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	<title>Trump novamente com tarifaço 2026 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Trump ameaça Brasil com tarifaço de 25% após concluir investigação que mira Pix, regulação das redes e comércio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 12:05:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Trump ameaça pix]]></category>
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					<description><![CDATA[Escritório de Comércio dos EUA encerra investigação contra o país e sugere nova rodada de sanções comerciais O governo dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (1º) a conclusão da investigação comercial aberta contra o Brasil em 2025 e propôs a aplicação de uma nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. A medida ainda depende de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-81b1de5c372b02d2201ec5ff96e5e310">Escritório de Comércio dos EUA encerra investigação contra o país e sugere nova rodada de sanções comerciais</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (1º) a conclusão da investigação comercial aberta contra o Brasil em 2025 e propôs a aplicação de uma nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. A medida ainda depende de decisão do presidente Donald Trump.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação foi conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), que concluiu que políticas e práticas adotadas pelo Brasil seriam “irrazoáveis” e estariam restringindo ou onerando empresas estadunidenses. O órgão informou que abrirá uma consulta pública antes da publicação do relatório definitivo, prevista para 15 de julho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os Estados Unidos continuam a manter negociações intensas com o Brasil em busca de uma solução para as preocupações americanas”, afirmou o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, em comunicado. Segundo ele, apesar de reuniões consideradas construtivas entre autoridades dos dois países, permanecem “divergências substanciais” sobre os temas investigados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais alvos do relatório estão o sistema de pagamentos Pix e a atuação do Judiciário brasileiro sobre plataformas digitais. O governo Trump acusa o Banco Central de favorecer o Pix em detrimento de empresas estrangeiras de pagamento eletrônico, especialmente operadoras de cartão de crédito dos Estados Unidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os atos, políticas e práticas do Brasil relacionados ao tratamento preferencial dado ao Pix são injustos e discriminatórios”, afirma o documento. Segundo o USTR, o Banco Central exerce simultaneamente o papel de regulador e operador do sistema, o que criaria um conflito de interesses e prejudicaria empresas estadunidenses do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o início das investigações, o presidente Lula rebateu as críticas ao sistema de pagamentos instantâneos do Brasil. Em evento em Salvador (BA), em abril, o mandatário afirmou que o Pix deve ser aprimorado para atender às necessidades dos brasileiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Pix é do Brasil e ninguém vai fazer a gente mudar o Pix, pelo serviço que ele está prestando à sociedade brasileira”, disse Lula sobre o sistema do Banco Central (BC).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório do escritório estadunidense também critica decisões judiciais que determinaram a remoção de conteúdos e a suspensão de perfis em redes sociais, classificadas pelo governo Trump como restrições a empresas de tecnologia dos Estados Unidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a investigação questiona acordos comerciais firmados pelo Brasil com países como México e Índia, que garantem tarifas reduzidas para centenas de produtos sem oferecer tratamento semelhante aos Estados Unidos. Outro ponto de atrito é o mercado de etanol. O governo estadunidense argumenta que o Brasil abandonou, em 2017, um regime tarifário que considerava equilibrado para o combustível e passou a impor condições desfavoráveis às exportações norte-americanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento também aponta supostas falhas brasileiras no combate à corrupção, na proteção da propriedade intelectual e no enfrentamento à pirataria e à falsificação de produtos. Entre as críticas está a demora na análise de pedidos de patente, especialmente no setor farmacêutico.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Produtos ficam de fora</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Embora proponha uma tarifa adicional de 25% sobre as importações brasileiras, o USTR incluiu uma extensa lista de exceções. Ficariam de fora da sobretaxa aeronaves civis, motores, peças e componentes da indústria aeronáutica, além de fertilizantes, produtos farmacêuticos, minerais estratégicos e terras raras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foram excluídos diversos produtos agropecuários e alimentos, como carne bovina, castanhas, banana, manga, mamão, abacaxi, laranja e outras frutas tropicais. Segundo o governo estadunidense, a isenção busca evitar problemas de abastecimento e aumentos de preços para consumidores e empresas dos Estados Unidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de uma decisão final, o USTR realizará uma audiência pública em 6 de julho para ouvir representantes do setor privado. O prazo legal para a adoção de eventuais medidas corretivas termina em 15 de julho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação foi aberta em julho de 2025 por determinação de Trump. À época, a medida foi anunciada em meio ao agravamento das tensões diplomáticas entre Washington e Brasília e às críticas do presidente norte-americano ao tratamento dado pela Justiça brasileira ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Durigan vai aos EUA</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Também nesta segunda-feira, antes da divulgação do relatório do USTR, o presidente Lula se reuniu com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, e determinou que fossem avaliados os potenciais impactos de medidas adotadas por Washington sobre empresas e instituições financeiras brasileiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A preocupação do governo ganhou força após a decisão dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Segundo Durigan, o objetivo é evitar que empresas, bancos e setores produtivos brasileiros sejam afetados por medidas que extrapolem o combate ao crime organizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O que vier do exterior para colaborar no combate ao crime organizado, ótimo. O que não pode é quando quer atrapalhar”, afirmou o ministro. Ele também disse que pretende dialogar com autoridades do país norte-americano, incluindo o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, assim que o governo concluir uma avaliação mais detalhada dos possíveis impactos das decisões de Washington.</p>
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