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	<title>Trabalho escravo resgates &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Trabalho escravo resgates &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Governo resgata milhares do trabalho análogo à escravidão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 15:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Resgate do trabalho escravo]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho escravo 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho escravo resgates]]></category>
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					<description><![CDATA[Denúncias batem recorde em 2025 e 2.186 pessoas são resgatadas em 2024, segundo Ministério do Trabalho Os dados de denúncias dialogam com o número de resgates realizados pelo poder público. Em 2024, 2.186 pessoas foram resgatadas em situações de trabalho análogo à escravidão no Brasil, segundo a Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), vinculada ao Ministério do [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-436947c87edf975ecac2d873845bd154">Denúncias batem recorde em 2025 e 2.186 pessoas são resgatadas em 2024, segundo Ministério do Trabalho</h4>



<p></p>



<p>Os dados de denúncias dialogam com o número de resgates realizados pelo poder público. Em 2024, <strong>2.186 pessoas foram resgatadas em situações de trabalho análogo à escravidão</strong> no Brasil, segundo a Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), vinculada ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).</p>



<p>De acordo com o último levantamento do MTE,&nbsp;cerca de 65,6 mil pessoas já foram resgatadas de condições análogas à escravidão no país desde 1995&nbsp;— ano em que o Estado brasileiro reconheceu oficialmente a existência de formas contemporâneas de escravidão.</p>



<p>Esse total é resultado de mais de 8,4 mil ações fiscais realizadas em todo o território nacional até dezembro de 2024.</p>



<p>As operações são conduzidas principalmente pelo Grupo Especial de Fiscalização Móvel, coordenado pelo Ministério do Trabalho, com apoio das unidades regionais do órgão nos estados.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Construção civil e agronegócio concentram resgates</strong></h4>



<p>Em 2024, os setores econômicos com maior número de trabalhadores resgatados, segundo a Classificação Nacional das Atividades Econômicas (CNAE), foram:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3d7.png" alt="🏗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong><strong> Construção de edifícios (293 resgatados);</strong></li>



<li><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2615.png" alt="☕" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong><strong> Cultivo de café (214);</strong></li>



<li><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f9c5.png" alt="🧅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong><strong> Cultivo de cebola (194);</strong></li>



<li><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f69c.png" alt="🚜" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong><strong> Serviços de preparação de terreno, cultivo e colheita (120);</strong></li>



<li><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f96c.png" alt="🥬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong><strong> Horticultura, exceto morango (84)</strong></li>
</ul>



<p>Os dados também revelam uma mudança importante no perfil do problema:&nbsp;30% dos trabalhadores resgatados em 2024 estavam em áreas urbanas, indicando um crescimento significativo do trabalho escravo fora do meio rural — historicamente associado a grandes propriedades agrícolas.</p>



<p>Especialistas e autoridades destacam que o aumento das denúncias não significa, necessariamente, crescimento isolado do crime, mas também pode refletir&nbsp;<strong>maior conscientização da população, ampliação dos canais de denúncia e confiança nos mecanismos de proteção</strong>.</p>



<p>Ainda assim, os números elevados indicam que o trabalho escravo segue sendo um problema estrutural no país.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Denúncias de trabalho escravo atingem novo recorde no Brasil</h4>



<p>Foram 4.515 registros em 2025, segundo dados inéditos do MDHC. Construção civil e agronegócio concentram resgates, que somam mais de 65 mil desde 1995.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O Brasil registrou em 2025 o maior número de denúncias de trabalho escravo e de condições análogas à escravidão da história, com 4.515 registros.</li>



<li>Os dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania mostram uma sequência contínua de recordes nos últimos anos e indicam que o problema segue estrutural.</li>



<li>As denúncias dialogam com os resgates realizados, que já libertaram mais de 65 mil pessoas de situações análogas à escravidão desde 1995.</li>



<li>Autoridades destacam a importância dos canais de denúncia, como o Disque 100 e o Sistema Ipê.</li>



<li>O número representa um <strong>aumento de 14% em relação a 2024</strong>, quando já havia sido batido um recorde histórico, <strong>com 3.959 denúncias</strong>.</li>



<li>O crescimento reforça uma tendência de alta contínua observada nos últimos anos e evidencia a persistência do trabalho escravo contemporâneo no país.</li>



<li>Entre os registros de 2025 estão incluídas&nbsp;denúncias de trabalho escravo infantil, além de situações envolvendo adultos submetidos a jornadas exaustivas, condições degradantes de trabalho, servidão por dívida e restrição de liberdade&nbsp;— características que configuram o crime segundo a legislação brasileira.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como denunciar?</strong></h4>



<p>O Disque 100 funciona diariamente, 24 horas por dia, incluindo sábados, domingos e feriados. As ligações podem ser feitas de todo o Brasil por meio de discagem direta e gratuita, de qualquer terminal telefônico fixo ou móvel.</p>



<p>Qualquer pessoa pode reportar alguma notícia de fato relacionada a violações de direitos humanos, da qual seja vítima ou tenha conhecimento.</p>



<p>A partir disso, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania recebe, analisa e encaminha as denúncias aos órgãos de proteção e responsabilização.</p>



<p>O governo também tem um canal específico para denúncias de trabalho análogo à escravidão: o&nbsp;<a href="https://ipe.sit.trabalho.gov.br/#!/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Sistema Ipê,&nbsp;</strong></a>disponível na internet. O denunciante não precisa se identificar, basta acessar o sistema e inserir o maior número possível de informações.</p>
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