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	<title>TRT-14 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>TRT-14 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Justiça manda Caixa reduzir jornada de pais de crianças PcD em até 50%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 05:35:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[acompanhamento familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[PcD]]></category>
		<category><![CDATA[Redução de Jornada]]></category>
		<category><![CDATA[TRT-14]]></category>
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					<description><![CDATA[TRT determinou redução da jornada de trabalho em até 50% para empregados que têm dependentes com deficiência. Privar um dependente com deficiência de acompanhamento familiar configura ameaça concreta ao projeto de vida dessa pessoa. Nesse cenário, a redução de até 50% da carga horária de trabalho do responsável tem sido um parâmetro aplicado reiteradamente em [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6219a72e94ff02b1e854e8059743fb9a">TRT determinou redução da jornada de trabalho em até 50% para empregados que têm dependentes com deficiência.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Privar um dependente com deficiência de acompanhamento familiar configura ameaça concreta ao projeto de vida dessa pessoa. Nesse cenário, a redução de até 50% da carga horária de trabalho do responsável tem sido um parâmetro aplicado reiteradamente em decisões do Tribunal Superior do Trabalho, respeitando o princípio do superior interesse da criança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esse entendimento, a 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região (RO/AC) determinou a redução de até 50% da jornada, sem redução salarial, nem compensação de horário, de empregados celetistas da Caixa Econômica Federal que têm filhos ou dependentes com deficiência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os autos, a Associação dos Gestores da Caixa Econômica Federal do Estado de Rondônia (AGECEF/RO) ajuizou uma ação contra a Caixa para pedir redução na jornada aos associados que comprovem ter filhos ou dependentes nessa condição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juízo de primeira instância negou o pedido, argumentando que os acordos coletivos da categoria estipularam a redução da carga em até 25%. O magistrado acrescentou que a aplicação analógica dos parágrafos 2º e 3º do artigo 98 do regime jurídico dos servidores públicos civis da União — que estabelecem um horário especial ao servidor com deficiência — seria inválida perante os acordos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Caixa, por sua vez, alegou que a associação não era legítima para representar essa demanda dos trabalhadores e que a condenação geraria um desequilíbrio concorrencial frente a outros bancos, o que violaria a livre iniciativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A AGECEF/RO recorreu ao TRT-14, sustentando que a redução de 25% é insuficiente para garantir os direitos fundamentais dos dependentes com deficiência e dos empregados cuidadores e que a negociação coletiva não deve definir essa redução.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Adaptação razoável</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A relatora do caso foi a juíza convocada Christiana D’Arc Damasceno Oliveira Andrade Sandim. Para fundamentar a sua decisão, a magistrada se baseou na Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (CDPD), que estabelece a obrigação de adaptação razoável individualizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sandim afirmou que a CDPD é hierarquicamente superior aos acordos coletivos, equiparando-se a uma emenda constitucional, e que no seu artigo 2º essa norma estabelece a recusa da adaptação de horário como capacitismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acordo coletivo, portanto, não pode desrespeitar a obrigação estabelecida pela convenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a questão da livre iniciativa apontada pelo banco, a relatora afirmou que a dignidade humana prevalece e que a obrigação da Convenção (CDPD) atinge a todos os empregadores, inclusive aos concorrentes privados, não havendo desequilíbrio.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Entendimento do TST</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A relatora também apontou que a jurisprudência do TST sobre a redução de até 50% da jornada reflete a realidade clínica de protocolos de tratamentos de pessoas com deficiência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Por exemplo, quanto ao TEA, a intervenção precoce intensiva […] demanda, em regra, entre 20 e 40 horas semanais de atendimento em horário comercial. A redução de 25% de uma jornada diária de 8 horas libera apenas 2 horas por dia — insuficientes para esse protocolo. A redução de até 50% libera 4 horas diárias, compatível com o patamar mínimo clinicamente indicado para intervenção precoce.