<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Trump ataca pix &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/trump-ataca-pix/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Thu, 17 Jul 2025 13:07:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>Trump ataca pix &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Trump ataca o PIX para favorecer big techs, Visa, Mastercard e outras empresas que o apoiam</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/trump-ataca-o-pix-para-favorecer-big-techs-visa-mastercard-e-outras-empresas-que-o-apoiam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 12:58:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Big techs e pix]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Pix]]></category>
		<category><![CDATA[Trump ataca pix]]></category>
		<category><![CDATA[Trump e o pix]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=62696</guid>

					<description><![CDATA[Para especialistas ouvidos pelo g1, aspectos como o embate com as big techs e a concorrência com bandeiras de cartões de crédito americanas ajudariam a explicar a ofensiva dos EUA. Não há, porém, razões consistentes para questionar o sistema de pagamento instantâneo O&#160;PIX, sistema brasileiro de pagamento instantâneo, entrou na mira do governo dos Estados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-edf69ef17a344bf36da700376e3ebc89">Para especialistas ouvidos pelo g1, aspectos como o embate com as big techs e a concorrência com bandeiras de cartões de crédito americanas ajudariam a explicar a ofensiva dos EUA. Não há, porém, razões consistentes para questionar o sistema de pagamento instantâneo</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<strong>PIX</strong>, sistema brasileiro de pagamento instantâneo, entrou na mira do governo dos Estados Unidos durante uma&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/07/15/pedido-trump-eua-investigacao-comercial-brasil.ghtml"><strong>investigação comercial aberta na terça-feira (15)</strong></a>&nbsp;a pedido do presidente&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/donald-trump/"><strong>Donald Trump</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No documento que oficializou o processo, a gestão Trump não mencionou o PIX diretamente, mas fez referência a “serviços de comércio digital e pagamento eletrônico”, inclusive os oferecidos pelo Estado brasileiro.&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/economia/pix/noticia/2025/07/16/pix-e-investigado-em-processo-pedido-por-trump-por-configurar-possivel-pratica-desleal.ghtml"><strong>O PIX é o único sistema do governo com essa finalidade</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;O Brasil parece se envolver em uma série de práticas desleais em relação a serviços de pagamento eletrônico, incluindo, mas não se limitando a favorecer seus serviços de pagamento eletrônico desenvolvidos pelo governo&#8221;, disse o Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR).</strong><strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para especialistas ouvidos pelo<a href="https://g1.globo.com/"><strong>&nbsp;g1</strong></a>, aspectos como&nbsp;<strong>o embate com as big techs e a concorrência com bandeiras de cartões de crédito americanas ajudariam a explicar a ofensiva dos EUA.</strong>&nbsp;Eles dizem que não há, porém, razões consistentes para questionar o serviço de pagamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo contrário: o sucesso do PIX e seu papel como vitrine para o Brasil estariam sendo vistos como uma “ameaça” ao setor nos EUA. Os receios de Trump, afirmam, também estariam ligados ao avanço do&nbsp;<strong>PIX Internaciona</strong>l e às discussões do&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2025/07/08/em-reacao-a-trump-lula-reafirma-que-paises-do-brics-sao-soberanos.ghtml"><strong>Brics</strong></a>&nbsp;sobre alternativas ao uso do dólar no comércio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PIX é gratuito para pessoas físicas e tem custo baixo para empresas, representando forte concorrência para grandes operadoras de cartão de crédito americanas, como Visa e Mastercard, afirma Jorge Ferreira dos Santos Filho, economista e professor da ESPM.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;O sistema também compete com fintechs americanas. Enquanto nos EUA a regulação permite a cobrança por transferências instantâneas, no Brasil essas empresas são obrigadas a integrar o PIX para operar&#8221;, diz.</strong><strong></strong></p>



<h4 class="wp-block-heading">Concorrência com empresas dos EUA</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o professor, as regras forçam as companhias a ajustarem seus modelos de negócio diante da possível perda de receita, já que empresas de alta tecnologia lucram com taxas sobre transações. O cenário também afeta big techs que oferecem serviços de pagamento, como o&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/google/"><strong>Google</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Ralf Germer, CEO da PagBrasil, o PIX é um sistema tecnologicamente avançado que promove uma concorrência saudável no mercado. Ele não acredita, porém, que o sistema conflite diretamente com os interesses dos EUA, nem que isso justifique a investigação do governo americano.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;O PIX não foi criado para concorrer ou substituir outros meios de pagamento, como o cartão de crédito. Desde o lançamento do sistema, as demais formas de pagamento, especialmente os cartões, continuaram crescendo&#8221;, afirma.</strong><strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Além disso, houve tempo suficiente para que se adaptassem e desenvolvessem soluções capazes de competir com as vantagens do PIX, seja em custo, experiência do usuário ou do comércio&#8221;, acrescenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">PIX é investigado nos EUA a pedido de Trump por configurar possível &#8216;prática desleal&#8217;</p>



