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	<title>Tribunal Superior do Trabalho &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Tribunal Superior do Trabalho &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>BB terá de indenizar ex-gerente que sofreu assédio de subordinados</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bb-tera-de-indenizar-ex-gerente-que-sofreu-assedio-de-subordinados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Feb 2025 07:46:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio moral]]></category>
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					<description><![CDATA[Ex-gerente afirma que sofreu assédio de subordinados e foi diagnosticado com transtorno de estresse pós-traumático A 13ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (Grande São Paulo e litoral paulista) manteve a sentença que condenou o Banco do Brasil a indenizar um ex-gerente que sofreu assédio moral de subordinados. Segundo os autos, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-5165210350117d9cc4d7f9628f3cd264">Ex-gerente afirma que sofreu assédio de subordinados e foi diagnosticado com transtorno de estresse pós-traumático</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 13ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (Grande São Paulo e litoral paulista) manteve a sentença que condenou o <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/banco-do-brasil-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/banco-do-brasil-noticias/">Banco do Brasil</a> a indenizar um ex-gerente que sofreu assédio moral de subordinados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os autos, o autor da ação foi transferido para uma agência e constatou que dois empregados mantinham uma relação amorosa, o que contrariava as normas da instituição, já que existia subordinação entre eles. Após comunicar o fato ao superintendente regional do banco, ele foi orientado para que deixasse os dois em paz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O autor também alega que os dois empregados atendiam mal os clientes e eram alvos de reclamações, e que, após advertir ambos, eles organizaram um piquete sindical em frente à agência onde trabalhavam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O conflito teve como resolução a destituição do autor do cargo comissionado de gerente e a sua transferência de agência. Posteriormente, ele foi demitido por “desempenho insatisfatório na comunicação com a equipe”. O profissional alega ter sido alvo de assédio moral vertical ascendente (praticado por subordinados).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o caso, a juíza Cristiane Braga de Barros, 25ª Vara do Trabalho de São Paulo, condenou o banco a indenizar o autor com base em laudo pericial que constatou que ele sofreu transtorno de estresse pós-traumático.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao condenar o banco, ela também levou em consideração declarações de testemunhas que demonstraram que a empresa não apurou o caso de forma adequada antes de demitir o autor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No total, o banco terá de pagar R$ 1,6 milhão ao trabalhador, já que, além da indenização por danos morais — estipulada em R$ 150 mil —, ele ainda vai receber valores retroativos de gratificações. O banco chegou a apresentar recurso no Tribunal Superior do Trabalho, mas foi negado por ausência de transcendência.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/02/ROT_1000674-06.2020.5.02.0025_2grau.pdf" data-type="link" data-id="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/02/ROT_1000674-06.2020.5.02.0025_2grau.pdf">Clique aqui para ler a decisão</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">Processo 1000674-06.2020.5.02.0025</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Bancária do Santander é demitida após postar foto no crossfit durante afastamento médico</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bancaria-do-santander-e-demitida-apos-postar-foto-no-crossfit-durante-afastamento-medico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 08:16:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Afastamento Médico]]></category>
		<category><![CDATA[auxílio-doença acidentário]]></category>
		<category><![CDATA[bancária]]></category>
		<category><![CDATA[crossfit]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[doença osteomuscular]]></category>
		<category><![CDATA[Justa Causa]]></category>
		<category><![CDATA[mandado de segurança]]></category>
