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	<title>Título de Capitalização &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Título de Capitalização &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Conar e Procon entram com ações contra campanhas do Santander</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Código de Defesa do Consumidor]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o Código de Defesa do Consumidor, campanhas publicitárias não podem iludir o consumidor O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) e a Fundação Procon/SP abrirão processos contra a campanha do Santander que promove o título de capitalização da instituição, o &#8220;DinDin Santander&#8221;.   O Conar já possui duas ações: a primeira foi motivada por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o Código de Defesa do Consumidor, campanhas publicitárias não podem iludir o consumidor<br />
</p>
<p>O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) e a Fundação Procon/SP abrirão processos contra a campanha do <a href="https://santosbancarios.com.br/artigos/santander" target="_blank">Santander</a> que promove o título de capitalização da instituição, o &#8220;DinDin Santander&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>O Conar já possui duas ações: a primeira foi motivada por denúncias de consumidores. Segundo a instituição, a campanha &#8220;Você milionário ou seu dinheiro de volta&#8221; faz uma promessa de ganhos exagerados com os títulos de capitalização.</p>
<p> </p>
<p>A segunda foi movida pela <a href="https://santosbancarios.com.br/artigos/caixa-economica-federal" target="_blank">Caixa Econômica Federal</a>. Para o banco estatal, o comercial &#8220;Tente a sorte no Din Din&#8221; faz uma publicidade comparativa irregular, uma vez que cita a palavra &#8220;loteria&#8221; e promove uma comparação de produtos diferentes (loterias e títulos de capitalização).</p>
<p> </p>
<p>Para tentar resolver a questão, executivos do Santander e da Caixa se reuniram na tarde de 25/10, na sede do Conselho, em São Paulo. O trâmite é comum e, muitas vezes, as campanhas acabam sendo alteradas depois de um acordo. O Santander não quis comentar as ações.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Semelhança com caso Bettina</strong></span></p>
<p> </p>
<p>O Procon/SP também pedirá esclarecimentos ao Santander. Para Guilherme Farid, chefe de gabinete do órgão, a campanha se assemelha ao &#8220;caso Bettina&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;A campanha não explica como vai fazer com que consumidores se tornem milionários. Acredito ser abusiva a forma que propõe a venda do título de capitalização. Devemos solicitar ao banco que envie a base de dados técnica e científica que comprove essa possibilidade&#8221;, afirma.</p>
<p> </p>
<p>Segundo o <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8078.htm" target="_blank">Código de Defesa do Consumidor</a>, campanhas publicitárias não podem iludir o consumidor —ou, ainda, serem enganosas por omissão.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;O Código reconhece o consumidor como vulnerável. Por isso, a campanha deveria deixar claro que o produto se trata de um título de capitalização e que não vai alcançar um rendimento de poupança, por exemplo. Precisa ter o máximo de informações possível&#8221;, declara Farid.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Crise acentua competição por clientes</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Segundo Luiz Peres-Neto, professor da ESPM-SP, em épocas de crise, tradicionalmente, a publicidade dos bancos acentua a competição por clientes.</p>
<p>&#8220;Na medida em que a economia se estanca, há a necessidade de mais crédito. Este é o contexto perfeito para que bancos e entidades financeiras comecem a buscar &#8216;os asteriscos&#8217; nas propagandas&#8221;, afirma o acadêmico.</p>
<p> </p>
<p>Para o professor, a campanha ainda reforça certos estereótipos de gênero. &#8220;O comercial também é misógino e patriarcal, quando coloca a mulher como empreendedora do lar e o homem como aquele que joga a roleta russa da vida&#8221;, diz.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Comparação entre produtos distintos</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Peres-Neto ainda afirma que a comparação implícita no comercial é impossível.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Tudo é passível de uma comparação. Mas a campanha não é razoável, uma vez que compara produtos financeiros diferentes. A tendência é crescente no mercado: propaganda que não mentem, mas que omitem a verdade na busca por mais clientes&#8221;, diz.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>O fim das letras miúdas</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Por muitas vezes, as campanhas dos bancos são questionadas pelo fato de possuírem &#8220;letras miúdas&#8221;. O artifício foi criticado por uma ação do banco digital Nubank.</p>
<p> </p>
<p>A startup focada em serviços financeiros, lançou, em março deste ano, um movimento que propõe o &#8220;fim dos asteriscos&#8221; nas campanhas: o #AsteriscoNão. Para isso, a fintech resolveu provocar os grandes bancos: instalou anúncios em relógios de rua próximos a agências da Caixa Econômica Federal, do Itaú e do Santander, em São Paulo.</p>
<p> </p>
<p>A ideia pretendia que as empresas passassem a ter maior transparência em sua comunicação, sem letras miúdas e notas de rodapé em anúncios.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-e-condenado-a-pagar-r-274-mi-por-assedio-moral-aos-funcionarios" target="_blank">&gt;&gt; Santander é condenado a pagar R$ 274 milhões por assédio moral aos funcionários</a></p>
<p>Fonte: UOL &#8211; Mídia e Marketing<br />Escrito por: Renato Pezzotti</p>
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