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	<title>TRT da 4ª região &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>TRT da 4ª região &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>TRT-4: Santander indenizará por suprimir gratificação de gestante afastada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 07:25:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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		<category><![CDATA[gratificação especial]]></category>
		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[TRT da 4ª região]]></category>
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					<description><![CDATA[Justiça também manteve pagamento de gratificação especial por falta de critérios objetivos. A 4ª turma do TRT da 4ª região condenou o banco Santander a pagar R$ 10 mil por danos morais a uma ex-gerente que teve gratificação de função suprimida enquanto estava com o contrato de trabalho suspenso por afastamento de saúde decorrente de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-ba638ced4e11e26c52c3bcf02325c379">Justiça também manteve pagamento de gratificação especial por falta de critérios objetivos.</h4>



<p>A 4ª turma do <a href="https://www.trt4.jus.br/portais/trt4" data-type="link" data-id="https://www.trt4.jus.br/portais/trt4">TRT da 4ª região</a> condenou o banco <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/">Santander</a> a pagar R$ 10 mil por danos morais a uma ex-gerente que teve gratificação de função suprimida enquanto estava com o contrato de trabalho suspenso por afastamento de saúde decorrente de diabetes gestacional.</p>



<p>O colegiado também manteve a condenação ao pagamento da chamada &#8220;gratificação especial&#8221;, por entender que o banco não comprovou critérios objetivos para conceder a verba apenas a alguns empregados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Entenda</h4>



<p>A trabalhadora atuou no <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/">banco</a> de agosto de 2011 a setembro de 2023, tendo exercido funções como caixa, gerente de relacionamento e gerente de relacionamento empresas.</p>



<p>Segundo o acórdão, a alteração contratual promovida pela instituição financeira em dezembro de 2022 reduziu a jornada de oito para seis horas e suprimiu a gratificação de função em período no qual ela estava afastada por motivo de saúde, situação posteriormente seguida de licença-maternidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Perspectiva de gênero</h4>



<p>Para a relatora, juíza convocada Cacilda Ribeiro Isaacsson, a medida foi &#8220;juridicamente nula&#8221;, pois realizada durante a suspensão do contrato de trabalho. O acórdão destacou que a redução do padrão salarial da empregada antes do retorno efetivo às atividades violou os arts. 468 e 471 da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm">CLT</a>, além do dever de boa-fé objetiva.</p>



<p>A turma também aplicou o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero do CNJ e o Protocolo de Atuação e Julgamento com Perspectiva Antidiscriminatória, Interseccional e Inclusiva do TST.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Sindicalize-se e lute por você!</a></h4>



<p>Para o colegiado, a supressão da gratificação em período de gravidez e adoecimento configurou discriminação indireta, por transformar a maternidade e a condição de saúde da empregada em prejuízo financeiro.</p>



<p>Ao reconhecer o dano moral, a relatora afirmou que o caso ultrapassou o mero descumprimento contratual, pois atingiu a dignidade da trabalhadora em momento de fragilidade física e psíquica.</p>



<p>O acórdão mencionou relatório psicológico e nota de alta de UTI neonatal decorrente do nascimento prematuro da criança.</p>



<p>A indenização foi fixada em R$ 10 mil, valor considerado suficiente para cumprir finalidade pedagógica sem gerar enriquecimento sem causa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Gratificação especial</h4>



<p>O banco também pretendia afastar a condenação ao pagamento de gratificação especial. Ele alegava que a parcela era paga por mera liberalidade, sem previsão legal ou normativa, e que teria sido suprimida desde 2012.&nbsp;</p>



<p>A turma, no entanto, rejeitou a tese. Segundo o acórdão, documentos e prova oral demonstraram que a verba continuou sendo paga a empregados desligados após 2012, inclusive em 2017 e 2022. Para o colegiado, ao instituir benefício pago no momento da rescisão contratual, ainda que por liberalidade, o empregador deve fixar critérios objetivos, claros e transparentes.</p>



<p>&nbsp;Na decisão, os desembargadores concluíram que o pagamento da gratificação a apenas alguns empregados, sem comprovação de requisitos que justificassem a diferenciação, afrontou o princípio constitucional da isonomia e caracterizou conduta discriminatória. Assim, foi mantido o direito da ex-empregada à parcela.</p>



<h4 class="wp-block-heading"> Processo: <a href="https://pje.trt4.jus.br/consultaprocessual/detalhe-processo/0021295-16.2024.5.04.0261/2#931fa1d" data-type="link" data-id="https://pje.trt4.jus.br/consultaprocessual/detalhe-processo/0021295-16.2024.5.04.0261/2#931fa1d">0021295-16.2024.5.04.0261</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://arq.migalhas.com.br/arquivos/2026/5/971B52A5C835D2_Documento_931fa1d(1).pdf" data-type="link" data-id="https://arq.migalhas.com.br/arquivos/2026/5/971B52A5C835D2_Documento_931fa1d(1).pdf">Veja o acórdão</a>.</h4>
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