<h4 class="wp-block-heading">PIX Internacional, &#8216;efeito Brics&#8217; e ameaça ao dólar</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as novidades do PIX, o&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/banco-central-do-brasil/"><strong>Banco Central do Brasil</strong></a>&nbsp;(BC) segue trabalhando para adotar, no futuro, o PIX Internacional,&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/01/16/alvo-de-polemica-e-fake-news-pix-bate-recorde-em-2024-movimenta-r-264-trilhoes-e-tera-novidades.ghtml"><strong>que já é aceito de forma limitada em alguns países</strong></a>, como Argentina, EUA (Miami e Orlando), Portugal (Lisboa), entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O BC avalia que o uso atual do PIX em outros países é &#8220;parcial&#8221;, restrito a estabelecimentos específicos. A expectativa é que, no futuro, os pagamentos transfronteiriços sejam realizados de forma definitiva, interligando sistemas de pagamento instantâneo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, especialistas acreditam que a possibilidade de uso do PIX Internacional como meio de pagamento entre países do&nbsp;<strong>Brics</strong>, por exemplo, pode ter incomodado os EUA por ameaçar a paridade do dólar nas negociações, comprometendo a hegemonia da moeda no sistema financeiro global.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;Esse pode ser o ponto que mais incomoda o governo americano: a criação de uma moeda única do Brics e o possível uso do sistema PIX para reduzir a influência do dólar nas negociações entre esses países&#8221;, diz Fabrizio Velloni, economista-chefe da Frente Corretora.</strong><strong></strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f50e.png" alt="🔎" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></em><strong><em>&nbsp;O Brics é um grupo de países emergentes</em></strong><em>&nbsp;que inclui Brasil, Rússia, China, Índia, África do Sul, Emirados Árabes Unidos, Egito, Arábia Saudita, Etiópia, Indonésia e Irã.</em></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Neste mês, o presidente Donald Trump&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/07/08/tarifas-trump-brics.ghtml"><strong>ameaçou, em mais de uma ocasião</strong></a>, aplicar tarifas de 10% às nações integrantes do grupo. Ele é contra a criação de uma nova moeda ou meios de pagamento que substituam o dólar — uma das prioridades do Brasil dentro do grupo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o professor Jorge Ferreira, da ESPM, o PIX Internacional pode enfrentar resistência dos EUA, já que concorreria diretamente com o sistema SWIFT — rede global de transferências financeiras adaptada, inclusive, para cumprir sanções internacionais, especialmente dos EUA e da União Europeia.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sucesso do PIX vira vitrine para o Brasil</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Pedro Henrique Ramos, diretor-executivo e fundador do RegLab, afirma que a principal queixa dos EUA parece ser a percepção de que o governo brasileiro teria favorecido seu próprio sistema de pagamento eletrônico — prejudicando, assim, empresas privadas norte-americanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele avalia que, quando o regulador também atua como operador bem-sucedido — como o Banco Central do Brasil com o PIX —, é natural que surja uma “pressão internacional” nesse cenário de competição.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;De uma forma ou de outra, o PIX se tornou um modelo de inovação estatal eficiente, que pode ser replicado por outros países — o que representa uma possível ameaça ao domínio de empresas americanas no mercado global de meios de pagamento&#8221;, explica.</strong><strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o especialista,&nbsp;<strong>o sucesso massivo do PIX também virou uma vitrine e confere ao Brasil peso geopolítico para influenciar padrões e negociar aberturas no mercado internacional.</strong>&nbsp;“É um grande modelo a ser seguido em termos de infraestrutura pública digital de pagamentos.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diversos países buscam entender os mecanismos de funcionamento do sistema. Enquanto isso,&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/01/16/alvo-de-polemica-e-fake-news-pix-bate-recorde-em-2024-movimenta-r-264-trilhoes-e-tera-novidades.ghtml"><strong>o uso do PIX entre os brasileiros acumula recordes</strong></a>, com mais de R$ 26,4 trilhões movimentados só em 2024.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ofensiva dos EUA contra sistemas de pagamentos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Pedro Henrique Ramos, do RegLab, lembra que os EUA têm um histórico de contestar políticas que favorecem infraestruturas domésticas, citando os casos da Indonésia, Índia e China (com a UnionPay).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao anunciar tarifas de 32% sobre produtos importados da Indonésia, em abril, os EUA também alegaram &#8220;prática comercial injusta&#8221;, citando impacto em empresas americanas como Visa, Mastercard e Amex.