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	<title>Transfobia &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Transfobia &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Como combater a homofobia, bifobia e transfobia no trabalho?</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/como-combater-a-homofobia-bifobia-e-transfobia-no-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 07:58:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar dos avanços significativos na luta pelos direitos da comunidade LGBTQIAPN+, a homofobia, bifobia e transfobia ainda persistem em muitos locais de trabalho ao redor do mundo Para se ter uma ideia, um levantamento realizado pelo LinkedIn, em 2022, revelou que quatro em cada dez pessoas LGBTQIAPN+ já enfrentaram discriminação em seu ambiente profissional. O [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-505eb591bae9a6021c6a7f23d37da3a9">Apesar dos avanços significativos na luta pelos direitos da comunidade LGBTQIAPN+, a homofobia, bifobia e transfobia ainda persistem em muitos locais de trabalho ao redor do mundo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para se ter uma ideia, um <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2022-06/quatro-em-cada-dez-lgbtqiap-ja-sofreram-discriminacao-no-trabalho" data-type="link" data-id="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2022-06/quatro-em-cada-dez-lgbtqiap-ja-sofreram-discriminacao-no-trabalho">levantamento</a> realizado pelo LinkedIn, em 2022, revelou que quatro em cada dez pessoas LGBTQIAPN+ já enfrentaram discriminação em seu ambiente profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo também entrevistou pessoas heterossexuais, mostrando que 53% dos profissionais que compõem esse grupo já presenciaram ou ouviram falar de alguma situação discriminatória devido à orientação sexual ou identidade de gênero de colegas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Entendendo os conceitos de homofobia, bifobia e transfobia</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Quando falamos sobre preconceito contra pessoas LGBTQIAPN+, estamos nos referindo à discriminação e hostilidade direcionadas a indivíduos com base na sua orientação sexual, identidade de gênero ou expressão de gênero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante lembrar que cada letra da sigla representa uma identidade específica: Lésbica, Gay, Bissexual, Transgênero, Queer, Intersexo, Assexual, Pansexual e Não-binário. Já o sinal de + indica a inclusão de outras identidades não explicitamente mencionadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O preconceito contra pessoas LGBTQIAPN+ pode se manifestar de diversas formas. Porém, há três expressões que são especialmente conhecidas:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Homofobia:</strong> é a aversão, ódio ou discriminação contra pessoas homossexuais, ou seja, aquelas que têm atração emocional, afetiva ou sexual por indivíduos do mesmo gênero.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bifobia:</strong> é o preconceito contra pessoas bissexuais, que são aquelas que têm atração emocional, afetiva ou sexual por pessoas de mais de um gênero.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Transfobia:</strong> é a discriminação e o preconceito contra pessoas cuja identidade de gênero difere do sexo atribuído no nascimento, incluindo travestis, transexuais e transgêneros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui, vale destacar que o Brasil é um dos lugares com os maiores índices de homofobia e transfobia do mundo. Em 2023, por exemplo, o <a href="https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/2024/01/20/mortes-violentas-de-pessoas-lgbtqia-na-ba-2023.ghtml" data-type="link" data-id="https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/2024/01/20/mortes-violentas-de-pessoas-lgbtqia-na-ba-2023.ghtml">país registrou 257 mortes violentas</a> de pessoas LGBTQIAPN+.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as vítimas, 127 eram travestis e transgêneros, 118 eram gays, 9 lésbicas e 3 bissexuais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Preconceito contra a comunidade LGBTQIAPN+ no mercado de trabalho</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas são espelhos da sociedade em que estão inseridas. Em outras palavras, aquilo que somos em nossas vidas pessoais muitas vezes se desdobra para o ambiente corporativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tendo como base os números apresentados acima, não é de se estranhar que o preconceito contra a comunidade LGBTQIAPN+ também encontre espaço para se manifestar nas organizações, ainda que de maneira velada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A homofobia, a bifobia ou a transfobia podem ter muitas caras. No mercado de trabalho, especificamente, elas costumam se revelar das seguintes formas:</p>



