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	<title>uso emergencial da vacina &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>uso emergencial da vacina &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Uso emergencial da vacina de Oxford já pode ser pedido à Anvisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a aprovação no Reino Unido nesta quarta (30), disse Lily Yin Weckx, da Unifesp, a solicitação do uso emergencial já pode começar a ser feita. Nova análise da eficácia da vacina mostrou que 70% das pessoas vacinadas ficam protegidas 21 dias depois da primeira dose A coordenadora dos estudos da vacina de Oxford no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a aprovação no Reino Unido nesta quarta (30), disse Lily Yin Weckx, da Unifesp, a solicitação do uso emergencial já pode começar a ser feita. Nova análise da eficácia da vacina mostrou que 70% das pessoas vacinadas ficam protegidas 21 dias depois da primeira dose</p>
<p></p>
<p>A coordenadora dos estudos da vacina de Oxford no Brasil, Lily Yin Weckx, da Unifesp, disse em entrevista à GloboNews, nesta quarta-feira (30), que o uso emergencial da vacina já pode ser solicitado à Anvisa com a aprovação no Reino Unido. </p>
<p> </p>
<p>Weckx disse que, normalmente, é necessária a aprovação no país de origem de uma vacina antes que os pedidos de uso emergencial possam ser feitos nos países onde ela é testada. A vacina de Oxford é uma das quatro que estão sendo testadas no Brasil.</p>
<p> </p>
<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se reúne nesta quarta-feira (30) com a farmacêutica AstraZeneca, que produz a vacina em parceria com Oxford. Ainda não está claro se o laboratório vai solicitar o uso emergencial da vacina durante o encontro.</p>
<p> </p>
<p>Na terça-feira (29), o Ministério da Saúde disse que a previsão é começar a vacinação contra a Covid-19 no Brasil entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro – mas, para isso, é necessário que os fabricantes peçam o registro da vacina junto à Anvisa.</p>
<p> </p>
<p>Em nota, a AstraZeneca disse que &#8220;submeteu os dados pré-clínicos, clínicos e de tecnologia farmacêutica à ANVISA por meio da submissão contínua para facilitar a revisão&#8221;. Segundo o laboratório, a última análise agrupada dos dados da fase 3 de testes, a última, foi feita no dia 22.</p>
<p> </p>
<p>O acordo do laboratório com o governo brasileiro é de fornecer 100,4 milhões de doses em &#8220;ingrediente farmacêutico ativo (IFA)&#8221; (transferência de tecnologia) até o primeiro semestre de 2021, sendo 30 milhões no primeiro trimestre, disse a AstraZeneca.</p>
<p> </p>
<p>Há duas semanas, o Ministério da Saúde havia anunciado que prevê receber 15 milhões de doses da vacina de Oxford em janeiro e outras 15,2 milhões em fevereiro. O acordo com a farmacêutica, assinado em junho, prevê que as outras 70 milhões de doses serão produzidas no Brasil, pela Fiocruz.</p>
<p> <br /> <br />Aprovação no Reino Unido<br /> <br />O Reino Unido aprovou, nesta quarta (30), que a população britânica receba a vacina de Oxford para a Covid-19. O país é o primeiro a conceder a aprovação, e a vacinação deve começar na segunda-feira (4) em grupos de risco, que serão prioritários.</p>
<p> </p>
<p>Esta é a segunda vacina aprovada pelos britânicos; a primeira foi a da Pfizer, que já começou a ser aplicada em grupos com prioridade no Reino Unido. O país também foi o primeiro a aprovar a vacina.</p>
<p> </p>
<p>O governo também determinou uma mudança na forma de aplicação das vacinas: agora, a prioridade será aplicar a primeira dose de ambas as vacinas – tanto a de Oxford como a da Pfizer – no máximo de pessoas em grupos de risco.</p>
<p> </p>
<p>Com isso, ao invés de dar as duas doses das vacinas com intervalo de 3 semanas, como era feito antes, todos receberão a segunda dose dentro de 12 semanas após a primeira, segundo comunicado oficial.</p>
<p> </p>
<p>Segundo uma nova análise de dados divulgada também nesta quarta, 70% das pessoas vacinadas ficam protegidas 21 dias depois da primeira dose. Quando a segunda dose é aplicada 12 semanas depois da primeira, como prevê o governo britânico, a eficácia sobe para 80%. Esse dado representa a eficácia da vacina. O governo britânico não esclareceu, entretanto, qual será a dosagem da vacina.</p>
<p> </p>
<p>Isso é importante porque, durante os testes, os cientistas perceberam que as pessoas que receberam uma primeira dose menor ficaram mais protegidas do que as que receberam uma primeira dose maior.</p>
<p> </p>
<p>Os pesquisadores ainda não sabem por que isso aconteceu, mas disseram que ficaria a cargo dos órgãos regulatórios decidir qual primeira dose seria usada.</p>
<p>Crédito: Marcello Casal Junior/EBC<br />Fonte: g1.globo.com</p>
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