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	<title>Transporte ilegal de valores &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Transporte ilegal de valores &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Bradesco condenado em R$ 1 milhão por morte durante transporte de valores</title>
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		<pubDate></pubDate>
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					<description><![CDATA[A m&#227;e de um empregado do Banco Bradesco S.A. que faleceu em um acidente automobil&#237;stico quando transportava valores entre as cidades vizinhas do seu local de trabalho para abastecer postos de atendimento do banco, vai receber R$ 1 milh&#227;o de indeniza&#231;&#227;o por danos morais. O banco tentou desconstituir a decis&#227;o por meio de a&#231;&#227;o rescis&#243;ria, [&#8230;]]]></description>
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<p><span style="line-height:1.6em">A m&atilde;e de um empregado do Banco Bradesco S.A. que faleceu em um acidente automobil&iacute;stico quando transportava valores entre as cidades vizinhas do seu local de trabalho para abastecer postos de atendimento do banco, vai receber R$ 1 milh&atilde;o de indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais. O banco tentou desconstituir a decis&atilde;o por meio de a&ccedil;&atilde;o rescis&oacute;ria, mas a Subse&ccedil;&atilde;o II Especializada em Diss&iacute;dios Individuais (SDI-2) do Tribunal Superior do Trabalho negou provimento a seu recurso.</span></p>
<p>Na reclama&ccedil;&atilde;o trabalhista, a m&atilde;e do banc&aacute;rio contou que o filho era supervisor administrativo. No acidente, seu carro particular foi colhido em cheio por um caminh&atilde;o na contram&atilde;o quando se dirigia a Porto Acre (AC), sem seguran&ccedil;a nem treinamento espec&iacute;fico para esse fim.</p>
<p>O Tribunal Regional do Trabalho da 14&ordf; Regi&atilde;o (RO/AC) confirmou a senten&ccedil;a do ju&iacute;zo da 4&ordf; Vara do Trabalho de Rio Branco (AC) que condenou o banco a pagar a indeniza&ccedil;&atilde;o de R$ 1 milh&atilde;o pedida pela m&atilde;e do empregado, esclarecendo que a repara&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve servir apenas para reparar o dano, mas tamb&eacute;m atender a um cunho de penalidade e coer&ccedil;&atilde;o a fim de evitar eventos como o noticiado. &nbsp;</p>
<p>
<strong>TST</strong></p>
<p>Ap&oacute;s o tr&acirc;nsito em julgado da condena&ccedil;&atilde;o, o banco tentou desconstituir a decis&atilde;o por meio de a&ccedil;&atilde;o rescis&oacute;ria, julgada improcedente pelo Tribunal Regional do Trabalho da 14&ordf; Regi&atilde;o (RO/AC). Recorreu, ent&atilde;o, ao TST.</p>
<p>No recurso ao TST, o Bradesco alegou a incompet&ecirc;ncia da Justi&ccedil;a do Trabalho para julgar a a&ccedil;&atilde;o, ajuizada pela m&atilde;e do empregado em seu pr&oacute;prio nome, argumentando que a rela&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica &eacute; de natureza estranha ao contrato de trabalho, pois n&atilde;o se trata de sucess&atilde;o do direito do empregado, mas direito pr&oacute;prio decorrente da morte do trabalhador. Sustentou, ainda, que n&atilde;o havia fundamento para a aplica&ccedil;&atilde;o da responsabilidade objetiva do empregador nem nexo de causalidade entre a atividade do empregado e o acidente.</p>
<p>Segundo a relatora do recurso &agrave; SDI-2, ministra Maria Helena Mallmann, o TST tem entendimento pacificado no sentido de que o fato de a a&ccedil;&atilde;o ter sido ajuizada pela m&atilde;e do empregado em seu pr&oacute;prio nome n&atilde;o afasta a compet&ecirc;ncia da Justi&ccedil;a do Trabalho, uma vez que o dano decorre de acidente de trabalho, ocorrido na vig&ecirc;ncia do contrato.</p>
<p>Quanto &agrave; responsabilidade objetiva, a ministra explicou que o acidente foi caracterizado como de trabalho, porque sofrido pelo banc&aacute;rio quando, em &quot;patente e habitual desvio de fun&ccedil;&atilde;o&quot;. &quot;Ficou consignado que o deslocamento entre munic&iacute;pios vizinhos para o transporte de valores era habitual, e que o empregado n&atilde;o foi contratado nem preparado para aquela atividade&quot;, afirmou. &quot;Apesar de n&atilde;o ter causado materialmente o evento, o empregador &eacute; respons&aacute;vel pelo resultado dele decorrente, pois, se n&atilde;o fosse por sua determina&ccedil;&atilde;o, o empregado sequer estaria naquele local do infort&uacute;nio&quot;, concluiu.</p>
<p>Por unanimidade, a SDI-2 negou provimento ao recurso tamb&eacute;m quanto ao valor da indeniza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Fonte: TST</p>
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