		<category><![CDATA[modalidade B-91]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Regional do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Superior do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Demissão aconteceu após denúncias sobre fotos postadas em academia Uma bancária foi demitida por justa causa após postar fotos em uma academia de crossfit enquanto estava afastada do trabalho por ter doença osteomuscular. Ela tentou reverter a demissão na Justiça, mas o Tribunal Superior do Trabalho manteve o desligamento. O que aconteceu A mulher foi [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-5e22ca46bb61037e95640d1114e79d16">Demissão aconteceu após denúncias sobre fotos postadas em academia</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Uma bancária foi demitida por justa causa após postar fotos em uma academia de crossfit enquanto estava afastada do trabalho por ter doença osteomuscular. Ela tentou reverter a demissão na Justiça, mas o Tribunal Superior do Trabalho manteve o desligamento.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que aconteceu</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A mulher foi afastada pelo INSS por doença osteomuscular nos braços, mas ela continuou frequentando a academia. A bancária publicava fotos em redes sociais praticando crossfit e cursando faculdade de medicina em outra cidade. O departamento de recursos humanos do banco recebeu uma denúncia sobre essas imagens e decidiu demiti-la.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ex-funcionária entrou com um mandado de segurança na Justiça pedindo a readmissão no <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/">Banco Santander</a>. Enquanto estava afastada, ela recebia auxílio-doença acidentário. Ela foi classificada como modalidade B-91, que se a incapacidades decorridas de acidente de trabalho ou de outras situações que a lei atribui os efeitos equivalentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juízo de primeiro grau e o Tribunal Regional do Trabalho concordaram com a reintegração. Para o TRT da 13ª Região (PB), a mulher não cometeu falta grave e, de acordo com seu histórico médico, ela tinha direito à reintegração no emprego e ao restabelecimento do plano de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tribunal Superior do Trabalho indeferiu a ordem de reintegração porque não é possível constatar que ela tem direito à readmissão. Para o colegiado, não é possível concluir que ela tem direito líquido e certo à reintegração sem uma análise mais aprofundada das provas. Por isso, a concessão da medida por meio de mandado de segurança fica impedida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Banco Santander informou que não comenta casos em andamento e sob segredo de Justiça.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Se Liga <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/novo-ataque-do-santander-contra-seus-empregados/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/novo-ataque-do-santander-contra-seus-empregados/">Novo ataque do Santander contra seus empregados</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Líder de reclamações trabalhistas, Bradesco assina acordo com o TST para tentar diminuir processos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/lider-de-reclamacoes-trabalhistas-bradesco-assina-acordo-com-o-tst-para-tentar-diminuir-processos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2023 08:17:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
		<category><![CDATA[Acordos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamações Trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Superior do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Banco tem aproximadamente 58 mil processos em todo o Judiciário trabalhista O Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Bradesco assinaram (09/10) acordo que visa a “racionalizar” e reduzir os processos do banco que tramitam na principal Corte trabalhista do país. Segundo o TST, existe possibilidade de extensão aos Tribunais Regionais (TRTs). O Bradesco lidera [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Banco tem aproximadamente 58 mil processos em todo o Judiciário trabalhista</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">Bradesco</a> assinaram (09/10) acordo que visa a “racionalizar” e reduzir os processos do banco que tramitam na principal Corte trabalhista do país. Segundo o TST, existe possibilidade de extensão aos Tribunais Regionais (TRTs). O Bradesco lidera o ranking dos litigantes: são 58 mil processos na Justiça do Trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda de acordo com o tribunal, o acordo firmado ontem com o Bradesco pretende encerrar pelo menos 2.200 ações, das quase 7.500 que tramitam no próprio TST. O Judiciário tem buscado firmar esse entendimento com outras empresas, até então do setor público como Correios e Petrobras, além do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O vice-presidente do TST, ministro Aloysio Corrêa da Veiga, ressaltou a busca de um “equilíbrio social e, sobretudo, uma cooperação no exercício da vida”. Ele acrescentou que o objetivo é garantir “o acolhimento das partes litigantes para consagrar essa solução de conflito que é mais justa, a mais razoável e a mais eficaz”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo o magistrado, acordos como os feitos com BB e Caixa têm tido resultados “excepcionais”. Apenas na mais recente Semana Nacional de Conciliação Trabalhista, foram homologados 23 mil acordos, com arrecadação de mais de R$ 1 bilhão. “São dados e valores que devemos trazer como resultado da atuação do Poder Judiciário como um todo, para que todos tenham esse propósito e que esse novo conceito de jurisdição possa ser multiplicado”, afirmou Corrêa da Veiga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor-gerente do Bradesco, Aires Coelho Donizete, disse que o banco revisou políticas internas. E, assim, identificou oportunidades para encerrar processos dos quais já poderiam ter desistido, avaliando, por exemplo, temas e valores. “São processos que entendemos que não vale a pena esticar mais a litigância. e vamos decidir pela conciliação.</p>
