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	<title>Trabalhadora &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Trabalhadora &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Bancária estava morta havia 4 dias no posto de trabalho e nenhum colega notou</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 07:29:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Banco]]></category>
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					<description><![CDATA[Em sua baia e à frente da mesa onde despachava, a mulher permaneceu lá até seu corpo apodrecer e o odor chamar a atenção de funcionários Um caso macabro e profundamente triste chocou a sociedade norte-americana na última semana. Trata-se da morte da bancária Denise Prudhomme, de 60 anos, funcionária da instituição financeira Wells Fargo, [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-e6279d18ad83974cccb4227a2368ff78">Em sua baia e à frente da mesa onde despachava, a mulher permaneceu lá até seu corpo apodrecer e o odor chamar a atenção de funcionários</h4>



<p>Um caso macabro e profundamente triste chocou a sociedade norte-americana na última semana. Trata-se da morte da bancária Denise Prudhomme, de 60 anos, funcionária da instituição financeira Wells Fargo, na cidade de Tempe, no estado do Arizona. Ela teve seu registro de entrada no estabelecimento registrado pela última vez no dia 16 agosto, pela manhã.</p>



<p>Sem que ninguém notasse sua ausência, a mulher faleceu sentada em sua cadeira à frente da mesa onde despachava, numa baia um pouco mais afastada dos postos de atendimento do banco. E assim seu cadáver permaneceu por lá, até a manhã do dia 20, quando colegas de trabalho e vigilantes começaram a sentir um odor desagradável, já que seu corpo estava em decomposição.</p>



<p>O Departamento de Polícia de Tempe não encontrou qualquer sinal ou vestígio que sugira que Denise tenha sido assassinada. Obviamente, é preciso que os exames necroscópicos realizados pelos peritos fiquem prontos, mas as autoridades têm quase certeza de que ela teve uma morte natural, possivelmente provocada por um ataque cardíaco ou algum outro mal súbito.</p>



<p>“Saber que esteve sentada à mesa assim me deixa doente. E ninguém fez nada. Foi assim que passou os seus últimos momentos”, disse emocionado um empregado do banco à emissora ABC News 12, indignado com o trágico fato.</p>



<p>O banco Wells Fargo, diante da notícia assustadora envolvendo seu nome, que teve repercussão mundial, emitiu uma nota de pesar.</p>



<p>“Estamos profundamente entristecidos pela perda de nossa colega, Denise Prudhomme. Nossos pensamentos estão com sua família e entes queridos, e estamos em contato para garantir que eles recebam o suporte necessário durante este momento difícil. Estamos comprometidos com a segurança e o bem-estar de nossa força de trabalho”, afirmou a instituição financeira.</p>
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		<title>Ociosidade no trabalho é assédio moral</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ociosidade-no-trabalho-e-assedio-moral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhadora]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar de não ser uma prática nova no mercado de trabalho, o assédio moral vem sendo amplamente divulgado na última década, e as condutas de empregadores que resultam em humilhação e assédio psicológico passaram a figurar nos processos trabalhistas com mais recorrência. Deixar, propositadamente, funcionário “à toa” no trabalho é conduta que configura assédio moral [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de não ser uma prática nova no mercado de trabalho, o assédio moral vem sendo amplamente divulgado na última década, e as condutas de empregadores que resultam em humilhação e assédio psicológico passaram a figurar nos processos trabalhistas com mais recorrência.</p>
<p>Deixar, propositadamente, funcionário “à toa” no trabalho é conduta que configura assédio moral e gera indenização ao trabalhador. Foi o que entendeu a Justiça trabalhista ao condenar uma companhia ferroviária a indenizar uma empregada em R$ 100 mil por esta ter sido deixada, por escolha consciente da empresa, ociosa no serviço.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/assedio-moral-e-intelectual-no-ambiente-de-trabalho" target="_blank"># Assédio moral e intelectual no ambiente de trabalho</a></p>
<p> </p>
<p>À Justiça, a mulher relatou que, após a empresa onde trabalhava ter sido privatizada, foi transferida de São Paulo para Campinas e alocada em uma sala conhecida como “aquário” e “pavilhão 9”, suja, sem água ou café. Segundo a autora da ação, que tinha estabilidade, não lhe foi atribuído nenhum tipo de serviço. Mais tarde, a empresa determinou que ela ficasse em um antigo depósito, “local além disso pior (…), um porão onde havia até fezes de ratos”, apontou no processo.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/saiba-como-nao-deixar-seus-dados-pessoais-vazarem-do-facebook" target="_blank"># Saiba como não deixar seus dados pessoais vazarem do Facebook</a></p>
<p>Ela igualmente declarou que os patrões a proibiram de ter contato com outros empregados. Devido à situação, a empregada recebeu o apelido de “javali”, utilizado para designar o empregado que não vale mais nada para a empresa, enquanto outros a chamavam de “4.49”, em referência à cláusula do contrato coletivo que garantiu a estabilidade à trabalhadora.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/denuncie-as-ocorrencias-de-assedio-no-santander" target="_blank"># Denuncie as ocorrências de assédio no Santander!</a></p>
<p> </p>
<p>Em primeira instância, a 7ª Vara do Trabalho de Campinas entendeu, ao condenar os empregadores a indenizar a mulher em R$ 70 mil, que a empresa agiu “com abuso desnecessário, violando o princípio da boa-fé contratual, em ofensa à dignidade, à reputação e à honra da trabalhadora”. No Tribunal Regional da 15ª Região (TRT-15), a decisão apontou que “a empresa teve conduta reprovável, sobretudo porque se trata de instituição de renome internacional”. A condenação foi aumentada para R$ 200 mil.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/nao-fique-so-fique-socio-e-defenda-se-contra-a-reforma-trabalhista?url=artigo/nao-fique-so-fique-socio-e-defenda-se-contra-a-reforma-trabalhista" target="_blank"># Não fique só, Fique Sócio!</a></p>
<p> </p>
<p>O caso chegou ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), que decidiu fixar o valor indenizatório em R$ 100 mil. O ministro Alexandre Belmonte, relator do caso na Corte, lembrou que o montante não pode ser irrisório, mas igualmente não pode levar ao enriquecimento sem causa do trabalhador. Outros critérios são observados para estipular o valor da indenização nesses casos, como a extensão do dano e a observância das condições do ofensor e do ofendido. </p>
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<p><a href="http://santosbancarios.com.br/pesquisas" target="_blank"># Preencha a pesquisa Bancári@s da Baixada Santista (leva no máximo 3 minutos)</a></p>
<p>Fonte: BOA INFORMAÇÃO </p>
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