<h4 class="wp-block-heading">Discriminação durante processos de contratação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda hoje, muitas pessoas candidatas são excluídas de oportunidades de emprego com base em sua orientação sexual, identidade de gênero ou expressão de gênero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inclusive, <a href="https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2023/07/02/80percent-das-pessoas-trans-ja-se-sentiram-discriminadas-em-alguma-etapa-de-selecao-para-emprego-formal-aponta-levantamento.ghtml" data-type="link" data-id="https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2023/07/02/80percent-das-pessoas-trans-ja-se-sentiram-discriminadas-em-alguma-etapa-de-selecao-para-emprego-formal-aponta-levantamento.ghtml">cerca de 80% das pessoas transexuais já se sentiram discriminadas</a> em alguma etapa de seleção para um emprego formal, segundo dados da Agência AlmapBBDO e do Instituto On The Go.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Assédio e intimidação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Quando contratados, profissionais LGBTQIAPN+ ainda precisam lidar com a possibilidade de serem alvos de piadas ofensivas, comentários depreciativos ou até mesmo ameaças físicas no ambiente de trabalho.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Barreiras ao avanço na carreira</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas LGBTQIAPN+ podem, ainda, enfrentar obstáculos adicionais ao tentar avançar em suas carreiras, como a recusa em receber promoções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o tempo, isso pode resultar tanto em estagnação profissional quanto em desigualdade salarial dentro da empresa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que as empresas devem fazer para combater essas situações?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de falarmos sobre o papel das empresas no combate à LGBTFobia, vale lembrar que a discriminação contra pessoas da comunidade LGBTQIAPN+ é considerada crime no Brasil desde 2019 – seja ela praticada dentro ou fora do trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é um motivo a mais para as organizações promoverem ambientes de trabalho seguros e livres de discriminação para todas as pessoas colaboradoras, independentemente de sua orientação sexual, identidade ou expressão de gênero.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Dito isso, vamos às estratégias que podem ser encabeçadas com este propósito:</h4>



<h5 class="wp-block-heading">Implementar políticas antidiscriminatórias</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A implementação de políticas antidiscriminatórias claras e abrangentes é um dos primeiros passos no combate à homofobia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Elas devem proibir explicitamente a discriminação com base na orientação sexual, identidade de gênero ou expressão de gênero, e estabelecer consequências para aqueles que violarem essas regras.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Oferecer treinamento sobre DE&amp;I</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas pessoas ainda carregam consigo preconceitos inconscientes, que nada mais são do que atitudes, crenças ou estereótipos automáticos em relação a determinados grupos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para combatê-los, é importante que as empresas busquem formas de ampliar a conscientização e a compreensão da equipe sobre questões relacionadas à Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&amp;I).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Oferecer treinamento regular sobre o tema pode ser uma excelente forma de ajudar as pessoas colaboradoras a serem aliados eficazes da comunidade LGBTQIAPN+ e a contribuírem para a criação de um ambiente de trabalho mais acolhedor.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Criar um canal de denúncias</strong></h5>



<p class="wp-block-paragraph">Dispor de um canal de denúncias seguro e confidencial é crucial para assegurar que as pessoas colaboradoras tenham a possibilidade de relatar casos de discriminação, assédio ou preconceito que testemunhem ou vivenciem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É primordial que tais denúncias sejam tratadas com seriedade, respeito e total confidencialidade. Uma abordagem empática e acolhedora em relação à vítima também fará toda a diferença.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Recrutar com base em habilidades</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas comprometidas com a DE&amp;I devem assegurar que seus processos de recrutamento sejam justos, transparentes e livres de preconceitos, valorizando a diversidade de experiências e perspectivas entre os candidatos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma forma de fazer isso valer é recrutar com base exclusivamente em habilidades e qualificações profissionais, em vez de características pessoais como orientação sexual ou identidade de gênero.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Criar grupos de afinidade</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Os grupos de afinidade podem desempenhar um papel importante na construção de uma cultura inclusiva. Afinal, eles oferecem um espaço seguro para que as pessoas colaboradoras LGBTQIAPN+ compartilhem suas experiências e desafios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de fornecer suporte mútuo, esses grupos também podem servir como um local para discutir questões relevantes, promover iniciativas de inclusão na empresa e educar os colegas sobre as necessidades e perspectivas da comunidade LGBTQIAPN+.