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Ramos, esse tipo de infraestrutura pública de baixo custo, criado por países emergentes, é adotado como instrumentos de inclusão social e financeira, e de redução da dependência de redes atreladas ao dólar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;Então, você tem um atrito geopolítico claro entre interesses comerciais e também com os discursos políticos que são usados para fundamentar e fomentar essas infraestruturas digitais soberanas dos países&#8221;, afirma.</strong><strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ralf Germer, da PagBrasil, destaca que os EUA têm sistemas semelhantes, como o<strong>&nbsp;Zelle</strong>&nbsp;— criado por grandes bancos, com possíveis taxas conforme a instituição — e o&nbsp;<strong>FedNow</strong>, do Federal Reserve, que permite cobrança de taxas pelos bancos, mas geralmente não repassadas ao consumidor final.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sistemas norte-americanos, no entanto, não chegaram nem perto do sucesso do PIX, afirma Pedro Henrique Ramos, do RegLab.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A adesão ao FedNow, por exemplo, foi opcional. Nenhum dos grandes bancos americanos aderiu. Então, de uma forma ou de outra, o PIX virou um modelo, uma vitrine&#8221;, diz.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Exigências legais do Brasil — e apoio às big techs</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os questionamentos dos EUA sobre os pagamentos eletrônicos fazem parte de uma discussão mais ampla que envolve big techs americanas, como Google e&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/meta/"><strong>Meta</strong></a>(<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/whatsapp/"><strong>WhatsApp</strong></a>&nbsp;), que operam seus próprios sistemas de pagamento e podem ver o PIX como concorrente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;Empresas americanas do setor frequentemente resistem a determinadas decisões do Supremo Tribunal Federal [STF], especialmente sobre exigências legais como a proibição de veicular certos conteúdos&#8221;, diz Lia Valls, pesquisadora associada do FGV Ibre e professora da UERJ.</strong><strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a especialista, apesar de não ter relação direta, o conflito com as big techs também contribui para as alegações de Donald Trump, que em diversas ocasiões&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/politica/blog/daniela-lima/post/2025/05/29/stf-marca-julgamento-que-pode-regular-big-techs.ghtml"><strong>tentou pressionar a Suprema Corte brasileira</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mês passado, por exemplo, a&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/06/11/stf-forma-maioria-para-responsabilizar-redes-sociais-por-conteudos-de-usuarios.ghtml"><strong>maioria dos ministros do STF votou a favor de responsabilizar as redes sociais</strong></a>&nbsp;pelo conteúdo publicado por seus usuários — como discursos de ódio, fake news ou prejudiciais a terceiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mesmo dia, o Google, dono do&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/youtube/"><strong>YouTube</strong></a>, afirmou que &#8220;abolir regras que separam a responsabilidade civil das plataformas e dos usuários&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2025/06/11/responsabilizacao-das-redes-o-que-diz-o-google.ghtml"><strong>não contribuirá para o fim da circulação de conteúdos indesejados na internet</strong></a>&nbsp;[como fake news]&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a Meta, proprietária do&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/instagram/"><strong>Instagram</strong></a>, do&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/facebook/"><strong>Facebook</strong></a>&nbsp;e do WhatsApp, manifestou preocupação com &#8220;as implicações da decisão do STF sobre a liberdade de expressão e as milhões de empresas que usam nossos aplicativos para crescer seus negócios e gerar empregos no Brasil&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, há o caso específico do WhatsApp. Em junho de 2020, antes mesmo do lançamento do PIX, o Banco Central e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade)<a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/06/23/banco-central-suspende-pagamentos-pelo-whatsapp-no-brasil.ghtml"><strong>&nbsp;suspenderam a função de pagamentos e transferências por meio do aplicativo&nbsp;</strong></a>no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na época, o BC determinou que as bandeiras Visa e Mastercard, que viabilizavam as transações, suspendessem a função de pagamentos para que o órgão avaliasse riscos e garantisse o bom funcionamento do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB). Já o Cade apontava possíveis riscos à concorrência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, com o PIX já em funcionamento,&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2023/03/02/banco-central-libera-pagamentos-no-whatsapp-com-cartao-de-credito-debito-e-pre-pago.ghtml"><strong>o BC autorizou o WhatsApp</strong></a>&nbsp;a oferecer pagamentos com cartões de crédito, débito e pré-pago. Em dezembro, porém, a empresa&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2024/11/26/whatsapp-vai-encerrar-opcao-de-pagamento-via-cartao-de-debito-a-partir-de-dezembro.ghtml"><strong>descontinuou no Brasil a função de pagamento</strong></a>&nbsp;entre pessoas com cartão de débito no aplicativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota enviada ao&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/"><strong>g1</strong></a>&nbsp;em novembro de 2024, a empresa informou que a decisão de suspender a função com cartão de débito no país teve como objetivo priorizar as transações via PIX.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
