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	<title>Termos &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Autos de resistência: anistia critica novos termos</title>
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		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Anistia]]></category>
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					<description><![CDATA[Para organização não governamental, nova nomenclatura não combate violência policial A Anistia Internacional criticou na ter&#231;a 5 a nova nomenclatura estabelecida pelas pol&#237;cias Federal e Civil para substituir termos como &#34;auto de resist&#234;ncia&#34; e &#34;resist&#234;ncia seguida de morte&#34; nos registros policiais de casos que envolvam les&#227;o corporal ou morte provocadas por policiais no Brasil. Uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para organização não governamental, nova nomenclatura não combate violência policial</p>
<p>A Anistia Internacional criticou na ter&ccedil;a 5 a nova nomenclatura estabelecida pelas pol&iacute;cias Federal e Civil para substituir termos como &quot;auto de resist&ecirc;ncia&quot; e &quot;resist&ecirc;ncia seguida de morte&quot; nos registros policiais de casos que envolvam les&atilde;o corporal ou morte provocadas por policiais no Brasil.</p>
<p>Uma resolu&ccedil;&atilde;o conjunta do Conselho Superior de Pol&iacute;cia, &oacute;rg&atilde;o da Pol&iacute;cia Federal, e do Conselho Nacional de Chefes de Pol&iacute;cia Civil, publicada no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o na segunda 4, aboliu tais termos e estabeleceu que, a partir de agora, todos os casos do tipo sejam designados como &quot;les&atilde;o corporal decorrente de oposi&ccedil;&atilde;o &agrave; interven&ccedil;&atilde;o policial&quot; ou &quot;homic&iacute;dio decorrente de oposi&ccedil;&atilde;o &agrave; a&ccedil;&atilde;o policial&quot;.</p>
<p>Para a Anistia Internacional, a nova nomenclatura n&atilde;o combate a viol&ecirc;ncia policial injustificada, uma vez que mant&eacute;m a l&oacute;gica de oposi&ccedil;&atilde;o presente nos termos utilizados anteriormente ao ainda referir-se &agrave; v&iacute;tima como resistente.</p>
<p>&ldquo;A Anistia Internacional espera que qualquer nova nomenclatura proposta seja neutra, que n&atilde;o apresente qualquer tipo de prejulgamento a respeito do comportamento da v&iacute;tima&quot;, disse a assessora de Direitos Humanos da Anistia Internacional, Renata Neder, em v&iacute;deo publicado no site da entidade. &ldquo;Todo homic&iacute;dio decorrente de interven&ccedil;&atilde;o policial deve ser investigado como um homic&iacute;dio. S&oacute; atrav&eacute;s de uma investiga&ccedil;&atilde;o completa, independente e imparcial &eacute; poss&iacute;vel determinar o contexto daquela morte&rdquo;.</p>
<p>A entidade lembra que o uso dos termos &quot;auto de resist&ecirc;ncia&quot; e &quot;resist&ecirc;ncia seguida de morte&quot; j&aacute; havia sido abolido no Rio de Janeiro e em S&atilde;o Paulo. A medida, no entanto, n&atilde;o resultou na diminui&ccedil;&atilde;o de homic&iacute;dios decorrentes de a&ccedil;&otilde;es policiais nesses estados. No Rio, por exemplo, um levantamento da organiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o governamental Justi&ccedil;a Global, dispon&iacute;vel no site www.ondeapoliciamata.org, contabilizou 410 mortes em decorr&ecirc;ncia de a&ccedil;&atilde;o policial entre janeiro e julho de 2015, &nbsp;n&uacute;mero 18,6% maior que no mesmo per&iacute;odo do ano anterior.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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