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	<title>Transtorno Psiquiátrico &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Transtorno Psiquiátrico &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Banco indenizará ex-gerente em R$ 600 mil por demissão em festa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 08:35:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O trabalhador, que enfrentou problemas de saúde mental após contrair covid-19, foi demitido após quase dez anos de serviço A 2ª turma do TRT da 11ª região condenou instituição bancária a indenizar um ex-gerente geral em mais de R$ 606 mil. O trabalhador, residente em Manaus/AM, foi dispensado sem justa causa após quase uma década [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-a674884f9b1350c16ddaa349b2d14ef9">O trabalhador, que enfrentou problemas de saúde mental após contrair covid-19, foi demitido após quase dez anos de serviço</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://portal.trt11.jus.br/index.php/comunicacao/9955-ex-gerente-de-banco-no-am-sera-indenizado-por-agravamento-de-transtorno-pos-covid-e-demissao-vexatoria" data-type="link" data-id="https://portal.trt11.jus.br/index.php/comunicacao/9955-ex-gerente-de-banco-no-am-sera-indenizado-por-agravamento-de-transtorno-pos-covid-e-demissao-vexatoria">2ª turma do TRT da 11ª região</a> condenou instituição bancária a indenizar um ex-gerente geral em mais de R$ 606 mil. O trabalhador, residente em Manaus/AM, foi dispensado sem justa causa após quase uma década de serviço. A demissão ocorreu durante uma festividade na agência bancária, configurando, segundo o tribunal, uma dispensa vexatória. O ex-gerente, atualmente com 44 anos, está aposentado por invalidez devido à piora de um transtorno psiquiátrico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O colegiado, acompanhando o voto da desembargadora Márcia Nunes da Silva Bessa, relatora do processo, reformou parcialmente a sentença de primeira instância, que havia fixado a indenização em R$ 350 mil. A decisão judicial abrange valores referentes à doença ocupacional (danos morais e materiais), indenização substitutiva da estabilidade de 12 meses e danos morais pela dispensa vexatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em janeiro de 2021, o gerente contraiu covid-19, necessitando de internação e intubação por 58 dias em UTI. Anteriormente à infecção, ele apresentava hipertensão e transtorno de ansiedade. O banco argumentou a inexistência de doença ocupacional e, consequentemente, a indevida indenização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alegou, ainda, ter adotado todas as medidas de segurança recomendadas durante a pandemia. O reclamante, por sua vez, pleiteou o aumento da indenização, considerando o reconhecimento do nexo causal entre o trabalho e o agravamento de seu quadro de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A desembargadora Márcia Nunes da Silva Bessa destacou três pontos cruciais do laudo pericial: a piora significativa do quadro psicológico do trabalhador após a contaminação por covid-19; o trabalho presencial em serviço essencial durante a pandemia; e o ambiente laboral com alto risco de contaminação. Diante disso, o colegiado majorou a indenização por danos morais de R$ 20 mil para R$ 140 mil e a indenização por danos materiais de R$ 20 mil para R$ 117 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relatora considerou que houve abuso de direito e ofensa aos direitos da personalidade do trabalhador na forma como a dispensa foi conduzida. As provas demonstraram que o superior hierárquico optou por demitir o gerente durante um evento festivo, causando-lhe mal-estar que demandou atendimento médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo após o ocorrido, o gestor prosseguiu com o desligamento, solicitando que duas pessoas assinassem o aviso prévio sob a alegação de que o empregado teria se recusado a fazê-lo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A desembargadora ponderou que, embora o empregador tenha o direito de dispensar imotivadamente o empregado, deve fazê-lo com respeito e cordialidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;No caso, entendo que resta configurado o dano moral na medida em que, no momento sensível que é a iminência do desemprego, houve imposição de constrangimento desnecessário ao autor, o que acarreta dano à sua honra&#8221;, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A indenização por dispensa vexatória foi fixada em R$ 70 mil, correspondente a cinco meses de salário contratual.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Tribunal não divulgou o número do processo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
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		<title>O que fazer para curar a DEPRESSÃO</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/o-que-fazer-para-curar-a-depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[Neurotransmissores]]></category>