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em paralelo, a participação ativa nos grupos de afinidade também pode promover um maior senso de pertencimento, contribuindo para um ambiente de trabalho mais coeso e harmonioso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao adotar algumas das estratégias apresentadas até aqui, a organização tem a chance de não somente combater a homofobia, a bifobia e a transfobia internamente, como também de fortalecer sua reputação corporativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Afinal de contas, empresas que demonstram um compromisso genuíno com a igualdade e os direitos humanos ganham a confiança e o respeito de seus stakeholders, o que pode resultar em parcerias mais fortes e maior fidelidade dos clientes.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Denuncie de forma anônima</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Denúncias sobre homofobia, bifobia ou transfobia em agências bancárias da Baixada Santista podem ser feitas diretamente aos dirigentes sindicais ou pelos canais de comunicação do Sindicato, de forma anônima: <a href="https://santosbancarios.com.br/fale-conosco/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/fale-conosco/">Fale conosco</a> do site, <a href="https://bit.ly/WhatsSindBanc" data-type="link" data-id="https://bit.ly/WhatsSindBanc">Whatsapp</a>, <a href="https://www.instagram.com/santosbancarios/" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/santosbancarios/">Instagram</a> ou <a href="https://www.facebook.com/santosbancarios" data-type="link" data-id="https://www.facebook.com/santosbancarios">Facebook</a> do Sindicato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que a atuação do Sindicato nas lutas cotidianas por direitos e condições dignas de vida para bancárias e bancários fique cada vez mais forte, é fundamental que os trabalhadores bancários se <a href="https://santosbancarios.com.br/sindicaliza-formulario/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicaliza-formulario/">sindicalizem</a> e mobilizem seus colegas para se <a href="https://santosbancarios.com.br/sindicaliza-formulario/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicaliza-formulario/">associarem ao Sindicato</a>. Além de fortalecer as lutas, os sindicalizados também contam com vários benefícios como convênios, assistências jurídica, previdenciária e odontológica, entre outras vantagens. Acesse aqui a <a href="https://santosbancarios.com.br/sindicaliza-formulario/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicaliza-formulario/">ficha de sindicalização</a>.</p>
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		<title>Combate à LGBTfobia é dever de todos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/combate-a-lgbtfobia-e-dever-de-todos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 11:41:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Lgbtfobia]]></category>
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		<category><![CDATA[Transfobia]]></category>
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					<description><![CDATA[Dia Internacional de Luta contra a LGBTfobia, nesta quarta (17), é também momento para reflexão sobre a violência no país No Dia Internacional de Luta contra a LGBTfobia de 2023, nesta quarta-feira (17), o Brasil tem muito a refletir e repudiar. No ano passado, foram registradas pelo menos 273 mortes violentas de pessoas LGBTQIA+ no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Dia Internacional de Luta contra a LGBTfobia, nesta quarta (17), é também momento para reflexão sobre a violência no país</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">No Dia Internacional de Luta contra a LGBTfobia de 2023, nesta quarta-feira (17), o Brasil tem muito a refletir e repudiar. No ano passado, foram registradas pelo menos 273 mortes violentas de pessoas LGBTQIA+ no país. Foram 228 assassinatos, 30 suicídios e 15 mortes por outras causas, como decorrentes de lesões por agressão.<br><br>Os dados são do&nbsp;<a href="https://observatoriomorteseviolenciaslgbtibrasil.org/dossie/mortes-lgbt-2022/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Observatório de Mortes Violentas Contra LGBTI+</a>. Os números, porém, podem ainda ser piores, pois, como não há números oficiais sobre esses crimes, o levantamento é feito principalmente a partir de informações divulgadas pela imprensa.<br><br>Para Adilson Barros, da direção da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), “o dia 17 tem sua referência na luta para mudar toda situação de violência e descaso de uma parcela da população, enquanto grande parte da sociedade discrimina e ignora leis e iniciativas para sua inclusão”.<br><br></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Uma vítima a cada 32 horas</strong><strong></strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">As maiores vítimas são travestis e transexuais, com 58% das mortes. Em seguida vêm os casos de gays, com 35%, e de lésbicas e de homens trans com 3% cada. No total, a média é de uma pessoa LGBTQIA+ morta por causa violenta a cada 32 horas no Brasil.<br><br>As vítimas tinham de 13 a 75 anos, com concentração maior entre jovens adultos, de 20 a 29 anos (33,33%). O Nordeste, com 118 casos, e o Sudeste, com outros 71, foram as regiões mais hostis contra pessoas LGBTQIA+.<br><br>Adilson, que também é militante dos movimentos LGBTQIA+, ressalta que “mesmo com mudanças na forma de olhar social e biologicamente, os LGBTQIA+ ainda não estão em um mundo confortável para os caminhos do respeito e compreensão da igualdade”.