de vacinações do Brasil, algo que não ocorre atualmente. A medida faz parte de um plano do governo federal de iniciar, em fevereiro, uma campanha nacional de reforço nacional de imunização contra diversas doenças, principalmente de crianças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Já adquirimos vacinas do Instituto Butantan, estamos trabalhando com a Pfizer, garantindo que haja vacina. Além da vacina, tem que ter toda estratégia da vacinação, como a comunicação. Estamos falando não só de vacinação contra covid. Temos tarefa de recuperar altas coberturas vacinais no Brasil&#8221;, disse a ministra em entrevista coletiva no período da tarde desta terça-feira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo Nísia, o governo fará um plano emergencial para reduzir filas de cirurgias e consultas em todo o país, além de trabalhar na recuperação do programa Farmácia Popular.</p>
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