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		<category><![CDATA[Transtorno Psiquiátrico]]></category>
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					<description><![CDATA[A depressão pode ter cura, entretanto, como suas causas ainda não foram totalmente esclarecidas, não existe uma fórmula, e sim, várias alternativas que podem ser usadas para cada caso, para modificar a resposta cerebral e melhorar o humor. A depressão pode ter cura, entretanto, como suas causas ainda não foram totalmente esclarecidas, não existe uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A depressão pode ter cura, entretanto, como suas causas ainda não foram totalmente esclarecidas, não existe uma fórmula, e sim, várias alternativas que podem ser usadas para cada caso, para modificar a resposta cerebral e melhorar o humor.<br />
</p>
<p>A depressão pode ter cura, entretanto, como suas causas ainda não foram totalmente esclarecidas, não existe uma fórmula, e sim, várias alternativas que podem ser usadas para cada caso, para modificar a resposta cerebral e melhorar o humor.</p>
<p> </p>
<p>Ela é um transtorno psiquiátrico, em que o humor deprimido e a perda de vontade, associado a outros sintomas, como alterações do sono, do apetite, cansaço e sensação de culpa, atrapalham o dia-a-dia da pessoa. Existem fatores que influenciam o desenvolvimento da depressão, como causas genéticas, ou hereditárias, e causas ambientais, como um momento estressante da vida ou a perda de alguém importante, por exemplo. Para entender melhor os sintomas e as causas da desta doença, veja como diferenciar a tristeza da depressão.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/saude-e-seguranca-do-trabalhador" target="_blank"># Conheça mais sobre nossa secretaria de Saúde e Segurança do Trabalhador</a></p>
<p> </p>
<p>Assim, para curar um quadro de depressão, existem alternativas de tratamento, que podem ser feitos separadamente ou em conjunto, mas o melhor tipo, o tempo necessário e as doses utilizadas podem variar de acordo com cada pessoa. Além disso, em casos de suspeita, é sempre importante procurar ajuda de um psiquiatra, que irá definir o tipo de tratamento necessário.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1. Uso de remédios</strong></span></p>
<p>Os antidepressivos são medicamentos usados para repor os neurotransmissores no cérebro, como serotonina, dopamina e noradrenalina que, normalmente, estão diminuídos na depressão. O uso de remédios é indicado principalmente nos casos moderados e graves, devendo ser usados com regularidade pois, caso contrário, pode ser muito difícil se recuperar da doença.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Os principais antidepressivos utilizados para o tratamento da depressão são:</strong></span></p>
<p><img decoding="async" title="O que fazer para curar a DEPRESSÃO" src="https://santosbancarios.com.br/uploads/images/2018/03/7620-1522401358.png" alt="O que fazer para curar a DEPRESSÃO" /></p>
<p>Os remédios passam a fazer efeito em cerca de 2 a 6 semanas, e o tempo de tratamento também pode variar de pessoa para pessoa, sendo, em alguns casos, necessário por apenas um curto período, como 6 meses, como também pode ser necessário por vários anos. O que irá ajudar o médico a determinar o tempo de tratamento, a dose e o tipo do remédio é a melhoria dos sintomas e a forma como a pessoa está reagindo ao tratamento.</p>
<p> </p>
<p>Além disso, somente o uso de remédios pode não ser suficiente para curar uma depressão, sendo importante que a pessoa trabalhe o seu lado psicológico, através de conversas, sessões de psicoterapia e atividades que estimulem auto-conhecimento, por exemplo.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>2. Sessões de psicoterapia</strong></span></p>
<p>A psicoterapia é feita por um psicólogo ou psicoterapeuta, e é importante para ajudar na resolução de dificuldades emocionais, estimulando o auto-conhecimento e a resolução de conflitos internos da pessoa. Ela é fundamental, mesmo quando a pessoa já utiliza medicamentos, pois ajuda a reorganizar os pensamentos e estimular sentimentos e sensações de alegria.</p>
<p> </p>
<p>As sessões de psicoterapia costumam ser feitas 8, 4 ou 2 vezes por mês, por exemplo, a depender da necessidade de cada pessoa.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>3. Eletroconvulsoterapia</strong></span></p>
<p>A eletroconvulsoterapia consiste em um procedimentos de eletrochoques cerebrais, de forma controlada e indolor, que facilitam a reorganização da atividade cerebral. É um tipo de tratamento realizado para os casos de depressão grave, em que não houve melhora com os outros tratamentos disponíveis.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>4. Novas terapias</strong></span></p>
<p>Existem terapias mais recentes, que têm demonstrado bons resultados para o tratamento da depressão de pessoas que não melhoram com outras formas de tratamento. Entre eles estão a estimulação magnética transcraniana, a estimulação do nervo vago e a estimulação cerebral profunda.</p>