<br><br>Ele também observa que a questão é preocupante não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. “Ainda hoje, há pelo menos 69 países que criminalizam relacionamentos consensuais entre pessoas do mesmo sexo, alguns inclusive com pena de morte”, completa.<br><br></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Ambiente ruim</strong><strong></strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O dossiê do Observatório mostra em 2022 uma redução de 14% de casos, em relação a 2021, quando foram elencadas 316 mortes violentas no Brasil. No entanto, em relação a 2000, quando o levantamento começou a ser feito e registrou 130 mortes, o aumento é de 108%. Por isso, o relatório afirma que os dados, vistos no longo prazo, indicam que o ambiente político e social brasileiro continua a estimular a LGBTfobia.<br><br></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>No trabalho</strong><strong></strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A aceitação de profissionais LGBTQIA+ é outro ponto que precisa de atenção, conforme Adilson. “As empresas em geral, e os bancos em particular, precisam estar preparados para receber essa população e aprender a lidar com a diversidade no dia a dia. A contratação por orientação sexual e identidade de gênero deve ser tratada como uma conquista, um avanço nos direitos”, diz. Para o militante, “a partir desse processo, campanhas de combate à discriminação no local de trabalho ganharão fôlego e contribuirão para a construção de um ambiente de trabalho saudável”.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><br><strong>Defenda-se</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Conheça aqui a cartilha <a rel="noreferrer noopener" href="https://antrabrasil.files.wordpress.com/2020/03/cartilha-lgbtifobia.pdf" target="_blank"><em>O que fazer em caso de violência LGBTfóbica</em></a>, publicada pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (<a rel="noreferrer noopener" href="https://antrabrasil.org/" target="_blank">Antra</a>). Para encontrar apoio, em caso de necessidade, acesse o <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.abglt.org/mapa-da-cidadania" target="_blank">Mapa da Cidadania</a>, produzido pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.abglt.org/mapa-da-cidadania" target="_blank">ABGLT</a>), com serviços e ferramentas jurídicas de defesa da comunidade LGBTQIA+, com informações de todas as unidades da Federação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conheça também <a rel="noreferrer noopener" href="https://transrespect.org/en/tvt-publication-series/" target="_blank">publicações da Transgender Europe</a>, várias com versão em português.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>LGBT&#8217;s: chega de violência!</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/lgbt-s-chega-de-violencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[17 de maio]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial de Luta contra a Homofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Transfobia]]></category>
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					<description><![CDATA[A homofobia consiste no ódio e repulsa por homossexuais, atitude que deve ser combatida para que seja possível formar uma sociedade que esteja baseada na tolerância e respeito ao próximo, independente da sua orientação sexual Uma morte a cada 16 horas. Conviver com o risco de morte por ser quem se é ou amar quem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A homofobia consiste no ódio e repulsa por homossexuais, atitude que deve ser combatida para que seja possível formar uma sociedade que esteja baseada na tolerância e respeito ao próximo, independente da sua orientação sexual</p>
<p>Uma morte a cada 16 horas. Conviver com o risco de morte por ser quem se é ou amar quem se ama faz parte do cotidiano de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) no Brasil. Para lutar contra este destino violento, o 17 de maio foi escolhido como o Dia Mundial de Luta contra a Homofobia.</p>
<p> </p>
<p>Dados tabulados por Julio Pinheiro Cardia, ex-coordenador da Diretoria de Promoção dos Direitos LGBT do Ministério dos Direitos Humanos – hoje Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, comandado pela homofóbica Damares Alves –, a pedido de um site, revelam que 8.027 pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis ou transexuais foram assassinadas no Brasil entre 1963 e 2018 em razão de orientação sexual ou identidade de gênero.</p>
<p> </p>
<p>No estudo, ele levantou denúncias de assassinato registradas por ONGs, entidades nacionais e órgãos governamentais entre 2011 e 2018, e o resultado equivale a 552 mortes por ano, ou uma vítima de homofobia a cada 16 horas no país.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Sobre a data</strong></span></p>
<p>A data foi escolhida porque em dia 17 de maio de 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS), após pressão da comunidade LGBT, excluiu a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças, (CID). No Brasil, a data foi instituída através de decreto presidencial do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p> </p>
<p><em><strong>&gt;&gt; Cadastre-se no whatsapp do Sindicato: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5513992092964" target="_blank">clique aqui (pelo celular)</a> e informe banco onde trabalha e seu nome</strong></em></p>
<p>Fonte: Sindicato dos Bancários de SP<br />Escrito por: Imprensa SEEB SP</p>
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