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	<title>teleatendimento da cassi &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Cassi: atendimento sobrecarregado evidencia desmonte e má gestão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[teleatendimento da cassi]]></category>
		<category><![CDATA[terceirização da Cassi]]></category>
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					<description><![CDATA[A atual diretoria da Cassi deve focar no aprimoramento do atendimento aos associados e não em reduzir gastos para privatizar com a terceirização A fila de espera para o atendimento via telemedicina da Cassi vem acumulando diariamente mais de 400 pessoas, desde a semana anterior ao Réveillon. O tempo de atendimento tem demorado entre 12 e 15 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A atual diretoria da Cassi deve focar no aprimoramento do atendimento aos associados e não em reduzir gastos para privatizar com a terceirização</p>
<p></p>
<p>A fila de espera para o atendimento via telemedicina da Cassi vem acumulando diariamente mais de 400 pessoas, desde a semana anterior ao Réveillon. O tempo de atendimento tem demorado entre 12 e 15 horas, o que tem feito muitas pessoas desistirem e procurarem o pronto-socorro mais próximo.</p>
<p> </p>
<p>Para piorar, a atual diretoria da caixa de assistência, cuja presidência tem profundo alinhamento com o governo Bolsonaro, não só informa que não há previsão para regularização da situação, como também joga a culpa pela sobrecarga de atendimento nos próprios associados.</p>
<p> </p>
<p>O atual diretor de rede atendimento da Cassi, Luiz Satoru, divulgou um comunicado nos grupos eletrônicos de mensagens e redes sociais informando que “a telemedicina da CASSI está neste momento com uma grande sobrecarga de atendimentos, muito provavelmente por ‘algum relaxamento’ coletivo nas festas de final de ano”.</p>
<p> </p>
<p>A atual diretoria eleita da Cassi vem desmontando a Estratégia Saúde da Família – focada no acompanhamento médico periódico e contínuo do associado e de seus dependentes –, buscando, com isso, apenas a redução dos custos com a terceirização da telemedicina – ação essa desfavorável para o convênio médico e para o paciente –, ao invés de priorizar o tratamento inteligente com prevenção e saúde.</p>
<p> </p>
<p>A Cassi ficou sob intervenção fiscal da ANS entre julho de 2019 e junho de 2020. Em novembro de 2019, o Corpo de Associados aprovou a nova proposta de reforma estatutária da Cassi, que foi elaborada com a grande participação das entidades de representação do funcionalismo, e que injetou cerca de R$ 1 bilhão na caixa de assistência, possibilitando a saúde financeira da entidade.</p>
<p> </p>
<p>Os sindicalistas pressionam por uma gestão responsável que assegure atendimento adequado aos associados. O momento requer muita atenção devido à pandemia atual. “A atual diretoria da Cassi deve focar no aprimoramento do atendimento aos associados e não em reduzir gastos para privatizar com a terceirização a Caixa de Assistência dos funcionários”, finalizam diretores do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.</p>
<p>Crédito: SEEB de SP<br />Fonte: SEEB de São Paulo com edição da comunicação do SEEB de Santos e Região </p>
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