<p> </p>
<p>Estas são formas de estimulação e reorganização da atividade do cérebro, através do implantes de pequenos eletrodos estimuladores, capazes de tratar também diversas doenças neurológicas, como depressão, epilepsia ou Parkinson, por exemplo.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>5. Terapias alternativas</strong></span></p>
<p>Existem formas mais naturais que são ótimas aliadas para complementar o tratamento da depressão, mas que não devem subsituir o tratamento orientado pelo médico. Dentre elas estão:</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Acupuntura:</strong></span> pode aliviar diversos sintomas associados à esta doença, como dor, ansiedade e insônia;</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Meditação:</strong></span> proporciona autoconhecimento e controle dos sentimentos, o que pode melhorar a confiança e auto-estima;</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Atividade física:</strong></span> a prática regular de exercício ajuda a liberar hormônio como serotonina e endorfina, essenciais no tratamento da depressão, além de melhorar o bem-estar. O exercício em grupo, como um esporte, pode ter ainda mais benefícios, devido a melhora da convivência social;</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Reiki:</strong></span> é um técnica que proporciona relaxamento e bem-estar, podendo ser útil para combater sintomas da depressão;</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Alimentação antidepressiva:</strong></span> existem alimentos, como banana, amendoim, aveia e leite, que aumentam os níveis de triptofano e outras substância, como magnésio, que estimulam a produção de hormônios do bem estar.</p>
<p> </p>
<p>Além disso, é recomendado investir em hobbies como música, leitura e atividades em grupo, por exemplo, pois são atividades que melhoram a auto-estima e a auto-confiança, sendo importantes passos para a cura da depressão.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>6. Tratar outras causas da depressão</strong></span></p>
<p>Existem algumas doenças que podem causar ou aumentar as chances de ter uma depressão, como hipotireoidismo, deficiência de vitamina B12, diabetes, Alzheimer, Parkinson ou pós-AVC, por exemplo, portanto, é necessário realizar um tratamento adequado delas para que seja possível combater os sintomas.</p>
<p> </p>
<p>Além disso, também existem remédios que podem estar sendo utilizados no tratamento de outros problemas e que induzem a um humor deprimido, como Propranolol, Sinvastatina e Fenobarbital, por exemplo. Portanto, caso existam sintomas de depressão pelo uso de algum medicamento, é importante conversar com o médico que faz o acompanhamento para discutir a possibilidade de alteração do tratamento.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Quanto tempo dura o tratamento da depressão?</strong></span></p>
<p>Não existe um tempo pré-definido para o tratamento da depressão, assim, algumas pessoas melhoram após alguns meses, já outras precisam tratar durante anos. Isso normalmente depende da causa e da gravidade da doença, além da possibilidade e vontade da pessoa em seguir o tratamento corretamente. Algumas dicas para potencializar o tratamento da depressão, e permitir uma curar mais rápida, são:</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Não manter o mesmo remédio, se não houver melhora após 6 semanas:</strong></span> esse é o tempo necessário para qualquer remédio fazer efeito, assim, se neste período nenhuma melhora foi notada, é importante conversar com o psiquiatra para aumentar a dose ou, em alguns casos, mudar o tipo de remédio;</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Fazer reavaliações com o psiquiatra:</strong></span> é importante ter consultas de acompanhamento com o médico nos tempos pré-determinados, a cada 3 ou 6 meses, por exemplo, para que sejam reavaliados os sintomas e necessidade de ajuste das doses;</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Procurar ajuda:</strong></span> é mais difícil vencer uma depressão sozinho, portanto é fundamental falar com um amigo, familiar, psicólogo ou com o médico sempre que não estiver bem, ou notar piora dos sintomas;</p>
<p> </p>
<p>Traçar objetivos: adotar um objetivo, como começar um projeto, um trabalho ou uma atividade nova, pois podem ser atitudes que ajudam a dar sentido à vida.</p>
<p> </p>
<p>Além disso, é importante desenvolver uma espiritualidade, pois ser uma pessoa espirituosa não necessariamente significa ser religiosa, mas ter uma atitude de acreditar que existe um motivo especial para estar vivo e aproveitar os momentos, dando, assim, um significado mais especial à vida.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/saude-do-trabalhador-5-dicas-para-prevenir-a-depressao" target="_blank"># 5 dicas para prevenir a depressão</a></p>
<p>Fonte: Tua Saúde</p>
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