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na visão da juíza, esse entendimento se alinha com a obrigação de adaptação exigida pela CDPD e com o superior interesse da criança, estabelecido no artigo 23.1 da Convenção sobre os Direitos da Criança (Decreto 99.710/1990) e no artigo 7º, parágrafo 2º, da CDPD.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Validade do acórdão</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O acórdão, porém, não invalida as cláusulas coletivas mencionadas. Segundo a juíza, trata-se de um afastamento incidental dessas normas apenas no caso em análise.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, o colegiado, em votação unânime, determinou a redução da jornada para até 50%, sem prejuízo da remuneração e sem necessidade de compensação de horas a todo associado da AGECEF/RO que comprove, mediante documentação médica, ter filho ou dependente com diagnóstico de deficiência com necessidade de acompanhamento durante o horário de trabalho.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2026/07/consulta.trt14.jus_.br_abrirDoc.pdf" data-type="link" data-id="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2026/07/consulta.trt14.jus_.br_abrirDoc.pdf">Clique aqui para ler o acórdão</a></h5>



<h5 class="wp-block-heading">Processo 0000762-12.2025.5.14.0006</h5>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Sua voz importa. Nossa união transforma. Sindicalize-se!</a></h2>
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		<title>Bancário firma acordo em ação de doença ocupacional e vai receber R$ 4,5 milhões</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bancario-firma-acordo-em-acao-de-doenca-ocupacional-e-vai-receber-r-45-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jun 2025 06:13:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[Auxílio-Doença]]></category>
		<category><![CDATA[Bancário]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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		<category><![CDATA[Doença Ocupacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Semana Nacional da Conciliação Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[TRT-14]]></category>
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					<description><![CDATA[TRT-14 homologou acordo em que banco vai pagar R$ 4,5 milhões a bancário por doenças ocupacionais A conciliação marca um dos maiores valores registrados até agora na Semana da Conciliação. O caso envolve um bancário que trabalhou por mais de 17 anos em uma instituição financeira, e adquiriu doenças ocupacionais decorrentes de trabalho com esforço [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-5f1c94478832447ef93d8c3850e10349">TRT-14 homologou acordo em que banco vai pagar R$ 4,5 milhões a bancário por doenças ocupacionais</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A conciliação marca um dos maiores valores registrados até agora na Semana da Conciliação. O caso envolve um bancário que trabalhou por mais de 17 anos em uma instituição financeira, e adquiriu doenças ocupacionais decorrentes de trabalho com esforço repetitivo e posturas inadequadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalhador foi afastado em 2022 por auxílio-doença e, posteriormente, aposentado por invalidez. A audiência foi conduzida pela juíza do Trabalho Fernanda Antunes Marques Junqueira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A instituição bancária, representada por seus advogados, chegou a um acordo com a parte autora, também representada pelo advogado, para compensar os danos causados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acordo prevê o pagamento de R$ 4,5 milhões ao trabalhador e R$ 500 mil a seus advogados, em duas parcelas (4/6 e 10/7/2025). A empresa também arcará com os honorários periciais, sem incidência de impostos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Acordo é humanização</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A homologação do acordo ocorreu por videoconferência, com as partes confirmando o acordo virtualmente. O processo segue para o gabinete de origem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A juíza responsável pela condução da audiência reforçou a importância da conciliação. “Mais do que um resultado financeiro expressivo, este acordo demonstra o sucesso da conciliação como instrumento de humanização da Justiça. Ao optar pelo diálogo, as partes demonstram que a busca pelo consenso é uma alternativa eficaz para a construção de uma sociedade mais pacífica.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O TRT-14 lidera o número de conciliações de segundo grau entre os tribunais de pequeno porte do país, segundo dados disponíveis no painel oficial do Conselho Superior da Justiça do Trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha nacional, coordenada pelo CSJT, busca fortalecer o Judiciário como agente de pacificação social, promovendo o diálogo e a resolução consensual de conflitos trabalhistas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo 0000261-84.2024.5.14.0041</h4>
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