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	<title>Trabalho plataformas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Regulamentação de trabalho por aplicativo deve ser votada em abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 13:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Relator diz que não haverá valor mínimo para motoristas de plataformas O&#160;projeto de lei complementar&#160;que regulamenta o trabalho de entregadores e motoristas por aplicativos pode ser votado no plenário da Câmara dos Deputados até o início de abril. A previsão foi dada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, terça-feira (10), após reunião na [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6c6ef72b1314b039433aaa9d473acb29">Relator diz que não haverá valor mínimo para motoristas de plataformas</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O&nbsp;<a href="http://plp%20152/25%20https:/www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2537739">projeto de lei complementar</a>&nbsp;que regulamenta o trabalho de entregadores e motoristas por aplicativos pode ser votado no plenário da Câmara dos Deputados até o início de abril.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A previsão foi dada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, terça-feira (10), após reunião na residência oficial da Presidência da Câmara.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Motta disse que o objetivo principal é construir uma legislação equilibrada que proteja os autônomos e garanta o funcionamento das plataformas.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Que consigamos entregar ao país uma condição de estes trabalhadores terem as suas garantias, terem condições mais dignas de trabalho e que isso não venha incidir no aumento do custo para os consumidores”, explicou.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, no Brasil, o governo federal estima que existem aproximadamente 2,2 milhões de trabalhadores de plataformas digitais como Uber, 99 Táxi, IFood e InDrive.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Taxa básica</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O impasse na tramitação do PLP está em relação ao pagamento da taxa básica do serviço e do adicional pela distância percorrida para o transporte de passageiros e para a entrega de bens.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo federal entende que o valor mínimo do serviço deve ser de R$ 10, somado a R$ 2,50 por quilômetro rodado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O relator da matéria na Comissão Especial da Câmara, deputado federal Augusto Coutinho (Republicanos-PE), confirma que este é o único ponto de divergência na regulamentação do trabalho de entregadores por aplicativo.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“R$10, em São Paulo, no Rio ou em Brasília não é igual a R$10 no interior de Pernambuco, onde o ticket de um lanche é muito inferior ao daqui. Isso pode inviabilizar esse serviço na ponta”, avaliou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, disse que irá buscar o diálogo para tentar incorporar o valor ao relatório final da comissão especial da Câmara.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para o governo existem pontos que são muito caros. Um deles, que é uma demanda dos entregadores de aplicativos, dos motoqueiros, é uma taxa mínima de R$ 10, com adicional de R$ 2,50 por quilômetro rodado. Se não for, o governo pretende apresentar como uma emenda [ao texto na votação].</p>



<p class="wp-block-paragraph">Boulos enfatiza a necessidade urgente de regulamentação da questão. “Do jeito que está só interessa às grandes plataformas e não aos trabalhadores. Hoje, você pega o motorista de Uber, a plataforma fica com 50% de taxa de retenção, isso não é razoável”, disse.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Consenso para motoristas</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Coutinho, durante a reunião houve o entendimento entre as partes de que não haverá valor mínimo da corrida para os motoristas de aplicativos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Porque 25% das corridas no Brasil são cobradas menos de R$ 8,50. Na nossa proposta, já entendemos que isso é uma matéria que podia ser retirada do texto e ficaria somente o problema com os entregadores”, explicou o relator.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Segurança mínima</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na visão do relator, o projeto traz avanços para o trabalhador do ponto de vista previdenciário, pois o projeto não isentará os profissionais autônomos da contribuição mensal à Previdência Social. “Não existe no Brasil nenhum trabalhador que pague a Previdência para ter o agasalho social pelo quanto eles [motoristas e entregadores por aplicativo] vão pagar”, disse o parlamentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, reconheceu que o projeto de lei, de fato, representa uma segurança mínima e que poderá ser atualizado a cada ano para mudar a realidade atual de ausência total de direitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O pior dos mundos é a situação em que estamos. Esse é o pior dos mundos para o empregador e para o motorista. [É preciso] ter uma lei que estabeleça uma segurança mínima para, a partir daí, os trabalhadores, o próprio Parlamento, o governo procurarem reavaliar, avançar mais à frente para ver se está adequada ou se precisa de aperfeiçoamento”, avalia o ministro.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Andamento</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O presidente da Câmara,&nbsp;Hugo Motta,&nbsp;disse que as negociações estão em andamento para a elaboração de uma proposta final do relatório que será apresentado na Comissão Especial para ser aprovado, seguindo para votação do texto ao plenário.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;relator Augusto Coutinho adiantou que a Comissão Especial, presidida pelo deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), deve se reunir nesta quarta-feira (11) com representantes do Executivo e do Legislativo para tratar do tema e tentar chegar a um entendimento.</p>
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