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		<item>
		<title>TST reconhece responsabilidade de banco por doença desenvolvida por bancário</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/tst-reconhece-responsabilidade-de-banco-por-doenca-desenvolvida-por-bancario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Mar 2023 16:55:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Doença Ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Superior do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[TST]]></category>
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					<description><![CDATA[Sem as mesmas condições de trabalho e a mesma cobrança de produtividade, ele desenvolveu transtorno depressivo A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) reconheceu a responsabilidade do Itaú Unibanco pelo transtorno depressivo recorrente desenvolvido por um bancário com deficiência. Ele trabalhava nas mesmas condições dos demais empregados, sem adaptações e com a mesma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Sem as mesmas condições de trabalho e a mesma cobrança de produtividade, ele desenvolveu transtorno depressivo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) reconheceu a responsabilidade do Itaú Unibanco pelo transtorno depressivo recorrente desenvolvido por um bancário com deficiência. Ele trabalhava nas mesmas condições dos demais empregados, sem adaptações e com a mesma exigência de produtividade, e ficou demonstrado que a doença tinha relação com a situação de trabalho.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Limitações físicas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O bancário fora contratado na cota de pessoas com deficiência e, entre outras limitações, tinha dificuldade de locomoção e de movimento nos dedos. Ele disse, na reclamação trabalhista, que, apesar disso, o banco lhe exigia a mesma produtividade dos demais e era discriminado pelos colegas e pela chefia com chacotas e brincadeiras depreciativas. Também relatou que o ambiente de trabalho e o mobiliário não eram adaptados às suas condições. Dependendo da época, tinha de subir escadas ou permanecer por longos períodos em pé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, essas condições e o ambiente hostil foram fatores desencadeantes de transtornos psiquiátricos que haviam&nbsp;levado a diversos afastamentos pelo INSS.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Adequação à realidade contratual</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O banco, por sua vez, disse que as metas impostas eram adequadas à realidade contratual do mercado e estavam em conformidade com a condição pessoal dos empregados.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Concausalidade</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O laudo pericial atestou que o bancário apresentava distúrbios de controle muscular nas pernas, déficits de coordenação, dificuldade de locomoção, encurtamento dos tendões calcâneos e falta de coordenação na mão direita. Também registrou que ele sofria de transtorno depressivo recorrente e estado de estresse pós-traumático.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Indenização</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para o juízo da 7ª Vara do Trabalho de Florianópolis (SC), o laudo, juntamente com os depoimentos de testemunhas, demonstravam que as cobranças, sem levar em consideração as limitações físicas do empregado, contribuíram para o quadro psiquiátrico. Por isso, condenou o banco ao pagamento de R$ 20 mil de indenização por danos morais e à recomposição salarial do período de afastamento, a título de lucros cessantes.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Isenção</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, o Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região excluiu as condenações. Segundo o TRT, a cobrança de produtividade não representa nenhuma ilegalidade, e, sem ilicitude, não há dever de reparação, ainda que existente dano.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Tratamento ofensivo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para o relator do recurso de revista, ministro Sérgio Pinto Martins, a conduta do banco contraria o Estatuto da Pessoa com Deficiência (<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 13.146/2015</a>), que garante o direito ao trabalho em igualdade de oportunidades (condições justas e favoráveis). De acordo com o relator, no caso, a cobrança de mesma produtividade para o empregado com deficiência configura tratamento ofensivo e discriminatório, pois não observa o princípio da igualdade em seu aspecto material.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por unanimidade, a Turma assentou a responsabilidade do banco pela doença ocupacional e determinou o retorno do processo ao TRT, para que examine os recursos ordinários da empresa e do trabalhador, incluindo-se o valor da reparação material e moral.</p>
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